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Christian
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Re: Diário - MilesPrower

em 25/1/2018, 09:21
#tamojunto
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JotaPê
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Re: Diário - MilesPrower

em 25/1/2018, 09:29
No nosso método apps de relacionamento é considerado pornografia, quem acessa significa que falhou no reboot , resetou.

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MilesPrower
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Re: Diário - MilesPrower

em 25/1/2018, 12:14
JPaulo escreveu:No nosso método apps de relacionamento é considerado pornografia, quem acessa significa que falhou no reboot , resetou.

Acredito no mesmo....


Hoje eu sonhei algo que não me lembro (não sei se foi erótico ou não), mas tive polução noturna. Acordei e fui caminhar no parque. Fazia tempo que não tinha polução noturna.

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MilesPrower
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Re: Diário - MilesPrower

em 28/1/2018, 13:27
[Dúvida]

Gente, todos nós sabemos que este vício pode causar disfunção erétil, impossibilitando, no sexo gay, de sermos ativos na relação. Mas gostaria de saber se o vício também atrapalha na sensibilidade quando somos passivos, pois nunca consegui e tive prazer sendo passivo na relação. Conversando com meus amigos, vejo que para eles é muito tranquilo e prazeroso ser passivo, algo que nunca consegui.

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Limbo
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Re: Diário - MilesPrower

em 28/1/2018, 13:52
MilesPrower escreveu:[Dúvida]

Gente, todos nós sabemos que este vício pode causar disfunção erétil, impossibilitando, no sexo gay, de sermos ativos na relação. Mas gostaria de saber se o vício também atrapalha na sensibilidade quando somos passivos, pois nunca consegui e tive prazer sendo passivo na relação. Conversando com meus amigos, vejo que para eles é muito tranquilo e prazeroso ser passivo, algo que nunca consegui.

As vezes também tenho vontade de ser passivo mas é uma dor... Já fui poucas vezes, o prazer que senti foi pouco
marcosbanc
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Re: Diário - MilesPrower

em 28/1/2018, 14:52
Já tentei ser passivo uma vez e doeu muito ! Tive que pedir pra parar na mesma hora. Talve falta de lubrificação, não sei...
Sempre fui ativo.

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MilesPrower
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[22 DIAS]

em 31/1/2018, 05:14
Acho que o pior período da flatline se foi, me sinto com mais energia e com mente mais focada. Ainda não consigo ter nenhum sinal de ereção matinal.

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marcosbanc
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Re: Diário - MilesPrower

em 1/2/2018, 10:53
Caro Miles, às vezes tenho a sensação de ainda estar na flatline, mesmo após mais de 30 dias. Tenho sensações, ora fortes, ora inexistentes. Seja paciente consigo mesmo e NUNCA tente se testar.

Abraços!

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MilesPrower
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Re: Diário - MilesPrower

em 2/2/2018, 05:45
marcosbanc escreveu:Caro Miles, às vezes tenho a sensação de ainda estar na flatline, mesmo após mais de 30 dias. Tenho sensações, ora fortes, ora inexistentes. Seja paciente consigo mesmo e NUNCA tente se testar.

Abraços!

Sim, estou sendo bem paciente com o tratamento. Já coloquei na cabeça que minha recuperação pode ir bem além de 90 dias, 1 ano, 2 anos....
Mas estou gostando muito do novo estilo de vida. Me sinto mais calmo e pequenas coisas da vida, como encontrar amigos e sair para tomar sorvete, estão me dando prazer.

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MilesPrower
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Re: Diário - MilesPrower

em 8/2/2018, 06:16
[30 DIAS]

Nada de super poderes, mas sem dúvida, me sinto com mais energia e foco.
Confiante no Reboot Smile

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MilesPrower
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[36 DIAS]

em 14/2/2018, 18:05
Ainda não tive nenhuma ereção matinal, isso me preocupa um pouco. Mesmo que meu humor e energia tenha melhorado em um grau satisfatório, vejo que tenho que melhorar em muitas coisas ainda. Minha mente continua um pouco pesada, me deixando um pouco disperso e, mesmo com sono, não consigo dormir muito tempo.

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MilesPrower
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[Próximo aos 40 DIAS]

em 17/2/2018, 09:11
Esses dias eu fiquei pensando,  :_Será que nunca voltarei a ser saudável?

Vocês se lembram, quando mais jovens, que visitar um amigo ou parente querido chegava a nos palpitar o coração? Uma simples ida a sorveteria era tão importante quanto um compromisso marcado na agenda e, ao chegar a hora, nos trazia emoções e uma pura alegria momentânea? Quando nos sentíamos ameaçados, amedrontados ou machucados, um simples choro nos aliviava e, após algumas gotas de lágrima, éramos confortados com uma paz no peito e um sentimento gostoso de que, mesmo nas dificuldades e rejeições,  valia muito a pena viver.

Cada sentimento era respeitável e relevante. A raiva,  angústia, solidão, o ódio e medo chegavam em momentos oportunos. Era saudável ter essas emoções, pois tudo encontrava-se em doses certas e, em seguida, substituídas pelo gosto de perdoar e ser perdoado, amar e ser amado, se acalmar e aprender com os erros, percebendo-se, assim, o perfeito equilíbrio da vida.

No ápice do vício, me senti anestesiado. Não conseguia chorar para sentir o alívio. A injustiça me parecia justa e aceitava todas as situações, pois a vida era pútrida. Interagir com meus amigos era chato, tudo "era previsível" e as conversas tediosas. Sair no final de semana não era prazeroso e me parecia mais uma obrigação social; sentar na mesa; perguntar se meus amigos estavam bem, sendo que não me importavam se realmente estavam; abrir um sorriso seco e mecânico, pois sabia que aos olhos dos outros, passaria uma imagem de alegria e plenitude. Uma faísca de emoção surgia quando voltava para casa e consumia a famosa putrefação artificial. Me comparava a um urubu se alimentando de carniça, mas, na verdade, era bem diferente, pois esse animal fazia dignamente seu importante papel na natureza, enquanto eu sustentava o prazer através da miséria, medo, submissão e desfortúnio do próximo que, segundo minha crença, é meu irmão.

Hoje, como já supracitado, ainda me pergunto se ainda tenho volta e se há cura para meu estado. Mas, imediatamente, peço desculpas para mim mesmo, pois a minha luta durante todos esses anos teve um propósito bem maior que ter capacidade de fazer sexo e manter uma ereção, mas sim ter a maestria de sair desse mundo anestesiado e voltar a sentir e apreciar a natureza e relações em minha volta. A mudança é aos poucos e uma boa reforma presta-se aos detalhes. Hoje eu acordei assustado, mas tive o prazer de sentir o confortável aroma do amanhecer com chuva e o doce sabor do café que preparei. Sou muito grato a Deus e continuarei evoluindo e, um dia, com essa experiência de vida, ajudarei aos meus irmãos que precisarem.

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marcosbanc
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Re: Diário - MilesPrower

em 17/2/2018, 10:14
MilesPrower escreveu:Esses dias eu fiquei pensando,  :_Será que nunca voltarei a ser saudável?

Vocês se lembram, quando mais jovens, que visitar um amigo ou parente querido chegava a nos palpitar o coração? Uma simples ida a sorveteria era tão importante quanto um compromisso marcado na agenda e, ao chegar a hora, nos trazia emoções e uma pura alegria momentânea? Quando nos sentíamos ameaçados, amedrontados ou machucados, um simples choro nos aliviava e, após algumas gotas de lágrima, éramos confortados com uma paz no peito e um sentimento gostoso de que, mesmo nas dificuldades e rejeições,  valia muito a pena viver.

Cada sentimento era respeitável e relevante. A raiva,  angústia, solidão, o ódio e medo chegavam em momentos oportunos. Era saudável ter essas emoções, pois tudo encontrava-se em doses certas e, em seguida, substituídas pelo gosto de perdoar e ser perdoado, amar e ser amado, se acalmar e aprender com os erros, percebendo-se, assim, o perfeito equilíbrio da vida.

No ápice do vício, me senti anestesiado. Não conseguia chorar para sentir o alívio. A injustiça me parecia justa e aceitava todas as situações, pois a vida era pútrida. Interagir com meus amigos era chato, tudo "era previsível" e as conversas tediosas. Sair no final de semana não era prazeroso e me parecia mais uma obrigação social; sentar na mesa; perguntar se meus amigos estavam bem, sendo que não me importavam se realmente estavam; abrir um sorriso seco e mecânico, pois sabia que aos olhos dos outros, passaria uma imagem de alegria e plenitude. Uma faísca de emoção surgia quando voltava para casa e consumia a famosa putrefação artificial. Me comparava a um urubu se alimentando de carniça, mas, na verdade, era bem diferente, pois esse animal fazia dignamente seu importante papel na natureza, enquanto eu sustentava o prazer através da miséria, medo, submissão e desfortúnio do próximo que, segundo minha crença, é meu irmão.

Hoje, como já supracitado, ainda me pergunto se ainda tenho volta e se há cura para meu estado. Mas, imediatamente, peço desculpas para mim mesmo, pois a minha luta durante todos esses anos teve um propósito bem maior que ter capacidade de fazer sexo e manter uma ereção, mas sim ter a maestria de sair desse mundo anestesiado e voltar a sentir e apreciar a natureza e relações em minha volta. A mudança é aos poucos e uma boa reforma presta-se aos detalhes. Hoje eu acordei assustado, mas tive o prazer de sentir o confortável aroma do amanhecer com chuva e o doce sabor do café que preparei. Sou muito grato a Deus e continuarei evoluindo e, um dia, com essa experiência de vida, ajudarei aos meus irmãos que precisarem.

Caro Miles, sabes qual a atividade que me traz maior prazer? Sentar à mesa final da tarde, com alguns amigos, meus pais, pessoas que amo, tomar um chá, e conversar sobre coisas da vida. Como eu gosto! Quando o vício estava prestes a me tirar esse prazer eu dei um basta. Chega! Ser apático? Jamais! Choro fácil, e me orgulho disso, sou capaz de externar todos os meus sentimentos, não tenho vergonha de dizer o quanto aquela pessoa é importante pra mim, e aliás o faço isso constantemente com meus amigos pra reafirmar o quanto os amo. Pelo menos uma vez no mês nos reunimos em um café pra atualizarmos sobre cada um. Em uma dessas reuniões que contei-os que sou gay, e foi liberador.
Seja isso a sua força pra viver cada dia mais, e fazer todo dia uma oportunidade diferente.

Estou torcendo por você! Beijinhos

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MilesPrower
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Re: Diário - MilesPrower

em 18/2/2018, 10:29
marcosbanc escreveu:
MilesPrower escreveu:Esses dias eu fiquei pensando,  :_Será que nunca voltarei a ser saudável?

Vocês se lembram, quando mais jovens, que visitar um amigo ou parente querido chegava a nos palpitar o coração? Uma simples ida a sorveteria era tão importante quanto um compromisso marcado na agenda e, ao chegar a hora, nos trazia emoções e uma pura alegria momentânea? Quando nos sentíamos ameaçados, amedrontados ou machucados, um simples choro nos aliviava e, após algumas gotas de lágrima, éramos confortados com uma paz no peito e um sentimento gostoso de que, mesmo nas dificuldades e rejeições,  valia muito a pena viver.

Cada sentimento era respeitável e relevante. A raiva,  angústia, solidão, o ódio e medo chegavam em momentos oportunos. Era saudável ter essas emoções, pois tudo encontrava-se em doses certas e, em seguida, substituídas pelo gosto de perdoar e ser perdoado, amar e ser amado, se acalmar e aprender com os erros, percebendo-se, assim, o perfeito equilíbrio da vida.

No ápice do vício, me senti anestesiado. Não conseguia chorar para sentir o alívio. A injustiça me parecia justa e aceitava todas as situações, pois a vida era pútrida. Interagir com meus amigos era chato, tudo "era previsível" e as conversas tediosas. Sair no final de semana não era prazeroso e me parecia mais uma obrigação social; sentar na mesa; perguntar se meus amigos estavam bem, sendo que não me importavam se realmente estavam; abrir um sorriso seco e mecânico, pois sabia que aos olhos dos outros, passaria uma imagem de alegria e plenitude. Uma faísca de emoção surgia quando voltava para casa e consumia a famosa putrefação artificial. Me comparava a um urubu se alimentando de carniça, mas, na verdade, era bem diferente, pois esse animal fazia dignamente seu importante papel na natureza, enquanto eu sustentava o prazer através da miséria, medo, submissão e desfortúnio do próximo que, segundo minha crença, é meu irmão.

Hoje, como já supracitado, ainda me pergunto se ainda tenho volta e se há cura para meu estado. Mas, imediatamente, peço desculpas para mim mesmo, pois a minha luta durante todos esses anos teve um propósito bem maior que ter capacidade de fazer sexo e manter uma ereção, mas sim ter a maestria de sair desse mundo anestesiado e voltar a sentir e apreciar a natureza e relações em minha volta. A mudança é aos poucos e uma boa reforma presta-se aos detalhes. Hoje eu acordei assustado, mas tive o prazer de sentir o confortável aroma do amanhecer com chuva e o doce sabor do café que preparei. Sou muito grato a Deus e continuarei evoluindo e, um dia, com essa experiência de vida, ajudarei aos meus irmãos que precisarem.

Caro Miles, sabes qual a atividade que me traz maior prazer? Sentar à mesa final da tarde, com alguns amigos, meus pais, pessoas que amo, tomar um chá, e conversar sobre coisas da vida. Como eu gosto! Quando o vício estava prestes a me tirar esse prazer eu dei um basta. Chega! Ser apático? Jamais! Choro fácil, e me orgulho disso, sou capaz de externar todos os meus sentimentos, não tenho vergonha de dizer o quanto aquela pessoa é importante pra mim, e aliás o faço isso constantemente com meus amigos pra reafirmar o quanto os amo. Pelo menos uma vez no mês nos reunimos em um café pra atualizarmos sobre cada um. Em uma dessas reuniões que contei-os que sou gay, e foi liberador.
Seja isso a sua força pra viver cada dia mais, e fazer todo dia uma oportunidade diferente.

Estou torcendo por você! Beijinhos

Hoje eu estou bem mais sociável e fico feliz quando estou em volta de amigos. Sei que ainda não estou 100%, mas fico feliz a cada passo que conquisto.
Ultimamente sinto muita dor de cabeça, como se tivesse uma pressão no meu cérebro. Não consigo acordar tarde, parece que minha cabeça fica pesada. Estou me sentindo um pouco "sonso" também, esquecendo das coisas com facilidade.
Tenho fé no reboot e sigo em frente.

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Re: Diário - MilesPrower

em 20/2/2018, 16:00
"[Dúvida]

Gente, todos nós sabemos que este vício pode causar disfunção erétil, impossibilitando, no sexo gay, de sermos ativos na relação. Mas gostaria de saber se o vício também atrapalha na sensibilidade quando somos passivos, pois nunca consegui e tive prazer sendo passivo na relação. Conversando com meus amigos, vejo que para eles é muito tranquilo e prazeroso ser passivo, algo que nunca consegui."

O vício em pornografia atrapalha a sensibilidade pois atrapalha a sensação de excitação. Quando estamos excitados nossa circulação é concentrada na região pélvica e hormônios são ativados o que reduz a sensação de dor e estimulam a criação de muco. No caso como a penetração é anal ficar excitado é importante para relaxar os músculos e diminuir a sensação de dor, assim como a sensibilidade no quesito prazer.
Porém como sua cabeça está esperando uma fantasia e um estímulo visual você muitas vezes tem a ereção, mas não terá uma resposta física completa, pois precisa de um estímulo psicológico também.
Por mais que as pomadas anestésicas e os lubrificantes ajudam, eles não atuam na parte de relaxamento do esfincter ele precisa de um comando ativo então o relaxa se não não encaixa é bem válido aí, e no sexo só relaxamos quando estamos excitados.

Espero que tenha te ajudado mesmo que tarde.

Você tem feito um ótimo trabalho até aqui e espero que alcance seus objetios
beijinhos
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Re: Diário - MilesPrower

em 20/2/2018, 19:27
Domi1 escreveu:"[Dúvida]

Gente, todos nós sabemos que este vício pode causar disfunção erétil, impossibilitando, no sexo gay, de sermos ativos na relação. Mas gostaria de saber se o vício também atrapalha na sensibilidade quando somos passivos, pois nunca consegui e tive prazer sendo passivo na relação. Conversando com meus amigos, vejo que para eles é muito tranquilo e prazeroso ser passivo, algo que nunca consegui."

O vício em pornografia atrapalha a sensibilidade pois atrapalha a sensação de excitação. Quando estamos excitados nossa circulação é concentrada na região pélvica e hormônios são ativados o que reduz a sensação de dor e estimulam a criação de  muco. No caso como a penetração é anal ficar excitado é importante para relaxar os músculos e diminuir a sensação de dor, assim como a sensibilidade no quesito prazer.
Porém como sua cabeça está esperando uma fantasia e um estímulo visual você muitas vezes tem a ereção, mas não terá uma resposta física completa, pois precisa de um estímulo psicológico também.
Por mais que as pomadas anestésicas e os lubrificantes ajudam, eles não atuam na parte de relaxamento do esfincter ele precisa de um comando ativo então o relaxa se não não encaixa é bem válido aí, e no sexo só relaxamos quando estamos excitados.

Espero que tenha te ajudado mesmo que tarde.

Você tem feito um ótimo trabalho até aqui e espero que alcance seus objetios
beijinhos

Obrigado pela resposta, muito esclarecedor! Sempre tive essa dúvida e desconfiança.
Muito obrigado pelos votos!
Bjos!

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[47 DIAS]

em 25/2/2018, 12:42
Não lembro o que sonhei, mas tive polução noturna. Estou urinando com mais frequência e minha dor de cabeça sumiu. Às vezes, sinto um pico de alegria que não consigo explicar.

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Re: Diário - MilesPrower

em 3/3/2018, 18:46
Infelizmente, tive uma recaída.
Fiquei sozinho no final de semana e descobri, em momento de carência, que meu bloqueador bugou. Me masturbei uma vez vendo fotos em aplicativos de pegação.
Não tive o efeito caçador, parece ter sido mais tranquilo. No mais, reseto aqui meu contador.

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Re: Diário - MilesPrower

em 3/3/2018, 20:46
Oi MilesPrower, tudo bem?
Na próxima vez que você sentir que vai rolar uma recaída, vai pra rua, se afasta da internet.
Eu estou iniciando o reboot e estou dizendo NÃO para qualquer início de pensamentos que possa me levar a ficar excitado!
Hoje mesmo meus planos de sair foram adiados para amanhã. Mesmo com o céu negro querendo chover, eu meti o pé pra rua. Valeu a pena.
Boa sorte pra nós!
Abração!??

Obs: você comentou no seu penúltimo post que sente picos de alegria. Eu também estou assim. E também estou chorando a toa! Fico pensando que M a gente fez com o nosso cérebro!
Mas o nosso pedido de desculpa está vindo.
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Domi1
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Re: Diário - MilesPrower

em 5/3/2018, 11:32
Esses picos de humor são normais e estão associados a descompensação hormonal que o corpo está sofrendo.
Quando vocês praticavam PMO ficavam enviando quantidades elevadas de dopamina, e agora não mais, então seu corpo está tentando encontrar novamente o equilíbrio hormonal.
É como quando uma mulher parar de tomar a pílula, que as vezes ela fica de TPM por um tempo prolongado.
Com o passar dos meses logo vocês estarão com o humor normalizado e o organismo trabalhando adequadamente.
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