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The Raven
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em Sab 3 Ago - 14:47
Olá, sou The Raven! Tenho 22 anos. Vim parar aqui, como todos um dia vieram, por problemas com PMO. Gostaria de registrar um diário pessoal da minha luta para vencer este vício, contando com o apoio de vocês e, se possível, encorajando também a outros.
PMO começou cedo na minha vida. Ainda criança, eu possuía um amigo cujo tio tinha uma lan house. Esse amigo meu jogava o tempo inteiro de graça e eu estava sempre acompanhando-o, seja apenas vendo ou jogando com uns poucos trocados que minha mãe às vezes me dava. Foi nesse ambiente que tive meu primeiro contato com a pornografia. Marmanjos consumiam esse tipo de conteúdo a rodo, em plena luz do dia. Lembro de uma tal regra sobre "pornografia apenas depois das 22h", mas era papo furado. Manhã ou noite, sempre havia alguém consumindo, e meus olhos espreitavam o conteúdo proibido às escondidas. Não lembro ao certo quando foi, mas numa domingo à tarde, quando só eu e esse amigo meu jogávamos na lan house, que estava fechada, eu bisbilhotei um dos computadores e encontrei um filme. Tenho nitidamente a imagem gravada na minha mente daquele filme e do momento em que na lan house mesmo me masturbei (claro, sem que meu amigo visse). Eu não me lembro ao certo se essa foi a primeira vez que me toquei, embora esteja certo que não. Fato é que essa é uma memoria muito marcante sobre isso tudo. De lá pra cá... foi só ladeira abaixo.
Toda a minha adolescência eu consumi pornografia. Passados os tempos de lan house, eu ganhei um computador. Tive uma criação bem rígida. Minha mãe só me permitia usar o computador por 2h/dia. Nessas 2h, frequentemente eu via pornografia. Achava um barato. Corria para o banheiro "tomar banho" e tudo bem! Até então, não tinha tal hábito como um problema em minha vida. Eu era tímido (como sempre fui desde a infância) e não tinha qualquer proximidade com garotas. Descontava, por conseguinte, na pornografia. Não me recordo além disso de nenhuma espécie de escalonamento nas minhas pesquisas. Via o básico, por assim dizer.
A coisa mudou radicalmente no meu ensino médio. Fiz uma amizade muito sólida com uma garota que me apresentou o Cristianismo. (Que fique claro: não desejo aqui fazer qualquer proselitismo religioso; apenas relato minha história.) Eu era então um completo babaca. Trocar de escola e estudar numa outra cidade me fizera criar, por assim dizer, uma outra personalidade. De tímido eu me tornei alguém extrovertido e relativamente popular. Não tinha papas na língua: xingava, falava de sexo (mesmo sendo virgem) e pornografia para todos ouvirem. Conversa vai, conversa vem, essa garota começou a me contar como a pornografia era abominada no meio cristão. Eu simplesmente ignorava, mas esse senso ficou em minha mente. Nossa amizade se tornou em uma paquera, ao fim nós nos afastamos, mas graças ao convívio com ela eu passei por um processo de conversão. (Hoje pouco nos falamos, mas eu sou muito grato a ela por ter me apresentado o Evangelho.) Uma vez convertido, tudo aquilo que ela havia falado a respeito de pornografia fez sentido na minha experiência pessoal. Aqui, devo dizer, eu ainda consumia pornografia frequentemente e foi quando percebi que para que me manter coerente com a fé que agora eu exercia precisava erradicar este vício da minha vida.
E foi o que aconteceu. Passei cerca de 1 ano longe da pornografia. Após me decidir a extirpar esse mal da minha vida, eu tive apenas uma recaída, poucos dias após começar a luta, e então experimentei uma convicção de arrependimento daquilo que eu tinha feito tão grande que eu simplesmente consegui me afastar desse mal por cerca de 1 ano, como disse. Lendo hoje o ebook e alguns relatos de rebooters, consigo notar facilmente como passei por determinadas fases da libertação do vício mesmo sem conhecer na época a nomenclatura.
Ao término deste quase 1 ano longe da pornografia, eu era outra pessoa, totalmente diferente, graças ao meu amadurecimento na fé cristã e também ao distanciamento da pornografia, claro. Fiz muitos novos amigos, desenvolvi hobbies que mudaram radicalmente minha rotina e que até hoje os carrego, como o hábito da leitura e auto-educação. O progresso foi tanto, que neste mesmo ano, no 2° do Ensino Médio, eu arrumei a minha primeira namorada séria. Mas aí recomeçariam meus problemas.
A garota era cristã também, mas pouco "ortodoxa" em suas crenças. Eu era novo na fé e tinha pouca convicção a respeito de muita coisa. Lembro-me que como todo adolescente, ardíamos em desejo sexual, e beijo pra lá, beijo pra cá, nós começamos a nos tocar, cada vez com mais frequência. (De novo, que fique claro: nenhum proselitismo religioso aqui). O que acontece é que isso não era coerente com a fé que ambos exercíamos. Mas a garota, mais velha na fé do que eu, entendia que não havia problema algum nisso. Continuamos assim, mesmo com isso ferrando a minha consciência. E como aquilo não bastava, eu mergulhei na pornografia de novo. Os lapsos começaram espaçados, mas foram diminuindo os intervalos entre um e outro. Pra piorar, a garota também tinha problemas com pornografia. Sendo mais especifico, ela lia muita literatura erótica e assistia vídeos de BDSM. Essa maldita sigla, pouco a pouco foi adentrando às nossas conversações diárias. A garota enchia minha mente de fantasias bisonhas. E foi aqui que meu escalonamento começou. Passei a consumir BDSM. Logo isso já não me excitava mais. Passei a ver coisas cada vez mais violentas. Procurava por simulações de estupro, depois por estupros de verdade. No outro extremo, comecei também a consumir zoofilia, necrofilia. Essas coisas me perturbavam, pois eu me sentia imundo. Consegui me afastar dos extremos, mas ainda assim, permaneci vendo vídeos de BDSM, orgias, etc.. Daí enveredei para o lado de trocas de casal, cuckismo e inversão. Nessa época eu me masturbava com muita frequência. Lembro-me de um dia no qual me masturbei tantas vezes que meu pênis ficou inchado e dolorido por dias. Escondi isso da minha mãe por vergonha, na esperança de que se resolvesse sozinho, o que de fato aconteceu. Cheguei ao ponto de tentar estimulação anal várias vezes. Foi então que comecei a sofrer com certas neuras a respeito da minha sexualidade, pois me sentia excitado com ideia de ser penetrado e ter meu pênis estimulado ao mesmo tempo. Recorri à garota, buscando alguém com quem desabafar e quando ela soube as coisas que eu andava assistindo e fazendo disse que tinha nojo de mim. Nosso relacionamento ainda perdurou por algum tempo. Eu, que não obtive ajuda nem compreensão dela, mantive meu vício em secreto, até que enfim terminamos, pelo fato de eu não aguentar mais a situação ao lado dela. Vale ressaltar que, em conjunto com tudo que descrevi, eu e ela ainda tínhamos problemas (pelo menos segundo a minha cosmovisão) imoralidade sexual entre nós 2. Tudo aquilo ficou insuportável para mim e eu dei um fim ao relacionamento.
No tempo em que passei solteiro, permaneci viciado. Cada vez mais profundamente. Recaí nos vídeos relacionados a estupro e violência novamente. Eu não sentia mais alegria nenhuma, e comecei ter mais neuras não só a respeito da minha sexualidade, mas também a respeito da minha índole, pois constantemente era acometido por pensamentos nos quais imaginava-me estuprando alguém. Vivia uma vida totalmente dupla: aparentemente feliz, mas por dentro derrotado. Achava-me hipócrita e que não era um cristão de verdade. Afastava-me das pessoas, principalmente das mulheres, por conta dos pensamentos que agora me atormentavam, e permaneci assim por um bom tempo, até que fiz amizade com uma outra garota.
Hoje em dia namoramos há quase um ano. Fui extremamente sincero com ela quando começamos a nos envolver a respeito do meu vício e experiências passadas. Disse-a que queria alguém para me ajudar, alguém que me ajudasse a sair deste buraco. Ela aceitou me ajudar e assim tem feito até hoje. Ela é, na verdade, a razão pela qual estou aqui agora, contando tudo isso, pois foi ela quem encontrou esse fórum e me recomendou-o. Atualmente, eu tenho feito um progresso maravilhoso na luta contra PMO. Durante esse ano, consegui ficar longos períodos, distante da prática, chegando a ficar quase 3 meses longe. Estou aqui porque desejo abolir por completo esta desgraça da minha vida! Tenho muito medo de ingressar na vida conjugal ainda viciado e destruir com isso a minha parceira e futura família.
Já tomei várias medidas para me distanciar desse vício, mas tenho tido recaídas por conta de certos gatilhos (Instagram, Facebook, Twitter, etc.). Constantemente, passo 1, 2 meses distante da pornografia, mas então, confiante, volto às redes sociais e em pouco tempo tropeço. O Google Chrome também é um problema para mim. Tento desinstalar e ficar usando um navegador que bloqueia tais conteúdos (SPIN Brownser), mas com o tempo reinstalo e tropeço.
Recaí ontem após quase 1 mês distante. Minha namorada insistiu que adentrasse à comunidade e hoje estou aqui. Estou decidido a deixar tudo isso para trás! Gostaria do suporte de vocês.
Sou cristão e por isso terei de rebootar no hard mode, pois tanto eu como minha namorada concordamos que devemos fazer sexo somente depois do casamento. Mas pouco importa, sei que consigo!
Tomei providencias hoje para desativar todas as minhas redes sociais. Minha namorada trocou as senhas para que eu não possa reativá-las e os emails para que eu não possa também recuperar a senha.
Gostaria de ajuda com bloqueadores e demais conselhos.
Desculpem ter escrito muito. Eu amo escrever. Desejo ser um escritor na verdade. Por isso é simplesmente difícil escrever pouco pra mim, haha.
Sobre a minha assinatura, nome e profile, são todos uma metáfora ao famoso poema de Edgar Allan Poe (meu escritor favorito) "The Raven". O nome do Corvo, "Nevermore", é tudo que eu desejo dizer à pornografia! Que Deus me ajude e todos vocês!

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Kusmin
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em Sab 3 Ago - 16:19
Salve Nevermore! Bem vindo ao fórum ! Li seu relato todo, muito parecido com muitos que tem aqui no fórum, nas recaídas e escalonamentos ! Mas assim como muitos aqui tem esse problema, eles superam ! Assim como você ira superar!

O primeiro passo que vim ao fórum, conversar sobre o problema, conhecer seus gatilhos, conversar com sua namorada ao respeito, você ja deu! É muito bom quando temos pessoas que nos ajudam e compreendem! Principalmente quando é essa pessoa somos nos mesmos ! E da pra ver a disposição que tem para se livrar desse vicio!

Quanto aos bloqueadores: http://www.comoparar.com/t1417-topicos-recomendados, caso não consiga pode me enviar um email: kusmin0000@gmail.com, que irei lhe ajudar. Recomendo fortemente que se afaste das redes sociais costuma ser um gatilho forte!

Força e Foco!

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Meu diario
Randy
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em Sab 3 Ago - 18:17
The Raven, bem-vindo ao fórum.

Sua história é muito parecida mesmo com a dos demais membros do fórum.

Saiba que os bloqueadores são imprescindíveis nessa luta. Acesse o link que o colega acima postou. Sem eles, é praticamente impossível ter sucesso nessa jornada, pois é como um alcoólatra lutando contra o seu vício tendo acesso a bebidas quando quiser.

Também não esqueça de praticar atividades extranet. Atividades físiscas, como a musculação, são extremamente importantes porque dão um grande prazers.

Saiba que estamos aqui para poder te ajudar.

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"Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, inventa desculpa". Toguro

Ninguém vai bater mais forte do que a vida. Não importa como você bate e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha. Rocky Balboa

The Raven
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em Dom 4 Ago - 21:27
Kusmin escreveu:Salve Nevermore! Bem vindo ao fórum ! Li seu relato todo, muito parecido com muitos que tem aqui no fórum, nas recaídas e escalonamentos ! Mas assim como muitos aqui tem esse problema, eles superam ! Assim como você ira superar!

O primeiro passo que vim ao fórum, conversar sobre o problema, conhecer seus gatilhos, conversar com sua namorada ao respeito, você ja deu! É muito bom quando temos pessoas que nos ajudam e compreendem! Principalmente quando é essa pessoa somos nos mesmos ! E da pra ver a disposição que tem para se livrar desse vicio!

Quanto aos bloqueadores: http://www.comoparar.com/t1417-topicos-recomendados, caso não consiga pode me enviar um email: kusmin0000@gmail.com, que irei lhe ajudar. Recomendo fortemente que se afaste das redes sociais costuma ser um gatilho forte!

Força e Foco!

Obrigado, amigo, pelas boas-vindas!
Então, sobre os bloqueadores eu estou tendo dificuldades em selecionar um. Até tentei 2 no celular: o netangel e o clean brownsing. Achei o primeiro até bem efetivo, mas ele não bloqueou certas páginas como o Twitter, coisa que o SPIN Brownser faz. O segundo eu não vi diferença alguma. Estou com dificuldades mesmo é para achar algum para o PC. Fiquei na dúvida a respeito de qual seria mais efetivo. Você tem algum que possa recomendar?

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The Raven
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em Dom 4 Ago - 21:29
Randy escreveu:The Raven, bem-vindo ao fórum.

Sua história é muito parecida mesmo com a dos demais membros do fórum.

Saiba que os bloqueadores são imprescindíveis nessa luta. Acesse o link que o colega acima postou. Sem eles, é praticamente impossível ter sucesso nessa jornada, pois é como um alcoólatra lutando contra o seu vício tendo acesso a bebidas quando quiser.

Também não esqueça de praticar atividades extranet. Atividades físiscas, como a musculação, são extremamente importantes porque dão um grande prazers.

Saiba que estamos aqui para poder te ajudar.

Valeu, cara!

Na verdade, há cerca de 4 meses atrás comecei a fazer musculação com minha namorada. Tem sido uma grande ajuda! Eu estava até essa semana fazendo 3 dias por semana, porque estava finalizando meu curso de inglês. Não tava encontrando tempo de fazer todos os dias. Mas agora pretendo focar e malhar todos os dia.

Fico contente em ler isso! Valeu.

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The Raven
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em Dom 11 Ago - 16:52
ATUALIZAÇÃO DO DIÁRIO
Oito dias distante de PMO. Na verdade, não só disto, mas de tudo o que pode me levar a recair — redes sociais, navegadores usuais e qualquer conteúdo minimamente sensual. Manter-me em si distante do vício não foi o mais difícil; os primeiros dias, para mim, não são tão penosos; a coisa piora muito com o passar do tempo. Nesses oito dias, aquilo do que senti falta realmente foram as redes sociais. Vi-me diversas vezes mexendo no menu do celular, à procura do icone do Instagram, à procura de algo para passar o tempo. Resisti, porém. Em outras vezes, reinstalar o Instagram me fez recair no longo prazo, uma vez que confiei que eu poderia usá-lo livremente sem que isso me prejudicasse. Após várias tentativas, percebi que não. E é por isso que estou me esforçando ao máximo para me manter longe não só do Instagram, como do Facebook e Twitter. A razão pela qual escrevo é que isto me tem causado uma sensação de solidão. Sinto de certa forma que não estou incluso nas coisas. Sei que é um pequeno preço a pagar pela liberdade desta maldição, mas eu não estaria sendo honesto se dissesse que não senti falta. Estou tentando usar o telefone com menos frequência também, dedicando-me às minhas leituras, aos treinos de musculação e etc.. Finalizei há pouco meu curso de inglês e tomei providências para começar a estudar francês. Aprender uma nova língua se mostrou num ótimo hobbie para mim. Estou tentando focar nessas coisas.
Estou além disso de férias. Trabalhei somente até ontem. Comemorei com alguns amigos com uma boa rodada de pizza. Precisei me desviar de um conteúdo pornográfico enviado num grupo que criamos para organizarmos toda a coisa, mas foi nada demais. A opção de download automático do meu Whats é desabilitada. Assim que enviaram o conteúdo no grupo — o que fizeram de sacanagem, a fim de perturbar, pois sabem que sou cristão — eu apaguei o conteúdo e saí do grupo. Não participo de qualquer grupo em que qualquer tipo de conteúdo dessa espécie seja compartilhado. Isso nunca foi um problema. Por outro lado é incrível como somente uma silhueta borrada é suficiente para trazer à nossa mente um bando de imagens dantes consumidas. De todo modo não é isso que me preocupa, mas sim as férias em si. Uma das coisas que eu gosto no trabalho é que ele de fato distrai à minha mente. Sempre tive recaidas em minhas folgas, quando tinha tempo de sobra. E é o que terei de sobra nas férias. Nessa semana, estarei viajando para RJ com minha namorada, e possivelmente viaje pelo nordeste com ela e a família dela. Estou pensando também em fazer muitas outras coisas, para ocupar o tempo, mas ainda assim fico receoso.
No mais tenho seguido firme, graças a Deus. O incidente do grupo da pizza foi o mais próximo que cheguei de pornografia. Felizmente fugi.
Gostaria de conselhos, se alguém puder dar. Especialmente sobre o negócio da solidão.

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Randy
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em Dom 11 Ago - 21:15
Engraçado que depois que desativei as redes sociais não senti tanta falta quanto imaginei. Para mim, era extremamente ruim ficar horas e horas stalkeando perfis alheios e vendo suas vidas felizes (muitas delas apenas ilusão, pois lá ninguém tem problemas). Perdi muito tempo com aquilo.

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em Qua 14 Ago - 13:05
Randy escreveu:Engraçado que depois que desativei as redes sociais não senti tanta falta quanto imaginei. Para mim, era extremamente ruim ficar horas e horas stalkeando perfis alheios e vendo suas vidas felizes (muitas delas apenas ilusão, pois lá ninguém tem problemas). Perdi muito tempo com aquilo.

Cara, meu problema com as redes sociais não era nem tanto que eu perdia horas e horas stalkeando pessoas. Claro que o uso das redes não era 100% produtivo, do contrário não as teria desinstalado. Mas ainda assim, principalmente o instagram, elas eram muito úteis pra mim. Sou um investidor, portanto seguia muitas páginas de notícias e investimentos num geral, por exemplo. Acho que tenho sentido principalmente falta disso. Mas, enfim, tenho tentado me adaptar e preencher tais lacunas de outro modo.

Obrigado por comentar!

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ilCapo
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em Qua 14 Ago - 21:17
Fala bro, parabéns pela evolução no experimento, e parabéns pelas atitudes tomadas.

Percebo que sua vida social está bem organizada, de modo que o reboot se solidifica de maneira mais forte, e seu processo de recuperação torna-se mais robusto, tocando em áreas importantes, como as intervenções sociais.

Continue postando no Fórum, que isso facilita você está mais focado no experimento.

Abraço!

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em Qua 14 Ago - 21:52
Parabéns cara pela sua determinação!! O caminho é esse.

Uma dica é de não ficar olhando as mulheres na rua. Vc já deve fazer isso, mas é muito importante nesse período sempre fugir o olhar. Vc acaba acostumando e mesmo quando aparece alguma coisa no computador, no celular, automaticamente vc já sai fora. O grande problema é que com o tempo a gente acaba ficando meio relaxado. Eu pelo menos sou assim. Quando avanço no reboot, começo a olhar mais pras mulheres achando que já estou curado. Esses olhares de fato não são capazes de me derrubar, mas cada olhada que eu dou é um passo pra mais perto do abismo. Chega uma hora que basta mais um passo e vc cai. Então, mantenha o foco e fique sempre vigilante.

Recomendo que vc assista o curso do Pe Paulo Ricardo. Independente de religião, eu recomendo a todos, porque ele traz uma abordagem bem realista. Passa pela parte científica, afetiva e espiritual (como vc é cristão, vai te ajudar bastante). https://padrepauloricardo.org/cursos/o-mal-da-pornografia-e-da-masturbacao

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"Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma." I Coríntios 6, 12
"O Reino dos Céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam." Mateus 11, 12

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