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Raulbento
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Diário de um gay fazendo reboot

6/2/2015, 13:46
Postarei aqui minhas experiências ao longo do reboot.
Espero encontrar outros como eu.
Comecei o reboot hoje, mas estou há cinco dias sem me masturbar.
Me sinto insensível, desinteressante, feio e cabisbaixo.

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Rapaz gay fazendo reboot
Luis Santos
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Raulbento

6/2/2015, 15:41
Raulbento!

Seja bem vindo meu brother! Todos são bem vindos aqui parceiro!
Fique tranquilo, ninguém aqui irá censurar ninguém por nada, se existem opniões divergentes em alguns aspectos elas ficam fora do fórum, aqui todos tratamos todos iguais, afinal todos estamos enfrentando um inimigo comum: o vício da PMO!
Te aconselho a ler o ebook, assistir as palestras do Gary e olhar os tópicos aqui do fórum, olhe, comente, poste suas dúvidas, e continua na luta guerreiro!

Abração e sucesso! Wink

Luis.

Raulbento
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Re: Diário de um gay fazendo reboot

6/2/2015, 18:29
Obrigado Smile

Comecei a ler o ebook e já vi o vídeo do Gary. É tudo muito esclarecedor, o conteúdo está me ajudando muito!

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Rapaz gay fazendo reboot
Rafael Rossi
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http://www.vicioempornografiacomoparar.com

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6/2/2015, 23:14
Raulbento escreveu:Postarei aqui minhas experiências ao longo do reboot.
Espero encontrar outros como eu.
Comecei o reboot hoje, mas estou há cinco dias sem me masturbar.
Me sinto insensível, desinteressante, feio e cabisbaixo.

Se eu não me engano, existem pessoas de orientação homossexual no fórum que inclusive já concluíram o reboot, dê uma pesquisada que você irá encontrar relatos parecidos com o seu.

Um Abraço,
Projeto

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"Prefiro ser escravo dos bloqueadores do que escravo da pornografia"
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8/2/2015, 12:55
Projeto escreveu:
Raulbento escreveu:Postarei aqui minhas experiências ao longo do reboot.
Espero encontrar outros como eu.
Comecei o reboot hoje, mas estou há cinco dias sem me masturbar.
Me sinto insensível, desinteressante, feio e cabisbaixo.

Se eu não me engano, existem pessoas de orientação homossexual no fórum que inclusive já concluíram o reboot, dê uma pesquisada que você irá encontrar relatos parecidos com o seu.

Um Abraço,
Projeto

Obrigado!
Pesquisarei, e espero contribuir com este projeto neste viés.

Very Happy

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Rapaz gay fazendo reboot
David Silva
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Re: Diário de um gay fazendo reboot

8/2/2015, 17:09
Gostaria de saber como está sendo o seu reboot?

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Recordes:
Primeiro reboot - 90 dias em 2015
Segundo reboot - 114 dias em 2020
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Início do meu diário:
1ª parte: https://www.comoparar.com/t206-reboot-de-david-silva
2ª parte: https://comoparar.forumeiros.com/t7812-reboot-de-david-silva?highlight=david+silva
(Porque ficou muito grande e foi separado pelo próprio fórum)

Raulbento
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Re: Diário de um gay fazendo reboot

9/2/2015, 01:06
Meus olhos estão um pouco cansados, meu corpo está muito. Estou deitado e escuto musica baixinho, é o que costumo fazer para conseguir dormir. Lembro da minha sexta feira, foi inquietante no trabalho e em meus estudos. Não tenho encontrado ânimo ou incentivo o bastante pra me dar prazer na maioria das coisas que tenho feito, e que antes eram revigorantes.

A procrastinação me tira a beleza do esforço, e me pressiona, tirando de mim o resultado de atividades fúteis e me dando em troca a hesitação de ter perdido um dia de vida em vão. É como me sinto a cada por do sol.

Não tenho tomado atitudes reais, pareço ter me esquecido o que elas significam, esquecido seus exemplos e efeitos.

Movido por um forte estado de inconsciência, o mesmo que me confronta constantemente diante do espelho, e que me provoca pouco além de uma imagem vazia e suspiros enfraquecidos por impulsos que conduzem a um vácuo, acordo de um sono submerso em demência e calço meus tênis. Uma resposta do meu inconsciente, uma reação.

Não acho que tenha sido por vontade ou ânimo que me levantei.

Algumas voltas caminho, a última corro. Devagar, mas rumo a alguma esperança. Enquanto me mexia, consentia comigo mesmo que fazia algo importante ali, que quando a força de vontade é um cavaleiro lutando contra um exército de desocupações, é necessário dar um primeiro passo.

Repeti a mesma atividade no sábado, e hoje, domingo.
É visível e sensível o benefício que isso me fez, me faz, e fará, pelo que pretendo.

Dar uma volta por aí é um ato corriqueiro, mas entre prisões invisíveis eu era (sou ainda) um preso açoitado pelas próprias escolhas, pela falta delas ou pelo seu excesso. O fato é que escolhas não são nada sem as ações que devem sucedê-las.

Eu tomei o meu tempo das mãos do meu "conforto" e parti para um passeio com ele, e isso é uma vitória para mim.

Enquanto fazia isso pude pensar em muitas coisas, em pendências, em rumos.

É um ato difícil, e quanto mais simples ele possa parecer, mais isto denuncia a complexidade da minha impotência diante destes condicionamentos.

Penso na dependência como uma planta a ser podada. Ela se enrama pelos muros que temos, lentamente, independentemente de quão largos e altos eles sejam. Pelas colunas, depois de dominados os muros, ela começa a subir pelo telhado e entrar pelos cômodos da casa que gradativamente começa a parecer abandonada. Falta força para arrancar seus ramos, é trabalho árduo desentrelaçá-los das paredes da consciência, você está dominado.

Trabalho pela manhã e estudo à tarde. Meu tempo mal administrado me abstraía (e ainda o faz) das atividades que realmente importavam para outras menos importantes, inúteis, e até mesmo para meus impulsos sexuais. Não me contentava em satisfazê-los apenas em casa, por todos os lugares eu poderia levá-los. No bolso, na tela do celular, no computador do trabalho, no banheiro da universidade. Para minha cama à noite. Tudo acontecendo sempre ao lado de necessidades físicas e afetivas, numa busca pelo amor até certo ponto, depois segui para o seu esquecimento. Me sintia vazio de amor e de desejo por outros. Me sinto.

É irrefutável a força dos hábitos em qualquer mudança. Tempo ocioso torna o impulso de voltar ao erro iminente. Contra algumas coisas é mais fácil lutar, contra outras, bem, é melhor não subestimá-las. O hábito possibilita uma visão diferente sobre problemas compulsórios e nos revela possibilidades de vencê-los.

Estou tentando cumprir alguns hábitos que não tem ligação direta com a compulsão, mas possibilitam visão que citei.

Ao acordar bebo 400 ml de água em temperatura ambiente, que segundo pesquisas que tenho lido e matérias que tenho visto, ajudam a regular o intestino e na eliminação de toxinas. Faço isso simplesmente por notar que melhora o meu bem estar até a hora do almoço. Após 40 minutos, antes de sair de casa, faço o café da manhã optando por alimentos saudáveis.

Durante o trabalho utilizo a técnica de pomodoros para aumentar minha produtividade e ter bons resultados no final do expediente. Consiste em programar um lembrete a cada 25 minutos de trabalho constante, com intervalos de 5 a 10 minutos entre eles. Faço por notar que consigo trabalhar mais sabendo que terei um intervalo em breve,e que a soma do tempo que passei literalemtne trabalhando no fim do dia é significativa.

Antes do almoço envio uma mensagem para alguém importante pra mim e guardo o celular ou qualquer outro aparelho de comunicação. Depois do almoço tento descansar 15 minutos, faço a chamada siesta. Após o cochilo tomo banho e vou à universidade. Dedico toda tarde, o tempo na universidade, para socialização e estudos, sendo que quando estudando autonomamente utilizo a mesma técnica dos pomodoros. Ao chegar em casa visto outra roupa para fazer a caminhada que lhes citei. Antes de dormir penso e organizo o meu dia seguinte.

Assim procurarei seguir os meus dias, procurando sempre a sensatez e o auto conhecimento. Procurarei também ser mais breve em meus próximos relatos.

Um forte abraço a todos.

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Diário de um gay fazendo reboot Empty Também sou gay

17/2/2015, 15:42
Oi!
Também sou gay e estou fazendo o reboot. Que tal conversarmos privado?
Abraço
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Diário de um gay fazendo reboot Empty Me sinto bem

23/2/2015, 10:55
Não sei se posso considerar o meu tópico nesta sessão um diário.
Às vezes me sinto motivado a escrever, às vezes não.
O bom é que não me sinto motivado exclusivamente quando estou tendo problemas, como é o caso de hoje.

Passei período do carnaval sofrendo uma espécie de flat line.
Me senti completamente sem libido, inestimulável.
Intimamente isso me incomodou, estou ainda no início do reboot.
Senti medo e outros sentimentos que não sei descrever exatamente, ligados à minha sexualidade.

Passado o período, me reencontrei com meu parceiro, que considero confiável e que me deixa à vontade com meus problemas.
Aparentemente a flat line havia passado, e tivemos momentos bons juntos, apesar de os problemas com a DE ainda permanecerem.

Meu relato hoje é para dizer que, apesar dos problemas de PMO, me sinto bem como havia tempos não sentia.

Vou tentar descrever isto melhor para publicar.

Então, é isso. Smile

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Diário de um gay fazendo reboot Empty Re: Diário de um gay fazendo reboot

1/3/2015, 00:17
Sei que é chato pra quem está namorando ter a flat-line, mas ela passa. O pior é conviver com a DE caso tivéssemos continuados com o vício. Foi esse pensamento que me fez aguentar até o final. Por isso, é importante ter a paciência de ir até o final do experimento, nem que seja para provar pra você mesmo que não funciona. Se depois dos 90 dias você ainda estiver com DE e na Flat-line é porque o reboot não funciona. Se a DE e a flat-line passarem, é porque funciona. Simples assim!

:)

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