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augustolimeira
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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 30/7/2020, 13:15
Bom dia Guerreiros.

Eu sou o aka augustolimeira e descobri o fórum a 2 dias atras. Tenho 25 anos e considero que a 20 anos (desde os 5 anos de idade +-) eu sou viciado em MO. Com o passar dos anos fui crescendo e descobrindo o mundo da P, que também acabei ficando viciado. Me perdoem mas esse é um texto grande, um relato de 20 anos de vício, muita coisa aconteceu e olhando pra traz agora eu vejo que tudo que não estou satisfeito com a minha vida hoje foi por causa ou teve um impacto muito grande por causa da PMO.

Infância


É meio chocante saber que desde os 5 anos de idade eu pratico MO, mas essa é a mais pura verdade. Meu primeiro contato com a P foi nessa idade. Não lembro muito bem como aconteceu, só sei que um dia meu padrasto chegou com uma fita de vídeo P e colocou pra rodar na TV, a luz do dia mesmo, eu estava junto com ele e acabei vendo uma cena. Aquilo foi o gatilho para o inicio do vicio. Foi o único contato que eu tive com P na infância e eu nunca tinha visto aquele tipo de conteúdo antes, e aquilo me deixou vidrado. Com isso,  comecei a M, pois queria imitar o que vi na TV. Eu fiz tanto que cheguei até a inflamar o meu órgão genital. Tive que ir a um médico. Imagina, uma criança de 5 anos se M tanto a ponto de acontecer isso. Absurdo. Depois que melhorei da inflamação eu continuei, e continuei, durante anos na infância. Eu só sabia que era legal, que eu gostava e que dava uma sensação boa, e continuei a fazer. As vezes minha mãe ou meu irmão me flagravam fazendo isso, e eu tomava bronca, mas isso não fez eu parar.

Eu era tão louco com isso que as vezes eu brincava disso com umas meninas, que moravam perto de casa, escondido obviamente. Não rolava penetração, pois não compreendia isso na época, era somente uma insinuação uma brincadeira proibida. Durante toda a minha infância eu pratiquei isso, não lembro a frequência, não sei se houve impactos negativos nessa época, eu lembro que era uma criança feliz, que tinha amigos, que brincava normalmente com outras crianças. Era meio tímido, não sei se foi pela M, mas foi uma boa infância apesar da pratica de M.

Puberdade, adolescência, religião e a redescoberta da P


Antes de entrar na puberdade, eu conseguia me relacionar com as pessoas, com meninas e meninos, fazia amigos sem me preocupar. Quando eu comecei a entrar nessa fase, eu comecei a sentir atração pelas meninas e foi tudo bem no início. Apesar de estar praticando M, eu me sentia normal. Tive paixonites, corria atras de meninas, etc. Até que eu passei pela minha primeira rejeição, e eu fiquei arrasado pois na minha mente eu amava a menina. Entrei em "depressão", não sei se era realmente e eu fiquei muito muito triste durante um bom tempo. Fiquei bem solitário.

Pra piorar eu era Testemunha de Jeová na época (por causa da minha mãe que me levava) e era uma lavagem cerebral, pois tinha aquela coisa de "não se associar com pessoas que não eram da religião" e eu tinha medo de desagradar a minha mãe e ela me bater. Isso fez com que eu me afastasse de todo mundo, eu não procurava mais ter amigos, não era mais como antes, que eu tinha facilidade e não tinha preocupações. Agora toda vez que eu conversava com alguém eu ficava naquele pensamento de "será que eu estou desagradando a Deus"? Esse sentimento foi diminuindo ao longo do tempo, mas já era tarde demais. Eu era o "menino da igreja", então não era convidado para festinhas, para aniversários, para nenhuma atividade fora as pessoas da igreja. Isso me deixava muito mal, pois eu via os meus conhecidos (não amigos de verdade) se divertindo no mundo e eu não. As vezes eu sentia inveja de garotos que se davam bem com meninas, pois dentro da igreja eu não conseguia fazer esse tipo de coisa. Isso durou alguns anos, e durante todo esse tempo eu me M regularmente, mas agora como eu tinha entrado na puberdade eu chegava ao O com ejaculação.

Durante a minha adolescência, eu redescobri a P em lan houses. Entrava no computador pra jogar, mas como eu gostava muito de computador eu costumava fuçar o sistema todo, entrar em pastas, e foi numa dessas que eu redescobri a P. Eu fiquei viciado em ir em lan houses e procurar por esse tipo de conteúdo, e eu achava sempre. Não era todos os dias que eu consumia P, mas M era basicamente todos os dias. Eu via na lan house, gravava na mente e depois eu casa eu ficava horas me M pensando no que eu tinha visto. Depois disso nunca mais eu fiquei sem contato com P, isso foi só aumentando com o tempo e eu ia atras disso. Tudo só piorou quando eu ganhei um computador e agora eu podia salvar o que eu achava nas lan houses e ver em casa, todos os dias. Depois, quando tive conexão com a internet piorou mais ainda pois eu descobri o mundo real da P. Via todo tipo de vídeos e fotos, todos os dias.

Por não ter amigos e nem diversões que normalmente os adolescentes tinham eu me entregava a PMO sempre, e isso me deixava envergonhado, ansioso, aumentando ainda mais a dificuldade eu me relacionar com as pessoas. Pensando agora, acredito que isso foi um dos principais motivos que me atrapalharam nessa época juntamente com a religião. Eu não tinha coragem de chegar em meninas, eu não tinha coragem de fazer amigos, mesmo dentro da igreja. Eu tinha certa fobia social, não conseguia me relacionar normalmente com as pessoas.

Mudança de cidade e a perda da virgindade


Com 16 anos eu sai da igreja, não queria mais, os meus olhos começaram a se abrir para o mundo para as oportunidades e com 17 anos eu sai da minha cidade natal e me mudei pra morar com o meu irmão numa cidade maior, mas depois de uns meses ele se mudou e eu comecei a morar sozinho. Essa era a grande oportunidade que eu esperava pra poder mudar de vida, sair do mundo fechado que eu vivia e tentar realmente viver. Minha vontade era se tornar um pegador, um cara foda que pegava todas. Eu defini o padrão de meninas que eu queria: iguais as que eu via nos vídeos de P. Mas, não foi bem assim, eu não conseguia fazer amigos pra sair, não conseguia chegar em meninas e conversar pra ter algo a mais, eu me sentia feio, magro, não popular. Sentia que eu não me encaixava naquele mundo, e eu ficava frustado por que eu queria muito. Acabou que eu conheci a minha primeira namorada por acaso, ela tinha 14 anos. Eu me senti foda, logicamente, nunca tinha tido uma. Perdi a virgindade com ela. Eu não ejaculei, acredito que por causa do nervosismo e por que eu tinha perdido um pouco da sensibilidade, afinal eu quase todos os dias praticava a PMO mesmo namorando com ela. Como eu disse, eu não era um cara foda, eu era um cara simples que não tinha vivido muitas experiencias e não conseguia dar a minha namorada o que ela queria. Acabou que ela me traiu e terminou comigo.

Depois desse episódio eu desabei em PMO, todos os dias, várias vezes. Ficava triste por ela ter me traído, ficava triste por não conseguir me relacionar com pessoas. Ficava me M lembrando do que tinha feito com ela.

Mas, chegou um momento que eu decidir mudar isso. Comecei a pesquisar na internet descobri o mundo do desenvolvimento pessoal, artigos de blogs, o PUA BASE, me ajudaram muito a lidar com essas frustrações, consegui começar a falar com garotas, a pegar telefones, a conversar. Mas tinha uma coisa que me atrapalhava muito, eu via todas as garotas como objetos sexuais. Sempre que eu conversava, no fundo eu queria comer aquela menina, queria fazer as mesmas coisas que eu via nos vídeos P. Morei durante 5 anos lá e obtive pouquissimos sucessos. E durante esse tempo todo, regularmente eu fazia PMO. Eu trabalhava, ia na academia, faculdade, fazia coisas normais, mas eu não tinha muitos amigos, não ia em festas e sempre que eu conversava com uma menina era com o objetivo de pegar e comer ela. O consumo de PMO aumentou drasticamente, era todos os dias. Ficava fantasiando com as mulheres da academia, da faculdade, da rua, mas eu não tinha coragem de chegar nelas, e como eu fantasiava com elas aí que me dificultava mais ainda, eu sentia vergonha da possibilidade de conversar com elas. Pelo medo que eu sentia de não ser o que elas esperavam, ou de ser bobão. Eu não sabia conversar direito com mulheres. Comecei a consumir diferentes tipos de P (travestis, animais, etc) e a sensação que isso dava era que o meu cérebro derretia a cada vez que eu fazia isso. Eu me sinto lento, regularmente não consigo pensar em palavras pra definir alguma frase, parece que me dá branco. Eu experimentei a dissociação do meu corpo, parece que eu estava sempre em piloto automático e parece que eu era um telespectador de um filme onde a câmera eram os meus olhos e que a sala de cinema era dentro da minha cabeça.

Primeiro relacionamento amoroso de verdade e frustrações causadas pela PMO


Me mudei pra outro estado, era mais uma oportunidade de fazer tudo diferente, eu fui pra outro estado pra tentar começar do zero. E no início foi bom e comecei a trabalhar numa empresa boa, ganhando muito mais e acabei conhecendo a minha primeira namorada de verdade que eu tive um relacionamento amoroso sério. Eu com 24 e ela com 20. Foi muito bom no início, pois ela era bonita, e eu conseguia fazer algumas coisas que eu gostaria de fazer que nem em filmes P. Realmente tivemos um bom relacionamento com bastante sexo no início, mas, mesmo assim eu consumia PMO regularmente, pois ela não era exatamente o padrão que eu esperava (lembra que eu disse que defini um padrão? Que eu queria mulheres que nem de filmes P?) Ela era meio gordinha, tinha umas estrias e não era tão libertina quanto eu esperava. As vezes por causa disso eu broxava ou não ficava 100%. Acredito que por que eu estava muito menos sensível.

Mas ai, depois de um tempo aconteceu algo que eu nunca esperava que acontecesse, ela teve vaginismo. Se vc não sabe o que é vaginismo é quando a mulher sente dor na penetração, o que impossibilita que vc penetre, não entra nada. Na primeira vez que isso aconteceu, eu fiquei de boa, mas meio decepcionado, eu queria fazer sexo com ela, mas não consegui, nunca tinha passado por isso. Mas depois começou a acontecer regularmente, e cada vez que acontecia eu não conseguia segurar minha cara de decepção. Depois ela começou a não sentir mais vontade nenhuma, eu tentava brincar com ela (fazer oral e M nela pra depois ela fazer em mim) mas ela não queria. Isso me deixava frustrado. Começamos a tentar descobrir o que era, e talvez fosse o anticoncepcional (sim, anticoncepcional possivelmente faz isso, pesquise bem antes de falar pra sua namorada começar a tomar). Nisso eu consumia PMO todos os dias, por que eu não conseguia fazer com ela, então eu fazia sozinho. Ela começou a engordar muito, estrias e mais estrias estouravam nela, realmente não era nada atraente, mas eu tentava entender o que estava acontecendo e continuava com ela, decepcionado por não estar tendo o que eu queria. Eu olhava um vídeo de P e lembrava de quando eu fazia isso com ela. Eu ficava com tesão o tempo inteiro com ela, e não conseguia fazer com ela. Por causa do meu comportamento em relação a isso, ela ficava muito ansiosa e as vezes bem triste. Confesso que muitas vezes eu fui escroto e falei coisas que eu não devia, me arrependo disso.

Ficamos 10 meses nisso, sem sexo, as vezes bem raramente a gente brincava, mas eu não ficava satisfeito pois eu já me PMO todos os dias, não queria que ela fizesse isso em mim. No oral dela eu nunca chegava ao O. Eu queria o mesmo sexo que eu via em vídeos de P. Dentro desses 10 meses, completamos 1 ano de namoro, e eu dei um anel de compromisso pra ela. Nesse dia, eu esperava que fizessemos amor, mas não aconteceu. Eu fiquei completamente arrasado com isso. Imagina, vc dar um anel de compromisso pra garota que vc gosta e não conseguir nem ao menos comemorar fazendo a amor com ela? Eu não demonstrei minha tristeza a ela.

No passar dos meses nosso namoro foi só decaindo, eu ficava frustrado o tempo inteiro e ela não mostrava interesse em brincar. Várias vezes eu quase terminei com ela, mas eu pensava bem e tentava denovo. O relacionamento não foi decaindo só por causa da falta de sexo, mas também de outros fatores que não influenciam o meu relato. Alguns comportamentos eu fui mudando, tentando fazer diferente, ser mais empático, ser mais romântico, tudo pra ver se eu conseguia salvar o meu relacionamento. Mas eu sempre consumia PMO. As vezes eu consumia com ela dormindo do meu lado, ou eu acordava de madrugada e ia no banheiro e me M. Eu me sentia muito mal por fazer isso, mas eu não conseguia parar, eu não tava tendo o que eu queria entao em me entregava a PMO todos os dias. Eu olhava as atrizes todas perfeitas e depois olhava pra minha namorada toda imperfeita e ficava triste. Chegou um momento que eu não sentia mais nada por ela, eu estava neutro.

O dia dos namorados de 2020 foi o pior dia do relacionamento, pois eu comprei velas, buquê de flor, fiz um jantar, construí toda uma atmosfera romântica pra gente, pra tentar salvar o relacionamento. Ela disse que queria tentar, e tentamos e não conseguimos. Ela chorou, e eu deitei do lado dela, com a camisinha ainda vestida e comecei a pensar em todos os casais que estavam finalizando o dia dos namorados fazendo amor. Nisso eu chorei e foi o choro mais sofrido que eu tive em toda a minha vida. Aquele tipo de choro que sai de dentro da alma, eu estava arrasado, não conseguia imaginar que estava passando por isso. Eu gritava alto, não conseguia me controlar. Eu chorei tanto que minhas pálpebras ficaram todas vermelhas com uns pontilhados, de tanta força que meu corpo fez pra chorar. Foi o pior dia da minha vida.

Depois de um dias eu terminei com ela, não conseguia mais continuar. Terminei com ela em plena pandemia do Covid-19 em quarentena ainda. Não sei se isso se deu pelo fato de PMO todos os dias e não consegui ter sexo real com ela, mas acredito que tenha tido um impacto bem negativo no meu relacionamento. Não considero que o fim do relacionamento tenha se dado pelo fato do PMO, afinal tinha outras coisas que também julguei pra chegar nessa conclusão. Eu só relatei aqui a parte sexual. Eu tenho 25 anos e nesse relacionamento que eu tive, consegui reprojetar o tipo de mulher que eu queria pra minha vida, que agora não era mais no padrão de atrizes P mas sim uma mulher companheira, que corre atrás dos objetivos da vida, que não fica parada esperando as coisas acontecer, que tenha uma visão de futuro, que seja capaz de ser chefe de um lar, etc etc etc. Não precisa ser uma modelo linda e não precisa ter exatamente essas condições. Confesso que eu cresci muito como pessoa e revi os meus conceitos sobre relacionamentos e aumentei o meu filtro do tipo de pessoa que eu quero ter ao meu lado na minha vida.

Descobri que eu sou um viciado


Depois que terminei com ela, todos os dias eu PMO, horas antes de dormir, horas antes de levantar pra trabalhar. Várias e várias vezes eu gastava o tempo em que eu deveria estar no trabalho pra poder fazer isso. Somando a tristeza de ter terminado e a tristeza de não ter nenhum amigo próximo ou amiga minha vida parecia uma merda boiando na água. Eu comecei a olhar pra mim mesmo e pro que minha vida tinha se tornado.

Graças a Deus, quando eu era mais novo eu tinha descoberto o mundo do desenvolvimento pessoal, e sabia o que eu deveria fazer. Observei que em questão profissional o desenvolvimento pessoal me ajudou muito eu sempre me dei bem, afinal eu estava trabalhando em outro estado, numa empresa excelente, ganhando 5x mais do que ganhava quando sai da minha cidade natal e tinha muitas e muitas oportunidades se eu quisesse aumentar o meu cargo ou salário. Só que socialmente eu não me dava bem, nunca conseguia fazer amigos de verdade, ou não me sentia a vontade em fazer amigos, e todas as mulheres que eu olhava eu via com objetos sexuais, sentia a necessidade de conversar com elas pra pegar elas. Eu observei que não tinha conexões de amizade verdadeiras a minha volta. Eu sempre quis fazer amizade pensando em ganhar algo. Por isso prometi pra mim mesmo que, quando voltarmos da quarentena, ou assim que possível eu começar a criar amizades verdadeiras com conexões verdadeiras. Mesmo pensando assim eu continuei a PMO. Eu sei conversar, sei me comportar, mas a ansiedade e o medo de falhar e a autocobrança fazem eu não ter sucesso.

Pra quem acha que eu não tenho nenhum amigo eu tenho alguns, uns mais próximos e outros mais distantes, mas eu sinto falta de ter mais contatos e mais conexões de verdade, sem interesse em ganhar algo ou de pegar alguém. Graças a Deus tenho pessoas que apareceram no meu caminho e que tenho amizade verdadeira. Mas mesmo assim eu me sinto solitário.

Agora eu estou na casa de familiares passando a quarentena, voltei ao meu estado natal temporariamente. Como eu estava me sentindo sozinho em casa e tinha acabado de terminar, achei que seria bom passar um tempo com a família. Aqui eu ainda continuei consumindo PMO e percebi que muitas vezes eu me sentia muito muito mal, ficava me lembrando muito da minha ex e me sentia frustrado. Tive crises de ansiedade, batimentos cardíacos acelerados o dia todo. Eu realmente estava me sentindo mal fisicamente. Observei que, eu fiquei mal quando eu fazia PMO. Então decidi não ver em um determinado dia, porém no outro me deu uma vontade muito grande, mas eu resisti. Nessa resistência eu tentei ler algum livro, mas eu não conseguia me concentrar, meu pensamentos e meu corpo estavam em choque querendo M. Nisso eu pesquisei na internet "males da M", acabei caindo em um artigo e que no final tinha o link para esse blog. Entrei aqui e vi que eu não estava sozinho. Li o ebook e vi que eu sentia praticamente todos os sintomas. Cai na real de que eu sou um viciado.

Tudo que eu passei na minha vida sexual e social frustrante tem uma ligação com PMO, absolutamente tudo. Minha vida toda eu fui controlado por isso. Imaginar o tempo que eu perdi com isso me faz ficar decepcionado comigo mesmo. Todos as oportunidades que eu perdi, todas as frustrações que sofri, por causa dessa desgraça de vício. Eu seI o que eu devo fazer pra ter mais amigos, ter mais experiências, ter sucesso com as mulheres, mas há um bloqueio chamado PMO dentro da minha mente. Agora eu sei que sou viciado.

Projeção do futuro


Agora que sei o que está me atrapalhando, eu decidi fazer o Reboot. Já estou a alguns dias, não coloquei metas de tempo, pois eu quero fazer isso pra sempre. Tenho uma estimativa de quando vou completar os 90 dias, 27 de Outubro de 2020. De coração quero saber como vou me sentir e o que vai mudar em mim quando eu fizer o Reboot. Parei de olhar Instagram, olho só as vezes mas com muito cuidado pra não me deparar com nenhum gatilho. Comecei com o hábito de ler também, comprei um Kindle e estou lendo livros de desenvolvimento pessoal e tamvem de ficção, mas com extremo cuidado também, pois alguns livros poder ter conteúdo que fazem a gente fantasiar. Já aconteceu e eu imediatamente exclui o livro e pedi o reembolso.

Eu tenho esperança de que a minha vida vai mudar após o Reboot, li os relatos de vários guerreiros e isso me animou muito. Espero que após começar esse Reboot eterno, eu realmente vou começar a viver a vida de verdade. O que me anima muito também nessa jornada é o fato de ter pessoas com quem eu posso compartilhar experiências, sem julgamento. Então, agradeço do fundo do coração ao criador desse blog e a todos que estão aqui e que desejam que outros consigam atingir o objetivo.

É isso, se você chegou até aqui na leitura meu muito obrigado.

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90 dias será em 27 de Outubro de 2020
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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 1º DIA - 28/07/2020 - O início de uma nova vida

em 30/7/2020, 15:02
Meu primeiro dia de reboot foi tranquilo, sinto que estou no caminho certo a seguir. Tenho muita esperança de que daqui a algum tempo tudo vai começar a melhorar.

Acordei meio tarde, pois na noite anterior que foi quando eu decidi iniciar o reboot, eu fiquei tão ansioso e meu corpo estava com a adrenalina a mil, mas eu consegui me segurar, por mais que 1 milhão de pensamentos viessem (principalmente das experiencias sexuais que eu tive anteriormente).
Estou praticando o hábito da leitura e li um pouco até pegar no sono, e consegui dormir.
Trabalhei em home office e consegui me concentrar mais, acho que por que eu não estava pensando em PMO o tempo inteiro, e também por sentir orgulho de não ter caído em desgraça na noite anterior.

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em 30/7/2020, 15:07
No segundo dia de reboot, eu fiquei um pouco ansioso durante o dia. Mas eu sentia que estava atento o tempo inteiro, eu sabia o que estava sentindo e o porque. Muitas lembranças de experiencias sexuais passadas tomaram meu pensamento várias vezes ao longo do dia, mas eu resisti e conseguia voltar a realidade rapidamente. Acredito que o fato de estar com familiares em casa ajude, pois eu não posso M a qualquer hora. A noite, como não dormi direito na noite passada eu fiquei com muito sono e dormi rapidamente.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 3º DIA - 30/07/2020 - O Conto da Aia

em 30/7/2020, 15:22
Nesse 3º dia de reboot, aconteceu algo que me abalou.

Como eu disse nos posts anteriores, eu comecei com o habito da leitura. Comprei um Kindle e alguns livros. Atualmente estou lendo de desenvolvimento pessoal os livros "Como fazer amigos e influenciar as pessoas" e "Do Mil ao Milhão". Mas pra dar uma variada eu também vou ler outros tipos de livros. Então (isso foi antes do reboot) eu comprei o livro "O Conto da Aia" (The Handmaid's Tale). O livro resumidamente conta a histórias de mulheres que são obrigadas a ser barriga de aluguel para casais onde as mulheres não conseguem ter filhos, mas pra isso o marido deve ter relações com a barriga de aluguel. É uma doideira. Eu já tinha visto alguns episódios da serie e achei em pesada.

Como eu comprei o livro antes do reboot e sabia que era pesado, continuei lendo pois achei que não teria um impacto. Os primeiros capítulos foram de boa, mas chegou uma parte onde eu me vi fantasiando a cena. Eu senti uma coisa esquentar dentro de mim e parei imediatamente a leitura, eu parei por alguns minutos e fiquei tentando entender o que aconteceu. Não me deu vontade de M, mas a sensação que eu tive era a mesma que eu sentia quando via outros gatilhos mais explícitos. Nisso, imediatamente eu exclui o livro do Kindle e pedi o reembolso. Pensei: "Eu posso continuar com o habito sadio da leitura, mas sem esse tipo de conteúdo". Achei que precisava dar reset, mas, lendo o fórum vi que não precisava, pois eu não esperava ver esse tipo de conteúdo e também eu não me entreguei ao desejo.

Depois disso eu decidi criar esse diário, contei minha história no primeiro post desse tópico e agora compartilho com vocês essa experiencia que tive hoje.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 6º DIA - 02/08/2020

em 2/8/2020, 07:35
Muito orgulhoso de chegar ao 6º dia. O caminho ainda é longo, mas cada segundo sem PMO já é vitória.

Já tem uns 3 dias que eu tô sentindo dor nos testículos, pesquisei e vi que tem um termo pra isso no NoFap, "Blue Balls". É uma dorzinha que não incomoda tanto, mas, da pra notar que ela está ali.

Outra coisa que notei, tive uma ereção matutina e eu vi que estava extremamente sólida, antes de começar o desafio eu não lembro em quando eu tive uma dessas, mesmo namorando e fazendo sexo com minha ex namorada. Mesmo eu fazendo muita força eu nunca ficava no 100%. Acho que isso já é um dos benefícios, e pra confessar eu me senti mais confiante.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 2/8/2020, 09:22
Parabéns pelo 6 dias livre, cuidado com essa ereção é um pulo para cair no pmo... Diversas vezes cai porque queria aproveitar a ereção e jogava dias até meses de Reboot fora

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 2/8/2020, 11:23
Cuidado com essas ereções e a falta dela... Pode ser que vc entre em baixa (flatline) e fique tentando a se testar! Cuidado brother.

Acompanhando.
Vlw.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 2/8/2020, 15:00
Obrigado @Spartacuz e @Rottweiler, irei seguir as dicas com atenção. Muito importante pra mim a resposta de vcs, gratidão.

Tmj

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 2/8/2020, 20:29
Os primeiros 21 dias são os mais difíceis. Fique atento, logo mais essas loucuras dos primeiros dias passam. Aguente firme!!!

Exércicio da sua vontade para não se autorizar a buscar a satisfação dessas formas ruins que buscava. Se empenhar na satisfação por outros meios. Ajudar as pessoas, falar com amigos, ligar para parentes, instrumentos musicais, meditação (feito corretamente)...

Confie no Senhor e aja virilmente!!!
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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 8º DIA - 04/08/2020

em 4/8/2020, 13:27
Nem acredito que eu consegui chegar a 8 dias sem PMO. Eu não lembro se houve alguma vez que eu fiquei tanto tempo assim sem.

Minha mente anda lembrando de muitos episódios sexuais que eu tive, principalmente com a minha ex. Nisso eu fico excitado, mas, 100% consciente do que está acontecendo e não me submeto a M. As vezes eu fico imaginando como seria sexo com amigas que estou conversando e também fico excitado. Quando eu me pego imaginando isso, eu tento pensar em alguma outra coisa, mas eu não sei se isso é errado. Estou com a seguinte dúvida: Se eu me imagino tendo sexo real com uma pessoa e usar isso como incentivo pra poder conversar com ela e tentar realmente ter o sexo, mas isso não faz com que eu me M, eu estou falhando no reboot? Até que ponto isso seria saudável?.

Outra coisa que eu estou observando é que eu não estou ansioso como estava. Antes de começar o reboot eu estava PMO todos os dias e eu me sentia muito muito ansioso, mas agora diminuiu muito.

Me noto mais atento as coisas ao meu redor, minha mente não está vagando tanto e se ela fica ociosa eu consigo rapidamente colocar atenção em outra coisa. Isso não está perfeito, mas melhorou muito a questão da atenção.

Como disseram em outras respostas aqui do fórum, os primeiros 21 dias serão turbulentos e difíceis, mas, tenho convicção que de se eu cheguei a 8 dias eu consigo chegar a 16, 32, 64, etc.

É isso guerreiros, até o próximo relato.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 4/8/2020, 18:36
Fala augusto ! Que bom que continua firme no propósito de abandonar esse mal.

Irmão, sobre sua pergunta dos pensamentos, não sei se seja uma boa ideia, pois isso é um forte gatilho que pode te levar a M a qualquer momento, e consequentemente a M te levar a P. Se a sua mente ficar saturada de pensamentos, vai ser difícil manter a resistência, o ideal é não ficar se testando.

No demais, continua firme brother, tu não tá sozinho !

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Meu diário:
https://www.comoparar.com/t10805-diario-de-conquista

" Tentar não significa conseguir, mas certamente quem conseguiu um dia tentou "
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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 10º DIA - 6/8/2020

em 6/8/2020, 08:46
10 dias sem PMO. A cada segundo que passa é sempre o mais longe que eu cheguei conscientemente.

Hoje foi a primeira vez que eu tive um sonho P durante o Reboot. A muito tempo eu não sonhava com isso. Vou relatar brevemente o que aconteceu.

ANTES DE DORMIR
Eu assisti uns vídeos no YouTube sobre relatos de NoFap, benefícios, o que aconteceu com 30, 60, 90 dias, essas coisas. Eu demorei um pouco pra dormir.

DORMINDO
Eu tive alguns sonhos normais (sendo que tem tempo que eu não me lembro de sonhos), porém um dos sonhos foi o seguinte.

Eu tava assistindo vídeos do YouTube sobre NoFap (da mesma forma quando acordado) deitado no minha cama, do mesmo jeito, todo ambiente igual. Em um dos relatos tava normal e de repente começou um vídeo de P explícito e minha mente adicionou muitos detalhes em tudo. Eu não conseguia parar de ver, mas eu me segurei pra não M e não fiz isso mesmo no sonho. Quando o vídeo acabou, todos os vídeos do YouTube eram de P. Eu fiquei tão excitado que eu acabei gozando sem ao menos me tocar no sonho. Eu senti a sensação de O no meu corpo. Depois eu acordei.

ACORDEI
Eu acordei assustado, batimentos a mil, suado e com uma ereção absolutamente sólida. A coisa foi tão real que eu achei que tinha recaído. Eu verifiquei pra ver se eu tinha realmente tido uma polução, mas não aconteceu.

Enfim, eu sabia que iria sonhar com essas coisas em um momento, mas não imaginei que seria tão intenso assim. Foi assustador eu achei que era de verdade e tinha recaído.

É isso guerreiros, vamos continuar na caminhada.
Até a próxima.

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 7/8/2020, 13:32
Antes de dormir procure ler um livro, rezar, ler a vida de um Santo é imaginar ela. Provável que as noites serão mais tranquilas.

Grande Abraço!!!

Confie no Senhor e aja virilmente!!!

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augustolimeira
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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty 12º DIA - 08/08/2020

em 9/8/2020, 00:11
12 dias livre de PMO. Orgulho de ter chegado até aqui.

Reparo que a cada dia que passa, pra mim, o Reboot está realmente fazendo parte da rotina está enraizando na minha mente. Eu não tenho vontade de procurar P pois sinto que estou engajado em cumprir o objetivo do experimento e visualizo muito os benefícios que isso pode trazer pra mim. Isso está me ajudando muito a não ceder.

Não sinto vontade de me M do jeito que era antes. Claro que nos primeiros dias (como relatei nos posts anteriores) me vieram pensamentos, fantasias, ereções matutinas, etc) mas eu consegui me controlar. Eu sinto que EU ESTOU NO CONTROLE dos impulsos, eles vem e eu respondo NÃO, se eles insistem continuo dizendo NÃO.

Eu ainda tenho dúvidas sobre fantasias, e eu gostaria muito que me ajudassem nisso:
1. Supondo que eu queira conhecer alguma garota na qual eu vejo regularmente no mesmo ambiente que eu frequento. Trocar as fantasias sexuais P por coisas mais naturais com conexão como pensar em um jantar romântico, um vinho, a gente tendo um papo legal, eu acordando com ela no meu lado, etc. Sem sexualizar a coisa e usar isso pra me dar incentivo de chegar na garota, seria uma boa estratégia?

2. Caso eu conheça uma garota pessoalmente e conversarmos por Whatsapp também, um dia o papo esquente e comecemos a conversar sobre sexo e coisas do tipo e que nisso marquemos de ficar/transar. Eu acho muito difícil um homem marcando de ficar/transar com uma mulher não imaginar a cena dele fazendo um possivel sexo com ela. Pensar no prêmio desse jeito seria errado, mesmo sendo uma conexão física e não virtual?

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Diário do augustolimeira - 20 anos de vício Empty Re: Diário do augustolimeira - 20 anos de vício

em 9/8/2020, 14:23
Parabéns, Augusto! Parabéns pelo foco, pelas conquistas, pela coragem e pela força de vontade!

Estamos praticamente juntos nessa, comecei o reboot apenas dois dias antes, mas isso não faz diferença já que vamos levar isso pra vida toda.

Sobre suas dúvidas, provavelmente alguém mais experiente te responda em breve, mas eu acho que 1) é uma boa estratégia e 2) não tem problema

Dica: instale os bloqueadores se ainda n tiver feito.

Abraço, meu amigo.

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