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Re: Diário do Carvalho

em 12/3/2018, 11:06
joaocrv escreveu:PMO: sem vontade alguma
Parada na eliminação de sêmen na urina. ,
Pênis ainda com pouca sensibilidade.
Libido baixa
Sem uso de aplicativos.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Meditações diárias de pelo menos 5 minutos.
Estou com mais força que nunca para completar a primeira parte desse Reboot (90 dias). Nem cogito recair, nem por algum momento sequer. Meu celular está com bloqueadores, mas meu computador não. Eu não costumo dar certo com bloqueadores... Minha atividade fica muito limitada. Estou contando com minha força de vontade, e tem dado certo (sei que não é o ideal).

Na quarta feira fui à psicóloga e ela me incentivou a fazer a troca da medicação, sendo que eu havia planejado mudar em meados de Abril. Ela me fez abrir os olhos que eu estava apenas acomodado com o remédio, principalmente por ser um antidepressivo e que ele me livraria das "bads pesadas" por causa do fim do relacionamento. Ela não estava resolvendo meus problemas de irritabilidade (que era o princípio pelo qual procurei tomar o remédio no fim do ano passado, quando ainda estava namorando) e ainda me dando um plus de reduzir minha libido a zero (isso era positivo em partes, porque me ajuda no processo de reboot, mas acaba que eu não sinto muito as mudanças boas provocadas pelo tempo sem PMO). Estou fazendo o desmame do medicamento para introduzir a Buspirona. Se alguém já tomou o medicamento e tá lendo aqui, peço pra me dar um toque pra gente trocar umas ideias Very Happy
Sai ontem para uma festa da faculdade e, surpreendentemente, fiquei com 2 carinhas. Surpreendentemente porque é uma "festa hétero", a princípio. Fiquei com um calouro e com o namorado da minha amiga (relacionamento aberto, né!? hahaha). Ainda estou com problemas de timidez excessiva para chegar nos caras (praticamente nunca cheguei em alguém! hahaha), e queria muito mudar isso. Acaba me limitando muito a ficar com caras que eu acho interessante. Estava paquerando um calouro meu da faculdade, que é bissexual, há tempos. Mas uma colega minha chegou nele no ano passado (até ela chegou e eu não! pff) e eles estão namorando hoje! Tô perdendo demais, e espero que o reboot me ajude nesse processo.

Vejo que cada vez mais a espiritualidade forte está presente na minha vida. Para mim é muito novo o sentimento de que podemos ter uma espiritualidade forte sem ter uma religião. A meditação está mudando minha vida. Todas as noites que medito, sinto o poder que o sentimento de gratidão tem na nossa vida. Durmo sorrindo e acordo sorrindo. É incrível! Se alguém souber do assunto e souber onde eu posso estudar mais sobre espiritualidade e energias, me dá um toque! É incrível como esse ano estou com uma visão bastante diferente da vida. Acho que o término me ajudou muito em relação a isso, já que busquei muitas alternativas para contornar as possibilidades de sofrimento. Estou começando a ver a vida cada vez mais como uma chance que Deus nos dá de aprendermos. Sempre tive uma visão mais "reclamativa", olhando meus problemas como castigos. Então cada vez mais eu tendia a minimizar as coisas boas e exaltar, de alguma forma, meus problemas. Isso é duplamente ruim. Além de não ver as coisas legais que estão acontecendo, você se vitimiza com seus problemas. Agora, com muuuuita ajuda da meditação, antes de dormir, agradeço por todas as coisas legais que aconteceram comigo no dia, pensando em cada uma delas, mesmo que sejam coisas bobas ou rotineiras. Além disso, mudei a minha visão: não são mais problemas, são desafios. Todos esses desafios que a vida manda, são grandes, mas enormes oportunidades de crescermos. Reflita: você aprende ou cresce com as coisas boas que acontecem com você? Muito pouco né!? O que mais temos com isso é alegria e felicidade, mas pouquíssimo aprendizado. Agora, quando você está em um momento de desafio, você pesquisa, você busca, você pensa, você sai da sua zona de conforto para resolver. E essa parte é a que mais gera crescimento pessoal. Igual aqui no Reboot: você cresce mais vendo pornografia e se masturbando ou agora no processo de ficar livre do vício?
Veja a vida com positividade nos desafios, esqueça a palavra problema e valorize cada sorriso na sua vida!


Gratidão por tudo e pela força que tem sido me dada para aproveitar todas as coisas como forma de aprendizado!
Like a Star @ heaven

João, meu objetivo era ler tudo antes de comentar, mas não resisti. Ler seu diário é muito bom, dá pra ver seu crescimento pessoal, inclusive, seus desabafos para mim são mais importantes que as informações objetivas, é claro que elas são necessárias, mas o psicológico deve ser sempre a nossa maior preocupação.

Parei aqui porque vi seu chamado para falar do fortalecimento da espiritualidade. Acho que posso ajudar. Não sou nenhum guru, mas estou há alguns anos na busca de autoconhecimento e da relação com o Deus ou a Deusa (porque o Deus homem/pai pode ser também só mais uma construção humana e patriarcal de dominação, né?). Minha busca é pelo contato com a energia do universo, a energia que move tudo.

Já fui muito católico. Fui coroinha, acólito, cheguei a dar aula de liturgia e quase entrei pro seminário, mas me decepcionei muito e hoje percebo que todas as religiões podem ser berço de hipocrisia, afinal, ninguém abandona sua humanidade quando se "converte", alguns se travestem de santos e outros buscam ser melhores. Eu só confio em quem busca ser melhor, porque santo não há. Não nesse mundo, pelo menos. Rsrsrs

Hoje eu busco apoio nos amigos e na família porque viver em comunidade é fundamental (por isso muita gente vive em igrejas, já que socializar é um dos combustíveis para manter a mente sã). Mas é claro que é preciso escolher bem os amigos e os familiares que queremos ter perto, né? Até porque as pessoas podem ser muito cruéis e falsas.

A meditação eu estou experimentando melhor agora, mas desde sempre busquei ler sobre espiritualidade, aproveitando o que há de bom em todas as vertentes das religiões (catolicismo, protestantismo, espiritismo, candomblé e umbanda, budismo, etc.) mas sem me apegar a nenhuma, para me livrar dos preconceitos. Assim eu percebi que todas as religiões buscam basicamente a mesma coisa: a relação de amor e bondade entre as pessoas num religação com o sagrado, ou seja, com a energia fundante que mora em nós e que se manifesta de diversas formas e por diversos meios. E a origem da palavra religião vem justamente de religação.

Sinto vontade de expandir meus conhecimentos, mas hoje não toleraria seguir os dogmas de nenhuma religião, pois eles normalmente cerceiam a nossa liberdade. Continuo na busca. Atualmente a minha meta é fortalecer minha autoestima, meu amor próprio e meu autoconhecimento, creio que assim serei mais persistente nas meditações e poderei crescer espiritualmente. Ainda não tive coragem de me abrir com nenhum psicológico ou psiquiatra, mas me abro com minhas amigas e com meu noivo, o que está resolvendo algumas das minhas questões por enquanto. Rsrrs Outra coisa que está me ajudando é um aplicativo chamado Cingulo, o foco dele é em autoconhecimento e meditação, dê uma olhada, talvez te ajude também.

Vou continuar lendo o diário e espero poder colaborar mais.

Um grande abraço
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Re: Diário do Carvalho

em 13/3/2018, 11:19
Bom dia cara! Tudo bem?

Li seus relatos e queria comentar sobre os medicamentos que você falou em sua última postagem. Eu estou achando um absurdo a quantidade de pessoas que estão tomando antidepressivos. As consequências desses remédios são terríveis para a sexualidade e parece que os psiquiatras não estão nem ai! A meditação pode muitas vezes ser o suficiente mas os profissionais de saúde preferem indicar essas bombas!
Eu tenho também meditado com auxílio de um mester de Reiki chamado Alisson Weller no youtube. Há vários cursos online lá entre eles o Hopo'noopono que é bem especial e Reiki que alivia o corpo de uma forma incrível. Também estou fazendo curso de meditação de Raja Yoga no Brahma Kamaris  de graça! Aprendendo a amar meu corpo e me religar a alma suprema. Isso está sendo suficiente pra mim pra continuar na luta! Já li dois livros que me fizeram um bem incrível, me fez ter aquele choro convulsivo que faz bem. Um é o "As 7 chaves da iluminação" e o ouro que ainda estou lendo é "Renove-se e Cure-se através da Meditação"! Se está meditando, sabe que nada é mágica e sim aplicação e estudo. Te convido, se tiver tempo a ir ao Brahma Kumaris.
Também acho interessante você procurar sobre os raios cósmicos e saber qual é o seu e assim ter contato com seu destino!
Abração!

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Re: Diário do Carvalho

em 17/3/2018, 17:19
A dois passos do paraíso escreveu:
joaocrv escreveu:PMO: sem vontade alguma
Parada na eliminação de sêmen na urina. ,
Pênis ainda com pouca sensibilidade.
Libido baixa
Sem uso de aplicativos.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Meditações diárias de pelo menos 5 minutos.
Estou com mais força que nunca para completar a primeira parte desse Reboot (90 dias). Nem cogito recair, nem por algum momento sequer. Meu celular está com bloqueadores, mas meu computador não. Eu não costumo dar certo com bloqueadores... Minha atividade fica muito limitada. Estou contando com minha força de vontade, e tem dado certo (sei que não é o ideal).

Na quarta feira fui à psicóloga e ela me incentivou a fazer a troca da medicação, sendo que eu havia planejado mudar em meados de Abril. Ela me fez abrir os olhos que eu estava apenas acomodado com o remédio, principalmente por ser um antidepressivo e que ele me livraria das "bads pesadas" por causa do fim do relacionamento. Ela não estava resolvendo meus problemas de irritabilidade (que era o princípio pelo qual procurei tomar o remédio no fim do ano passado, quando ainda estava namorando) e ainda me dando um plus de reduzir minha libido a zero (isso era positivo em partes, porque me ajuda no processo de reboot, mas acaba que eu não sinto muito as mudanças boas provocadas pelo tempo sem PMO). Estou fazendo o desmame do medicamento para introduzir a Buspirona. Se alguém já tomou o medicamento e tá lendo aqui, peço pra me dar um toque pra gente trocar umas ideias Very Happy
Sai ontem para uma festa da faculdade e, surpreendentemente, fiquei com 2 carinhas. Surpreendentemente porque é uma "festa hétero", a princípio. Fiquei com um calouro e com o namorado da minha amiga (relacionamento aberto, né!? hahaha). Ainda estou com problemas de timidez excessiva para chegar nos caras (praticamente nunca cheguei em alguém! hahaha), e queria muito mudar isso. Acaba me limitando muito a ficar com caras que eu acho interessante. Estava paquerando um calouro meu da faculdade, que é bissexual, há tempos. Mas uma colega minha chegou nele no ano passado (até ela chegou e eu não! pff) e eles estão namorando hoje! Tô perdendo demais, e espero que o reboot me ajude nesse processo.

Vejo que cada vez mais a espiritualidade forte está presente na minha vida. Para mim é muito novo o sentimento de que podemos ter uma espiritualidade forte sem ter uma religião. A meditação está mudando minha vida. Todas as noites que medito, sinto o poder que o sentimento de gratidão tem na nossa vida. Durmo sorrindo e acordo sorrindo. É incrível! Se alguém souber do assunto e souber onde eu posso estudar mais sobre espiritualidade e energias, me dá um toque! É incrível como esse ano estou com uma visão bastante diferente da vida. Acho que o término me ajudou muito em relação a isso, já que busquei muitas alternativas para contornar as possibilidades de sofrimento. Estou começando a ver a vida cada vez mais como uma chance que Deus nos dá de aprendermos. Sempre tive uma visão mais "reclamativa", olhando meus problemas como castigos. Então cada vez mais eu tendia a minimizar as coisas boas e exaltar, de alguma forma, meus problemas. Isso é duplamente ruim. Além de não ver as coisas legais que estão acontecendo, você se vitimiza com seus problemas. Agora, com muuuuita ajuda da meditação, antes de dormir, agradeço por todas as coisas legais que aconteceram comigo no dia, pensando em cada uma delas, mesmo que sejam coisas bobas ou rotineiras. Além disso, mudei a minha visão: não são mais problemas, são desafios. Todos esses desafios que a vida manda, são grandes, mas enormes oportunidades de crescermos. Reflita: você aprende ou cresce com as coisas boas que acontecem com você? Muito pouco né!? O que mais temos com isso é alegria e felicidade, mas pouquíssimo aprendizado. Agora, quando você está em um momento de desafio, você pesquisa, você busca, você pensa, você sai da sua zona de conforto para resolver. E essa parte é a que mais gera crescimento pessoal. Igual aqui no Reboot: você cresce mais vendo pornografia e se masturbando ou agora no processo de ficar livre do vício?
Veja a vida com positividade nos desafios, esqueça a palavra problema e valorize cada sorriso na sua vida!


Gratidão por tudo e pela força que tem sido me dada para aproveitar todas as coisas como forma de aprendizado!
Like a Star @ heaven

João, meu objetivo era ler tudo antes de comentar, mas não resisti. Ler seu diário é muito bom, dá pra ver seu crescimento pessoal, inclusive, seus desabafos para mim são mais importantes que as informações objetivas, é claro que elas são necessárias, mas o psicológico deve ser sempre a nossa maior preocupação.

Parei aqui porque vi seu chamado para falar do fortalecimento da espiritualidade. Acho que posso ajudar. Não sou nenhum guru, mas estou há alguns anos na busca de autoconhecimento e da relação com o Deus ou a Deusa (porque o Deus homem/pai pode ser também só mais uma construção humana e patriarcal de dominação, né?). Minha busca é pelo contato com a energia do universo, a energia que move tudo.

Já fui muito católico. Fui coroinha, acólito, cheguei a dar aula de liturgia e quase entrei pro seminário, mas me decepcionei muito e hoje percebo que todas as religiões podem ser berço de hipocrisia, afinal, ninguém abandona sua humanidade quando se "converte", alguns se travestem de santos e outros buscam ser melhores. Eu só confio em quem busca ser melhor, porque santo não há. Não nesse mundo, pelo menos. Rsrsrs

Hoje eu busco apoio nos amigos e na família porque viver em comunidade é fundamental (por isso muita gente vive em igrejas, já que socializar é um dos combustíveis para manter a mente sã). Mas é claro que é preciso escolher bem os amigos e os familiares que queremos ter perto, né? Até porque as pessoas podem ser muito cruéis e falsas.

A meditação eu estou experimentando melhor agora, mas desde sempre busquei ler sobre espiritualidade, aproveitando o que há de bom em todas as vertentes das religiões (catolicismo, protestantismo, espiritismo, candomblé e umbanda, budismo, etc.) mas sem me apegar a nenhuma, para me livrar dos preconceitos. Assim eu percebi que todas as religiões buscam basicamente a mesma coisa: a relação de amor e bondade entre as pessoas num religação com o sagrado, ou seja, com a energia fundante que mora em nós e que se manifesta de diversas formas e por diversos meios. E a origem da palavra religião vem justamente de religação.

Sinto vontade de expandir meus conhecimentos, mas hoje não toleraria seguir os dogmas de nenhuma religião, pois eles normalmente cerceiam a nossa liberdade. Continuo na busca. Atualmente a minha meta é fortalecer minha autoestima, meu amor próprio e meu autoconhecimento, creio que assim serei mais persistente nas meditações e poderei crescer espiritualmente. Ainda não tive coragem de me abrir com nenhum psicológico ou psiquiatra, mas me abro com minhas amigas e com meu noivo, o que está resolvendo algumas das minhas questões por enquanto. Rsrrs Outra coisa que está me ajudando é um aplicativo chamado Cingulo, o foco dele é em autoconhecimento e meditação, dê uma olhada, talvez te ajude também.

Vou continuar lendo o diário e espero poder colaborar mais.

Um grande abraço

Oi meu querido! Muita gratidão por suas lindas palavras! Fiquei muito feliz!
Engraçado, também fui muito católico, sobretudo pela influência da minha família. Mas quase sempre vi a religião como um fardo. Não entendia nada que era pregado e nem as leituras, sobretudo quando eu era mais novo. Com o passar do tempo, comecei a ter vontade de ir à igreja, mas mais como um ato "meditativo" e também pelo ambiente, mas nunca para "aprender coisas novas". Para mim não fazia sentido todo ano fazerem as mesmas leituras e explicarem coisas arcaicas que muitas vezes não fazia sentido nos dias de hoje (Acho que pode ter sido a minha igreja, que era do interior. Tem várias que são bem mais dinâmicas, né!?). Outro ponto muito interessante, que não sei se aconteceu/acontece com você, é que eu acabava fazendo as orações em um modo automático. Sempre achei orações um pouco sem sentido e um pouco vazias quando as pessoas as repetem sem crítica alguma ou quando não prestam atenção nas palavras contidas na mesma (que vamos combinar, acho que a maioria das pessoas reza no automático).
Então acaba que eu precisava mudar isso tudo para começar a fazer sentido pra mim. Esse ano, como vc deve ter lido, essa iluminação está vindo bem devagar. Não faço orações mais, digo as tradicionais. Sempre oro com minhas próprias palavras, e nunca pedindo por nada, mas sempre rezando no sentido de que eu estou aberto a qualquer coisa que o universo/Deus/energias têm para mim, porque sempre que alguma coisa acontece na minha vida eu tenho certeza que é daquilo que estou precisando (aí vem toda aquela coisa de encarar os "problemas" como desafios).
Muito legal esse ponto que você abordou de, além de trabalhar seu interno, de fazer com ajuda das pessoas e em comunidade (assim como uma igreja integra, né!?). Bacana mesmo!
Já vi esse aplicativo!!! Fiz todas as sessões grátis. Vc assina? Acha que vale a pena?
Um grande abraço de muita luz! Mais uma vez, gratidão!
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sehis escreveu:Bom dia cara! Tudo bem?

Li seus relatos e queria comentar sobre os medicamentos que você falou em sua última postagem. Eu estou achando um absurdo a quantidade de pessoas que estão tomando antidepressivos. As consequências desses remédios são terríveis para a sexualidade e parece que os psiquiatras não estão nem ai! A meditação pode muitas vezes ser o suficiente mas os profissionais de saúde preferem indicar essas bombas!
Eu tenho também meditado com auxílio de um mester de Reiki chamado Alisson Weller no youtube. Há vários cursos online lá entre eles o Hopo'noopono que é bem especial e Reiki que alivia o corpo de uma forma incrível. Também estou fazendo curso de meditação de Raja Yoga no Brahma Kamaris  de graça! Aprendendo a amar meu corpo e me religar a alma suprema. Isso está sendo suficiente pra mim pra continuar na luta! Já li dois livros que me fizeram um bem incrível, me fez ter aquele choro convulsivo que faz bem. Um é o "As 7 chaves da iluminação" e o ouro que ainda estou lendo é "Renove-se e Cure-se através da Meditação"! Se está meditando, sabe que nada é mágica e sim aplicação e estudo. Te convido, se tiver tempo a ir ao Brahma Kumaris.
Também acho interessante você procurar sobre os raios cósmicos e saber qual é o seu e assim ter contato com seu destino!
Abração!

Oi Sehis! Como está? Muito obrigado pela mensagem!
E infelizmente é isso mesmo que está acontecendo. Já parei para pensar e acho que atualmente três fenômenos estão muito ligados: (1) a depressão está sendo muito diagnosticada atualmente, pela "força" que o conhecimento maior da doença gerou, já que antes era muito subdiagnosticada e, juntamente com isso, (2) muitos profissionais não sabem diagnosticar, tomando qualquer choro ou tristeza como depressão, fugindo completamente de todos os critérios diagnósticos que se tem que preencher para atestar a doença. Além disso (3), quando diagnosticada corretamente,  os profissionais já entram como medicação, sendo que, pelo menos no meu curso, aprendemos que as primeiras medidas para a depressão são não-farmacológicas.
Acabou que no meu caso, a única opção que tive foi a medicação, por um motivo mais "social". Ano passado foi o ano mais pesado do meu curso. Ficava simplesmente de 7 às 19h na faculdade, realmente não tendo tempo para trabalhar em mim mesmo. Vivia no automático, com muita ansiedade e, sobretudo, com uma face diferente da depressão, que, no meu caso, manifestava muito como irritabilidade nas alturas. Até relatei isso no comecinho lá do diário. Mas graças a Deus esse ano está sendo um ano dedicado a mim, na minha saúde mental e física. Meus horários estão super tranquilos e estou conseguindo cuidar de mim. Não quero (e também não preciso) de medicação, já que estou exatamente nessas frações não farmacológicas.
Muito obrigado por essas sugestões! Estou há muito tempo querendo praticar Reiki, mas acaba que não estou conseguindo achar um preço bacana (sempre superam os 60 reais por sessão). Que bacana que está fazendo esse curso de graça! Queria muito poder fazer também, mas não moro no RJ (vc mora lá, certo?).
Gratidão por essa sugestão de livros e do youtube, vou lá dar um olhada!
Muita luz no seu caminho! Obrigado pela mensagem!
Grande abraço!
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Dia 67

em 17/3/2018, 17:35
PMO: sem vontade alguma
Pênis com um aumento lento da sensibilidade.
Sem uso de aplicativos.
Algumas ereções matinais na semana.
Libido bastante alta, começando na quinta feira! Quase me M, mas acabei pensando que não vale a pena porque vou querer sempre. Tenho que também aprender a lidar com momentos nos quais estou com a libido muito alta, claro que tudo dentro do possível. Ainda mais que na sexta feira vou na balada (então tem alguma chance de rolar um oral e tal Razz)

Ontem fui em uma balada, pela primeira vez durante todo o Reboot. Acabou que conheci um carinha lá que nos beijamos bastante e, em um determinado momento, ficamos com muita vontade de "nos curtirmos" um pouquinho mais e rolou sexo oral. Foi muito bom! Apesar de eu estar um pouquinho bêbado, senti muito prazer e tive O muito rápido. Sinto uma emoção gigante quando isso acontece, já que meu principal problema e motivador desse Reboot é a ER. Apesar de ter dado meu número para ele, não tenho muita intenção de sair mais uma vez. Estou numa fase de "bateu vontade de beijar, vou na balada e resolvo isso".

Estou passando por alguns momentos nos quais tenho dificuldade de separar o meu ego da minha consciência. É claro que tudo isso é um processo. Mas acaba que entro, muitas vezes, num estado de caos, até mencionado por Osho. Esse caos é importante, pois significa que estamos reconhecendo o nosso ego e que estamos passando por momentos de mudanças profundas.
Acaba que sempre fui uma pessoa muito crítica. Era acostumado a criticar muito as atitudes das pessoas, reparar muito no outro e nunca ter aquele olhar pleno e presente, sempre pensando em defeitos e possíveis ocorrências que eram possíveis de serem mudadas. Depois que comecei a ter uma ideia de que tudo isso era o ego, me propus a mudar isso. Tenho que ter mais pensamentos sobre mim e de mudar isso tudo em mim, não no outro. Ao ligar a chave da consciência a gente pode fazer mudanças incríveis, que partem sempre de aceitar as dificuldades (e os egos) dos outros e me permitir viver o que está acontecendo no momento, não me deixando tomar por pensamentos inadequados ou que não tem uma proposta significante. Atualmente, esse é o problema. Algumas vezes não consigo me segurar e acabo por criticar uma pessoa, mesmo que seja pra mim mesmo.

E é incrível como que um pensamento nada a ver com a realidade pode consumir tanta energia nossa. Por exemplo: estava eu no instagram e vi uma foto de meu amigo. Veio um pensamento na minha cabeça que meu namorado poderia agora ficar com esse amigo meu, já que os dois se conheciam. Aí comecei a confabular tudo na minha cabeça de como eu lidaria com essa situação se isso ocorresse de verdade. Isso começou a me consumir, me deu uma ansiedade gigante e comecei a ter vários frios na barriga frequentes. Mas gente: o que é isso? Isso faz algum sentido? Temos alguma pista que esse fato ocorreu? E se acontecesse: estaria eu sofrendo por antecedência? O nosso querido “e se” é positivo? Quando essa reflexão me bateu, comecei a rir na hora. Como que, quando a gente se deixa levar por o nosso ego, por um pensamento que não faz sentido algum, a gente fica dominado e atrai tanta negatividade pra gente, sendo que nada disso realmente aconteceu (e nem sinais pequenininhos de que poderia estar para acontecer)? Não tem sentido. É pensar em uma possibilidade só pra deixar a gente pra baixo. Isso é o ego dominando a gente. Como li muito, o ego está a nosso serviço, e não o contrário. Um outro exemplo que acontece muito, mas muito na minha vida: eu sou uma pessoa que detesta chegar atrasado. Em um novo ciclo do meu internato, fui para um hospital em um lugar bem longe. E acabou que a aula era às 8 da manhã e eram incríveis 8:30h e eu estava descendo no ponto de ônibus rumo ao local. E por incrível que pareça era no ponto errado. Nessa hora, fiquei desesperado. Olha só o que veio na minha cabeça: “vou chegar atrasado, meu professor vai olhar na minha cara, vai gravar a imagem do meu rostinho na sua cabeça, vai me odiar pelo resto do internato, vou receber nota ruim e, mesmo que nos outros dias eu chegue no horário, ele vai levar em conta apenas a primeira impressão, que é do meu atraso. Então quando chegar, tenho 4 desculpas em mente: vou falar que não encontrei lugar para estacionar (nem tenho carro) ou que o ônibus bateu, ou que desci no ponto errado (esse, na verdade, não era desculpa) ou que calculei mal o tempo (nem esse, na verdade)”. Fiquei ansioso. Fiquei nervoso. Saí correndo em direção ao hospital. Desesperado. Quando cheguei lá, todo suado e preocupado... Voila! O professor estava esperando o resto da turma chegar pra começar a reunião, todo tranquilo, e havia simplesmente 2 pessoas chegando junto comigo. E então ele começou a reunião. Mas gente, e aquele sofrimento todo? Tuuuuuuuudo em vão... Tudo porque deixei me dominar por uma possibilidade (esdrúxula). Imagina o quadro de eu aceitar que estava atrasado (afinal, não há nada que eu possa fazer naquele momento) e chegar lá nesse mesmo horário que eu cheguei, mas sem preocupação. A única coisa, na verdade, que eu poderia fazer é sair de casa mais cedo no dia seguinte. Só isso. Essa reflexão fez toda a semana valer a pena. Só de ter a consciência de que posso encarar de uma forma diferente de uma próxima vez já me deixa feliz.

Na terça feira relatei para minha psicóloga que estava me sentindo muito vulnerável e muito fraco, a respeito dessa fase que estou passando. Disse a ela tudo sobre essa intolerância que estou tendo a pessoas que só sabem reclamar, que só sabem trazer problemas para mim, que só sabem desabafar coisas pesadas e nunca trazerem leveza. Esse momento é de muita paz para mim. E acaba que só quero paz. Mas ela me falou uma coisa muito importante: que apesar de eu estar passando por esse momento muito bacana, eu tenho que criar guardas para poder enfrentar o mundo. Nem tudo é só paz, alegria e coisas boas. Claro que você recebe o que você doa (se você dá paz, você recebe paz), mas acaba que não é sempre assim. Tem gente que só sabe dar energias negativas. Vai ter gente chata, vai ter gente reclamona, vai ter gente ansiosa, vai ter gente preocupada e cabe a você criar mecanismos que barram esses sentimentos negativos quando se aproximam de você. Essa é a sua força: manter uma paz interior sem deixar qualquer coisa abalar essa tranquilidade. Depois que saí do consultório, senti uma leveza muito, mas muito grande. Me gerou uma reflexão pesada e senti que cresci mais um pouquinho ouvindo aquelas palavras. Cheguei em casa, dormi, e acordei com um perfil de tolerância muito maior com as pessoas, sobretudo com meus pais.

Meu único dever que estou pecando é na leitura dos livros, que me geram tanta reflexão. Estou muito viciado em Once Upon a Time, então qualquer tempo livre estou me dedicando à série (risos). Estou precisando em dedicar mais às leituras, que me fazem tão bem.
Um abraço cheio de luz e uma semana iluminada pra todos! Gratidão sempre!
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Re: Diário do Carvalho

em 17/3/2018, 21:59
Oi, João!
Fiquei muito encantado com suas reflexões sobre o ego e sobre encarar a vida no presente. Serviu de grande estímulo para mim. Vou procurar o livro que você indicou pra começar logo a ler. Comecei a fazer aulas de natação essa semana e já está me ajudando muito. Só li agora suas ultimas postagens e achei uma coincidência interessante. rsrsrs Sobre o app, assinei por um mês só para testar. Não fiz muitas sessões por falta de tempo, mas fiquei muito feliz com as que fiz. Mas considere o fato de que nunca tive nenhum acompanhamento especializado, então o app acaba sendo uma das poucas fontes que tenho. Parabéns pela força de vontade! Você é inspirador. Forte abraço.
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Re: Diário do Carvalho

em 18/3/2018, 15:27
A dois passos do paraíso escreveu:Oi, João!
Fiquei muito encantado com suas reflexões sobre o ego e sobre encarar a vida no presente. Serviu de grande estímulo para mim. Vou procurar o livro que você indicou pra começar logo a ler. Comecei a fazer aulas de natação essa semana e já está me ajudando muito. Só li agora suas ultimas postagens e achei uma coincidência interessante. rsrsrs Sobre o app, assinei por um mês só para testar. Não fiz muitas sessões por falta de tempo, mas fiquei muito feliz com as que fiz. Mas considere o fato de que nunca tive nenhum acompanhamento especializado, então o app acaba sendo uma das poucas fontes que tenho. Parabéns pela força de vontade! Você é inspirador.  Forte abraço.

Oi meu querido! Fico muito feliz que, de alguma forma, meu diário está sendo uma via de mão dupla: pode me ajudar tanto quanto ajuda outra pessoa. O livro que indiquei deu um start em todo o processo de autoconhecimento e, de certa forma, de auto tratamento. O caminho é longo, mas só de eu ter dado o primeiro passo nessa direção me enche de felicidade e esperança. Espero muito que possa te ajudar assim como está me ajudando.
Obrigado pelas dicas! Muita gratidão!
Grande abraço e uma semana cheia de luz!
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Re: Diário do Carvalho

em 18/3/2018, 17:49
Um passinho de cada vez até conseguirmos nossos objetivos. Fico muito feliz em vê-lo progredindo, meu bebê lindo! Você me inspira tanto, suas reflexões, seu modo como escreve seu diário.
Também estou com alguns contatinhos, trocando conversas, pensamentos, vontades... Vamos progredindo, o importante é não parar.

Desejo muito amor nesse coraçãolzinho maravilhoso! Você sabe que pode contar comigo quando quiser.

Um xêro!

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Visite meu diário e me ajude a vencer!

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Dia 75

em 25/3/2018, 17:19
PMO: vontade esporádica de M, mas sem pensar em P
Pênis com um aumento lento da sensibilidade.
Em uso de aplicativos.
Algumas ereções matinais na semana.
Libido alta

Domingo e segunda feira: dias estranhos. Muita emoção e sentimentos desconhecidos vindo à tona. Domingo estava tranquilo. À tarde fiquei um pouquinho angustiado, mas aquilo acabava por ir passando devagarzinho. Até que a noite chega e começo a fazer, pela primeira vez, depois de estudar bastante sobre os princípios do Reiki, uma auto-aplicação. Fiquei extremamente relaxado e tranquilo. Chegou a melhorar até uma leve dor de cabeça que estava sentindo. Quando fui dormir estava bem, meditando por 25 minutos, como todo fim de semana. Acordo no dia seguinte um caco: corpo pesado, parecendo que não descansei nem um pouquinho à noite, com dor de cabeça e com diarreia. Além disso uma angústia e mau humor que não cabiam em mim. Fui levando o dia, até que tranquilo (no hospital, eu e minha amiga nos divertimos muito, me faz esquecer bastante dos meus problemas e da minha rotina). Quando chego em casa, almoço e vou tirar um cochilo. Quando acordei, decidi instalar o tinder. Instalei e fiquei impressionantes 1:30h deslizando sem perceber. Nisso, uma angústia ia batendo... Muitas coisas vindo na cabeça, não conseguindo controlar meus pensamentos. E enquanto vou conversando com minha outra amiga, uma vontade de chorar enorme. Uma confusão enorme que não conseguia manejar: pensava que queria muito voltar com meu ex namorado, mas via que não tinha jeito, a gente se embatia muito e nossos jeitos de viver e lidar com a vida eram muito diferentes. Aí pensava que eu estava querendo namorar, outra pessoa que seja. Quando pensava nisso, via o quão irritado ficava no meu relacionamento. Ah! Devo ficar solteiro então. Daí pensei na sexta feira: o quão vazio é beijar outras bocas sem significado! Então devo namorar... Mas não quero namorar! Então perdi meu propósito, talvez um propósito que nunca foi definido. Me senti muito mal. Extremamente angustiado. Chorei, e chorei muito. Os pensamentos que vinham na minha cabeça eram dos momentos bacanas que tinha com meu ex, que ainda gosto muito (mas como disso, é impossível a gente voltar, mesmo que ele queira, talvez), sempre com saudade do que a gente tinha vivido. Que angústia! Que angústia! Durante esse momento todo, mandei uma mensagem pra ele, nada a ver. Perguntando se esqueci um livro meu na casa dele. Esse livro nem existia. Conversamos por um certo tempo, e descobri umas coisas que nem queria: ele está fazendo terapia com a mesma psicóloga que eu (quando namorávamos, indiquei ela pra ele). Quando parei de chorar e fiquei mais tranquilo, voltei àquele meu estado normal de consciência, sabendo que o que realmente acontecia era que eu estava seguro da minha decisão de não estar mais junto dele. Refletindo muito depois disso, vi que esse momento foi uma conjunção de várias coisas: o Reiki acabou por quebrar a “casquinha” que eu tinha e extravasou todos os meus sentimentos que há tempos estavam guardados. Desses sentimentos, uma grande maioria era do meu relacionamento, que ficava lá dentro de mim, intactos e “ignorados”, já que nem falava do meu ex mais, nem mesmo pra minha psicóloga. Muito ansioso pra terça feira: terapia! O que preciso trabalhar, além disso tudo: me permitir mais! Permitir sentir sozinho, permitir ficar triste e me permitir ficar resguardado, sem culpa! Às vezes acho que tenho que estar bem e feliz o tempo todo, e que qualquer momento de tristeza deve ser trabalhado urgentemente para não acontecer de novo. Mas não é assim, todos nós sabemos. Que bom que pelo menos eu estou consciente disso tudo: esse é o primeiro passo para que as coisas comecem a se resolver.

Engraçado: no outro dia acordei praticamente 100%. Alguém sabe o que pode ter acontecido? Nem eu sei. Na terça feira fui à psicóloga e conversamos bastante. Mas achei um pouco confuso, já que tinha esse assunto e também o assunto dos meus pais, que o trem não tá muito bom aqui dentro de casa (não sei porque mas não to conseguindo conversar muito com meus pais e estou com muita falta de paciência). Mas ela me disse uma coisa muito bacana sobre vulnerabilidade e me disse que toda carência que eu tenho eu materializo nele. Sempre. E aconteceu igual da outra vez que voltamos: eu bebi, chorei muito na balada e no dia depois e liguei pra ele. Ela me disse que eu gosto de namorar e de ter alguém junto de mim. E sei que o meu ex não é a pessoa certa pra mim. Mas quando vou pensar irracionalmente, meu ex é a pessoa mais fácil para suprir aquilo em mim no momento: como sei que namorar é uma construção (exige encontrar uma pessoa interessante, conviver com ela, descobrir seus gostos, descobrir se temos algo em comum e também descobrir se ela realmente é afim de mim). Isso leva tempo. E não é questão de dias. às vezes temos que ter sorte de encontrar alguém bacana e depois ainda temos que construir algo juntos. Então como às vezes não tenho paciência para isso, já conheço meu ex, já temos intimidade, gosto dele e ele acaba sendo a opção mais viável naquele momento. Mas a vida não é assim. Se eu sei que não damos certo juntos, como que essa opção estaria correta? E tudo aquilo caiu como uma iluminação. Depois daquela sessão tudo voltou tão tranquilo.... E acabou que instalei o Tinder e o Hornet. Estou muito de boa. Claro que as vezes bate uma ansiedade mexendo no app, mas foi muito boa essa quebra de barreira (era uma coisa que eu estava com aversão de instalar). Está sendo bom, apesar de ter muita gente que não tem nada a ver comigo e muita gente escrota. Paciência né!? E é aquela coisa que eu sempre falo: tudo acontece em seu momento. E tudo que acontece no momento, é para um aprendizado. Então vamo que vamo! Mentalizar isso e seguir a vida. Estou tão bem!
Esse fim de semana fui convidado para um aniversário do namorado de minha amiga em uma fazenda. Sabe aquela coisa maravilhosa que a gente tem na vida? Aquele sentimento gostoso de felicidade misturada com muita gratidão? Brincamos, rimos, contamos piadas, nadamos, fumamos um baseadinho, bebemos... Cara! Sem palavras. Muita gratidão pela vida que eu tenho! Só tenho a agradecer! Agora estou aqui nessa parte depressiva do domingo (anoitecer) escrevendo no diário com muita alegria no coração. Ê trem gostoso!
Gratidão por todas as mensagens que recebo aqui. E por todas que leio. Estou tão feliz que estou tendo a oportunidade de escrever sobre mim... Um dia vou poder ler isso e me conhecer cada vez mais. Isso que é legal de um diário: um tempo depois você vê a sua vida com outros olhos. Aprendi uma coisa bacana que uma colega minha me disse: quando estamos vendo nossa vida, no momento, às vezes cheia de desafios, você vê como se a palma da sua mão fosse a situação e você a enxerga a 1cm de seu rosto. Quando você trabalha seus desafios e o tempo passa, você vê a situação de longe, como se fosse um espectador (sabe quando seu amigo te conta uma coisa e te pede um conselho? você vê a situação de longe). Aprendizado e crescimento sempre!

O que aprendi dessa vez: eu não sou de ferro. Talvez seja um ovinho com uma casquinha forte, mas vulnerável. E dentro desse ovinho tem um tantão de sentimento bom e de sentimento que todo ser humano tem: felicidade, amor, angústia, gratidão, tristeza, saudade, alegria, empolgação (...). E eu sou um ser humaninho, tenho tudo disso. Algumas vezes, alguma situação ou desafio quebram essa casquinha. Aí derrama alguma parte ou algum sentimento desse, que eu sinto em mim ou que sinto em relação a outra pessoa. Isso que aconteceu: a casquinha quebrou um pouquinho e derramou uma parte da saudade que sinto, e muita angústia. E isso foi bom: derramou uma parte, ficando cada vez menos. Uma hora a gente deixa ir. E que vá com Deus, porque um novo ciclo chega.
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Re: Diário do Carvalho

em 30/3/2018, 10:43
joaocrv escreveu:PMO: vontade esporádica de M, mas sem pensar em P
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Domingo e segunda feira: dias estranhos. Muita emoção e sentimentos desconhecidos vindo à tona. Domingo estava tranquilo. À tarde fiquei um pouquinho angustiado, mas aquilo acabava por ir passando devagarzinho. Até que a noite chega e começo a fazer, pela primeira vez, depois de estudar bastante sobre os princípios do Reiki, uma auto-aplicação. Fiquei extremamente relaxado e tranquilo. Chegou a melhorar até uma leve dor de cabeça que estava sentindo. Quando fui dormir estava bem, meditando por 25 minutos, como todo fim de semana. Acordo no dia seguinte um caco: corpo pesado, parecendo que não descansei nem um pouquinho à noite, com dor de cabeça e com diarreia. Além disso uma angústia e mau humor que não cabiam em mim. Fui levando o dia, até que tranquilo (no hospital, eu e minha amiga nos divertimos muito, me faz esquecer bastante dos meus problemas e da minha rotina). Quando chego em casa, almoço e vou tirar um cochilo. Quando acordei, decidi instalar o tinder. Instalei e fiquei impressionantes 1:30h deslizando sem perceber. Nisso, uma angústia ia batendo... Muitas coisas vindo na cabeça, não conseguindo controlar meus pensamentos. E enquanto vou conversando com minha outra amiga, uma vontade de chorar enorme. Uma confusão enorme que não conseguia manejar: pensava que queria muito voltar com meu ex namorado, mas via que não tinha jeito, a gente se embatia muito e nossos jeitos de viver e lidar com a vida eram muito diferentes. Aí pensava que eu estava querendo namorar, outra pessoa que seja. Quando pensava nisso, via o quão irritado ficava no meu relacionamento. Ah! Devo ficar solteiro então. Daí pensei na sexta feira: o quão vazio é beijar outras bocas sem significado!  Então devo namorar... Mas não quero namorar! Então perdi meu propósito, talvez um propósito que nunca foi definido. Me senti muito mal. Extremamente angustiado. Chorei, e chorei muito. Os pensamentos que vinham na minha cabeça eram dos momentos bacanas que tinha com meu ex, que ainda gosto muito (mas como disso, é impossível a gente voltar, mesmo que ele queira, talvez), sempre com saudade do que a gente tinha vivido. Que angústia! Que angústia! Durante esse momento todo, mandei uma mensagem pra ele, nada a ver. Perguntando se esqueci um livro meu na casa dele. Esse livro nem existia. Conversamos por um certo tempo, e descobri umas coisas que nem queria: ele está fazendo terapia com a mesma psicóloga que eu (quando namorávamos, indiquei ela pra ele). Quando parei de chorar e fiquei mais tranquilo, voltei àquele meu estado normal de consciência, sabendo que o que realmente acontecia era que eu estava seguro da minha decisão de não estar mais junto dele. Refletindo muito depois disso, vi que esse momento foi uma conjunção de várias coisas: o Reiki acabou por quebrar a “casquinha” que eu tinha e extravasou todos os meus sentimentos que há tempos estavam guardados. Desses sentimentos, uma grande maioria era do meu relacionamento, que ficava lá dentro de mim, intactos e “ignorados”, já que nem falava do meu ex mais, nem mesmo pra minha psicóloga. Muito ansioso pra terça feira: terapia! O que preciso trabalhar, além disso tudo: me permitir mais! Permitir sentir sozinho, permitir ficar triste e me permitir ficar resguardado, sem culpa! Às vezes acho que tenho que estar bem e feliz o tempo todo, e que qualquer momento de tristeza deve ser trabalhado urgentemente para não acontecer de novo. Mas não é assim, todos nós sabemos. Que bom que pelo menos eu estou consciente disso tudo: esse é o primeiro passo para que as coisas comecem a se resolver.  

Engraçado: no outro dia acordei praticamente 100%. Alguém sabe o que pode ter acontecido? Nem eu sei. Na terça feira fui à psicóloga e conversamos bastante. Mas achei um pouco confuso, já que tinha esse assunto e também o assunto dos meus pais, que o trem não tá muito bom aqui dentro de casa (não sei porque mas não to conseguindo conversar muito com meus pais e estou com muita falta de paciência). Mas ela me disse uma coisa muito bacana sobre vulnerabilidade e me disse que toda carência que eu tenho eu materializo nele. Sempre. E aconteceu igual da outra vez que voltamos: eu bebi, chorei muito na balada e no dia depois e liguei pra ele. Ela me disse que eu gosto de namorar e de ter alguém junto de mim. E sei que o meu ex não é a pessoa certa pra mim. Mas quando vou pensar irracionalmente, meu ex é a pessoa mais fácil para suprir aquilo em mim no momento: como sei que namorar é uma construção (exige encontrar uma pessoa interessante, conviver com ela, descobrir seus gostos, descobrir se temos algo em comum e também descobrir se ela realmente é afim de mim). Isso leva tempo. E não é questão de dias. às vezes temos que ter sorte de encontrar alguém bacana e depois ainda temos que construir algo juntos. Então como às vezes não tenho paciência para isso, já conheço meu ex, já temos intimidade, gosto dele e ele acaba sendo a opção mais viável naquele momento. Mas a vida não é assim. Se eu sei que não damos certo juntos, como que essa opção estaria correta? E tudo aquilo caiu como uma iluminação. Depois daquela sessão tudo voltou tão tranquilo.... E acabou que instalei o Tinder e o Hornet. Estou muito de boa. Claro que as vezes bate uma ansiedade mexendo no app, mas foi muito boa essa quebra de barreira (era uma coisa que eu estava com aversão de instalar). Está sendo bom, apesar de ter muita gente que não tem nada a ver comigo e muita gente escrota. Paciência né!? E é aquela coisa que eu sempre falo: tudo acontece em seu momento. E tudo que acontece no momento, é para um aprendizado. Então vamo que vamo! Mentalizar isso e seguir a vida. Estou tão bem!
Esse fim de semana fui convidado para um aniversário do namorado de minha amiga em uma fazenda. Sabe aquela coisa maravilhosa que a gente tem na vida? Aquele sentimento gostoso de felicidade misturada com muita gratidão? Brincamos, rimos, contamos piadas, nadamos, fumamos um baseadinho, bebemos... Cara! Sem palavras. Muita gratidão pela vida que eu tenho! Só tenho a agradecer! Agora estou aqui nessa parte depressiva do domingo (anoitecer) escrevendo no diário com muita alegria no coração. Ê trem gostoso!
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O que aprendi dessa vez: eu não sou de ferro. Talvez seja um ovinho com uma casquinha forte, mas vulnerável. E dentro desse ovinho tem um tantão de sentimento bom e de sentimento que todo ser humano tem: felicidade, amor, angústia, gratidão, tristeza, saudade, alegria, empolgação (...). E eu sou um ser humaninho, tenho tudo disso. Algumas vezes, alguma situação ou desafio quebram essa casquinha. Aí derrama alguma parte ou algum sentimento desse, que eu sinto em mim ou que sinto em relação a outra pessoa. Isso que aconteceu: a casquinha quebrou um pouquinho e derramou uma parte da saudade que sinto, e muita angústia. E isso foi bom: derramou uma parte, ficando cada vez menos. Uma hora a gente deixa ir. E que vá com Deus, porque um novo ciclo chega.
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Re: Diário do Carvalho

em 31/3/2018, 09:52
marcosbanc escreveu:
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Engraçado: no outro dia acordei praticamente 100%. Alguém sabe o que pode ter acontecido? Nem eu sei. Na terça feira fui à psicóloga e conversamos bastante. Mas achei um pouco confuso, já que tinha esse assunto e também o assunto dos meus pais, que o trem não tá muito bom aqui dentro de casa (não sei porque mas não to conseguindo conversar muito com meus pais e estou com muita falta de paciência). Mas ela me disse uma coisa muito bacana sobre vulnerabilidade e me disse que toda carência que eu tenho eu materializo nele. Sempre. E aconteceu igual da outra vez que voltamos: eu bebi, chorei muito na balada e no dia depois e liguei pra ele. Ela me disse que eu gosto de namorar e de ter alguém junto de mim. E sei que o meu ex não é a pessoa certa pra mim. Mas quando vou pensar irracionalmente, meu ex é a pessoa mais fácil para suprir aquilo em mim no momento: como sei que namorar é uma construção (exige encontrar uma pessoa interessante, conviver com ela, descobrir seus gostos, descobrir se temos algo em comum e também descobrir se ela realmente é afim de mim). Isso leva tempo. E não é questão de dias. às vezes temos que ter sorte de encontrar alguém bacana e depois ainda temos que construir algo juntos. Então como às vezes não tenho paciência para isso, já conheço meu ex, já temos intimidade, gosto dele e ele acaba sendo a opção mais viável naquele momento. Mas a vida não é assim. Se eu sei que não damos certo juntos, como que essa opção estaria correta? E tudo aquilo caiu como uma iluminação. Depois daquela sessão tudo voltou tão tranquilo.... E acabou que instalei o Tinder e o Hornet. Estou muito de boa. Claro que as vezes bate uma ansiedade mexendo no app, mas foi muito boa essa quebra de barreira (era uma coisa que eu estava com aversão de instalar). Está sendo bom, apesar de ter muita gente que não tem nada a ver comigo e muita gente escrota. Paciência né!? E é aquela coisa que eu sempre falo: tudo acontece em seu momento. E tudo que acontece no momento, é para um aprendizado. Então vamo que vamo! Mentalizar isso e seguir a vida. Estou tão bem!
Esse fim de semana fui convidado para um aniversário do namorado de minha amiga em uma fazenda. Sabe aquela coisa maravilhosa que a gente tem na vida? Aquele sentimento gostoso de felicidade misturada com muita gratidão? Brincamos, rimos, contamos piadas, nadamos, fumamos um baseadinho, bebemos... Cara! Sem palavras. Muita gratidão pela vida que eu tenho! Só tenho a agradecer! Agora estou aqui nessa parte depressiva do domingo (anoitecer) escrevendo no diário com muita alegria no coração. Ê trem gostoso!
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O que aprendi dessa vez: eu não sou de ferro. Talvez seja um ovinho com uma casquinha forte, mas vulnerável. E dentro desse ovinho tem um tantão de sentimento bom e de sentimento que todo ser humano tem: felicidade, amor, angústia, gratidão, tristeza, saudade, alegria, empolgação (...). E eu sou um ser humaninho, tenho tudo disso. Algumas vezes, alguma situação ou desafio quebram essa casquinha. Aí derrama alguma parte ou algum sentimento desse, que eu sinto em mim ou que sinto em relação a outra pessoa. Isso que aconteceu: a casquinha quebrou um pouquinho e derramou uma parte da saudade que sinto, e muita angústia. E isso foi bom: derramou uma parte, ficando cada vez menos. Uma hora a gente deixa ir. E que vá com Deus, porque um novo ciclo chega.
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Dia 81

em 31/3/2018, 09:56
PMO: vontade zero!
Pênis com um aumento lento da sensibilidade.
Em uso de aplicativos.
Ereções matinais praticamente diárias.
Libido normal.

Tenho percebido, com muita alegria, que realmente tenho deixado meu vício de M e P de lado. Esses dias minha libido estava nas alturas. Vou falar duas visões que tenho sobre isso.
(1) É um ótimo sinal! Me sinto vivo! Muito ao contrário de quando eu tomava remédio e não sentia vontade de fazer nada: de beijar, de transar e de nenhum contato com o outro. Está sendo melhor ainda pois estou tendo a sensação de que apenas uma P ou M não iriam me satisfazer. Então apesar da libido alta, não tenho vontade de ficar me M por horas vendo P, vai muito além disso: sinto vontade do contato humano, pele com pele e aquela presença, coisa que antes, no vício, era muito rara. Quando estava com muito tesão, só pensava que horas e em qual situação poderia preparar meu computador para horas de M. Era bom na época. Mas agora eu quero mais. De coração. Isso não iria me bastar, então eu tenho vontade zero até de começar (é tão gostoso eu perceber isso! Significa que esses mais de 80 dias não foram – nem um pouquinho – em vão!).
Mas por outro lado (2) tem me gerado muita ansiedade, sobretudo quando minha libido explode nas alturas. Eu começo a mexer nos aplicativos 20 vezes mais do que o normal. Tudo isso na tentativa de achar alguém para dar uns beijos e conversar. Mas sei também que não sou muito de transar no primeiro encontro (nada contra, até acho legal! Mas minha insegurança, por causa da ER, ainda bate um pouco forte no peito, já que, depois do reboot, não cheguei a transar com ninguém). Então essa ansiedade, na verdade, é para nada. Sei que vou encontrar com a pessoa e, depois de alguns bons encontros, é que iríamos transar (geralmente é isso que acontece). Aí essa ansiedade, quando muito forte, me deixa pra baixo, com uma sensação de carência e tudo vai logo abaixo, porque algumas vezes aconteceu de materializar e canalizar tudo isso no meu ex (acho que foi isso que aconteceu na semana passada: quem leu, foi a teoria do ovo).
Na quarta feira saí pra balada com minha amiga. E vi um fenômeno que me deixou muito feliz. Estava aos beijos com um cara e fiquei simplesmente duro como pedra. Muito excitado. Muito. Quando falo igual pedra, pode ser às vezes mais duro ainda que pedra. Mais ainda. Muito mais ahhahahahaha. Ainda mais que, quando o clima esquentou, o cara falou para irmos para a casa dele para transarmos, e que ele estava louco para fazer um sexo oral em mim. Naquele rala e rola, peguei dentro da cueca dele e o pau dele estava meia meia meia bomba. Claro que ele poderia não estar tendo o tesão que eu estava sentindo, na mesma intensidade. Mas vamos dizer que sim: será que ele é viciado em pornografia? Ahahahaha fiquei pensando muito nisso. Na teoria da “água mole em pedra dura”, o meu era a pedra e o dele era a água mole hahahahaha. Quando acordei na quinta, pronto para o meu sonhado retiro espiritual na casa dos meus avós no interior, acordei com aquela pedra, a mesma que falei agora. Acordei 2 vezes à noite e a pedra estava lá. E por incrível que pareça: não teve nem sinais de polução noturna. Não sei por onde estou canalizando todo esse tesão que não foi dissipado kkkkkk.

Essa semana foi bastante tranquila. Estou me sentindo nota 10. A viagem do fim de semana passado me fez muito bem. Acabou que na terça feira desisti de ir na psicóloga, um pouco por preguiça, mas muito porque passei muito bem esses dias (sei que isso é um pensamento bastante errado, de ter vontade de ir na terapia quando o bicho está pegando). Sinto um pouco de dificuldade de ir à consulta sem ter os temas todos arquivados na minha cabeça... Queria que as coisas fossem um pouquinho mais espontâneas.

Cada dia que passa vejo que estou muito mais calmo e menos ansioso que ano passado. Muitas das situações que passo no meu dia, que me estressam, eu consigo deixar isso tudo no pensamento, dificilmente transformando em emoção. Nem aquele frio na barriga: por incrível que pareça, não estou costumando somatizar meus pensamentos.

Hoje li um texto muito interessante sobre o sofrimento. O sofrimento nada mais é que o nosso ego agindo independente da nossa vontade. A maioria das pessoas vive sem perceber a ação do ego individual na vida, deixando sempre se levar pelos pensamentos que passam na nossa cabeça aleatoriamente. Já até falei sobre isso um dia aí pra trás. Mas o interessante desse texto é que diz que sempre que a gente sofre, colocamos a culpa em algum fato ou em alguma pessoa (forma). E isso nunca é a verdade. O sofrimento é a nossa, isso mesmo, a nossa interpretação da situação. É engraçado como que tudo parte da gente. E é impressionante (muita gente não percebe isso) que os rumos da nossa vida e o jeito que a gente vive dependem quase que 100% da gente. Tudo é sobre a interpretação e a ação que teremos frente a uma situação. Isso até entra no que também já falei, de encarar os nossos “problemas” não como problemas, mas como desafios. Isso muda completamente a perspectiva da situação. O livro até fala que todos os sentimentos ruins que a gente tem trazem quase que 100% das consequências somente para a gente. E isso é a pura verdade. Um exemplo: eu estou passando um período muito difícil em casa. Estou muito irritado com meu pai, com qualquer coisa que ele fala... Estou até trabalhando isso com a psicóloga, mas enfim. Quando ele vem trazer algo legal do dia dele (mesmo sem nenhuma cobrança, briga ou qualquer coisa negativa), eu estou ficando irritado e não conseguindo conversar tranquilamente. Apesar disso, eu sempre o trato com educação e finjo não estar irritado. Mas estou. Agora uma pergunta: para quem toda essa situação está fazendo mal? Para meu pai? Hum... Para mim? Sim. Para mim mesmo. Eu que estou carregando aquela situação com uma negatividade, e talvez somatizando aquilo em mim, mesmo sem perceber. Ou seja: a minha interpretação da situação (não a situação em si) está me fazendo mal. E somente a mim. Isso me fez refletir muitão. É a mesma coisa quando falamos que tal pessoa é feia ou que odeia quando está chovendo. A pessoa é realmente feia? Quem disse? A chuva é realmente odiosa? Não. Tudo isso é a sua interpretação sobre a situação. A pessoa simplesmente é (no sentido de existir). A chuva simplesmente é. É você quem a acha feia. É você que odeia. Isso engloba, então, tudo aquilo que atribuímos a culpa. Tenho que sempre lembrar: tudo isso está dentro de mim. Não é a situação que me faz reagir. Sou eu que reajo à situação. Mas é claro, a gente nunca deve se culpar: é se permitir ser vulnerável. Preciso lembrar muito disso também.

Gratidão pela vida e pela energia que é me dada todos os dias. Uma semana iluminada para todos!
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Dia 109

em 28/4/2018, 15:51
PMO: sem vontade alguma de P, mas muita vontade de M, diariamente.
Libido elevadíssima
Em uso de aplicativos.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Meditações diárias de pelo menos 15 minutos.
Ereções matinais com força total, todos os dias

Que sumida foi essa, hein!? Passei meus 90 dias, mas meus objetivos não param por aí. Claro que a meta de pornografia é para a vida toda, mas o desafio da masturbação não virar um compulsão é diário.
Quando cheguei aos 90 dias, me dei um "prêmio". Um prêmio de uma M consciente e super tranquila. Apesar disso, esse evento me custou um pouco, ao longo dos dias até hoje. Esse gatilho que tive me acabou dando vontades diárias de M. Estava (e está!) bastante difícil de controlar. Na primeira semana dos 90 dias, cheguei a praticar  o ato por volta de 3 vezes na semana, sendo que isso perpetuou na semana seguinte. Essa semana (ufa!), consegui me controlar bastante, tentando deixar esse efeito caçador de lado. Uma dica: tentem não praticar e não se dêem esse prêmio. Uma vez que você se M, há grandes chances de você querer sempre mais. E isso pode te dar muitas chances de recair. Eu, por exemplo, por esses tempos, não me M com fantasias mentais e muito menos com P. Mas mesmo assim sinto que, se fosse fraco, eu recorreria a esses métodos.  Graças a Deus atualmente estou muito mais forte do que estava há um ano atrás, por exemplo. E nem cogito, (mesmo!), recorrer à P. Percebi que quando me M por 3 dias seguidos eu fiquei fraco, estranho, com pouca capacidade de concentração e o corpo estranho. Pode ser coincidência, mas não consigo relacionar nada à essa ocorrência.

Estava tendo, no início do mês, muita ansiedade. Uma ansiedade que estava intrinsecamente relacionada ao uso do celular. Agora, até hoje não estou sabendo dizer se o celular provoca isso ou se o uso excessivo do celular é uma consequência da ansiedade. Essa sensação manifestava também na minha meditação, me dando muita impaciência e me impedindo de meditar meus 20-30 minutos, vontade de M frequente e, por incrível que pareça, pesadelos durante a noite. Engraçado, não sei a quê está relacionado isso, mas praticamente não tive pesadelos esse ano. Começaram a ter exatamente nesse início do mês no qual a ansiedade estava maior.
Voltando ao assunto do celular, instalei um aplicativo para o controle do meu tempo. Tenho usado, em média, de 1:30h a 3:30h diariamente. 1:30h quando uso pouco e 3:30h quando uso moderadamente. Dois dias nesse mês fiquei nas incríveis 5:30h!!! Estou fazendo de tudo para poder reduzir a 2:30h limítrofes, por dia. Vamos ver como me saio. O aplicativo me disse que fico a maior parte do tempo no whatsapp e aplicativos de relacionamento (Tinder e Scruff, que uso). Por que não facebook e instagram? Não tenho redes sociais, por isso kkkkkkkk.

Minha libido está altíssima. Sinto que poderia transar a todo momento. Apesar disso, a minha insegurança ainda permanece. Tento descobrir o motivo, lá nos meus "adentros", de tanta falta de segurança. Queria muito, como já disse algumas vezes no meu diário, ser uma pessoa livre: "quero transar, vou transar". Mas isso infelizmente não funciona comigo. Para eu ter alguma coisa sexual com alguém, tenho que ter tempo e intimidade com ela (exceto aqueles momentos na balada que rola um sexo oral e tal). Tanto que estou conversando com alguns garotos no aplicativo, mas ainda nem penso em transar com eles. No mínimo, sei lá, 3 encontros bastam para eu começar a ter intimidade com alguém. Mas isso vai contra o que eu realmente quero, a tão sonhada liberdade sexual. Isso me remete muito à época que fiquei 2 anos sem transar (com penetração) com alguém. Sim, 2 anos. E isso não é por causa que me sentia feio, ou que ninguém se interessava por mim e tal. O quadro era diferente. Não conseguia encontrar uma pessoa bacana que valia a pena ter mais de 1 encontro com ela. Então, acabava que eu ficava sem transar. Talvez seja por um episódio que tive que realmente marcou minha vida, vou contar rapidinho. Há aproximadamente 3 anos atrás estava conversando com um cara mais velho no aplicativo, de mais ou menos 35 anos (eu tinha 21). Não costumávamos conversar muito, mas estávamos combinando de encontrar.  Nessa época, eu costumava ser mais livre, então não conversava por muito tempo com os caras até encontrar. E se rolasse sexo no primeiro encontro, estava tudo bem. Em um belo dia, combinamos de encontrar e ele ia me buscar em casa de carro (olha que doideira! nem conhecia o cara direito e entrei no carro dele). Quando entrei, conversamos e tal e ele me perguntou o que queria fazer. Eu disse que ele que sabia, talvez um cinema ou um almoço. Ele, então, disse que iríamos pro motel. Eu fiquei um pouco apreensivo mas concordei em embarcar naquela experiência nova na minha vida, já que nunca tinha feito aquilo. Quando chegamos lá, o cara era um pouquinho objetivo demais... fizemos alguns minutos de sexo oral e o cara já queria penetração. Eu, naquele momento, fiquei bastante tenso: não estava relaxado o suficiente e nem excitado o suficiente (apesar de aquele cara ter sido um dos mais bonitos que já peguei na minha vida). Beleza e "gostosura" não são tudo nessa vida... aprendi muito isso. Ele queria penetrar de qualquer jeito, forçando e forçando, pedindo pra eu relaxar. Mas não estava rolando. Ele começou a se estressar e pedir insistentemente pra eu relaxar. Eu disse que não dava mais e paramos por aí. O cara ficou extremamente puto. Me tratou super mal e fomos embora sem trocar nenhuma palavra um com o outro. Quando chegou na minha casa, ele despediu de mim com um aperto de mão. Me senti muito, mas muito humilhado. E encarei isso quase como um estupro, de tanto que o cara forçava e que eu queria que aquilo acabasse logo. Foi uma experiência terrível, que eu nunca vou esquecer na minha vida. Eu acho que, à partir daí, eu nunca tive a segurança que eu tinha na época. Isso me influencia muito até hoje, apesar de eu progressivamente ficar mais seguro. Meu ex namorado, nesse quesito, foi uma bênção na minha vida: ele tinha super paciência, era super tranquilo e compreensível, me ajudando demais a passar por cima desse trauma (mesmo eu nunca tendo conversado com ele sobre isso).

Agora estou na casa dos meus avós, naquele retiro espiritual que sempre falo. Feriado é ainda melhor. Mesmo com muita coisa para estudar (tenho prova na quarta feira, de geriatria), estou conseguindo entrar em paz bastante profunda. Gratidão pela vida. Sou uma pessoa extremamente feliz e grato pela pessoa que sou, por tudo que acontece comigo e por todos os meus amigos e minha família. Que as energias positivas sempre fluam pro nosso lado. Gratidão mais uma vez!

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Reset: Dia 03

em 30/5/2018, 15:54
Saudações!

Sumi completamente do fórum. Infelizmente, porque estar aqui escrevendo no diário me ajudava bastante a me manter no caminho e ficar completamente sem P.  Acaba que estou passando por um momento que, apesar de ainda muita paz e muita tranquilidade, por vezes abalados, normal, mas de muita preguiça de fazer as coisas. E é tudo. Estou em um momento muito meu, muito reservado e curtindo muito meu tempo livre deitadinho na cama e vendo séries. Acho que todo mundo tem essa época, né!? Nem estudar estou estudando direito, já que estou em um internato que me interessa pouco (medicina de urgência) e também por ter prova somente no final dele (setembro). Então muita vagabundagem tá rolando! ahahahahaha

E acabou que recaí. Acho que esses momentos que a gente fica muito sozinho, com muito tédio e querendo que algo realmente excitante aconteça são muito propensos à gente ligar uma P e M. Não foi bem isso que aconteceu: resolvi resetar porque vez ou outra eu estava entrando em aplicativos, trocando nudes, mas sem masturbação. Outras vezes entrava em um site de vídeos e fotos caseiras (P), que são o meu fraco, e ficava apenas assistindo, também sem M. Então acaba que eu ficava me enganando, sabe!? Fazia um Reboot meio "sujo", constantemente vendo P na internet. Além disso, me permitia M às vezes, sem fantasias e sem P. Mas acaba que algumas vezes se tornava compulsivo, ao meu ver, chegando a me M 3 dias consecutivos na semana. Sendo assim, chegou um dia que coloquei para mim que não queria fazer um reboot desse jeito: preferia "cair" e começar tudo de novo a continuar esse reboot meio estranho. Tirei um dia e M com P: dia 13 de maio. Foi bom, mas realmente não foi aqueeeeela coisa que eu sentia quando não estava no reboot. Mas depois fiquei bem tranquilo. E estou. Nada de ficar triste e achar que joguei esses quase 130 dias fora. Nada nada nada disso. Vi apenas como uma queda e um continuum no meu processo. Mas acaba que esse começo eu acho mais difícil, então recaí no dia 26, mas desde lá estou com força total. E vir aqui escrever sobre isso e recomeçar meu processo é muito muito empoderador. Estou muito feliz por isso!

Pena que esse fórum está muito parado... Antes eu gostava de visitar outros diários para me dar força. Quero tirar tempo para continuar fazendo isso, porque é muito importante.

PMO: passando por um período de vontade diária. Me segurando muito para não ceder.
Libido elevadíssima
Sem uso de aplicativos.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
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Re: Diário do Carvalho

em 30/5/2018, 18:55
joaocrv escreveu:Saudações!

Sumi completamente do fórum. Infelizmente, porque estar aqui escrevendo no diário me ajudava bastante a me manter no caminho e ficar completamente sem P.  Acaba que estou passando por um momento que, apesar de ainda muita paz e muita tranquilidade, por vezes abalados, normal, mas de muita preguiça de fazer as coisas. E é tudo. Estou em um momento muito meu, muito reservado e curtindo muito meu tempo livre deitadinho na cama e vendo séries. Acho que todo mundo tem essa época, né!? Nem estudar estou estudando direito, já que estou em um internato que me interessa pouco (medicina de urgência) e também por ter prova somente no final dele (setembro). Então muita vagabundagem tá rolando! ahahahahaha

E acabou que recaí. Acho que esses momentos que a gente fica muito sozinho, com muito tédio e querendo que algo realmente excitante aconteça são muito propensos à gente ligar uma P e M. Não foi bem isso que aconteceu: resolvi resetar porque vez ou outra eu estava entrando em aplicativos, trocando nudes, mas sem masturbação. Outras vezes entrava em um site de vídeos e fotos caseiras (P), que são o meu fraco, e ficava apenas assistindo, também sem M. Então acaba que eu ficava me enganando, sabe!? Fazia um Reboot meio "sujo", constantemente vendo P na internet. Além disso, me permitia M às vezes, sem fantasias e sem P. Mas acaba que algumas vezes se tornava compulsivo, ao meu ver, chegando a me M 3 dias consecutivos na semana. Sendo assim, chegou um dia que coloquei para mim que não queria fazer um reboot desse jeito: preferia "cair" e começar tudo de novo a continuar esse reboot meio estranho. Tirei um dia e M com P: dia 13 de maio. Foi bom, mas realmente não foi aqueeeeela coisa que eu sentia quando não estava no reboot. Mas depois fiquei bem tranquilo. E estou. Nada de ficar triste e achar que joguei esses quase 130 dias fora. Nada nada nada disso. Vi apenas como uma queda e um continuum no meu processo. Mas acaba que esse começo eu acho mais difícil, então recaí no dia 26, mas desde lá estou com força total. E vir aqui escrever sobre isso e recomeçar meu processo é muito muito empoderador. Estou muito feliz por isso!

Pena que esse fórum está muito parado... Antes eu gostava de visitar outros diários para me dar força. Quero tirar tempo para continuar fazendo isso, porque é muito importante.

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Que bom que está de volta. A cada rebooter que volta é motivo de comemoração.
Você disse sobre o fórum estar parado, já esteve mais. Nossa seção de Homossexuais até que está movimentadinha ultimamente.
Você disse que está sem aplicativos e é o melhor que você pode fazer. Eu sempre disse que o reboot é uma ótima oportunidade para educarmos nossa sexualidade. Nos apps gays há muito sexo sujo, promíscuo, barato, descartável, e ali o que se vê muito é uma busca pela aparência. Um açougue de carne humana. Se o cara tem foto sem camisa, é bonito, forte, musculoso, e se apresenta os padrões europeizados é tudo que as pessoas querem. Te pergunto: é isso que você quer pra sua vida? Eu não quero um desejo um fugaz. Uma pergunta: você está sem apps, e rede sociais (Whatsapp, Facebook e Instagram) como está?

Abraços na paz!

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Re: Diário do Carvalho

em 30/5/2018, 22:52
Assistir vídeos de P sem praticar M é o tal do edging, que consegue ser ainda mais nocivo que a PMO.

Eu cheguei numa situação de DE severa justamente por praticar o edging diariamente.

Nudes também são um perigo, pois estimulam as fantasias e geram uma excitação artificial (mesmo que não chegue a ocorrer uma ereção).

Abs!

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34 dias
69 dias

 
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Re: Diário do Carvalho

em 30/5/2018, 22:56
joaocrv escreveu:Saudações!

Sumi completamente do fórum. Infelizmente, porque estar aqui escrevendo no diário me ajudava bastante a me manter no caminho e ficar completamente sem P.  Acaba que estou passando por um momento que, apesar de ainda muita paz e muita tranquilidade, por vezes abalados, normal, mas de muita preguiça de fazer as coisas. E é tudo. Estou em um momento muito meu, muito reservado e curtindo muito meu tempo livre deitadinho na cama e vendo séries. Acho que todo mundo tem essa época, né!? Nem estudar estou estudando direito, já que estou em um internato que me interessa pouco (medicina de urgência) e também por ter prova somente no final dele (setembro). Então muita vagabundagem tá rolando! ahahahahaha

E acabou que recaí. Acho que esses momentos que a gente fica muito sozinho, com muito tédio e querendo que algo realmente excitante aconteça são muito propensos à gente ligar uma P e M. Não foi bem isso que aconteceu: resolvi resetar porque vez ou outra eu estava entrando em aplicativos, trocando nudes, mas sem masturbação. Outras vezes entrava em um site de vídeos e fotos caseiras (P), que são o meu fraco, e ficava apenas assistindo, também sem M. Então acaba que eu ficava me enganando, sabe!? Fazia um Reboot meio "sujo", constantemente vendo P na internet. Além disso, me permitia M às vezes, sem fantasias e sem P. Mas acaba que algumas vezes se tornava compulsivo, ao meu ver, chegando a me M 3 dias consecutivos na semana. Sendo assim, chegou um dia que coloquei para mim que não queria fazer um reboot desse jeito: preferia "cair" e começar tudo de novo a continuar esse reboot meio estranho. Tirei um dia e M com P: dia 13 de maio. Foi bom, mas realmente não foi aqueeeeela coisa que eu sentia quando não estava no reboot. Mas depois fiquei bem tranquilo. E estou. Nada de ficar triste e achar que joguei esses quase 130 dias fora. Nada nada nada disso. Vi apenas como uma queda e um continuum no meu processo. Mas acaba que esse começo eu acho mais difícil, então recaí no dia 26, mas desde lá estou com força total. E vir aqui escrever sobre isso e recomeçar meu processo é muito muito empoderador. Estou muito feliz por isso!

Pena que esse fórum está muito parado... Antes eu gostava de visitar outros diários para me dar força. Quero tirar tempo para continuar fazendo isso, porque é muito importante.

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Primeiramente, antes de mais nada, gostaria de relembrar esse ser-humano lindo por dentro e por fora que você é.
Meus sinceros agradecimentos por sua preocupação para comigo. És um anjo!
Engraçado nossa sintonia, até nas quedas somos iguais hahahahahahaha

Meu anjo, vamos conseguir novamente. Você é muito determinado naquilo que se propõem a fazer, e eu me orgulho muito disso em você.

Sabes que pode contar comigo para tudo que estiver ao meu alcance.

Um xêro bem grande!

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Re: Diário do Carvalho

em 30/5/2018, 23:02
Boa noite Joao, li sua história e sua incrível progressão ao longo do reboot e devo dizer que é uma inspiração realmente. Me senti extremamente aliviado em ler sua melhora e saber que isso pode ser possível para mim também! Espero poder compartilhar as mesmas vitórias Smile Vou acompanhar seu diário e estamos juntos nessa! Nada foi em vão, ainda guarda os resultados de um reboot completíssimo.

joaocrv escreveu:Saudações!

Sumi completamente do fórum. Infelizmente, porque estar aqui escrevendo no diário me ajudava bastante a me manter no caminho e ficar completamente sem P.  Acaba que estou passando por um momento que, apesar de ainda muita paz e muita tranquilidade, por vezes abalados, normal, mas de muita preguiça de fazer as coisas. E é tudo. Estou em um momento muito meu, muito reservado e curtindo muito meu tempo livre deitadinho na cama e vendo séries. Acho que todo mundo tem essa época, né!? Nem estudar estou estudando direito, já que estou em um internato que me interessa pouco (medicina de urgência) e também por ter prova somente no final dele (setembro). Então muita vagabundagem tá rolando! ahahahahaha

E acabou que recaí. Acho que esses momentos que a gente fica muito sozinho, com muito tédio e querendo que algo realmente excitante aconteça são muito propensos à gente ligar uma P e M. Não foi bem isso que aconteceu: resolvi resetar porque vez ou outra eu estava entrando em aplicativos, trocando nudes, mas sem masturbação. Outras vezes entrava em um site de vídeos e fotos caseiras (P), que são o meu fraco, e ficava apenas assistindo, também sem M. Então acaba que eu ficava me enganando, sabe!? Fazia um Reboot meio "sujo", constantemente vendo P na internet. Além disso, me permitia M às vezes, sem fantasias e sem P. Mas acaba que algumas vezes se tornava compulsivo, ao meu ver, chegando a me M 3 dias consecutivos na semana. Sendo assim, chegou um dia que coloquei para mim que não queria fazer um reboot desse jeito: preferia "cair" e começar tudo de novo a continuar esse reboot meio estranho. Tirei um dia e M com P: dia 13 de maio. Foi bom, mas realmente não foi aqueeeeela coisa que eu sentia quando não estava no reboot. Mas depois fiquei bem tranquilo. E estou. Nada de ficar triste e achar que joguei esses quase 130 dias fora. Nada nada nada disso. Vi apenas como uma queda e um continuum no meu processo. Mas acaba que esse começo eu acho mais difícil, então recaí no dia 26, mas desde lá estou com força total. E vir aqui escrever sobre isso e recomeçar meu processo é muito muito empoderador. Estou muito feliz por isso!

Pena que esse fórum está muito parado... Antes eu gostava de visitar outros diários para me dar força. Quero tirar tempo para continuar fazendo isso, porque é muito importante.

PMO: passando por um período de vontade diária. Me segurando muito para não ceder.
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Sem uso de aplicativos.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Sem meditações.
Ereções matinais ocasionais.

Bjo procês. Gratidão pela vida e por tudo que acontece comigo! Muita energia pra todos!
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Re: Diário do Carvalho

em 1/6/2018, 16:16
Gratidão ao carinho de todos!

@DavidSilva
Exatamente isso! É muito triste que, apesar de o mundo hétero também estar nesse nível, o universo gay só se preocupa com formas e padrões externos e quase nunca ao que cada pessoa tem para oferecer por dentro. Cada um é tão rico, cheio de história e de experiências. O pior é que dependemos dos aplicativos né, muitas vezes, já que chego a preferi-los à boates.
A única rede social que uso é o Whatsapp. Portanto, não tenho Facebook, Instagram, Tinder... Isso é muito bom pois fico bem longe da maioria dos gatilhos e também fico longe do que chamamos "a falsidade das redes sociais", nas quais tudo aparenta ser perfeito e cheio de felicidade infinita. Sabemos que por trás disso, muitas vezes, há muita infelicidade, necessidade de reconhecimento e vazio. É bom ficar longe disso, porque, queira ou não, você começa a se ligar demais no "falso espetáculo" da vida dos outros, sempre se colocando pra baixo ou tentando alcançar padrões que não existem.

@Internet
Isso é verdade! Mas eu não chegava a praticar o Edging. Só assistia a P mesmo. Mesmo assim acho bastante tóxico, já que você se excitava por coisas completamente artificiais. Fora que, na minha visão, quanto mais coisas "perfeitas" e ao seu gosto você vê, mais você acha que vai encontrar isso na vida real. E nem sempre é assim, né!? A gente não vê os defeitos na P, já que a partir de cada imperfeição a gente tem o poder de mudar o vídeo, a foto ou qualquer coisa que seja. A cada artificialidade o real parece ficar mais longe, né!?

@marcosbanc
Eu não tenho palavras pra você, sabia? Minha admiração por você é enorme! Sua persistência, sua luta e seu cuidado são infinitos!
Engraçado que temos uma sintonia grande mesmo, que até na hora de cair, caímos juntos! Você é um ser humaninho lindo por fora e por dentro, e cheio de muita luz! Gratidão por ser o expectador mais próximo nessa minha jornada!
Muita energia positiva pra você!

@hereandnow
É possível pra todos nós! Foi uma evolução muito grande mesmo que passei. Ao longo do tempo percebi minha visão mais clara sobre as coisas, queda da minha ansiedade e uma conexão muito maior com o real: queira ou não, igual disse ao Internet, a cada artificialidade, o real fica cada vez mais longe. E quero cada vez mais viver o real e todas as imperfeições que vem nele, aceitando minhas vulnerabilidades e a dos outros também. Sabemos que nada é perfeito, mas infelizmente é cada vez mais difícil aceitar as imperfeições, né!? Vou ler o seu diário para saber melhor da sua história! Um bjo grande!

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Dia 06

em 2/6/2018, 10:32
PMO: sem vontade. Muita vontade apenas de M.
Libido normal.
Sem uso de aplicativos ou redes sociais, apenas whatsapp.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Voltando à meditação.
Ereções matinais ocasionais.

É incrível como que estar no fórum me ajuda. Parece que eu me lembro constantemente do que estou me propondo a fazer. Ontem durante o banho, cheguei a perceber uma sensibilidade gigante do meu pênis. Quase aquela que sentia no início da minha adolescência (sim, eu lembro!), na qual mal conseguia lavá-lo, de tanta sensibilidade. Claro que essa quantidade de sensibilidade não volta, mas esses quase 150 dias que já estou me propondo a ficar no reboot, com apenas duas recaídas (que eu não considero como perda do processo), certamente me ajudaram, e estão me ajudando, muito, mas muito mesmo, a melhorar minha sensibilidade.

Basta apenas uma lembrança de como era antes do reboot: além de P, a M era sempre com o pênis seco, durante vários minutos, as vezes chegava a uma hora, e por cerca de 2-3 vezes na semana. Isso acabava por me machucar bastante. Além disso, por eu não ter ser circuncidado, meu pênis ficava frequentemente inflamado e com fissuras. Agora, além de todas as vezes que eu pratiquei M ter sido com óleo lubrificante, eu sempre tenho o cuidado de secar o pênis depois do banho e frequentemente passar algumas gotas de óleo cicatrizante. Eu não imaginava o resultado disso. Esses simples passos mudaram tudo e me ajudaram bastante na sensibilidade e na aparência, que simplesmente sempre está com aspecto saudável e limpo.

Como não estou praticando nenhum exercício físico no momento (eu simplesmente fico deitado o dia inteiro, quando não tenho compromissos com a faculdae - e eu amo isso! kkkkkk), vou voltar à academia e ir, pelo menos, umas 4 vezes na semana. Isso vai me ajudar com a minha estima corporal, mas, muito além disso, me ajuda com meu bem estar e com meu ânimo, fora que me dará mais um motivo para ficar longe dos pensamentos em PMO.

Estou passando por um momento que nem vontade de usar o whatsapp estou. Muito menos aplicativos e derivados. Isso é um pouco ruim, já que tenho vários caras bacanas que iniciaram conversa comigo e eu não tenho disposição alguma de responder. E, como minha libido está normal, por vezes tenho vontade de sair com alguns caras, mas não tem jeito de fazer isso sem conversar. Seria tão fácil se tivessem crushes antigos que eu estivesse afim! kkkkkk... Mas tudo no seu tempo: quando a necessidade bater mais forte creio que tudo caminhará ao favor de eu voltar para os aplicativos e de conhecer alguém bacana (aquele 1% né!?).

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Re: Diário do Carvalho

em 2/6/2018, 16:18
joaocrv escreveu:PMO: sem vontade. Muita vontade apenas de M.
Libido normal.
Sem uso de aplicativos ou redes sociais, apenas whatsapp.
Em uso de óleo cicatrizante na cabeça do pênis, com ótimos resultados na aparência da pele e redução da dermatite, secura e infecções.
Voltando à meditação.
Ereções matinais ocasionais.

É incrível como que estar no fórum me ajuda. Parece que eu me lembro constantemente do que estou me propondo a fazer. Ontem durante o banho, cheguei a perceber uma sensibilidade gigante do meu pênis. Quase aquela que sentia no início da minha adolescência (sim, eu lembro!), na qual mal conseguia lavá-lo, de tanta sensibilidade. Claro que essa quantidade de sensibilidade não volta, mas esses quase 150 dias que já estou me propondo a ficar no reboot, com apenas duas recaídas (que eu não considero como perda do processo), certamente me ajudaram, e estão me ajudando, muito, mas muito mesmo, a melhorar minha sensibilidade.

Basta apenas uma lembrança de como era antes do reboot: além de P, a M era sempre com o pênis seco, durante vários minutos, as vezes chegava a uma hora, e por cerca de 2-3 vezes na semana. Isso acabava por me machucar bastante. Além disso, por eu não ter ser circuncidado, meu pênis ficava frequentemente inflamado e com fissuras. Agora, além de todas as vezes que eu pratiquei M ter sido com óleo lubrificante, eu sempre tenho o cuidado de secar o pênis depois do banho e frequentemente passar algumas gotas de óleo cicatrizante. Eu não imaginava o resultado disso. Esses simples passos mudaram tudo e me ajudaram bastante na sensibilidade e na aparência, que simplesmente sempre está com aspecto saudável e limpo.  

Como não estou praticando nenhum exercício físico no momento (eu simplesmente fico deitado o dia inteiro, quando não tenho compromissos com a faculdae - e eu amo isso! kkkkkk), vou voltar à academia e ir, pelo menos, umas 4 vezes na semana. Isso vai me ajudar com a minha estima corporal, mas, muito além disso, me ajuda com meu bem estar e com meu ânimo, fora que me dará mais um motivo para ficar longe dos pensamentos em PMO.

Estou passando por um momento que nem vontade de usar o whatsapp estou. Muito menos aplicativos e derivados. Isso é um pouco ruim, já que tenho vários caras bacanas que iniciaram conversa comigo e eu não tenho disposição alguma de responder. E, como minha libido está normal, por vezes tenho vontade de sair com alguns caras, mas não tem jeito de fazer isso sem conversar. Seria tão fácil se tivessem crushes antigos que eu estivesse afim! kkkkkk... Mas tudo no seu tempo: quando a necessidade bater mais forte creio que tudo caminhará ao favor de eu voltar para os aplicativos e de conhecer alguém bacana (aquele 1% né!?).

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Você já pensou em fazer a cirurgia de circuncisão?
Bons relatos o seu! Vejo muita sobriedade e maturidade neles!
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Re: Diário do Carvalho

em 2/6/2018, 17:14
@DavidSilva

Oi querido!

Já pensei em fazer sim, mas dizem, não sei ao certo, que tem chances de reduzir a sensibilidade devido à grande exposição da glande. Mas depois que encontrei maneiras corretas de higienização e cuidado, nem penso mais nessa possibilidade, já que está tudo 100% agora! Heehehe. A única cirurgia que realizei foi a de frenuloplastia (liberação de frênulo curto do pênis)

Gratidão pelas palavras!
Um grande abraço!
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Re: Diário do Carvalho

em 3/6/2018, 17:53
Que bom que você conseguiu atingir a marca de 90 dias João, tomara que consiga novamente,! Boa sorte

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