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rebooterconvicto
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 31/8/2020, 23:47
Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  

ALERTA DE GATILHOS!

Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Após quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, abandonei de vez o crossdressing, que era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há períodos em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente a um ponto de prostituição, me deparar com uma na rua, que a todo o desejo reprimido extravasa e a vontade de me envolver com elas aumenta, fazendo com que os pensamentos fiquem martelando minha cabeça e gerando vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois sei que as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muito desejo de praticar sexo real com uma trans. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, assim como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele.
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.


Última edição por rebooterconvicto em 15/9/2020, 23:28, editado 4 vez(es) (Razão : aviso de gatilhos)
Vitoriosa
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 1/9/2020, 14:38
Oi Rebooterconvicto

Sobre o depoimento muito do que você relatou aconteceu com meu marido, ele já está longe da PMO há 2 anos, e foi realmente difícil superar esse fetiche por trans, mais graças ao Reboot isso ficou pra trás, vc tem que ignorar totalmente esses pensamentos/desejos, uma que não é da sua natureza e foi induzido pela PMO, evite qualquer gatilho, quando vier os pensamentos apenas ignore, deixe eles irem embora. Não coloque em prática porque vc vai se arrepender e muito. Continue firme com o Reboot que isso vai passar.
Um abraço.

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Agradecimento

em 1/9/2020, 19:22
Vitoriosa escreveu:Oi      Rebooterconvicto

Sobre o depoimento muito do que você relatou aconteceu com meu marido, ele já está longe da PMO há 2 anos, e foi realmente difícil superar esse fetiche por trans, mais graças ao Reboot isso ficou pra trás, vc tem que ignorar totalmente esses pensamentos/desejos, uma que não é da sua natureza e foi induzido pela PMO, evite qualquer gatilho, quando vier os pensamentos apenas ignore, deixe eles irem embora. Não coloque em prática porque vc vai se arrepender e muito. Continue firme com o Reboot que isso vai passar.
Um abraço.


Olá, Vitoriosa!

Em primeiro lugar, gostaria de agradecê-la pelas dicas e pela motivação, com certeza elas irão me ajudar muito. A história do sua luta contra o vício de seu marido é deveras inspiradora, faz com que a senhora mereça o nome de Vitoriosa.
Sobre o meu vício, estou a um ano sem PMO, e os resultados positivos são significativos, me transformaram em outra pessoa. No entanto, como explanei no texto, o fetiche/HOCD ainda permanece latente, sendo que em alguns períodos ele se manifesta de uma forma incontrolável, de modo que fica difícil suprimir os meus desejos e pensamentos, como uma montanha russa. O bom é que eu não sinto mais aquela vontade incontrolável de assistir P e praticar M, que são as piores coisas que existem.
Continuarei firme e forte no meu reboot, pelo que tempo que for necessário, pois quero muito me livrar desse fetiche por trans. Como a Sra. msm disse, se eu atender meus desejos, a probabilidade deu me arrepender será grande, tendo em vista que isso ficará guardado na minha mente para sempre, o que pode atrapalhar meus relacionamentos mais a frente. Além de tudo, me envolver com trans irá colocar todas as minhas conquistas a perder, pois terei que acessar sites lotados de galerias de fotos pornográficas, o que pode me levar ao vício novamente.
A partir de hoje, pretendo postar mais sobre a evolução do meu reboot aqui, pois é o único lugar que eu posso falar abertamente sobre isso sem ser julgado.

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henrique__
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 1/9/2020, 19:37
Oi amigo!
Saiba que estamos juntos na luta contra os maleficios do vicios!
Tens praticado alguma atividade pra distrair a cabeça? Liberar dopamina? Se livrar da tensão?

_______________________________________
study  Meu diário: https://www.comoparar.com/t10943-desabafo-de-um-experimento




10 DIAS - 27/08/2020
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 1/9/2020, 20:22
rebooterconvicto escreveu:Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  
Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Depois de quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, parei de vez com o crossdressing, que também era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há meses em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente ao um ponto de prostituição, me deparar com uma delas na rua, que a vontade de me envolver com elas aumenta, os pensamentos ficam martelando na minha cabeça e tenho vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muita desejo de praticar sexo real com uma trans, inclusive sendo passivo. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, bem como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele. Devo ignorar esses pensamentos/desejos que eles irão passar?
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.
Meditação ajuda a controlar esses tipos de pensamentos, baixe o aplicativo Lojong no seu celular. Um abraço!

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 1/9/2020, 22:33
henrique__ escreveu:Oi amigo!
Saiba que estamos juntos na luta contra os maleficios do vicios!
Tens praticado alguma atividade pra distrair a cabeça? Liberar dopamina? Se livrar da tensão?

Saudações Henrique, obrigado pela visita e pelo apoio.

Tenho praticado exercícios físicos e MTB, assim como costumo sair de casa, estudar e socializar com amigos.


Última edição por rebooterconvicto em 1/9/2020, 22:41, editado 1 vez(es)
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 1/9/2020, 22:35
I will resurface! escreveu:
rebooterconvicto escreveu:Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  
Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Depois de quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, parei de vez com o crossdressing, que também era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há meses em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente ao um ponto de prostituição, me deparar com uma delas na rua, que a vontade de me envolver com elas aumenta, os pensamentos ficam martelando na minha cabeça e tenho vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muita desejo de praticar sexo real com uma trans, inclusive sendo passivo. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, bem como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele. Devo ignorar esses pensamentos/desejos que eles irão passar?
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.
Meditação ajuda a controlar esses tipos de pensamentos, baixe o aplicativo Lojong no seu celular. Um abraço!

Olá, I will resurface!

Obrigado pela dica, depois irei baixar o app e testar. Até tentei praticar meditação há um tempo atrás, mas não deu muito certo rsrs.

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 2/9/2020, 22:30
rebooterconvicto escreveu:
Spoiler:

I will resurface! escreveu:
rebooterconvicto escreveu:Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  
Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Depois de quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, parei de vez com o crossdressing, que também era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há meses em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente ao um ponto de prostituição, me deparar com uma delas na rua, que a vontade de me envolver com elas aumenta, os pensamentos ficam martelando na minha cabeça e tenho vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muita desejo de praticar sexo real com uma trans, inclusive sendo passivo. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, bem como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele. Devo ignorar esses pensamentos/desejos que eles irão passar?
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.
Meditação ajuda a controlar esses tipos de pensamentos, baixe o aplicativo Lojong no seu celular. Um abraço!

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Obrigado pela dica, depois irei baixar o app e testar. Até tentei praticar meditação há um tempo atrás, mas não deu muito certo rsrs.


Falae, rebooter! Ah cara, não se preocupe com isso não, meditação é prática! Quanto mais você faz, melhor fica.
É uma das melhores atividades de religação se quiser saber, vale a pena continuar com ela na sua rotina.

_______________________________________
(Iniciado dia 13/09, às 10:40 e contando...)

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Acesse meu diário: https://www.comoparar.com/t10648-e-aqui-que-o-vicio-encontra-seu-fim-guerreiroimplacavel

Como eu disse em meu diário:
GuerreiroImplacável escreveu:"Espero poder ler isso aqui no futuro, me lembrar de tudo o que passei e por fim me orgulhar de tudo o que conquistei até então."

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em 2/9/2020, 22:37
Estimados, boa noite.

Resolvi transformar esse tópico em um diário, no qual eu tentarei expor a minha rotina diária de luta contra o HOCD por trans, um dos poucos resquícios do vício que ainda permanecem em mim. Acredito que isso me trará mais ânimo, além de servir de ajuda para muitos que estão nessa labuta. Vamos em busca da libertação!

Hoje me sinto muito melhor que há alguns dias atrás. Os desejos e pensamentos estão mais controláveis, não ficam me atormentando. Notei que fiquei com a autoestima mais elevada, com uma sensação de gratidão por coisas simples da vida, que às vezes não damos muita importância.
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em 2/9/2020, 23:05
Vitoriosa escreveu:Isso mesmo Rebooter, você faz muito bem em escrever, aliás quero te dar parabéns, você se expressa e escreve maravilhosamente bem. Mesmo meu marido estar quase Recuperado eu ainda venho aqui para aprender com vocês. Eu disse quase porque nem todos os pensamentos foram embora, ele ainda tem alguns pensamentos sobre o crossdresser que ainda perturbam a sua mente. Mas com fé em Deus 🙏 isso também vai passar.
Um abraço.

Boa noite, Vitoriosa.

Agradeço pelo elogio. Ainda estou treinando a minha escrita, tenho muito o que aprender Very Happy. Também tenho fé que esses desejos/pensamentos irão acabar, mas serei muito grato se eles ficarem controláveis por mais tempo. Continue com este ótimo trabalho desempenhado aqui no fórum.

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em 3/9/2020, 20:16
rebooterconvicto escreveu:
I will resurface! escreveu:
rebooterconvicto escreveu:Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  
Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Depois de quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, parei de vez com o crossdressing, que também era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há meses em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente ao um ponto de prostituição, me deparar com uma delas na rua, que a vontade de me envolver com elas aumenta, os pensamentos ficam martelando na minha cabeça e tenho vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muita desejo de praticar sexo real com uma trans, inclusive sendo passivo. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, bem como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele. Devo ignorar esses pensamentos/desejos que eles irão passar?
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.
Meditação ajuda a controlar esses tipos de pensamentos, baixe o aplicativo Lojong no seu celular. Um abraço!

Olá, I will resurface!

Obrigado pela dica, depois irei baixar o app e testar. Até tentei praticar meditação há um tempo atrás, mas não deu muito certo rsrs.

Tenta praticar de novo, há 2 anos quando me inscrevi no fórum, eu lia as postagens dos rebooters dizendo que praticavam meditação, na época não pensava em fazer meditação, hoje em dia tenho praticado e gostei da prática. Um abraço e tmj!

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em 3/9/2020, 21:19
I will resurface! escreveu:
rebooterconvicto escreveu:
I will resurface! escreveu:
rebooterconvicto escreveu:Saudações ilustríssimos(as) colegas, espero ter uma experiência muito profícua e uma boa relação com todos(as), ajudando e sendo ajudado.

Após muito tempo, resolvi criar coragem e relatar minha história com a PMO neste fórum, pois preciso de desabafar.  
Sou o rebooterconvicto, tenho 23 anos e estive atolado nesse maldito vício por longos anos, conforme resumirei ao longo deste texto. Lembro que, desde cedo, eu possuía uma atração muito grande por sandálias femininas, gostava de contemplá-las nos pés das mulheres. No entanto, como não conhecia a masturbação, ficava só na observação mesmo.
Alguns anos se passaram, até que alguns colegas de escola me apresentaram o mundo da pornografia e masturbação, expondo para mim a “sensação incrível” que elas geravam. Ao chegar em casa, eu acessei um site pornográfico pela primeira vez, a fim de tentar colocar em prática a tão falada masturbação, foi aí que a estrada para o vício começou a ser pavimentada. Ao abrir um vídeo,  tentei me masturbar, mas confesso que não me satisfez muito, o que frustrou a minha tentativa. Diante disso, decidi me masturbar com lembranças de mulheres usando sandálias, momento em que a “mágica” ocorreu e eu senti uma sensação jamais vista, mas mal sabia que isso iria me gerar dependência e trazer consequências nefastas futuramente.
Após descobrir o prazer gerado pela prática esse ato, passei a me masturbar quase que diariamente. Com o tempo, passei a calçar as sandálias da minha irmã escondidas para me masturbar, até chegar ao ponto de vestir as roupas delas para realizar a referida prática. Nesse ínterim, comecei a pesquisar mais sobre essa vontade de utilizar peças do vestuário feminino, ocasião em que descobri o chamado “crossdressing”. Como isso me estimulava, passei a pesquisar vídeos sobre crossdressers nos sites pornográficos, fazendo com que eu ficasse viciado em pornografia online, já que o acesso era mais fácil, rápido e não deixava traços que fizessem que eu fosse descoberto. No entanto, por ser algo “proibido”, sempre sentia nojo e arrependimento após minhas sessões.
Depois de um tempo, descobri a pornografia shemale, que apareceu para mim durante uma sessão de M com crossdresser. Sempre via essa categoria nas listas, mas nunca imaginei que fosse de travestis. Logo que eu o assisti o vídeo recomendado pelo site, a mistura de sensações geradas em mim foi indescritível, o que contribuiu mais ainda para o desenvolvimento do vício. No início, eu me masturbava com vídeos e fotos e depois ficava um bom tempo sem vê-los, por conta da sensação de culpa e arrependimento que recaia sobre mim. No entanto, com o aprofundamento do vício, passei a vê-los diariamente, inclusive passava horas armazenando várias fotos e vídeos de travestis em um arquivo, que ficava escondido em meu computador. Dentro desta categoria, escalei do solo para a penetração e outras subcategorias mais pesadas, na medida em que os meus receptores de dopamina eram dessensibilizados.
Depois de quase ser descoberto e de passar a ficar menos tempo em casa, parei de vez com o crossdressing, que também era algo mais eventual, em virtude da dificuldade de fazê-lo. Entretanto, o vício em pornografia trans aumentou mais ainda, a ponto de utilizar objetos para estimulação anal, tudo isso aliado ao chamado edging, que ocasionava uma descarga grande e contínua de dopamina em meu cérebro, fazendo-o viciar cada vez mais. Passava horas e mais horas em frente ao computador, praticando várias sessões de M diárias, igual a um zumbi.
Como tudo tem um preço, esse vício me gerou transtornos gigantes. Passei a me distanciar da família, amigos, ter crises de ansiedade, cansaço extremo, perda de memória, baixo rendimento no trabalho, ardência na uretra, ter vergonha e nojo de mim etc. Me sentia um lixo, o que me impedia de me aproximar das garotas para iniciar um relacionamento, apesar de ter me apaixonado diversas vezes. Sempre senti atração por mulheres, mas era incapaz de externalizar tudo o que eu sentia para elas e me envolver emocionalmente, o que me fazia ficar depressivo. Apesar de tudo isso, nunca me senti atraído por homens ou por traços masculinos, nem senti desejo por assistir pornografia homossexual, pois sempre me atraí pela feminilidade.
Ano passado, após aceitar que eu estava viciado, procurei um tratamento para isso na internet. Nas buscas, descobri o reboot e o programa revert, adquiri o curso e passei a estudar mais sobre o vício, inclusive assistindo vídeos do Gary Wilson. Passei a colocar em prática todas as técnicas em meados daquele ano, e os resultados foram surpreendentes, as crises de ansiedade e ansiedade social diminuíram significativamente, a auto estima, memória e motivação melhoraram, a procrastinação reduziu e meu rendimento nos estudos e trabalho também aumentou. Ainda, aproveitei a deixa e exclui todas as minas redes sociais, por conterem gatilhos fortes que poderiam me levar a PMO novamente.
No entanto, mesmo após um ano de reboot, com apenas uma recaída, gerada pela foto de uma menina que eu me sentia atraído, o HOCD por travestis ainda me incomoda. Há meses em que meu desejo por trans é controlável ou quase inexistente, e eu consigo reprimi-lo com facilidade. Mas basta ter algum gatilho, como notícias, passar em frente ao um ponto de prostituição, me deparar com uma delas na rua, que a vontade de me envolver com elas aumenta, os pensamentos ficam martelando na minha cabeça e tenho vários sonhos molhados.
Não sinto mais vontade de assistir pornografia, pois as consequências que isto me trouxe foram nefastas, mas tenho muita desejo de praticar sexo real com uma trans, inclusive sendo passivo. No entanto, temo que isso possa me fazer afundar novamente no vício, principalmente por ter que entrar em sites que contenha muito material pornográfico, o que me faria perder todos os benefícios conquistados. Ademais, tenho medo das consequências sociais de ser descoberto, principalmente do preconceito que eu sofreria, bem como de contrair doenças. Confesso que isso me angustia muito, por isso peço ajuda para os Srs(as)., a fim de que eu possa encontrar uma saída para este problema ou lidar melhor com ele. Devo ignorar esses pensamentos/desejos que eles irão passar?
Me desculpem pelo texto enorme e agradeço a todos que chegaram até aqui.
Meditação ajuda a controlar esses tipos de pensamentos, baixe o aplicativo Lojong no seu celular. Um abraço!

Olá, I will resurface!

Obrigado pela dica, depois irei baixar o app e testar. Até tentei praticar meditação há um tempo atrás, mas não deu muito certo rsrs.

Tenta praticar de novo, há 2 anos quando me inscrevi no fórum, eu lia as postagens dos rebooters dizendo que praticavam meditação, na época não pensava em fazer meditação, hoje em dia tenho praticado e gostei da prática. Um abraço e tmj!

Estou cogitando em retornar com a meditação, já ouvi várias pessoas falando a respeito disso também. Pesquisarei mais sobre isso e tentarei colocar em prática,  mas dessa vez tem que dar certo Laughing. Tenho praticado mais exercícios físicos, são excelentes também, principalmente para a liberação de dopamina.

Edit:

Meu dia hoje foi profícuo. Estudei, trabalhei, pratiquei exercícios e reencontrei com amigos antigos, atividades que antes do reboot não me traziam prazer algum. Ao longo do dia, tive alguns poucos pensamentos ruins, mas todos foram facilmente controláveis e não me incomodaram. Ademais, fiquei mais disposto e percebi que a minha atração por mulheres está se regularizando novamente, depois de um período relativamente longo de desejos condicionados pelo HOCD. Agradeço a todos que me apoiaram e motivaram até aqui, estão me ajudando imensamente.


Última edição por rebooterconvicto em 3/9/2020, 21:40, editado 1 vez(es)

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em 3/9/2020, 21:36
Que testemunho! Passo pelo mesmo quanto ao gênero de PMO, foi sempre o meu problema durante o tempo de vicio. É viver uma de cada vez na certeza de que o reboot é a melhor solução sem dúvida! Um abraço e seguirei o teu diário!!

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"Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer"   Santo Agostinho
                                                                                     
Diário:  https://www.comoparar.com/t3574p250-diario-de-uma-lutadora-contra-a-pmo#23257

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 3/9/2020, 21:59
soumulherviciadaemporn escreveu:Que testemunho! Passo pelo mesmo quanto ao gênero de PMO, foi sempre o meu problema durante o tempo de vicio. É viver uma de cada vez na certeza de que o reboot é a melhor solução sem dúvida! Um abraço e seguirei o teu diário!!

Saudações, soumulherviciadaemporn.

Sabias palavras. O reboot sempre será a melhor solução, não importa o que te digam. Obrigado pela visita e siga firme na sua luta, com fé que um dia venceremos essa longa batalha, pois desistir não é uma opção.

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em 4/9/2020, 22:22
Saudações estimados colegas.

Mais um dia vencido, graças ao Senhor. Hoje pela manhã, antes de sair para trabalhar, acessei um site de notícias pelo celular, onde me deparei com uma matéria relacionada à trns, inclusive com foto. Por ser um gatilho, isso me gerou um pouco de ansiedade, mas imediatamente eu fechei a aba, respirei fundo, utilizei a técnica AEIOU e consegui evitar que pensamentos ruins viessem. Me senti bem, porque percebi que estava no controle da situação e não deixei o HOCD me dominar.
Após uma jornada de trabalho cansativa, voltei para a casa e depois sai para me exercitar, para não descuidar das atividades de religação. Recomendo a todos que não se esqueçam da fase de religação, já que só a abstinência de P não é suficiente para debelar o vício. Sigo firme na batalha.


Última edição por rebooterconvicto em 5/9/2020, 12:15, editado 1 vez(es)
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 5/9/2020, 10:26
Já me envolvi com esse tipo de pornografia, tinha desenvolvido uma Hocd pesada, porém consegui me curar totalmente dos pensamentos com 150 dias de reboot eu estava totalmente curado da hocd.

Você tem algum tipo de obsessão, eu também tinha. Só o tempo e afastamento da pmo para amenizar e curar, cada pessoa é um caso, né.

Seria interessante você instalar o contador de dias para termos noção, você disse que está mais 1 ano sem PMO... ?

_______________________________________

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 5/9/2020, 12:08
jonas10 escreveu:Já me envolvi com esse tipo de pornografia, tinha desenvolvido uma Hocd pesada, porém consegui me curar totalmente dos pensamentos com 150 dias de reboot eu estava totalmente curado da hocd.

Você tem algum tipo de obsessão, eu também tinha. Só o tempo e afastamento da pmo para amenizar e curar, cada pessoa é um caso, né.

Seria interessante você instalar o contador de dias para termos noção, você disse que está mais 1 ano sem PMO... ?

Olá, jonas10.

Fico contente que você tenha se curado totalmente da HOCD, me dá esperança de que um dia eu também irei me livrar completamente disso.
Estou há aproximadamente 01 ano sem PMO, tanto que a minha compulsão por assistir P já não existe mais. Tive inúmeros benefícios, mas o HOCD ainda continua latente e me causando incômodo em alguns momentos, talvez por ser fruto de longos anos de consumo frequente de P t.
Sobre o contador de dias, tentei instala-lo, mas ainda não tenho permissão para compartilhar links externos no fórum.
Malgrado eu estar há muito tempo realizando reboot, eu sempre ignorava este fórum, por achar que ele iria atrapalhar meu experimento. Entretanto, após ter uma crise aguda de HOCD e ficar próximo de tomar uma decisão equivocada, da qual eu iria me arrepender para sempre, eu resolvi me cadastrar e expor meu relato. Com a ajudada dos(as) colegas, eu refleti e me convenci a não dar ouvidos ao HOCD, sou muito grato por isso. Não compensa jogar um ano de conquistas fora por conta um momento efêmero de prazer, que iria gerar mais transtornos futuramente.

Edit: Tudo certo por hoje, mais uma batalha vencida. Fiz um passeio de bicicleta até uma cidade próxima, para gastar energia e não deixar a mente ociosa. Não tive pensamentos incômodos durante o dia, o que é muito bom.

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 6/9/2020, 22:02
Saudações colegas.

Hoje o dia fluiu de forma tranquila. Pela manhã, tive alguns pensamentos ruins, mas eles foram bem leves e consegui controlá-los com facilidade. Pratiquei atividades físicas, realizei pequenos serviços de manutenção em casa e, depois, me recompensei com um merecido descanso Laughing. Tenho sido rigoroso com os gatilhos, por menor que eles sejam, para que a espiral de pensamentos obsessivos não atinja de novo a minha mente.
Não desistam de lutar, não deixe que os pensamentos/desejos te controlem e te façam cair. Esteja no controle da sua vida!
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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 6/9/2020, 22:11
Oi amigo,boa noite, vc já pensou em passar com um psicólogo?
Meu marido sofreu bastante com esses "impulsos"
Está tomando um antidepressivo que é ótimo para aumentar os níveis de serotonina que é um dos motivos desses pensamentos do HOCD. Seria válido vc tentar, porque ele também mesmo depois de 1 ano tinha esses pensamentos intrusivos, em relação a T, e a crossdresser, esse foi mais difícil . Mas hj ele está bem, se o pensamento vem ele simplesmente ignora, não deixa ele confuso e nem com ansiedade. Continue com o Reboot, o psicólogo dele mesmo falou que ele não pode ver nenhuma imagem . O medicamento leva umas 4 semanas para estabilizar os hormônios da serotonina.

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 7/9/2020, 10:55
Vitoriosa escreveu:Oi amigo,boa noite, vc já pensou em passar com um psicólogo?
Meu marido sofreu bastante com esses "impulsos"
Está tomando um antidepressivo que é ótimo para aumentar os níveis de serotonina que é um dos motivos desses pensamentos do HOCD.  Seria válido vc tentar, porque ele também mesmo depois de 1 ano tinha esses pensamentos intrusivos, em relação a T, e a crossdresser, esse foi mais difícil . Mas hj ele está bem, se o pensamento vem ele simplesmente ignora, não deixa ele confuso e nem com ansiedade. Continue com o Reboot, o psicólogo dele mesmo falou que ele não pode ver nenhuma imagem . O medicamento leva umas 4 semanas para estabilizar os hormônios da serotonina.

Olá Vitoriosa, espero que esteja bem.

Já pensei em marcar uma consulta com um psicólogo, todavia tenho vergonha de expor a minha situação. Sobre medicamentos, eu evito tomá-los, em razão de experiências anteriores ruins.
Tenho notado que os pensamentos intrusivos estão mais leves, e eu consigo ignora-los com facilidade.

Edit:

Hoje aproveitei o feriado para fazer uma pequena confraternização em família, me exercitar e organizar alguns documentos. Tive poucos pensamentos intrusivos, mas simplesmente os ignorei e eles sumiram. Relatar minhas experiências aqui tem sido deveras benéfico, não deveria ter me recusado à acessar o fórum por todo esse lapso temporal.

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 8/9/2020, 23:04
Boa noite, guerreiros(as)!

Não me recordo de ter sido incomodado por pensamentos intrusivos, a sensação de paz que isto gera é indescritível. O trabalho exigiu um pouco mais de mim hoje, mas confesso que gostei, pois não permitiu que a mente divagasse e gerasse pensamentos ruins.
Fiz minha sessão habitual exercícios físicos, que estão me ajudando imensamente nesta batalha contra o HOCD. As atividades de religação são essenciais para o sucesso do reboot, jamais devemos ignorá-las.
Sigamos firmes!
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em 10/9/2020, 21:32
Boa noite, prezados(as)!

Esses dias passados não tendo sido incomodado por pensamentos intrusivos. Entretanto, hoje de madrugada eu tive uma polução noturna, o que me deixou um pouco descontente, apesar de não ser considerada como reset/lapso. Me preparei para o efeito caçador, mas ele não apareceu, o que eu considerei positivo.
Em relação às atividades de religação, permaneço me exercitando e comecei a meditar, como bem recomendado pelos nobres colegas.
Sigamos firmes, desistir jamais!

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em 11/9/2020, 17:47
Meus parabéns por ter começado a meditar, fez muito bem pois essa prática é excelente!

_______________________________________
(Iniciado dia 13/09, às 10:40 e contando...)

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Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação Empty Re: Minha batalha contra o HOCD: em busca da libertação

em 11/9/2020, 22:56
GuerreiroImplacável escreveu:Meus parabéns por ter começado a meditar, fez muito bem pois essa prática é excelente!

Boa noite, estimado GuerreiroImplacável.

A meditação é uma boa opção para afastar pensamentos intrusivos. Falando nisso, hoje eu também não fui incomodado por eles, o que esta me deixando deveras contente.
Tenho sido rígido com gatilhos. Deixei de acessar um site de notícias que possuía muitas matérias que me geravam gatilhos, além de evitar olhar qualquer imagem que tenha conotação erótica/sexual, por menor que seja. Ademais, mudei o caminho que  utilizava para voltar do trabalho à noite, devido ao ponto de prostituição t existente lá. Abstinência de PMO + prevenção/combate a gatilhos e fantasias mentais + atividades de religação, assim está sendo minha luta contra o HOCD. Sigamos firmes!

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em 14/9/2020, 12:00
Boa tarde, prezados(as).

Este fim de semana foi tranquilo. Fui em algumas confraternizações familiares e de amigos, me exercitei, meditei e estudei. Ontem tive alguns pensamentos intrusivos leves, mas eu simplesmente os ignorei e eles não me incomodaram.
Vamos iniciar mais uma semana gloriosa, se Deus quiser! Sigamos firmes na batalha!

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