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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 7/12/2018, 09:21
Justiceiro do Sertão escreveu:Atendendo a pedidos, tratarei sobre dois dos insinuantes casos pelos quais andei passando nos últimos tempos, os quais acreditava muito fortes para que os contasse aqui no Fórum, por me causarem certo sofrimento e pelo medo de despertar fantasias nos demais. Entretanto, ao que parece, será interessante que deles dê conta, para com toda a responsabilidade levar os demais a ter mais noções sobre os males do vício e também me ambientar melhor a respeito de tirar certo peso da mente. Agradeço ao colega Seeker que gentil e refinadamente me propôs tal tarefa. Era coisa que relutava em fazer, porém o andar da carruagem me levou a trazer as questões a lume, nem que seja em parte e algumas delas que julgo mais adequadas e necessária a que se revele aqui. Se é para o bem dos guerreiros, vamos lá.

Ontem estudei e, ao passar pelo Fórum como praticamente todos os dias tento fazer, já era tarde. Li a proposta e, após pensar um pouco, decidi por aderir à mesma; e eis que agora, aproveitando que acordei cedo (e dormi bem, felizmente, apesar de fortes ereções), venho expor tais assuntos, ainda que não em muito intensos detalhes. Como sempre digo, que fique o exemplo.

Foram (são) quatro histórias e, por ora, trato de duas aqui. As outras duas, mais delicadas, devo expor nos próximos dias, talvez até pelo fim de semana, se meu psicológico se mostrar apto. Não são, assim como as duas que agora trago, muito propriamente "sexuais" (a última o é um pouco), porém falar sobre as mesmas mexe comigo de maneira mais intensa e sinto que devo estar melhor preparado para me abrir a respeito das mesmas.

Pois bem, vamos lá. Dois casos por enquanto, resumidos o quanto possível.

Caso 1: A famosa da cidade

No meu trabalho, já lhes devo ter dito, recebo sobretudo a "gente humilde" aqui da cidade, inclusive sendo-me excelente terapia para minha histórica dificuldade de socialização, constatada por uma psicóloga em minha infância. Alguns casos são bem complicados e demandam inclusive intervenção de colegas mais velhos e de superiores, entretanto sempre acabamos resolvendo as questões da melhor maneira. Não é, portanto, um lugar onde se veja corriqueiramente, como dizem, "gente bonita". Até há, em outros setores, garotas de razoável aparência e com as quais inclusive travo algum contato, no entanto é coisa muito respeitosa e qualquer oportunidade seria algo a ser tratado bem à parte. Profissionalismo acima de tudo. Sob minha incumbência, o máximo que corriqueiramente surge são algumas jovens secretárias de escritórios da cidade, o que não me impacta muito. Certa vez, todavia, houve um caso que, de várias maneiras, marcou. Há cerca de um ano, uma cidadã "diferente" surge justo em minha mesa para a resolução de uma questão qualquer. Já vinha ouvindo certo burburinho desde minutos antes e, quando ela chegou, não pude deixar de reparar que se tratava de uma garota alta e realmente muito bela. De rosto, corpo e estilo pessoal. Não sou de reparar no que os outros falam, contudo não me escapou que se tratava de uma jovem badalada na cidade, conhecida na mídia, em redes sociais, figura pública enfim. E muito, muito bela, digna de alguma fama, mesmo. Pelo que entendi e presumo, devia ser alguma miss, modelo ou musa de time de futebol. Talvez até já devesse ter ouvido falar dela, porém ao instante não me lembrasse. Vestida de calças jeans e blusa justa a estampar o que parecia ser a logomarca de uma agência de modelos, estava toda produzida ainda que em situação de "cidadã comum", sorridente e gentil, a fim de algum serviço público de minha tarefa, e com sua senha a chamar justo em minha mesa. Atendimento rápido e problema resolvido, confesso que fiquei um pouco nervoso e sem jeito com a presença da citada, levando a experiência, entretanto, como algo mais para me garantir maturidade na vida. É aquilo que dizem: beleza, embora não ponha mesa, é coisa impactante para quem não está preparado, seja de que lado do corpo for. Só sei que percebi que o recinto inteiro da repartição, funcionários e cidadãos, ficou olhando. E em silêncio. Para ela, que inevitavelmente chamava a atenção, e para mim, como dizendo: "Sortudo!!" E continuaram em solene silêncio após a bela se retirar, para depois todos se entreolharem aos cochichos, não só a respeito dela como a meu.

Só digo que estou melhor preparado para quando coisa semelhante voltar a ocorrer. Sem muito mais.

Caso 2: A modelo no parque

No último domingo, enquanto fazia mais uma de minhas tradicionais caminhadas pela cidade, antes de voltar para casa decidi dar mais uma passada por um parque urbano perto de onde moro e em frente ao qual inclusive todos os dias passo indo e voltando do trabalho. Também ao lado do mesmo passo quando vou ao SESC (este, também caminho do meu trabalho), enfim, é um local por mim muito conhecido e onde por vezes ocorrem alguns eventos culturais atrás dos quais vou. Decidi dar uma volta por lá atrás de algo naquela tarde de domingo, antes de chegar em casa, aproveitando para dar mais uma rápida volta na pista de atletismo após não encontrar nada assim muito interessante. Foi quando, inclusive após um cidadão que caminhava a meu lado me perguntar algo (e depois, como deve ser, ignorarmos o que estava em nossa frente), percebi que, aproveitando o ambiente ermo, num canto mais recanteado da área verde, próximo a uma pequena lagoa, estava discretamente uma bela jovem loira de vestido curto a se revelar em caras, bocas e poses sensuais, enquanto o fotógrafo corria para lá e para cá com seu equipamento dando fluxo à sua parte no trabalho profissional que ali ocorria. Meu coração disparou, todavia soube sair da situação e em todos os sentidos seguir meu caminho. Estranhei por terem escolhido um dia passível de grande fluxo de pessoas para a realização do ensaio e também devido ao fato de que tal coisa não é muito comum aqui na cidade, moro no interior e a cidade aqui é bem conservadora, até careta mesmo para certas coisas. Até vejo algo do tipo vez em quando, porém não me lembro de algo, digamos, naquele nível. De todo modo, segui minha vida. Mas que foi um tanto impactante, foi. Novamente, porém, experiência.

Enfim, confesso que deu para tirar um peso das costas. Conforme tudo que já disse, fez bem para mim me abrir a respeito dos dois casos. Devo trazer os outros dois nos próximos dias.

Muito bem, Justiceiro! O importante é que você soube lidar com as situações e encará-las sempre como experiências. Concordo que tais circunstâncias narradas dão ensejo a recaídas, pois induzem muitas fantasias perigosas naqueles ainda presos ao vício da P., como nós. Sou grato pela partilha! Parabéns pelos 30 dias limpos!

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Justiceiro do Sertão
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Ah, lembranças...

em 7/12/2018, 21:56
Hoje tive mais um dia corrido. Muito movimento no trabalho, muito para resolver fora dele, estou acordado desde antes das cinco da manhã. Após o expediente, saí para verificar algumas questões no centro da cidade e, agora em casa, trago-lhes mais uma de minhas tristes memórias a respeito do que PMO é capaz de causar em um homem.

Não se trata de um daqueles casos emblemáticos dos quais devo dar conta posteriormente conforme prometi, todavia tantas foram as decepções sociais aqui e ali que sofri por conta do vício que, suponha-se, só de ver rapidamente certo tipo de mulher na rua, se não fantasio, vem-me a triste lembrança sobre oportunidades perdidas. A teor dos conselhos do colega Seeker (mais uma vez meu obrigado!), tenho me proposto a um pouco me abrir sobre certos ocorridos a fim de dar mais tranquilidade a minha mente e gerar melhor clima de convívio e ajuda mútua em relação a mim e a todos aqui no Fórum. Tem me parecido auspicioso agir assim.

Mesmo em relação àqueles dos quais já dei conta aqui em meu Diário, acabei me esquecendo (para me lembrar só depois) de alguns detalhes que os tornam ainda mais chocantes, cuja não inclusão, todavia, ainda que houvesse empobrecido o relato, não o torna menos (des)motivacional e (des)inspirador sobre como não agir e sobre o que o vício nos faz perder. Esqueci dos mesmos, enfim, porém acabam num âmbito geral não fazendo tanta falta, bem podem até prever o desenrolar de cada história. Algumas pequenas amostras: uma das já citadas garotas com a qual perdi grandíssima chance tinha uma irmã ainda mais bela que também parecia me dar condição, e não quero imaginar, com todo o respeito às mulheres, quão belas experiências de juventude devo ter perdido. Uma outra, que também já devo ter trazido a estas páginas, tinha uma belíssima prima e ambas, também condizentes com minha preferência físico-intelectual, estavam muito aptas a que com alguma delas eu vivesse esplêndida aventura de adolescente.

De outra feita (desenrolando um caso que comecei a documentar aqui e não terminei), havia quatro (!) lindas irmãs, primas de uma prima minha, com curta diferença de idade e incluindo-se gêmeas, todas bem parecidas (as quatro) e exatamente meu estilo favorito, por dentro e por fora. Tive chance com as quatro e perdi as quatro!! Cheguei a ir a lanchonetes, bares, trocar boas palavras, porém o resto já devem funestamente imaginar. Sonho, sonho... pesadelo. Por minha culpa, por culpa de PMO. Outro dia tive até de destruir um DVD caseiro de uma festa a que fui e em que elas estavam lindamente presentes, junto com minha prima, para não entrar em desespero e partir para o pior. E "de repente, não mais que de repente", vim recentemente a saber, pelo meu tio, que a mais nova delas está trabalhando como modelo em São Paulo...

Por enquanto, é só. Talvez depois remeta a algo mais e cumpra com trazer as histórias prometidas. Porque vou dizer: é muito doloroso lembrar. Entretanto, como compete a um ser humano de verdade, sigo em frente.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 8/12/2018, 13:52
Meu Grande amigo Justiceiro!! Saudades de ler seus posts!! Tantas oportunidades que perdi por conta do PMO também, com lindas amigas!! Teve uma vez que fiquei pensando o quanto fui idiota e despercebido em relação a isso!! Mesmo que eu tivesse ficado com uma dessas garotas que tive oportunidade não iria dá certo o nosso relacionamento. A mente de um praticante de PMO têm fantasias e o estilo que ele conversa com elas não iria deixar o relacionamento com essas lindas garotas seguir pra frente ( pelo menos comigo). O importante é focar no agora e futuro!!! Se aparecer uma oportunidade não abandone e use essa energia da abstinência e benefícios que ficar sem PMO traz para ficar com as próximas garotas desse estilo!!!! Tamo junto e na torcida por você!!

Enviado pelo Topic'it

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Pontuais palavras

em 8/12/2018, 23:04
Master_DW escreveu:Meu Grande amigo Justiceiro!! Saudades de ler seus posts!! Tantas oportunidades que perdi por conta do PMO também, com lindas amigas!! Teve uma vez que fiquei pensando o quanto fui idiota e despercebido em relação a isso!! Mesmo que eu tivesse ficado com uma dessas garotas que tive oportunidade não iria dá certo o nosso relacionamento. A mente de um praticante de PMO têm fantasias e o estilo que ele conversa com elas não iria deixar o relacionamento com essas lindas garotas seguir pra frente ( pelo menos comigo). O importante é focar no agora e futuro!!! Se aparecer uma oportunidade não abandone e use essa energia da abstinência e benefícios que ficar sem PMO traz para ficar com as próximas garotas desse estilo!!!! Tamo junto e na torcida por você!!

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Ilustre Master_DW! Sempre providencial incentivo!

É muito por aí. Vi que está determinado a recomeçar com tudo, e saiba que tem minha torcida. O negócio, não há meio, é olhar para o futuro e lutar por um mesmo próspero, ao que parece ainda dá tempo.

Hoje estudei, saí para resolver algumas coisas e agora, tarde da noite, encontro tempo aqui para o Fórum. Até amanhã, aliás, devo trazer mais uma de minhas memórias, para refrigerar minha mente e cada vez mais (nunca é demais, se formos ver bem) conscientizar a todos os guerreiros sobre a desgraça que PMO provoca em nossas vidas. Tenho a contar mais uns dois casos "aptos" aqui ao ambiente.

Segue a guerra.

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Após um domingo...

em 9/12/2018, 19:38
... de estudo praticamente o dia inteiro e outras tarefas a seguir, venho agora para mais um exemplo a ser dado. No pior sentido.

Segue, conforme prometido, o terceiro caso daqueles mais emblemáticos relacionados com minha desgraça frente a PMO.

Devem se lembrar de uma história que já contei aqui, uma das tantas decepções com mulheres que tive devido ao vício:

"(...) loirinha mais nova, de beleza estonteante e que já trabalhava como modelo (!) e teria sido candidata a miss (!) adolescente (esse concursos de "Miss Teen"/"Miss Colegial") aqui na cidade, que também parecia estar na minha! Troquei com ela uma boa ideia, quando me via vinha de longe me abraçar e beijar, para sempre me deixar levar pela timidez e baixa-autoestima, certeza de que não daria certo. Morava a 100 metros de casa... Hoje sei que daria! Hoje sei que poderia ter vivido inesquecível experiência de juventude com uma gata da qual, se a geração de hoje visse uma fotografia, diria sem titubear, em sua gíria, ser uma 10/10! Não por acaso já tinha o background que citei. Loira a qual, devido ao reboot de todos nós, escuso-me de traçar comparativos sobre com quem se parecia."

Pois bem, à época não detalhei por julgar desnecessário, entretanto, neste processo que conduzo de contar um pouco mais sobre minhas aventuras a fim de mais eficiente condicionamento mental, ainda que seja coisa meio dolorosa para mim, trago um pouco mais sobre a triste história. Além de frequentar o mesmo colégio que eu, morava a uns cem metros de casa, éramos ambos residentes bem perto da escola também. Estava notavelmente interessada em mim, para eu só tremer e suar ao tentar chegar perto dela. E assim foi, durante meses. Encontramo-nos até mesmo fora do ambiente escolar, e trocávamos razoáveis diálogos. Era incrível, meus caros, era incrível como meu embotado cérebro agia de maneira pífia no trato com aquela tão bela e inteligente garota. Hoje percebo a falta de jeito, da maneira mais tristemente decisiva possível, com que respondia às investidas dela. Resultado: logo soube que estava namorando e se mudara de perto de casa. Como se não bastasse, lá vem um trauma medonho.

Nessa época, por uns colegas em redes sociais, fui direcionado a um link que me levou a um vídeo softcore filmado aqui na cidade com a presença da mesma e de outras modelos seminuas se esfregando em um sujeito, possivelmente algum jovem influente daqui. O vídeo, aparentemente bem real (embora em todos os sentidos ilícito, juro que era ela  e juro que ela tinha apenas 16 anos, ainda que um mulherão daqueles), lembrava uma "festinha" regada a bebida, drogas e sexo, sem cenas explícitas, no entanto com muitos beijos e carinhos a satisfazer inclusive alguns fetiches meus. Diante daquilo, da pior maneira em frente a uma tremenda oportunidade que perdi na vida, parecendo sentir todas aquelas sensações, não me contive.

Fiquei possesso. Coração disparado, suor frio escorrendo pelo corpo trêmulo, tive que me conter bravamente para não sair gritando e quebrando tudo dentro de casa. O desespero tomou conta de meu ser e durante semanas tive insônia, crises de choro e estresse, apneia noturna, pesadelos e só banhos gelados logo cedo, aos berros, e umas boas caminhadas, um dos meus hobbies prediletos, foram capazes de dar uma amenizada na situação.

Não sei por onde anda a cidadã hoje. Tampouco me interesso. Aqui é cidade pequena, todo mundo se conhece, e ouvi através de conhecidos que terceiros disseram que estava mãe solteira, tendo engravidado aos 16 anos... Jogando toda aquela beleza e uma carreira promissora no lixo! Bem feito não só para ela.

Até hoje, confesso, me lembrar do assunto coloca meus sentimentos em polvorosa. Entretanto, caros guerreiros, vai aí mais um exemplo do que o lixo chamado pornografia faz em nossa vida.

Fique o recado para não ser jamais esquecido. Devo retornar com o último (e forte) episódio das minhas maiores perdas para PMO. Este último caso, mais recente, é aquele que considero o mais impactante. Apesar de não estar diretamente atrelado a sexo e pornô propriamente ditos, mexe com meus sentimentos e gostos pessoais de forma gritante, havendo por isso impactado meus dias tão intensamente. Não sei exatamente quando trarei o mesmo e não descarto a hipótese de não trazê-lo, pelo menos não durante certo tempo, dado ser coisa muito íntima minha e de certamente difícil compreensão para quase todos aqui. Afinal, há coisas que só eu entendo bem e documentá-las levaria um bom tempo para encontrar as melhores palavras e redigir um longo texto.

De todo modo, tomara que tenha sido o último mesmo. Até lá.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 10/12/2018, 10:24
Justiceiro do Sertão escreveu:... de estudo praticamente o dia inteiro e outras tarefas a seguir, venho agora para mais um exemplo a ser dado. No pior sentido.

Segue, conforme prometido, o terceiro caso daqueles mais emblemáticos relacionados com minha desgraça frente a PMO.

Devem se lembrar de uma história que já contei aqui, uma das tantas decepções com mulheres que tive devido ao vício:

"(...) loirinha mais nova, de beleza estonteante e que já trabalhava como modelo (!) e teria sido candidata a miss (!) adolescente (esse concursos de "Miss Teen"/"Miss Colegial") aqui na cidade, que também parecia estar na minha! Troquei com ela uma boa ideia, quando me via vinha de longe me abraçar e beijar, para sempre me deixar levar pela timidez e baixa-autoestima, certeza de que não daria certo. Morava a 100 metros de casa... Hoje sei que daria! Hoje sei que poderia ter vivido inesquecível experiência de juventude com uma gata da qual, se a geração de hoje visse uma fotografia, diria sem titubear, em sua gíria, ser uma 10/10! Não por acaso já tinha o background que citei. Loira a qual, devido ao reboot de todos nós, escuso-me de traçar comparativos sobre com quem se parecia."

Pois bem, à época não detalhei por julgar desnecessário, entretanto, neste processo que conduzo de contar um pouco mais sobre minhas aventuras a fim de mais eficiente condicionamento mental, ainda que seja coisa meio dolorosa para mim, trago um pouco mais sobre a triste história. Além de frequentar o mesmo colégio que eu, morava a uns cem metros de casa, éramos ambos residentes bem perto da escola também. Estava notavelmente interessada em mim, para eu só tremer e suar ao tentar chegar perto dela. E assim foi, durante meses. Encontramo-nos até mesmo fora do ambiente escolar, e trocávamos razoáveis diálogos. Era incrível, meus caros, era incrível como meu embotado cérebro agia de maneira pífia no trato com aquela tão bela e inteligente garota. Hoje percebo a falta de jeito, da maneira mais tristemente decisiva possível, com que respondia às investidas dela. Resultado: logo soube que estava namorando e se mudara de perto de casa. Como se não bastasse, lá vem um trauma medonho.

Nessa época, por uns colegas em redes sociais, fui direcionado a um link que me levou a um vídeo softcore filmado aqui na cidade com a presença da mesma e de outras modelos seminuas se esfregando em um sujeito, possivelmente algum jovem influente daqui. O vídeo, aparentemente bem real (embora em todos os sentidos ilícito, juro que era ela  e juro que ela tinha apenas 16 anos, ainda que um mulherão daqueles), lembrava uma "festinha" regada a bebida, drogas e sexo, sem cenas explícitas, no entanto com muitos beijos e carinhos a satisfazer inclusive alguns fetiches meus. Diante daquilo, da pior maneira em frente a uma tremenda oportunidade que perdi na vida, parecendo sentir todas aquelas sensações, não me contive.

Fiquei possesso. Coração disparado, suor frio escorrendo pelo corpo trêmulo, tive que me conter bravamente para não sair gritando e quebrando tudo dentro de casa. O desespero tomou conta de meu ser e durante semanas tive insônia, crises de choro e estresse, apneia noturna, pesadelos e só banhos gelados logo cedo, aos berros, e umas boas caminhadas, um dos meus hobbies prediletos, foram capazes de dar uma amenizada na situação.

Não sei por onde anda a cidadã hoje. Tampouco me interesso. Aqui é cidade pequena, todo mundo se conhece, e ouvi através de conhecidos que terceiros disseram que estava mãe solteira, tendo engravidado aos 16 anos... Jogando toda aquela beleza e uma carreira promissora no lixo! Bem feito não só para ela.

Até hoje, confesso, me lembrar do assunto coloca meus sentimentos em polvorosa. Entretanto, caros guerreiros, vai aí mais um exemplo do que o lixo chamado pornografia faz em nossa vida.

Fique o recado para não ser jamais esquecido. Devo retornar com o último (e forte) episódio das minhas maiores perdas para PMO. Este último caso, mais recente, é aquele que considero o mais impactante. Apesar de não estar diretamente atrelado a sexo e pornô propriamente ditos, mexe com meus sentimentos e gostos pessoais de forma gritante, havendo por isso impactado meus dias tão intensamente. Não sei exatamente quando trarei o mesmo e não descarto a hipótese de não trazê-lo, pelo menos não durante certo tempo, dado ser coisa muito íntima minha e de certamente difícil compreensão para quase todos aqui. Afinal, há coisas que só eu entendo bem e documentá-las levaria um bom tempo para encontrar as melhores palavras e redigir um longo texto.

De todo modo, tomara que tenha sido o último mesmo. Até lá.

O recado está dado, meu caro Justiceiro! De fato, os episódios vividos na adolescência nos causam traumas ainda mais fortes e "cascudos", difíceis de serem desfeitos.
Sigo na torcida por ti!
Abraço!

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Justiceiro do Sertão
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Obrigado como sempre

em 10/12/2018, 21:33
Pois é, Seeker. Após tranquila segunda feira, devo dizer que eis dolorosa verdade. E não foi só isso.

Não, não foram só essas... Houve aquelas duas fadas de bondade muito em meu encalço simultaneamente na faculdade, houve na escola aquela charmosa de estilo intelectual quase idêntico ao meu a dar mostras insistentes e muito marcantes, na mesma minha classe aquela mulata (daquelas dos meus sonhos) que chegou a me convidar para ir a sua casa (e junto com a prima, que parecia uma irmã gêmea dela) e o safado aqui batendo em retirada, naufragado em insegurança, achando que fosse "zoeira"!... E tantas outras. Sim, houve tantas outras. Uma mais bela e refinada que a outra.

Sem muito o que dizer, enfim. Agora é correr atrás do prejuízo.

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Grande Justiceiro!!

em 14/12/2018, 18:31
Justiceiro do Sertão escreveu:... de estudo praticamente o dia inteiro e outras tarefas a seguir, venho agora para mais um exemplo a ser dado. No pior sentido.

Segue, conforme prometido, o terceiro caso daqueles mais emblemáticos relacionados com minha desgraça frente a PMO.

Devem se lembrar de uma história que já contei aqui, uma das tantas decepções com mulheres que tive devido ao vício:

"(...) loirinha mais nova, de beleza estonteante e que já trabalhava como modelo (!) e teria sido candidata a miss (!) adolescente (esse concursos de "Miss Teen"/"Miss Colegial") aqui na cidade, que também parecia estar na minha! Troquei com ela uma boa ideia, quando me via vinha de longe me abraçar e beijar, para sempre me deixar levar pela timidez e baixa-autoestima, certeza de que não daria certo. Morava a 100 metros de casa... Hoje sei que daria! Hoje sei que poderia ter vivido inesquecível experiência de juventude com uma gata da qual, se a geração de hoje visse uma fotografia, diria sem titubear, em sua gíria, ser uma 10/10! Não por acaso já tinha o background que citei. Loira a qual, devido ao reboot de todos nós, escuso-me de traçar comparativos sobre com quem se parecia."

Pois bem, à época não detalhei por julgar desnecessário, entretanto, neste processo que conduzo de contar um pouco mais sobre minhas aventuras a fim de mais eficiente condicionamento mental, ainda que seja coisa meio dolorosa para mim, trago um pouco mais sobre a triste história. Além de frequentar o mesmo colégio que eu, morava a uns cem metros de casa, éramos ambos residentes bem perto da escola também. Estava notavelmente interessada em mim, para eu só tremer e suar ao tentar chegar perto dela. E assim foi, durante meses. Encontramo-nos até mesmo fora do ambiente escolar, e trocávamos razoáveis diálogos. Era incrível, meus caros, era incrível como meu embotado cérebro agia de maneira pífia no trato com aquela tão bela e inteligente garota. Hoje percebo a falta de jeito, da maneira mais tristemente decisiva possível, com que respondia às investidas dela. Resultado: logo soube que estava namorando e se mudara de perto de casa. Como se não bastasse, lá vem um trauma medonho.

Nessa época, por uns colegas em redes sociais, fui direcionado a um link que me levou a um vídeo softcore filmado aqui na cidade com a presença da mesma e de outras modelos seminuas se esfregando em um sujeito, possivelmente algum jovem influente daqui. O vídeo, aparentemente bem real (embora em todos os sentidos ilícito, juro que era ela  e juro que ela tinha apenas 16 anos, ainda que um mulherão daqueles), lembrava uma "festinha" regada a bebida, drogas e sexo, sem cenas explícitas, no entanto com muitos beijos e carinhos a satisfazer inclusive alguns fetiches meus. Diante daquilo, da pior maneira em frente a uma tremenda oportunidade que perdi na vida, parecendo sentir todas aquelas sensações, não me contive.

Fiquei possesso. Coração disparado, suor frio escorrendo pelo corpo trêmulo, tive que me conter bravamente para não sair gritando e quebrando tudo dentro de casa. O desespero tomou conta de meu ser e durante semanas tive insônia, crises de choro e estresse, apneia noturna, pesadelos e só banhos gelados logo cedo, aos berros, e umas boas caminhadas, um dos meus hobbies prediletos, foram capazes de dar uma amenizada na situação.

Não sei por onde anda a cidadã hoje. Tampouco me interesso. Aqui é cidade pequena, todo mundo se conhece, e ouvi através de conhecidos que terceiros disseram que estava mãe solteira, tendo engravidado aos 16 anos... Jogando toda aquela beleza e uma carreira promissora no lixo! Bem feito não só para ela.

Até hoje, confesso, me lembrar do assunto coloca meus sentimentos em polvorosa. Entretanto, caros guerreiros, vai aí mais um exemplo do que o lixo chamado pornografia faz em nossa vida.

Fique o recado para não ser jamais esquecido. Devo retornar com o último (e forte) episódio das minhas maiores perdas para PMO. Este último caso, mais recente, é aquele que considero o mais impactante. Apesar de não estar diretamente atrelado a sexo e pornô propriamente ditos, mexe com meus sentimentos e gostos pessoais de forma gritante, havendo por isso impactado meus dias tão intensamente. Não sei exatamente quando trarei o mesmo e não descarto a hipótese de não trazê-lo, pelo menos não durante certo tempo, dado ser coisa muito íntima minha e de certamente difícil compreensão para quase todos aqui. Afinal, há coisas que só eu entendo bem e documentá-las levaria um bom tempo para encontrar as melhores palavras e redigir um longo texto.

De todo modo, tomara que tenha sido o último mesmo. Até lá.

Fala meu amigo Justiceiro, agora que estou de volta com a internet estarei aqui sempre comentando no seu diário!! Que relato meu amigo!! Isso ajuda muito no reboot e redução do stress, manter isso apenas na sua mente traz uma sensação de angústia e stress como falei. Tenta nos dizer histórias como essa com mais frequência e isso vai ajudar muito. Vou dizer ao longo do tempo no meu diário umas experiências minhas que tive, não muitas, pois não sou um homem totalmente "vivido", mas tive algumas experiências. Na torcida por você tamo junto!

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Obrigado e lá vamos

em 14/12/2018, 22:21
Ilustre Master_DW, sempre providencial apoio!

Enfim, na correria diante de movimentada semana, venho rapidamente passar para uma vez mais agradecer seu incentivo e dizer que concordo firmemente com muito do que diz. Devo seguir contando, enfim, um pouco mais do que vivi (e, sobretudo, deixei de viver) em consequência do vício. Conforme já observaram por aqui, faz-me bem e também aos demais. No aguardo também de suas histórias.

Como sempre digo: que fique o exemplo, não somente de como agir, como também (e talvez sobretudo) de como não agir.

Força a todos nós.

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Sobre a semana

em 15/12/2018, 21:40
Tive movimentadíssima semana. Repartição lotada, muito para tocar dentro e fora do recinto, também várias obrigações pessoais. Estudei para concursos públicos iminentes, fiz compras, ajudei a família em alguns quesitos, enfim, mente ocupada. Convém que assim seja.

Venho, porém, nestes minutos vagos, mais uma vez comparecer aqui ao Fórum, severa obrigação de um autêntico rebooter que uma vez mais tenta chegar lá. Venho dizer que, não sei se impressão minha, só porque andei tocando no assunto me vi numa semana cheia de mulheres bonitas no trabalho. Coincidência ou não, felizmente soube sair de cada situação, inclusive atendendo garotas muito lindas (embora provavelmente nenhuma modelo, como alguns episódios que já vivi) e bem condizentes com o meu tipo predileto, incluindo-se uma fisicamente muito parecida com uma das minhas maiores decepções amorosas acarretadas por PMO. Para completar, numa conversa com um colega, falando sobre música, um deles cita, a exemplo de material musical de baixo nível, dois grupos musicais femininos contemporâneos, diga-se de passagem deploráveis, aos quais não me referirei em termos de nomes e cujas integrantes possuem configuração física exatamente coincidente com uma de minhas mais marcantes preferências. Bem guarnecido mentalmente que sinto que estou, embora sem nunca me esquecer da vigilância, novamente soube escapar de qualquer fantasia. Que assim seja.

Percebi que os colegas de luta se interessaram por minhas histórias (des)motivacionais, exemplos de não-proceder, portanto devo ir aos poucos trazendo mais algumas delas. De bate-pronto digo que, a despeito de admirador de diversas formas de arte, da sétima tenho trauma. Adolescente, quando me dispus a saber mais sobre o mágico artifício do cinema, esperava momento para melhor me ambientar com o mesmo, entenda-se, fase adulta chegada, 18 anos, independência social e tal. Então, eis que na faculdade, uma bonita menina, caloura como eu, num caso que já comecei a documentar por aqui (e olhem que não sou de spoilers!), estava notavelmente interessada em mim, não se furtando de lindas insinuações a respeito de irmos ao cinema. Trêmulo, desajeitado, penosamente consciente da merda em que estava enfiado, acabei fugindo com medo! Covarde! Sem mais palavras.

Sem preconceitos, afinal nunca foram de meu interesse, com aquela ali até comédia romântica eu assistiria!

Não mais a vi. Porém, nos presentes tempos de luta, não importa. Importa, isto sim, ter a lição para sempre a respeito de como nunca mais agir. Sei, todavia, que a lembrança é pesada e até hoje pouquíssimas vezes me enveredei, apesar de saber razoavelmente, em assuntos relacionados ao cinema, podendo contar nos dedos as vezes em que adentrei uma sala de exibição. Agora é buscar da melhor maneira um final feliz.

Agora, o pior da semana. Também nestes últimos dias a terrível lembrança da foto (sim, aquela tristíssima recente história, a propósito da qual ainda estou procurando coragem e meios cadenciados para trazê-la aqui da melhor forma e tão detalhada quanto possível) me vem atormentando, fazendo-me sonhar com a romantic-softcore situação a ponto de, embora não tão excitado sexualmente, ter crises de sudorese e falta de ar durante a noite, e durante o dia, até mesmo durante o trabalho, iminência de choro. Sim, nobres. Mais de uma vez andei tendo pálpebras ruborizadas e a mente pulsando com mil ideias relacionadas, tremendo desejo de descontar minha frustração, de correr atrás daquilo em todos os seus elementos envolvidos (e eis o máximo de detalhes que me vejo em condições de dar por ora). Neste instante. no entanto, estou mais tranquilo, ainda que sabendo me defender daquele fantasma urbano cuja pose insiste em pairar impactante, não só pelas redes sociais, como também pelo subconsciente de um covarde que não soube ser homem o bastante para aproveitar boas oportunidades na vida.

Que toda a bosta fique no passado. Lutarei e vencerei.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/12/2018, 23:36
Mano seus textos me fazem bem e estou muito feliz por você está evoluindo muito nesse seu Reboot!! Você está socializando bem no trabalho, está estudando, estava fazendo aulas de danças, etc... Ou seja você está gastando a energia da abstinência para outras atividades!! Agora que você aprendeu com os erros do passado dúvido que você vai ir mal em uma outra oportunidade com uma mulher quando aparecer, apenas se você não se interessar por ela, é claro! Tô torcendo por você, meu amigo! Tamo junto!!!!

Enviado pelo Topic'it

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Como sempre, obrigado

em 16/12/2018, 22:24
Master_DW escreveu:Mano seus textos me fazem bem e estou muito feliz por você está evoluindo muito nesse seu Reboot!! Você está socializando bem no trabalho, está estudando, estava fazendo aulas de danças, etc... Ou seja você está gastando a energia da abstinência para outras atividades!! Agora que você aprendeu com os erros do passado dúvido que você vai ir mal em uma outra oportunidade com uma mulher quando aparecer, apenas se você não se interessar por ela, é claro! Tô torcendo por você, meu amigo! Tamo junto!!!!

Enviado pelo Topic'it

Master_DW, agradeço uma vez mais seu suporte, acompanho sua luta e saiba que por aqui a torcida é recíproca.

Hoje tive domingo movimentado. Pela manhã saí com minha mãe para ajudá-la numas questões domésticas, logo depois fui a um evento aqui na cidade e interagi com pessoas interessantes, nobre conduta. Após, estudei e resolvi casos pessoais pendentes. Admito que novamente senti vontade de chorar face a certas lembranças, confesso que tive vontade de recorrer a uma garota de programa, ate sendo todavia forte e já as tendo praticamente fulminado, pelo menos por ora.

E espero que seja para sempre.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 17/12/2018, 09:34
40 DIAS MANO ...VOCÊ VAI CONSEGUIR! DISCIPLINA E ATITUDE!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 17/12/2018, 09:35
Bom saber que resistiu à tentação de uma GP, meu nobre Justiceiro!
Siga firme!

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Nesta terça, mais histórias

em 17/12/2018, 21:50
Mais um dia corrido. Segunda feira sendo segunda feira.

Movimento no trabalho, tarefas lá e cá, pela terça-feira à noite devo dar conta de mais algumas de minhas vivências, algo que venho tentando desde ontem (domingo) à noite, sem entretanto dispor de tempo. No entanto, podem esperar que somente algo mais sério me fará faltar com a palavra aqui.

Lutemos.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 17/12/2018, 23:31
Opaa, têm minha torcida e apoio aqui!! O bom que você não está ficando desocupado e isso ajuda no Reboot. Boa segunda-feira Justiceiro!!!

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Mais histórias

em 18/12/2018, 22:06
Venho aqui prestar contas de meus últimos dias. Enfim, um tempo, após tarefas diversas e rotina acelerada, para falar um pouco mais sobre o que vivi e andei vivendo.

No último domingo fui a um evento aberto aqui na cidade, a fim de desanuviar um pouco a cabeça e ver se encontrava alguém, conhecido ou não, para trocar uma ideia, ou mesmo me divertir conforme meu mais clássico costume, a sós. Vi de tudo um pouco, nada tão perigoso para um rebooter, valendo destaque àquilo que se seguiu a uma conversa com uns e outros: deparei-me com uma ex-colega de escola, à qual já me referi por cima aqui:

"(...)mulata (daquelas dos meus sonhos) que chegou a me convidar para ir a sua casa (e junto com a prima, que parecia uma irmã gêmea dela) e o safado aqui batendo em retirada, naufragado em insegurança, achando que fosse "zoeira"!...(...)"

Percebi que a morenaça me reconheceu e disfarçou, enquanto se dirigia para outro canto com o provável marido, um sujeito loiro de olhos claros (sem estereótipos/preconceitos, façam-me o favor), enorme, de tipo físico intimidador mesmo. Mil lembranças, creio nem ser preciso sair dizendo, me vieram à mente, juntamente com arrepios pelo meu corpo. Disfarcei de igual maneira e fui viver. Com algum dinheiro sobrando, pensei até mesmo em recorrer a alguma garota de programa. Diga-se de passagem, com todo o respeito a citada cidadã, até hoje muito bonita (ainda se parece muito com aquela que conheci, à época tinha 15 anos, e já era aquele mulherão), é uma "high level" mesmo, garota dessas que chamam a atenção na rua, lembra muito uma acompanhante de luxo mulata/negra, às quais sempre recorri. Segurei-me, fui forte, resisti. Qualquer coisa do tipo, mesmo que não entrasse em algum site cheio de fotos picantes (conheço alguns endereços também físicos consagrados de casas de massagem de nível razoável na cidade), além de tudo me demandaria considerável gasto. Afinal, é aquela história (aqui, longe de sair incentivando recorrer a prostitutas), dizem que "puta é que nem pilha: só as caras são boas. As baratas não duram meia hora, qualquer frescura não funcionam, estouram na sua mão e ainda transmitem doenças". Não que as de luxo sejam perfeitas, no entanto sinto que "GPs" não são algo a que devo recorrer, pelo menos não tão logo. Sei que tenho uma personalidade difícil, assumo que sou chato mesmo e em muitas ocasiões tenho dificuldades em atar relacionamentos sérios, todavia estou em momento de promover um inventário em meu corpo e mente, o que inclui abstinência de todo e qualquer estímulo que vagamente lembre as asquerosas fantasias de que me alimentei durante mais de uma década. Nem mesmo O estou buscando, pelo menos não durante estes primeiros (e tomara eternos) 90 dias.

Também andei, pelos últimos dias, me lembrando de uma outra terrível decepção amorosa, de uma outra garota que a pornografia me fez perder, também já rapidamente citada aqui:

"(...) charmosa de estilo intelectual quase idêntico ao meu a dar mostras insistentes e muito marcantes (...)"

Elegante e inteligente, dava-me muita condição mesmo na sala de aula em que cumpríamos o Ensino Médio, gestos cujo significado só depois, tarde, fui compreender. Até hoje me comovo ao escutar a Elis Regina com a clássica "O Bêbado e a Equilibrista", de João Bosco e Aldir Blanc, canção gostada por ambos nós e, ao som da qual, que alegremente cantávamos em certo intervalo de aula, deitou-se maravilhosamente em meu colo (tremenda fantasia que tinha, sonhava um dia uma garota me fizesse aquilo), só não continuando com mais carícias ao perceber que... Enfim, já sabem. Era tarde.

Sobre tal garota, devo citar aqui, inclusive, um caso delicado. Uma atitude perigosíssima de minha parte, naquele terceiro ano do Ensino Médio, que consegui consumar e cuja impunidade só pode ser atribuída ao gosto dela por mim. Não sei se já contei isso aqui, de todo modo, aí vai, certamente pela primeira vez em detalhes.

Houve, como parte das comemorações da Formatura do Ensino Médio, uma confraternização à fantasia no colégio, em meio à qual, unidos a turma para que se batesse uma foto, pus-me atrás da cidadã (estávamos agachados e na parte da frente, baixinhos que éramos...), excitado e com insana vontade de acariciar suas pernas e pés, partes dela (e de mulheres em geral) que sempre muito me atraíram, ainda mais ela com uma fantasia de que não me lembro, só sabendo que era um vestido um tanto curto. Sinistramente consegui, e devo ter tal foto até hoje no álbum da Formatura (obviamente que a mão boba não aparece), tocar delicadamente sua perna ao flash da máquina, satisfazendo-me só com aquilo, todavia promovendo algo de que até hoje me arrependo, cujas consequências poderiam ter sido merecidamente drásticas para minha pessoa não fosse ela... Creio não precisar dizer mais nada. Salvo pelo gongo da pior maneira. Mesmo.

Sobre traumas, não são só canções. Já algumas músicas citei aqui, relacionadas com mulheres e outras histórias de uma juventude destruída pelo vício, entretanto outros elementos também me remetem às decepções amorosas relacionadas com PMO, como lugares, aromas de perfumes, personalidades parecidas e outros. Por exemplo, duas das lindas meninas que perdi descendiam de mineiros de uma mesma conhecida cidade daquele Estado, na qual nunca estive e não sei se um dia terei coragem de estar, de tal maneira me lembra os dissabores que vivi. Há outro caso, relacionado com pontos geográficos, ao qual entretanto deverei me referir em outra ocasião.

Por hoje é só, guerreiros. Amanhã, certamente mais histórias.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 18/12/2018, 22:15
Grande Justiceiro!! Na torcida aqui, que bom que você saiu pelo menos para espairecer um pouco essa cabeça, não é? Rever nem que seja de passagem alguns amigos nos dá uma sensação de nostalgia boa, de vez em quando. No aguardo de mais um relato e torcendo por você!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 18/12/2018, 23:08
Justiceiro do Sertão escreveu: Venho aqui prestar contas de meus últimos dias. Enfim, um tempo, após tarefas diversas e rotina acelerada, para falar um pouco mais sobre o que vivi e andei vivendo.

No último domingo fui a um evento aberto aqui na cidade, a fim de desanuviar um pouco a cabeça e ver se encontrava alguém, conhecido ou não, para trocar uma ideia, ou mesmo me divertir conforme meu mais clássico costume, a sós. Vi de tudo um pouco, nada tão perigoso para um rebooter, valendo destaque àquilo que se seguiu a uma conversa com uns e outros: deparei-me com uma ex-colega de escola, à qual já me referi por cima aqui:

"(...)mulata (daquelas dos meus sonhos) que chegou a me convidar para ir a sua casa (e junto com a prima, que parecia uma irmã gêmea dela) e o safado aqui batendo em retirada, naufragado em insegurança, achando que fosse "zoeira"!...(...)"

Percebi que a morenaça me reconheceu e disfarçou, enquanto se dirigia para outro canto com o provável marido, um sujeito loiro de olhos claros (sem estereótipos/preconceitos, façam-me o favor), enorme, de tipo físico intimidador mesmo. Mil lembranças, creio nem ser preciso sair dizendo, me vieram à mente, juntamente com arrepios pelo meu corpo. Disfarcei de igual maneira e fui viver. Com algum dinheiro sobrando, pensei até mesmo em recorrer a alguma garota de programa. Diga-se de passagem, com todo o respeito a citada cidadã, até hoje muito bonita (ainda se parece muito com aquela que conheci, à época tinha 15 anos, e já era aquele mulherão), é uma "high level" mesmo, garota dessas que chamam a atenção na rua, lembra muito uma acompanhante de luxo mulata/negra, às quais sempre recorri. Segurei-me, fui forte, resisti. Qualquer coisa do tipo, mesmo que não entrasse em algum site cheio de fotos picantes (conheço alguns endereços também físicos consagrados de casas de massagem de nível razoável na cidade), além de tudo me demandaria considerável gasto. Afinal, é aquela história (aqui, longe de sair incentivando recorrer a prostitutas),  dizem que "puta é que nem pilha: só as caras são boas. As baratas não duram meia hora, qualquer frescura não funcionam, estouram na sua mão e ainda transmitem doenças". Não que as de luxo sejam perfeitas, no entanto sinto que "GPs" não são algo a que devo recorrer, pelo menos não tão logo. Sei que tenho uma personalidade difícil, assumo que sou chato mesmo e em muitas ocasiões tenho dificuldades em atar relacionamentos sérios, todavia estou em momento de promover um inventário em meu corpo e mente, o que inclui abstinência de todo e qualquer estímulo que vagamente lembre as asquerosas fantasias de que me alimentei durante mais de uma década. Nem mesmo O estou buscando, pelo menos não durante estes primeiros (e tomara eternos) 90 dias.

Também andei, pelos últimos dias, me lembrando de uma outra terrível decepção amorosa, de uma outra garota que a pornografia me fez perder, também já rapidamente citada aqui:

"(...) charmosa de estilo intelectual quase idêntico ao meu a dar mostras insistentes e muito marcantes (...)"

Elegante e inteligente, dava-me muita condição mesmo na sala de aula em que cumpríamos o Ensino Médio, gestos cujo significado só depois, tarde, fui compreender. Até hoje me comovo ao escutar a Elis Regina com a clássica "O Bêbado e a Equilibrista", de João Bosco e Aldir Blanc, canção gostada por ambos nós e, ao som da qual, que alegremente cantávamos em certo intervalo de aula, deitou-se maravilhosamente em meu colo (tremenda fantasia que tinha, sonhava um dia uma garota me fizesse aquilo), só não continuando com mais carícias ao perceber que... Enfim, já sabem. Era tarde.

Sobre tal garota, devo citar aqui, inclusive, um caso delicado. Uma atitude perigosíssima de minha parte, naquele terceiro ano do Ensino Médio, que consegui consumar e cuja impunidade só pode ser atribuída ao gosto dela por mim. Não sei se já contei isso aqui, de todo modo, aí vai, certamente pela primeira vez em detalhes.

Houve, como parte das comemorações da Formatura do Ensino Médio, uma confraternização à fantasia no colégio, em meio à qual, unidos a turma para que se batesse uma foto, pus-me atrás da cidadã (estávamos agachados e na parte da frente, baixinhos que éramos...), excitado e com insana vontade de acariciar suas pernas e pés, partes dela (e de mulheres em geral) que sempre muito me atraíram, ainda mais ela com uma fantasia de que não me lembro, só sabendo que era um vestido um tanto curto. Sinistramente consegui, e devo ter tal foto até hoje no álbum da Formatura (obviamente que a mão boba não aparece), tocar delicadamente sua perna ao flash da máquina, satisfazendo-me só com aquilo, todavia promovendo algo de que até hoje me arrependo, cujas consequências poderiam ter sido merecidamente drásticas para minha pessoa não fosse ela... Creio não precisar dizer mais nada. Salvo pelo gongo da pior maneira. Mesmo.

Sobre traumas, não são só canções. Já algumas músicas citei aqui, relacionadas com mulheres e outras histórias de uma juventude destruída pelo vício, entretanto outros elementos também me remetem às decepções amorosas relacionadas com PMO, como lugares, aromas de perfumes, personalidades parecidas e outros. Por exemplo, duas das lindas meninas que perdi descendiam de mineiros de uma mesma conhecida cidade daquele Estado, na qual nunca estive e não sei se um dia terei coragem de estar, de tal maneira me lembra os dissabores que vivi. Há outro caso, relacionado com pontos geográficos, ao qual entretanto deverei me referir em outra ocasião.

Por hoje é só, guerreiros. Amanhã, certamente mais histórias.

Falaaa, Bro!! Tranquilo?

Maninho, cê tá aberto a sugestões e dicas? Se tiver, uma que eu dou é literalmente deixar morrer tudo que o vício já te trouxe de ruim e deixar o passado no passado. Claro que a gente precisa ter em mente tudo de ruim que passamos com o vício, mas me refiro a ficar lembrando o tempo todo... Cara, é um puta de um gatilho! Traz uma vibe muito ruim.

Sobre as garotas de programa, tu pode fazer como quiser véi, mas se quiser uma dica: Se segura, não vai nelas. Ao invés disso, enfrente teu medo, timidez e insegurança (se tiver) e vai conhecer pessoas pessoalmente. Aborda qualquer pessoa que tu tiver vontade de trocar uma ideia e simplesmente coloque pra fora o melhor de si, seja espontâneo e tudo vai dar certo! Eu prefiro 1 milhão de vezes isso do que recorrer a GP, mas tu que sabe irmão!

Abração, cara!!


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'''Aqueles que cultivam o hábito da persistência parecem ter um seguro contra o fracasso'' - Napolleon Hill


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Minhas considerações

em 19/12/2018, 21:40
Master_DW escreveu:Grande Justiceiro!! Na torcida aqui, que bom que você saiu pelo menos para espairecer um pouco essa cabeça, não é? Rever nem que seja de passagem alguns amigos nos dá uma sensação de nostalgia boa, de vez em quando. No aguardo de mais um relato e torcendo por você!

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Grande é você, Master_DW! Prossigamos na saga.

Em meio a seu sempre disposto suporte, digo que certos momentos servem para de fato refrigerar a mente. Convívio muitas vezes é fundamental para nos desenvolvermos como plenos seres humanos.

E vamos lá!

Marker escreveu:
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No último domingo fui a um evento aberto aqui na cidade, a fim de desanuviar um pouco a cabeça e ver se encontrava alguém, conhecido ou não, para trocar uma ideia, ou mesmo me divertir conforme meu mais clássico costume, a sós. Vi de tudo um pouco, nada tão perigoso para um rebooter, valendo destaque àquilo que se seguiu a uma conversa com uns e outros: deparei-me com uma ex-colega de escola, à qual já me referi por cima aqui:

"(...)mulata (daquelas dos meus sonhos) que chegou a me convidar para ir a sua casa (e junto com a prima, que parecia uma irmã gêmea dela) e o safado aqui batendo em retirada, naufragado em insegurança, achando que fosse "zoeira"!...(...)"

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Também andei, pelos últimos dias, me lembrando de uma outra terrível decepção amorosa, de uma outra garota que a pornografia me fez perder, também já rapidamente citada aqui:

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Elegante e inteligente, dava-me muita condição mesmo na sala de aula em que cumpríamos o Ensino Médio, gestos cujo significado só depois, tarde, fui compreender. Até hoje me comovo ao escutar a Elis Regina com a clássica "O Bêbado e a Equilibrista", de João Bosco e Aldir Blanc, canção gostada por ambos nós e, ao som da qual, que alegremente cantávamos em certo intervalo de aula, deitou-se maravilhosamente em meu colo (tremenda fantasia que tinha, sonhava um dia uma garota me fizesse aquilo), só não continuando com mais carícias ao perceber que... Enfim, já sabem. Era tarde.

Sobre tal garota, devo citar aqui, inclusive, um caso delicado. Uma atitude perigosíssima de minha parte, naquele terceiro ano do Ensino Médio, que consegui consumar e cuja impunidade só pode ser atribuída ao gosto dela por mim. Não sei se já contei isso aqui, de todo modo, aí vai, certamente pela primeira vez em detalhes.

Houve, como parte das comemorações da Formatura do Ensino Médio, uma confraternização à fantasia no colégio, em meio à qual, unidos a turma para que se batesse uma foto, pus-me atrás da cidadã (estávamos agachados e na parte da frente, baixinhos que éramos...), excitado e com insana vontade de acariciar suas pernas e pés, partes dela (e de mulheres em geral) que sempre muito me atraíram, ainda mais ela com uma fantasia de que não me lembro, só sabendo que era um vestido um tanto curto. Sinistramente consegui, e devo ter tal foto até hoje no álbum da Formatura (obviamente que a mão boba não aparece), tocar delicadamente sua perna ao flash da máquina, satisfazendo-me só com aquilo, todavia promovendo algo de que até hoje me arrependo, cujas consequências poderiam ter sido merecidamente drásticas para minha pessoa não fosse ela... Creio não precisar dizer mais nada. Salvo pelo gongo da pior maneira. Mesmo.

Sobre traumas, não são só canções. Já algumas músicas citei aqui, relacionadas com mulheres e outras histórias de uma juventude destruída pelo vício, entretanto outros elementos também me remetem às decepções amorosas relacionadas com PMO, como lugares, aromas de perfumes, personalidades parecidas e outros. Por exemplo, duas das lindas meninas que perdi descendiam de mineiros de uma mesma conhecida cidade daquele Estado, na qual nunca estive e não sei se um dia terei coragem de estar, de tal maneira me lembra os dissabores que vivi. Há outro caso, relacionado com pontos geográficos, ao qual entretanto deverei me referir em outra ocasião.

Por hoje é só, guerreiros. Amanhã, certamente mais histórias.

Falaaa, Bro!! Tranquilo?

Maninho, cê tá aberto a sugestões e dicas? Se tiver, uma que eu dou é literalmente deixar morrer tudo que o vício já te trouxe de ruim e deixar o passado no passado. Claro que a gente precisa ter em mente tudo de ruim que passamos com o vício, mas me refiro a ficar lembrando o tempo todo... Cara, é um puta de um gatilho! Traz uma vibe muito ruim.

Sobre as garotas de programa, tu pode fazer como quiser véi, mas se quiser uma dica: Se segura, não vai nelas. Ao invés disso, enfrente teu medo, timidez e insegurança (se tiver) e vai conhecer pessoas pessoalmente. Aborda qualquer pessoa que tu tiver vontade de trocar uma ideia e simplesmente coloque pra fora o melhor de si, seja espontâneo e tudo vai dar certo! Eu prefiro 1 milhão de vezes isso do que recorrer a GP, mas tu que sabe irmão!

Abração, cara!!


A respeito de relembrar episódios do passado, admito ser um pouco receoso a tanto (sou bem reservado, não gosto de me expor em quase nenhum aspecto), todavia um conselho do nobre colega Seeker para desanuviar a mente me soou relativamente reconfortante a propósito de melhor detalhar alguns dos casos de perdas relacionadas ao vício sobre os quais já havia me disposto a falar aqui. Bem verdade, com aquele cuidado, aquela parcimônia. Estava pensando em trazer, até o fim de semana, mais um ou dois casos aqui ao Fórum, além de cogitando detalhar aquela tristíssima história bem recente, que desencadeou minha última queda. Apesar de tudo, devo dizer que decidi, por ora, fechar-me um pouco a tal respeito, percebendo que os guerreiros aqui falaram em, nem que seja for a while, esquecer o passado, questão que sempre me veio à mente enquanto relembrava por aqui tais casos. Assim, devo deixar de lado por um tempo as mesmas tristes histórias e focar em situações outras. Sugestões sempre são bem-vindas e, se parece melhor para o meu bem e para o de todos neste nosso magnífico espaço on-line de luta e superação, assim o farei.

Quanto às GPs, é fato que muito mais compensa, para a perfeita harmonia da mente e do corpo, o recurso a uma mulher real. Não obstante, tenho umas convicções próprias, coisa muito pessoal mesmo (nada de preconceituoso/frustrado/misógino), que vez ou outra me levam a algo, digamos, mais direto. Sei que de certa forma faz sentido dizer que a prostituição é uma pornografia externalizada, entretanto acredito que, em se sabendo escolher a garota conforme a situação (e sem ficar entrando em sites picantes), devido ao fato de se estar praticando sexo real, tal condição muitas vezes é levada a zero. Por ter aprendido a escolher (por influência de minha personalidade, de situações cotidianas e de colegas também frequentadores, que aparentemente entendiam muito do assunto), o que de certo modo pode ser incluído em paralelo a ser traçado com a busca por uma "civil" (um viva a toda uma minha teoria de convívio social cuja explicação aqui demandaria um livro de umas 100 páginas), já tive com acompanhantes experiências bastante intensas e marcantes do ponto de vista do realismo, sem me apaixonar entretanto me sentindo numa autêntica situação de sexo concreto/"clássico", com empatia mesmo, em práticas por vezes totalmente desprovidas de fingimento ou recurso a clássicas fantasias.

Admito que sou chato, não adianta, minha personalidade ao mesmo tempo reservada, explosiva e sem rodeios me torna alguém difícil até mesmo de fazer amigos, o que no entanto não faz de mim um homem frustrado. Sou meio antissocial mesmo (deve ser atavismo, há em minha família pelo menos uns três casos de eremitas/misantropos), tenho histórica dificuldade de socialização, contudo domino regras básicas de convívio, reconheço que não somos uma ilha ao mesmo tempo em que me sinto feliz ficando mais "na minha". E, diante de tudo isso, muitas vezes (ainda que não sempre), me soa mais vantajoso, com as devidas precauções físicas e financeiras, recorrer a uma garota de programa de certo nível em busca de algum lazer.

Sim, interajo e busco também contato com garotas "reais", a plena manifestação do ser feminino na sociedade, eu definiria. Apesar de todas as decepções, não desisto. Já quase "chegei lá" algumas vezes, muitas memoráveis. Não as detalharei para não comprometer o reboot de ninguém. Porém, vou dizer, muitas vezes (ainda que não me seja prioridade), meu instinto de sujeito dado a independência e autossuficiência, dado a ser até meio do contra em quase tudo, ainda que respeitando as normas de conduta impostas, fala mais alto, e me sinto feliz buscando responsavelmente uma profissional. Lógico, daquelas notavelmente condizentes não só com minhas preferências físicas, como também com meu modo de pensar, agir e se manifestar intimamente, se é que me entendem. Não são as garotas de programa, portanto, prioridade em minha vida, nem mesmo no conjunto das mulheres, caso contrário aí sim teria eu um comprometedor caso de fantasia pornográfica externalizada. Quer dizer, não é por aí como muitos pensam. Cada um é cada um e sei como proceder na vida, como adulto que sou. É bem verdade que elas me surgiram num momento de solidão e no qual eu até estava precisando de alguma experiência de convívio na vida, qualquer que fosse (tinha 22 anos e ainda era virgem e "BV"), contudo fui percebendo que a responsabilidade e a maturidade me fariam buscá-las da melhor maneira como um ocasional (que fique muito bem claro) hobby, não me esquecendo jamais da necessidade primordial de buscar "meninas comuns" e, quem sabe um dia (apesar de que confesso achar um pouco difícil), me casar e constituir família, esta, apesar de todas as controvérsias das últimas décadas, ainda a base da formação da maior parte das sociedades. Vou dizer: chego até a ser conservador em alguns pontos no que concerne a sociedade e política, no entanto não é assunto que se conviria trazer à baila agora.

Sou assim, pode soar estranho, entretanto eis-me. Gosto de ser só, é da minha personalidade, aprendi a ser assim e de certa forma até a gostar de ser assim. Quando tenho que conviver, porém, que fique claro que convivo, mesmo com minha forte personalidade a de maneira saudável (em relação a mim e aos demais) se adaptar a cada situação. Pauto-me veementemente pela teoria de que "antes só do que mal acompanhado". Aprendi a me divertir sozinho (quase sempre saio só e me sinto muito bem), a buscar lazer sem ter ninguém por perto, confesso que me poupa de muitas frustrações, ainda que as que sofri me ensinaram muitíssimo. Admito que não sinto muita falta de amigos (já senti, hoje sinto pouco e sei agir em termos de convívio social quando a solidão surge, e não falo exatamente de GPS, a maturidade me calejou de ótima maneira), entretanto os que tenho muito considero em termos de qualidade, não me dispersando numa quantidade de possíveis hipócritas. Isto tudo demanda de minha parte intenso e prazeroso esforço em busca de ser um homem que deixe neste mundo um legado. Tenho a consciência limpa e meus atos são francos e bem-postos.

Podem dizer que sou um covarde por não procurar mulheres reais, que sou um frustrado que precisa se humilhar pagando. Pelo menos para mim, pelo menos em termos da minha adquirida condição psicossocial, mentira. Sinto que não estou me rebaixando, nem a ninguém. Percebo que, em se sabendo agir, não estou incomodando nem a mim nem a quem quer que seja. Minha vida social, por escolha daquilo que percebi ser o melhor (apesar de uma porrada de aventuras deveras desagradáveis, bem colocadamente não acredito, ao contrário do que perigosamente possa parecer, haver relação de causa e efeito entre uma coisa e outra), é parca e bem dosada, sempre todavia alimentada com experiências maduras, responsáveis e enriquecedoras para mim e para os demais. Sou adulto, sei agir, tudo o que vivi e que percebi ser bom para mim me condicionou a agir de certa forma, a ter certa personalidade (mesmo que um pouco, digamos, diferente), porém, ainda bem, já cheguei à conclusão de que nenhuma perturbação causo a quem quer que seja. Mais, concluí que sigo firme com meus princípios de uma vida regrada, sem vícios, sem remorsos, com corpo e mente sãos, buscando sempre progredir da melhor maneira, qualquer que seja a seara, como ser humano. Modéstia à parte, creio ser um bom exemplo.

Enfim, "civis" sempre me serão prioridade, ainda parecem ser a melhor opção, apesar de meu estilo pessoal (novamente, em nada relacionado com questões afins do vício em PMO) pregar uma, digamos, maior independência e desapego do homem. Minha teoria pessoal é longa mesmo, impraticável seria trazê-la até aqui, no entanto acredito que muitos já podem deduzir um pouco acerca da mesma. Não, não ofende seja quem for, não perturba seja o que for, tudo indica que felizmente não. Vou dar uma tremenda resumida com uma declaração sobre mim: no fundo sempre sonhei em ter uma família, apesar de meu estilo próprio de ser e agir, sempre desejei uma companheira para o resto de minha vida, não adianta, a família é algo mágico e extraordinário. Passei a não crer, não obstante, diante dos elementos do meu cotidiano e de minha história (sem dar detalhes), que isso se concretize, o que felizmente e de saudável maneira alimentou meu instinto independente e bem-colocado na sociedade. Nisto, coisa complicada de se descrever até mesmo por mim às vezes, passou a se incluir alternativas de lazer que um pouco escapassem, embora sem deturpar sobremaneira a realidade (fantasias, entenda-se), de um compromisso mais inexorável a ser firmado a respeito de relacionamentos. Com todo o respeito, não detalharei, é aí que entram meus hobbies de sair sozinho para caminhar, viajar, assistir solitariamente a shows, filmes peças de teatro e, vez ou outra, com muito cuidado em todos os sentidos, recorrer a uma GP. Vou dizer de novo: não me são prioridade, invisto sim em garotas "do mundo real", contudo aprendi a, talvez no mais das vezes, ou pelo menos enquanto não encontro alguém "para sempre", um flerte rápido me satisfaz. Não sou mais carente de relacionamentos, tampouco de sexo. Se um dia ocorrer, ocorrerá. Não vou ficar atrás feito um adolescente desesperado, sou adulto. Assim, divirto-me responsável e cadenciadamente, da mais amadurecida maneira possível aqui e ali, em festas e outras reuniões socias, para vez ou outra, quando em busca de algo mais espontâneo (entenda-se, mais condizente com minha personalidade direta e reta, e em nada relacionado ao vício em PMO, pois aprendi a viver), busco uma profissional. Vou dizer de novo: moderadamente e com toda a responsabilidade do mundo, quase como ou mais do que quando estou com uma garota "qualquer" do cotidiano, em vias de um flerte trivial.

É isso. Peço desculpas se fiz uso de um linguajar meio duro, se soou como pungente bronca em alguém, ou mesmo como hipocrisia. Nada com isso, hipócritas verdadeiros vejo aos montes por aí. Agradeço e muito os conselhos de todos. Sei que, trocando em miudos, a verdade e a transparência, de acordo com tudo o que andei dizendo, ainda regram minha vida.

Outra coisa para relembrar: devo permanecer abstêmio até mesmo de O até completar os 90 dias, a não ser que alguma surpresa surja, a qual necessariamente será uma não-GP. Venho, e já o disse aqui, se querem que eu relembre, até mesmo cogitando abandonar definitivamente as acompanhantes caso um dia encontre, coisa que ainda acho difícil, uma garota que realmente faça meu tipo, com quem eu venha a engatar um relacionamento sério. A quem eu ame, que me ame e seja digna de ser minha esposa e mãe de meus filhos. Isto, o tempo e as circunstâncias do cotidiano dirão e não é coisa com que sairei tão logo contando. Ainda assim, após os 90 dias buscarei, como aliás é parte de minha já citada conduta, muito prioritariamente garotas "civis" para relacionamento, em último caso, dependendo do que me ocorrer daí para frente, procurar uma GP.

Sejamos fortes e venceremos.

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Grande Justiceiro!!!!!

em 19/12/2018, 22:21
Desde minhas opiniões formadas durante toda a minha vida somadas aos seus posts, percebi que GPs não são ruins e não comprometem o Reboot da forma que muitos acham por aí. Deixando claro, minha opinião. Claro que uma garota do nosso cotidiano seria o ideal e traria um sexo mais real, mas de vez em quando, não vejo nenhum problema . Claro que sendo um ato saudável e sem trazer vícios, não tem problema, caso o contrário é melhor não ocorrer. Pretendo também chegar até o final sem O e se acabar surgindo uma oportunidade no caminho com uma garota civil será difícil negar, sou um ser humano. É isso, siga firme Justiceiro, poço de motivação que você é para nós!! Grande abraço!

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Agradecimentos e mais sobre os últimos dias

em 20/12/2018, 21:45
Master_DW escreveu:Desde minhas opiniões formadas durante toda a minha vida somadas aos seus posts, percebi que GPs não são ruins e não comprometem o Reboot da forma que muitos acham por aí. Deixando claro, minha opinião. Claro que uma garota do nosso cotidiano seria o ideal e traria um sexo mais real, mas de vez em quando, não vejo nenhum problema . Claro que sendo um ato saudável e sem trazer vícios, não tem problema, caso o contrário é melhor não ocorrer. Pretendo também chegar até o final sem O e se acabar surgindo uma oportunidade no caminho com uma garota civil será difícil negar, sou um ser humano. É isso, siga firme Justiceiro, poço de motivação que você é para nós!! Grande abraço!

Pois é, Master_DW. Maturidade é tudo. Cabeça de adulto, aquilo que tantas vezes me faltou, é hoje negócio que amo como a mim mesmo. Responsabilidade e noção das coisas nos fazem homens, e isso é o que importa. Aí inclui-se, que nunca se esqueça, coragem, peito aberto e toda a força contra a procrastinação. Lutar é isso.

Pois bem. Ando tendo corrida semana, resolvendo problemas mil nessa "complicada" cidade, com a qual, como sabem, nunca me dei lá 100 % bem e, como também sabem, meu pai odeia tanto que relutou mais de uma década em mudar a tarjeta da placa do veículo só de vergonha, tendo-o feito apenas para não pagar certa taxa a mais em São Paulo... Enfim, questões geográficas à parte, devo dar parte aqui de situações vivenciadas por mim nos últimos dias e que a falta de tempo não me permitiu documentar. São essencialmente excertos de comentários meus de há minutos nos Diários de colegas, os quais providencialmente tratavam de circunstâncias relacionadas àquilo que eu já me preparava para expor em meu diário. Pois bem.

Recentemente estive num evento aqui na cidade, com alguns conhecidos, em que estava presente, fazendo a cobertura e interagindo com o público, uma apresentadora de TV de que, com todo o respeito, confesso que sou fã, por seu estilo pessoal, talento e beleza. Aí já é outra história, ambiente refinado, público e organizadores todos gente de nível. Conversando com um e com outro, não é que nos ocorreu a oportunidade de ir ter com a mesma? Assim, numa rápida e memorável investida, tirei até uma foto com ela! Fui ovacionado por alguns dos outros que tal coragem não tiveram, creio que só eu tenho a fotografia e praticamente ninguém a tenha visto até agora! Volto a dizer, algo com o devido respeito, em reverência à divertida e talentosa comunicadora que ela é, e a qual aqui não me referirei explicitamente. Inesquecível experiência, admito. No entanto, repito quantas vezes forem necessárias, coisa dotada da mais plena maturidade e profissionalismo de ambas as partes.

Além, minha libido anda alta, confesso. Se na situação anterior a mesma felizmente não se manifestou, em outro caso tenho empreendido ferrenha e felizmente até agora bem-sucedida empreitada contra certo perigoso reflexo do reboot. Digo-lhes sobre.

Passo por situações complicadas no cotidiano, não posso negar. Venho tendo por vezes ereções espontâneas, com as quais felizmente tenho lidado bem. Inclusive no meu trabalho. Há lá garotas de relativos atrativos físicos, especialmente uma, de outro setor, a qual decididamente me chama muito a atenção. Costuma almoçar no mesmo horário que eu e outro dia até na mesma mesa. Temos algum contato, vez ou outra trocamos algumas respeitosas palavras de colegas, embora eu não saiba seu nome ou vice-versa. Muito, muito linda. Mormente sob meu ponto de vista, afinal, além de inteligente e polida, é bem condizente com minha preferência física.

Ocorre que quase todos os dias nos vemos no refeitório e, ainda bem, foi a tempo que aprendi a me controlar, a agir com naturalidade diante de sua presença. Só o relance visual da presença física dela já é capaz de me deixar excitado. No dia em que se sentou bem em minha frente, almoçando juntos, foi heroicamente que consegui segurar uma severa ereção de que me vi acometido. Sim, consegui o que parecia impossível, o que com certeza me deu mote para repeti-lo todas às vezes seguintes em que estive perto dela. E que assim continue.

De resto, sentindo-me bem estou, e pronto ao que quer que seja para vencer. E me aproximando dos 45 dias, metade da meta clássica. Um leão por dia, como diria um grande colega meu da faculdade, chegarei lá.

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Bora lá!!

em 20/12/2018, 21:57
Boa justiceiro!! Reboot indo com sucesso. Confesso que a presença e sociabilidade com mulheres, por vezes, me deixam excitado e consegui apenas segurar uma ereção nos dias passados de reboot. É algo difícil paro todos nós. Continua assim que a vitória será apenas consequência de seus atos. Grande abraço.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 20/12/2018, 23:16
Fala, Justiceiro!
Depois de 10 meses estou voltando ao fórum para mais uma tentativa de parar com a PMO.
Parabéns pelos depoimentos, você expõe todos os acontecimentos de uma forma muito interessante!
Força!

Abraço

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 21/12/2018, 11:05
Justiceiro do Sertão escreveu:
Master_DW escreveu:Desde minhas opiniões formadas durante toda a minha vida somadas aos seus posts, percebi que GPs não são ruins e não comprometem o Reboot da forma que muitos acham por aí. Deixando claro, minha opinião. Claro que uma garota do nosso cotidiano seria o ideal e traria um sexo mais real, mas de vez em quando, não vejo nenhum problema . Claro que sendo um ato saudável e sem trazer vícios, não tem problema, caso o contrário é melhor não ocorrer. Pretendo também chegar até o final sem O e se acabar surgindo uma oportunidade no caminho com uma garota civil será difícil negar, sou um ser humano. É isso, siga firme Justiceiro, poço de motivação que você é para nós!! Grande abraço!

Pois é, Master_DW. Maturidade é tudo. Cabeça de adulto, aquilo que tantas vezes me faltou, é hoje negócio que amo como a mim mesmo. Responsabilidade e noção das coisas nos fazem homens, e isso é o que importa. Aí inclui-se, que nunca se esqueça, coragem, peito aberto e toda a força contra a procrastinação. Lutar é isso.

Pois bem. Ando tendo corrida semana, resolvendo problemas mil nessa "complicada" cidade, com a qual, como sabem, nunca me dei lá 100 % bem e, como também sabem, meu pai odeia tanto que relutou mais de uma década em mudar a tarjeta da placa do veículo só de vergonha, tendo-o feito apenas para não pagar certa taxa a mais em São Paulo... Enfim, questões geográficas à parte, devo dar parte aqui de situações vivenciadas por mim nos últimos dias e que a falta de tempo não me permitiu documentar. São essencialmente excertos de comentários meus de há minutos nos Diários de colegas, os quais providencialmente tratavam de circunstâncias relacionadas àquilo que eu já me preparava para expor em meu diário. Pois bem.

Recentemente estive num evento aqui na cidade, com alguns conhecidos, em que estava presente, fazendo a cobertura e interagindo com o público, uma apresentadora de TV de que, com todo o respeito, confesso que sou fã, por seu estilo pessoal, talento e beleza. Aí já é outra história, ambiente refinado, público e organizadores todos gente de nível. Conversando com um e com outro, não é que nos ocorreu a oportunidade de ir ter com a mesma? Assim, numa rápida e memorável investida, tirei até uma foto com ela! Fui ovacionado por alguns dos outros que tal coragem não tiveram, creio que só eu tenho a fotografia e praticamente ninguém a tenha visto até agora! Volto a dizer, algo com o devido respeito, em reverência à divertida e talentosa comunicadora que ela é, e a qual aqui não me referirei explicitamente. Inesquecível experiência, admito. No entanto, repito quantas vezes forem necessárias, coisa dotada da mais plena maturidade e profissionalismo de ambas as partes.

Além, minha libido anda alta, confesso. Se na situação anterior a mesma felizmente não se manifestou, em outro caso tenho empreendido ferrenha e felizmente até agora bem-sucedida empreitada contra certo perigoso reflexo do reboot. Digo-lhes sobre.

Passo por situações complicadas no cotidiano, não posso negar. Venho tendo por vezes ereções espontâneas, com as quais felizmente tenho lidado bem. Inclusive no meu trabalho. Há lá garotas de relativos atrativos físicos, especialmente uma, de outro setor, a qual decididamente me chama muito a atenção. Costuma almoçar no mesmo horário que eu e outro dia até na mesma mesa. Temos algum contato, vez ou outra trocamos algumas respeitosas palavras de colegas, embora eu não saiba seu nome ou vice-versa. Muito, muito linda. Mormente sob meu ponto de vista, afinal, além de inteligente e polida, é bem condizente com minha preferência física.

Ocorre que quase todos os dias nos vemos no refeitório e, ainda bem, foi a tempo que aprendi a me controlar, a agir com naturalidade diante de sua presença. Só o relance visual da presença física dela já é capaz de me deixar excitado. No dia em que se sentou bem em minha frente, almoçando juntos, foi heroicamente que consegui segurar uma severa ereção de que me vi acometido. Sim, consegui o que parecia impossível, o que com certeza me deu mote para repeti-lo todas às vezes seguintes em que estive perto dela. E que assim continue.

De resto, sentindo-me bem estou, e pronto ao que quer que seja para vencer. E me aproximando dos 45 dias, metade da meta clássica. Um leão por dia, como diria um grande colega meu da faculdade, chegarei lá.

Fala, Justiceiro! Fico realmente feliz com o seu progresso, já está na metade dos 90 dias iniciais! Bom, quanto às GPs, acho que você está certo e age com prudência ao querer evitá-las no momento, pois, do contrário, poderia acionar muitos gatilhos imprevistos.

Siga firme, camarada!

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