24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

24/2/2020, 21:09
Justiceiro do Sertão escreveu:Estou passando uns dias em casa devido ao recesso de carnaval na repartição, devendo retornar na quarta-feira ao meio-dia. Tenho tirado este período para dar continuidade à minha restauração mental em sentido amplo, vendo se enfim minha inquietação vai para o inferno ou pelo menos para uma correta atuação racional. Assim, e até para fugir do pouco de carnaval que existe aqui na cidade (aquele pouco que me incomoda por ser o símbolo da tacanharia desta terra), venho dar uma descansada ao mesmo tempo em que também resolvo algumas questões pessoais.

Entre uma e outra lembrança, como a das ladeiras da cidade percorridas há alguns anos em busca de trabalho, em caminhadas extenuantes e ensolaradas que chegavam a cerca de 8 horas ou 30-40 quilômetros de bate-pernas num dia (e epopeias repetidas quando me batiam fissuras violentas), fui tangendo minhas tarefas e questionando certas coisas... Nisto vivi certa apreensão quando me surgiu no Facebook, naquela temida seção "Pessoas que talvez você conheça" uma loira muito atraente, dessas que são quase unanimidade (e olhem que não sou lá tão chegado em loiras), com vários contatos em comum e que se não me engano é aqui da cidade mesmo, já tendo eu em outros tempos fuçado sua página. Aquilo me deixou pensando coisas como: "Será que ela andou visitando minha página? Será que ela quer contato, mesmo talvez estando comprometida?" Depois não apareceu mais na seção, que se não me engano é aleatória. Não importa.

Agora que os pensamentos se escasseiam, sigo lutando.

Fala grande Justiceiro, parabéns por estar se mantendo a tanto tempo longe do vício, você é um exemplo pra muitos aqui nesse fórum, inclusive pra mim. Um abraço e desejo sucesso pra você.
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25/2/2020, 07:13
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Estou passando uns dias em casa devido ao recesso de carnaval na repartição, devendo retornar na quarta-feira ao meio-dia. Tenho tirado este período para dar continuidade à minha restauração mental em sentido amplo, vendo se enfim minha inquietação vai para o inferno ou pelo menos para uma correta atuação racional. Assim, e até para fugir do pouco de carnaval que existe aqui na cidade (aquele pouco que me incomoda por ser o símbolo da tacanharia desta terra), venho dar uma descansada ao mesmo tempo em que também resolvo algumas questões pessoais.

Entre uma e outra lembrança, como a das ladeiras da cidade percorridas há alguns anos em busca de trabalho, em caminhadas extenuantes e ensolaradas que chegavam a cerca de 8 horas ou 30-40 quilômetros de bate-pernas num dia (e epopeias repetidas quando me batiam fissuras violentas), fui tangendo minhas tarefas e questionando certas coisas... Nisto vivi certa apreensão quando me surgiu no Facebook, naquela temida seção "Pessoas que talvez você conheça" uma loira muito atraente, dessas que são quase unanimidade (e olhem que não sou lá tão chegado em loiras), com vários contatos em comum e que se não me engano é aqui da cidade mesmo, já tendo eu em outros tempos fuçado sua página. Aquilo me deixou pensando coisas como: "Será que ela andou visitando minha página? Será que ela quer contato, mesmo talvez estando comprometida?" Depois não apareceu mais na seção, que se não me engano é aleatória. Não importa.

Agora que os pensamentos se escasseiam, sigo lutando.

Fala grande Justiceiro, parabéns por estar se mantendo a tanto tempo longe do vício, você é um exemplo pra muitos aqui nesse fórum, inclusive pra mim. Um abraço e desejo sucesso pra você.

Meu obrigado, End. Fácil não é nem nunca será. Quem decidirá nosso destino somos nós e ponto.

Abraço.

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25/2/2020, 07:26
Outra noite molhada. Outra miséria de polução. Eis-me aqui logo cedo, após banho geladíssimo, para descarregar minha raiva, preparando-me para mais um dia, embora sem fissuras ou efeito caçador, de mau humor e ressaca de noite mal-dormida. Mais do mesmo.

Mesmo roteiro de sempre, mesmo scipt, mesma busca do subconsciente àquilo de que um dia gostei e ficou enterrado lá nos confins do inferno da minha cabeça. Podolatria, da maneira mais vil, mais odiosa e hoje tão por mim odiada, combinando-se com a noite chuvosa e boa para dormir (terríveis para me causar poluções, assim como madrugadas de sábado para domingo, deve ser quando relaxo e durmo mais e melhor, meu limbo mental se aproveitando para a vingança), a me proporcionar outra molhaceira nas roupas e nas peças de cama. Daquele jeito de sempre, não adianta, com EP, o membro quase não fica ereto, parece que é (literalmente) só essa porra mesmo, famigerada e nojenta gozada de pau mole. Tudo como sempre.

E eu buscando disciplina mesmo parecendo que não terei forças.

Irado, segurei-me como pude e dei a sorte de em pouco amanhecer. Arrumei algumas coisas no quarto, enfiei-me respirando fundo sob a água gelada e agora aqui me encontro, também buscando alguma paz. Enquanto termino esta postagem, minha mãe me chama para o café.

Não desisto. Não desisto.

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25/2/2020, 15:22
Justiceiro do Sertão escreveu: Outra noite molhada. Outra miséria de polução. Eis-me aqui logo cedo, após banho geladíssimo, para descarregar minha raiva, preparando-me para mais um dia, embora sem fissuras ou efeito caçador, de mau humor e ressaca de noite mal-dormida. Mais do mesmo.

Mesmo roteiro de sempre, mesmo scipt, mesma busca do subconsciente àquilo de que um dia gostei e ficou enterrado lá nos confins do inferno da minha cabeça. Podolatria, da maneira mais vil, mais odiosa e hoje tão por mim odiada, combinando-se com a noite chuvosa e boa para dormir (terríveis para me causar poluções, assim como madrugadas de sábado para domingo, deve ser quando relaxo e durmo mais e melhor, meu limbo mental se aproveitando para a vingança), a me proporcionar outra molhaceira nas roupas e nas peças de cama. Daquele jeito de sempre, não adianta, com EP, o membro quase não fica ereto, parece que é (literalmente) só essa porra mesmo, famigerada e nojenta gozada de pau mole. Tudo como sempre.

E eu buscando disciplina mesmo parecendo que não terei forças.

Irado, segurei-me como pude e dei a sorte de em pouco amanhecer. Arrumei algumas coisas no quarto, enfiei-me respirando fundo sob a água gelada e agora aqui me encontro, também buscando alguma paz. Enquanto termino esta postagem, minha mãe me chama para o café.

Não desisto. Não desisto.

Fala grande Justiceiro do Sertão, imagino como deve estar sendo difícil, mas siga firme, você está numa marca incrível longe do vício, e siga a cada dia batendo novos recordes, pois você é um vencedor. Um abraço e força.
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

25/2/2020, 17:45
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Outra noite molhada. Outra miséria de polução. Eis-me aqui logo cedo, após banho geladíssimo, para descarregar minha raiva, preparando-me para mais um dia, embora sem fissuras ou efeito caçador, de mau humor e ressaca de noite mal-dormida. Mais do mesmo.

Mesmo roteiro de sempre, mesmo scipt, mesma busca do subconsciente àquilo de que um dia gostei e ficou enterrado lá nos confins do inferno da minha cabeça. Podolatria, da maneira mais vil, mais odiosa e hoje tão por mim odiada, combinando-se com a noite chuvosa e boa para dormir (terríveis para me causar poluções, assim como madrugadas de sábado para domingo, deve ser quando relaxo e durmo mais e melhor, meu limbo mental se aproveitando para a vingança), a me proporcionar outra molhaceira nas roupas e nas peças de cama. Daquele jeito de sempre, não adianta, com EP, o membro quase não fica ereto, parece que é (literalmente) só essa porra mesmo, famigerada e nojenta gozada de pau mole. Tudo como sempre.

E eu buscando disciplina mesmo parecendo que não terei forças.

Irado, segurei-me como pude e dei a sorte de em pouco amanhecer. Arrumei algumas coisas no quarto, enfiei-me respirando fundo sob a água gelada e agora aqui me encontro, também buscando alguma paz. Enquanto termino esta postagem, minha mãe me chama para o café.

Não desisto. Não desisto.

Fala grande Justiceiro do Sertão, imagino como deve estar sendo difícil, mas siga firme, você está numa marca incrível longe do vício, e siga a cada dia batendo novos recordes, pois você é um vencedor. Um abraço e força.

Meu sincero obrigado, notável End. Desistir é o mesmo que morrer. Um abraço e força a você.

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25/2/2020, 19:04
Blz Justiceiro do Sertão,

Passando por aqui para parabenizar e deixar votos de sucesso.

Abraços.
vlw

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

26/2/2020, 01:52
Justiceiro do Sertão escreveu: Outra noite molhada. Outra miséria de polução. Eis-me aqui logo cedo, após banho geladíssimo, para descarregar minha raiva, preparando-me para mais um dia, embora sem fissuras ou efeito caçador, de mau humor e ressaca de noite mal-dormida. Mais do mesmo.

Mesmo roteiro de sempre, mesmo scipt, mesma busca do subconsciente àquilo de que um dia gostei e ficou enterrado lá nos confins do inferno da minha cabeça. Podolatria, da maneira mais vil, mais odiosa e hoje tão por mim odiada, combinando-se com a noite chuvosa e boa para dormir (terríveis para me causar poluções, assim como madrugadas de sábado para domingo, deve ser quando relaxo e durmo mais e melhor, meu limbo mental se aproveitando para a vingança), a me proporcionar outra molhaceira nas roupas e nas peças de cama. Daquele jeito de sempre, não adianta, com EP, o membro quase não fica ereto, parece que é (literalmente) só essa porra mesmo, famigerada e nojenta gozada de pau mole. Tudo como sempre.

E eu buscando disciplina mesmo parecendo que não terei forças.

Irado, segurei-me como pude e dei a sorte de em pouco amanhecer. Arrumei algumas coisas no quarto, enfiei-me respirando fundo sob a água gelada e agora aqui me encontro, também buscando alguma paz. Enquanto termino esta postagem, minha mãe me chama para o café.

Não desisto. Não desisto.

Olá meu nobre, posso imaginar o quanto sua vida é bem difícil, entendo que sua situação por vezes é complicada, mas acredito que sua saga na luta contra esse mal deve ter mais elementos harmoniosos, digo isso no sentido de você não se deixar consumir pela raiva, mas buscar entrar em contato com o seu eu interior, entendo que isso soa de forma clichê (estilo coach de quinta) e um tanto sem sentido com sua realidade, porem, acredito que devemos nos conhecer ao ponto de entender como funciona nossas estruturas, tal conhecimento nos ajuda a seguir em frente para vencer os desafios e tudo mais que possa acontecer, é claro que palavras são doces, mas a realidade é muito diferente disso, no entanto, você é um campeão no estilo Rocky Balboa, pois seu contador demonstra todo o seu empenho e sua luta nesse esporádico palco da vida. Uma coisa que aprendi sobre o PMO, é que mesmo fraco ele ira nos atacar onde estamos mais vulneráveis, por isso surge a importância de se conhecer, pois conforme o tempo de luta passamos para outra fase, o inimigo então assume um outro aspecto, é nesse ponto que você deve entender onde esta sendo atacado, pois isso fará a diferença na sua jornada.  

Espero ter contribuído com alguma coisa e que isso possa servir como reflexão para lhe ajudar nesse momento, é claro que não sou nem um guru que irá te ajudar a resolver todos os seus problemas, mas humildemente espero ter colaborado com alguma coisa, por mais que seja a coisa mais pequena possível.

Te desejo sucesso e força para vencer seus desafios, tenha menos raiva (rsrsrsr)

Forte Abraço        

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Meu diário: https://www.comoparar.com/t9560-diario-do-dante-auditore         

"Abençoado é aquele que resiste a tentação, pelo julgamento ele recebera a coroa da vida"  

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26/2/2020, 19:16
Rottweiler escreveu:
Blz Justiceiro do Sertão,

Passando por aqui para parabenizar e deixar votos de sucesso.

Abraços.
vlw

Obrigado, nobre Rottweiler. Receba minha torcida e meu abraço.

Dante Auditore escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Outra noite molhada. Outra miséria de polução. Eis-me aqui logo cedo, após banho geladíssimo, para descarregar minha raiva, preparando-me para mais um dia, embora sem fissuras ou efeito caçador, de mau humor e ressaca de noite mal-dormida. Mais do mesmo.

Mesmo roteiro de sempre, mesmo scipt, mesma busca do subconsciente àquilo de que um dia gostei e ficou enterrado lá nos confins do inferno da minha cabeça. Podolatria, da maneira mais vil, mais odiosa e hoje tão por mim odiada, combinando-se com a noite chuvosa e boa para dormir (terríveis para me causar poluções, assim como madrugadas de sábado para domingo, deve ser quando relaxo e durmo mais e melhor, meu limbo mental se aproveitando para a vingança), a me proporcionar outra molhaceira nas roupas e nas peças de cama. Daquele jeito de sempre, não adianta, com EP, o membro quase não fica ereto, parece que é (literalmente) só essa porra mesmo, famigerada e nojenta gozada de pau mole. Tudo como sempre.

E eu buscando disciplina mesmo parecendo que não terei forças.

Irado, segurei-me como pude e dei a sorte de em pouco amanhecer. Arrumei algumas coisas no quarto, enfiei-me respirando fundo sob a água gelada e agora aqui me encontro, também buscando alguma paz. Enquanto termino esta postagem, minha mãe me chama para o café.

Não desisto. Não desisto.

Olá meu nobre, posso imaginar o quanto sua vida é bem difícil, entendo que sua situação por vezes é complicada, mas acredito que sua saga na luta contra esse mal deve ter mais elementos harmoniosos, digo isso no sentido de você não se deixar consumir pela raiva, mas buscar entrar em contato com o seu eu interior, entendo que isso soa de forma clichê (estilo coach de quinta) e um tanto sem sentido com sua realidade, porem, acredito que devemos nos conhecer ao ponto de entender como funciona nossas estruturas, tal conhecimento nos ajuda a seguir em frente para vencer os desafios e tudo mais que possa acontecer, é claro que palavras são doces, mas a realidade é muito diferente disso, no entanto, você é um campeão no estilo Rocky Balboa, pois seu contador demonstra todo o seu empenho e sua luta nesse esporádico palco da vida. Uma coisa que aprendi sobre o PMO, é que mesmo fraco ele ira nos atacar onde estamos mais vulneráveis, por isso surge a importância de se conhecer, pois conforme o tempo de luta passamos para outra fase, o inimigo então assume um outro aspecto, é nesse ponto que você deve entender onde esta sendo atacado, pois isso fará a diferença na sua jornada.  

Espero ter contribuído com alguma coisa e que isso possa servir como reflexão para lhe ajudar nesse momento, é claro que não sou nem um guru que irá te ajudar a resolver todos os seus problemas, mas humildemente espero ter colaborado com alguma coisa, por mais que seja a coisa mais pequena possível.

Te desejo sucesso e força para vencer seus desafios, tenha menos raiva (rsrsrsr)

Forte Abraço        

Grande Dante Auditore! Muito obrigado pelo apoio e saiba que, com esta minha mente agitada, uma coisa que tenho buscado muitíssimo é conhecer a mim mesmo, em todas as minhas nuances físicas e psíquicas, por mais dura que seja tal tarefa. Tenho que me sujeitar a tal batalha, não tenho saída. Se não for assim, nada feito. Diante de tudo o que já passei, um sacrifício como este não é para mim mais do que uma obrigação.

Novamente obrigado e forte abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

27/2/2020, 20:35
Uma quinta-feira agitada.

Minha noite foi intensa no que concerne a sonhos e agitação da mente. Ainda bem que sem ejaculações noturnas, graças a Deus. Sonhei com uma porção de situações de cunho sexual, algumas mais leves e outras mais explícitas, de maneira que, sonhando que estava diante, em situação não-sugestiva, de certa (sub)celebridade na qual enxergo alguma beleza física porém com a qual não me simpatizo por outros atributos não-sexuais (um dos quais, traumático para mim e não me peçam detalhes de tudo, bem explorado no sonho), tive uma violenta ereção e acordei em pânico quase ejaculando, tendo que respirar com muito cuidado e proceder grande esforço físico e mental no sentido de evitar outra enxurrada. Consegui, a despeito do incômodo de uma ereção que me causou até certa dor na genitália, e voltei a dormir uma noite tranquila.

Tenho certeza de que só não tive mais uma polução noturna porque tive há dois dias uma fortíssima, infelizmente naquele "meu melhor estilo", que encharcou tudo na minha cama, novamente gerou polêmica e apreensão aqui em casa (com minha mãe desconfiada: "Mijou na cama de novo, não foi? Estou desconfiada que você anda mijando na cama de novo, ou cagando, não é possível, o que é aquele cheiro forte vindo do seu quarto quase todo dia, e aquele monte de cuecas para lavar?") e deve ter deixado meu sistema reprodutor esgotado.

Depois, um dia de trabalho no melhor estilo "primeiro dia do ano no Brasil". Movimento pesado do início ao fim do expediente, apesar do tempo fechado na cidade, porque aqui ao primeiro mínimo sinal de chuva eles se "entocam" instantaneamente e quando o sol volta retornam caoticamente todos de uma vez, e quando a temperatura cai para 25°C é questão de minutos para se cobrirem de pano até o pescoço e as meninas calçarem até botas de inverno. Voltando ao caso, e uma porrada de mulheres bonitas não só entre as funcionárias e transeuntes em geral, como também entre aquelas as quais atendi. Sendo sincero, se me entendem, hoje foi um teste e tanto. E superado.

Entre os cidadãos, mais de um desabafo contra a cidade, a respeito daqueles tópicos com que infelizmente concordo. Praticamente 100% deles vindos de forasteiros; os nativos, com exceção dos que saíram e às vezes voltam para visitar, são extremamente orgulhosos e ufanistas do lugar, chego a me sentir mal. Nem quero ficar tocando nesse assunto e em relacionados, fico mal mesmo.

Inclusive fiquei sabendo, no trabalho, de um sujeito que está em crise financeira, com dificuldades para quitar vários débitos públicos, muito por conta do dinheiro que tem gastado nos últimos anos... com pornografia. Constou-nos por uma suposta parente dele, que sempre está ao seu lado e parece até sua curadora (o "indivíduo" tem jeito de alguém que não está mais no pleno exercício de suas faculdades mentais: apesar de um tanto jovem está envelhecido, não ouve direito, anda desengonçado e sem rumo, aparentemente mora com a parente, trata todos com rudez, não se relaciona afetivamente e não consegue trabalho a despeito de alegado brilhante histórico academico), que há tempos gastaria tudo com Internet destinada exclusivamente ao vício, com compra e locação de materiais pornográficos, um acervo gigantesco de DVDs e outras mídías correlatas, "pacotes extras" em sites adultos e horrores relacionados, atravessando dias e noites ininterruptamente vendo pornô e se masturbando (segundo a outra, de por vezes fins de semana inteiros sem parar para absolutamente nada, fazendo também a conta de luz explodir), além de talvez se masturbar sob as mais horrendas circunstâncias, como assim que achasse um banheiro público. Sem mais comentários. O "cidadão" é, olhando assim, um perfeito demente. Nem preciso dizer que desregrou tudo em sua vida. Chega a consumir o dinheiro da cidadã e de outros para se autodestruir, de modo que o apartamento dela já está em leilão e esta deve voltar o quanto antes para sua cidade para tentar re-arranjar sua vida e talvez a dele.

História real. Não sejamos este "homem". Por hoje chega.

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28/2/2020, 01:09
Caralho, mano. Que história assustadora! Bom postar aqui pra galera ficar ciente do tamanho do buraco pra onde P arrasta. Siga firme irmão. O quanto que vc sofre com essa parada de polução noturna e o quanto vc resiste mostram a sua força.
Abraço, meu mano.

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28/2/2020, 19:06
rlutador escreveu:Caralho, mano. Que história assustadora! Bom postar aqui pra galera ficar ciente do tamanho do buraco pra onde P arrasta. Siga firme irmão. O quanto que vc sofre com essa parada de polução noturna e o quanto vc resiste mostram a sua força.
Abraço, meu mano.

Obrigado, caro rlutador. Fiquem os exemplos antes de tudo. Meu abraço.

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28/2/2020, 20:31
Outro dia muito ocupado.

Mais uma vez tive a noite tomada de sonhos com conteúdo sexual, felizmente acordando seco, apesar de outra leva de ereções até constrangedoras, daquelas que demoram dez minutos para se dissipar e podem acarretar ejaculações involuntárias sob qualquer mais descuidado movimento de minha parte. No trabalho, outra jornada muito movimentada, tem lá frequentado uma jovem que deveras chama minha atenção, a trazer serviços de escritório próprios de nossa área a que demos despachos. Eu que não sou muito chegado em loiras noto a considerável aparência física dela, certamente notada por todos em seu redor, nutrindo certa saudável expectativa quando a vejo se aproximando de nosso departamento (é daquelas bem mainstream, bem unanimidade, se me entendem); na equipe somos em seis, e nunca aconteceu (ainda) de ela cair na minha mesa. Admito que estou da melhor forma preparado para o caso de em breve ocorrer.

Nos bastidores, pareço estar bem-apresentável perante as mulheres da repartição, algumas delas jovens bonitas e de certa simpatia. Têm trocado comigo saborosos cumprimentos e brincadeiras saudáveis, tudo me causando certa elevação na autoestima, claro que da maneira mais madura e respeitando a condição de comprometida de muitas delas. Tem me feito bem, tem me feito crescer.

Que cresçamos do jeito certo sempre.

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29/2/2020, 02:57
Isso aí, mano. Não é a primeira vez que vc posta aqui que teve sonhos eróticos, porém sem polução noturna. Seria isso um avanço? Fico feliz pela sua boa relação com as mulheres no seu trabalho. Adiante, Justiceiro do Sertão! Forte abraço.

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29/2/2020, 11:27
rlutador escreveu:Isso aí, mano. Não é a primeira vez que vc posta aqui que teve sonhos eróticos, porém sem polução noturna. Seria isso um avanço? Fico feliz pela sua boa relação com as mulheres no seu trabalho. Adiante, Justiceiro do Sertão! Forte abraço.

Obrigado pelo apoio, rlutador. Que seja mesmo um avanço, já pensei a respeito. Que tudo evolua ao favor de todos nós via nosso empenho. Forte abraço.

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29/2/2020, 18:03
Sábado no qual amanheci seco, apesar de mais uma série de sonhos sugestivos, inclusive com o dia amanhecendo, sob intensas e perigosas ereções. Folga que tirei para, pela manhã, ajudar minha mãe a trazer umas compras do supermercado e à tarde assistir uma ou outra coisa amena e saudável no meu bom e velho videocassete. Também andei estudando um pouco e, como sempre, condicionando minha mente a se focar só no que presta neste mundo. Amanhã devo sair.

Venho tendo algumas lembranças de natureza pessoal, coisas deveras traumáticas, quando trombo com determinados estímulos sensorialmente diversos, como a música eletrônica em intenso volume que neste momento vem da casa do vizinho, aonde parecem receber visitas. Nem quero ficar detalhando a porção de recalques relacionados, são definitivamente coisas para serem esquecidas.

Minha relação com meus pais está a tal ponto que, do alto de minha contemporânea maturidade, decididamente não deverei cumprir certas exigências que estão me fazendo. Sei que haverá conflitos, no entato eis que deverei me sujeitar a eles. Não darei detalhes. Não tem a ver com mulher, contudo não interessa. Para mim faz tudo parte do mesmo pacote, vou ter que agir como minha mãe age comigo. A personalidade dela é uma coisa com que demorei para aprender a lidar, agora não tem mais conversa.

No mais, a caminho da harmonia no espírito e no corpo. Ontem, coisa que não coloquei na postagem de ontem à noite por medo de a lembrança me causar pesadelos e poluções noturnas, fui resolver um problema no centro da cidade em meu horário de almoço e vi sem quer ver, do outro lado da rua e quase idêntica àquele tempo, pessoa sugestiva. Certamente era ela, uma das mais belas e simpáticas GPs com que saí, andando pela calçada na companhia de uma outra garota. Aquilo me ficou na mente de insinuante maneira: "Será que ela ainda está por aí? Será que ela continua disponível na cidade? E se eu corresse atrás de alguma informação..." Venho tendo ainda algum desejo de procurar uma GP em meio à dificuldade de arranjar parceiras nos poucos momentos de lazer que tenho aqui na cidade. Todavia, achei melhor resistir uma vez mais e continuar correndo atrás só daquilo que de fato preenche as lacunas da minha vida. Deve haver algum lazer pelos próximos dias e vejamos o que será.

E, se for para ser, será consequência.

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29/2/2020, 20:58
Justiceiro do Sertão escreveu: Sábado no qual amanheci seco, apesar de mais uma série de sonhos sugestivos, inclusive com o dia amanhecendo, sob intensas e perigosas ereções. Folga que tirei para, pela manhã, ajudar minha mãe a trazer umas compras do supermercado e à tarde assistir uma ou outra coisa amena e saudável no meu bom e velho videocassete. Também andei estudando um pouco e, como sempre, condicionando minha mente a se focar só no que presta neste mundo. Amanhã devo sair.

Venho tendo algumas lembranças de natureza pessoal, coisas deveras traumáticas, quando trombo com determinados estímulos sensorialmente diversos, como a música eletrônica em intenso volume que neste momento vem da casa do vizinho, aonde parecem receber visitas. Nem quero ficar detalhando a porção de recalques relacionados, são definitivamente coisas para serem esquecidas.

Minha relação com meus pais está a tal ponto que, do alto de minha contemporânea maturidade, decididamente não deverei cumprir certas exigências que estão me fazendo. Sei que haverá conflitos, no entato eis que deverei me sujeitar a eles. Não darei detalhes. Não tem a ver com mulher, contudo não interessa. Para mim faz tudo parte do mesmo pacote, vou ter que agir como minha mãe age comigo. A personalidade dela é uma coisa com que demorei para aprender a lidar, agora não tem mais conversa.

No mais, a caminho da harmonia no espírito e no corpo. Ontem, coisa que não coloquei na postagem de ontem à noite por medo de a lembrança me causar pesadelos e poluções noturnas, fui resolver um problema no centro da cidade em meu horário de almoço e vi sem quer ver, do outro lado da rua e quase idêntica àquele tempo, pessoa sugestiva. Certamente era ela, uma das mais belas e simpáticas GPs com que saí, andando pela calçada na companhia de uma outra garota. Aquilo me ficou na mente de insinuante maneira: "Será que ela ainda está por aí? Será que ela continua disponível na cidade? E se eu corresse atrás de alguma informação..." Venho tendo ainda algum desejo de procurar uma GP em meio à dificuldade de arranjar parceiras nos poucos momentos de lazer que tenho aqui na cidade. Todavia, achei melhor resistir uma vez mais e continuar correndo atrás só daquilo que de fato preenche as lacunas da minha vida. Deve haver algum lazer pelos próximos dias e vejamos o que será.

E, se for para ser, será consequência.

Fala grande Justiceiro, parabéns por estar vencendo as lutas que a vida vem lhe dando, e só tenho a desejar força pra você em sua jornada. Um forte abraço e siga firme pois você inspira muitas pessoas. Tmj.
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1/3/2020, 05:41
Justiceiro mais uma vitória, aos poucos tudo se vai compondo. Lamento pela relação com familiares, também já passei por momentos de turbulência, falta de compreensão da parte deles perante a minha situação de vida, a ponto de eu própria ter de abdicar de algo que na altura gostava muito. Mas para manter a harmonia familiar fiz o que quiseram para mim. Agora vejo isso como uma aprendizagem e lição. Devemos ser livres para perceber qual é o melhor caminho. Na altura achei que eu era a errada e a família era a certa e atuslmente compreendo que tinham razão (queriam o melhor para mim). Segue firme, bora lá! Estamos juntos!

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1/3/2020, 12:26
Justiceiro do Sertão escreveu: Sábado no qual amanheci seco, apesar de mais uma série de sonhos sugestivos, inclusive com o dia amanhecendo, sob intensas e perigosas ereções. Folga que tirei para, pela manhã, ajudar minha mãe a trazer umas compras do supermercado e à tarde assistir uma ou outra coisa amena e saudável no meu bom e velho videocassete. Também andei estudando um pouco e, como sempre, condicionando minha mente a se focar só no que presta neste mundo. Amanhã devo sair.

Venho tendo algumas lembranças de natureza pessoal, coisas deveras traumáticas, quando trombo com determinados estímulos sensorialmente diversos, como a música eletrônica em intenso volume que neste momento vem da casa do vizinho, aonde parecem receber visitas. Nem quero ficar detalhando a porção de recalques relacionados, são definitivamente coisas para serem esquecidas.

Minha relação com meus pais está a tal ponto que, do alto de minha contemporânea maturidade, decididamente não deverei cumprir certas exigências que estão me fazendo. Sei que haverá conflitos, no entanto eis que deverei me sujeitar a eles. Não darei detalhes. Não tem a ver com mulher, contudo não interessa. Para mim faz tudo parte do mesmo pacote, vou ter que agir como minha mãe age comigo. A personalidade dela é uma coisa com que demorei para aprender a lidar, agora não tem mais conversa.

No mais, a caminho da harmonia no espírito e no corpo. Ontem, coisa que não coloquei na postagem de ontem à noite por medo de a lembrança me causar pesadelos e poluções noturnas, fui resolver um problema no centro da cidade em meu horário de almoço e vi sem quer ver, do outro lado da rua e quase idêntica àquele tempo, pessoa sugestiva. Certamente era ela, uma das mais belas e simpáticas GPs com que saí, andando pela calçada na companhia de uma outra garota. Aquilo me ficou na mente de insinuante maneira: "Será que ela ainda está por aí? Será que ela continua disponível na cidade? E se eu corresse atrás de alguma informação..." Venho tendo ainda algum desejo de procurar uma GP em meio à dificuldade de arranjar parceiras nos poucos momentos de lazer que tenho aqui na cidade. Todavia, achei melhor resistir uma vez mais e continuar correndo atrás só daquilo que de fato preenche as lacunas da minha vida. Deve haver algum lazer pelos próximos dias e vejamos o que será.

E, se for para ser, será consequência.

Olá meu nobre, sempre lhe vejo de uma forma complicada, torço para que você possa ter uma vida melhor e mais pacifica, todos temos nossos problemas e isso segue situações que muitas vezes nos tornam pessoas sem esperança na vida, mas tudo é uma questão de se buscar enfrentar os desafios e as dificuldades, torço por sua paz e pelo seu sucesso, que seus dias sejam melhores e que você seja um homem melhor do que um dia já foi.

Um forte abraço e fica na paz de Deus


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1/3/2020, 21:04
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Sábado no qual amanheci seco, apesar de mais uma série de sonhos sugestivos, inclusive com o dia amanhecendo, sob intensas e perigosas ereções. Folga que tirei para, pela manhã, ajudar minha mãe a trazer umas compras do supermercado e à tarde assistir uma ou outra coisa amena e saudável no meu bom e velho videocassete. Também andei estudando um pouco e, como sempre, condicionando minha mente a se focar só no que presta neste mundo. Amanhã devo sair.

Venho tendo algumas lembranças de natureza pessoal, coisas deveras traumáticas, quando trombo com determinados estímulos sensorialmente diversos, como a música eletrônica em intenso volume que neste momento vem da casa do vizinho, aonde parecem receber visitas. Nem quero ficar detalhando a porção de recalques relacionados, são definitivamente coisas para serem esquecidas.

Minha relação com meus pais está a tal ponto que, do alto de minha contemporânea maturidade, decididamente não deverei cumprir certas exigências que estão me fazendo. Sei que haverá conflitos, no entato eis que deverei me sujeitar a eles. Não darei detalhes. Não tem a ver com mulher, contudo não interessa. Para mim faz tudo parte do mesmo pacote, vou ter que agir como minha mãe age comigo. A personalidade dela é uma coisa com que demorei para aprender a lidar, agora não tem mais conversa.

No mais, a caminho da harmonia no espírito e no corpo. Ontem, coisa que não coloquei na postagem de ontem à noite por medo de a lembrança me causar pesadelos e poluções noturnas, fui resolver um problema no centro da cidade em meu horário de almoço e vi sem quer ver, do outro lado da rua e quase idêntica àquele tempo, pessoa sugestiva. Certamente era ela, uma das mais belas e simpáticas GPs com que saí, andando pela calçada na companhia de uma outra garota. Aquilo me ficou na mente de insinuante maneira: "Será que ela ainda está por aí? Será que ela continua disponível na cidade? E se eu corresse atrás de alguma informação..." Venho tendo ainda algum desejo de procurar uma GP em meio à dificuldade de arranjar parceiras nos poucos momentos de lazer que tenho aqui na cidade. Todavia, achei melhor resistir uma vez mais e continuar correndo atrás só daquilo que de fato preenche as lacunas da minha vida. Deve haver algum lazer pelos próximos dias e vejamos o que será.

E, se for para ser, será consequência.

Fala grande Justiceiro, parabéns por estar vencendo as lutas que a vida vem lhe dando, e só tenho a desejar força pra você em sua jornada. Um forte abraço e siga firme pois você inspira muitas pessoas. Tmj.

Cumprimentos, End. Obrigado pelas saudações, decididamente não me sinto exemplo para ninguém, sou só mais um na luta, ainda que honrado com suas considerações. E vamos lá.

soumulherviciadaemporn escreveu:Justiceiro mais uma vitória, aos poucos tudo se vai compondo. Lamento pela relação com familiares, também já passei por momentos de turbulência, falta de compreensão da parte deles perante a minha situação de vida, a ponto de eu própria ter de abdicar de algo que na altura gostava muito. Mas para manter a harmonia familiar fiz o que quiseram para mim. Agora vejo isso como uma aprendizagem e lição. Devemos ser livres para perceber qual é o melhor caminho. Na altura achei que eu era a errada e a família era a certa  e atuslmente compreendo que tinham razão (queriam o melhor para mim). Segue firme, bora lá! Estamos juntos!

Sigamos firmes, insigne lutadora! Aqui é um ajudando o outro e cada um fazendo sua parte com toda a entrega do mundo. Estamos juntos e eis nossa hora.

Dante Auditore escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Sábado no qual amanheci seco, apesar de mais uma série de sonhos sugestivos, inclusive com o dia amanhecendo, sob intensas e perigosas ereções. Folga que tirei para, pela manhã, ajudar minha mãe a trazer umas compras do supermercado e à tarde assistir uma ou outra coisa amena e saudável no meu bom e velho videocassete. Também andei estudando um pouco e, como sempre, condicionando minha mente a se focar só no que presta neste mundo. Amanhã devo sair.

Venho tendo algumas lembranças de natureza pessoal, coisas deveras traumáticas, quando trombo com determinados estímulos sensorialmente diversos, como a música eletrônica em intenso volume que neste momento vem da casa do vizinho, aonde parecem receber visitas. Nem quero ficar detalhando a porção de recalques relacionados, são definitivamente coisas para serem esquecidas.

Minha relação com meus pais está a tal ponto que, do alto de minha contemporânea maturidade, decididamente não deverei cumprir certas exigências que estão me fazendo. Sei que haverá conflitos, no entanto eis que deverei me sujeitar a eles. Não darei detalhes. Não tem a ver com mulher, contudo não interessa. Para mim faz tudo parte do mesmo pacote, vou ter que agir como minha mãe age comigo. A personalidade dela é uma coisa com que demorei para aprender a lidar, agora não tem mais conversa.

No mais, a caminho da harmonia no espírito e no corpo. Ontem, coisa que não coloquei na postagem de ontem à noite por medo de a lembrança me causar pesadelos e poluções noturnas, fui resolver um problema no centro da cidade em meu horário de almoço e vi sem quer ver, do outro lado da rua e quase idêntica àquele tempo, pessoa sugestiva. Certamente era ela, uma das mais belas e simpáticas GPs com que saí, andando pela calçada na companhia de uma outra garota. Aquilo me ficou na mente de insinuante maneira: "Será que ela ainda está por aí? Será que ela continua disponível na cidade? E se eu corresse atrás de alguma informação..." Venho tendo ainda algum desejo de procurar uma GP em meio à dificuldade de arranjar parceiras nos poucos momentos de lazer que tenho aqui na cidade. Todavia, achei melhor resistir uma vez mais e continuar correndo atrás só daquilo que de fato preenche as lacunas da minha vida. Deve haver algum lazer pelos próximos dias e vejamos o que será.

E, se for para ser, será consequência.

Olá meu nobre, sempre lhe vejo de uma forma complicada, torço para que você possa ter uma vida melhor e mais pacifica, todos temos nossos problemas e isso segue situações que muitas vezes nos tornam pessoas sem esperança na vida, mas tudo é uma questão de se buscar enfrentar os desafios e as dificuldades, torço por sua paz e pelo seu sucesso, que seus dias sejam melhores e que você seja um homem melhor do que um dia já foi.

Um forte abraço e fica na paz de Deus


Nobre és tu, Dante Auditore. Obrigado e fique sabendo que não é só você que me vê de uma forma complicada, eu sou mesmo complicado, o vício só piorou meu quadro e as relações com os meus (sujeitos simples e também meio difíceis de lidar) e não posso fazer senão buscar o quanto antes sair do fundo do poço. Estou enfrentando tudo até além dos limites do meu corpo e da minha mente, é uma batalha por dia, não há trégua.

Meu abraço e fique com Deus.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

1/3/2020, 21:29
Outro dia ocupado de saudável forma.

Já amanheci daquele jeito perigoso. Vide mais uma agitada madrugada que tive, repleta de sonhos eróticos e felizmente sem poluções noturnas, contra as quais venho lutado excruciantemente há vários anos. Graças a Deus, mais uma noite seco! Ontem fui dormir com certas lembranças pairando na mente diante de ouvir com perfeição a já referida festinha de jovens na vizinhança, lembrando-me com perfeição daquelas da minha época... às quais não fui. Lembranças que me fizeram sonhar, entre outras bobagens softcore, com estar numa daquelas festas de há mais de uma década, das quais só ouvia falar segunda-feira de manhã na escola, inclusive com a presença daquelas meninas daquele jeito de então, a aprontar mil fantasias as quais tanto alimentei (inclusive com elas), em meio a sensações muito realistas. Um sonho daqueles que com toda a certeza me faria molhar a cama há até pouquíssimo tempo, vez que parece válida a teroria do nobre parceiro de lutas Rlutador, segundo a qual meu organismo parece estar respondendo à minha nova vida, nas palavras dele um avanço, no sentido de as poluções noturnas (coisa que tanto abomino) estarem desaparecendo e ficando só os sonhos eróticos (negócio também incômodo, por causa das lembranças que fica; aliás eu com essa mente agitada sou alguém que sonha curiosa e impreterivelmente todas as noites, não adianta, sempre tenho que sonhar com alguma coisa, temas recorrentes ou não, sonhos agradáveis ou não), os quais também devem sumir, assim torço. Acordei muito satisfeito, por volta das 6 horas, ao perceber que estava seco, tendo emendado, apesar de intensa ereção, maratona de horas de estudo.

Venho tendo obrigações a cumprir aqui em casa, portanto deverei me abster de lazer nas próximas semanas, saindo apenas para trabalhar. Hoje recomeçaram as aulas de dança de salão no clube e sinto que é melhor por enquanto eu não ir. Questões próprias, bem particulares.

Percebo que será melhor para mim. Não me socializo no tangente a lazer desde meados de dezembro, quando tive aquele ao mesmo tempo enriquecedor e decepcionante encontro com a garota que descobri ser trans e desde então sequer abracei qualquer outra menina. Apesar de um ou outro momento mais desconfortável, venho obtendo sucesso em meus esforços para me focar em atividades produtivas e não sentir falta. Carência é para os fracos, em outros tempos estaria desesperado atrás de uma GP. Resisto aos pensamentos que vêm por vezes, sei que estou na rota certa.

Não que não goste de mulheres, com todo o respeito aos homossexuais (fama que já levei até dentro de casa, até minha mãe já andou fazendo piadas desconfiada de eu ser gay, o que ela nunca aceitaria), mas costumo dizer que o menino se torna homem quando aprende a dominar seu naturalmente vigoroso desejo sexual, pensando em coisas que realmente acrescentarão à sua vida, lhe trazendo de tudo de bom um pouco, inclusive (sob as melhores circunstâncias, obviamente) mulheres. É consequência e não temos para onde correr.

Aliás, tudo na vida é consequência.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 13 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

2/3/2020, 03:07
Fala, Justiceiro.
Fiquei curioso pra saber o que é a questão particular que faz vc avaliar ser melhor vc se afastar do tal clube. Tem certeza que não vale a pena compartilhar? Talvez seja melhor vc falar aqui do que se trata e ouvir o conselho da rapaziada sobre o tema. Talvez não seja algo tão grave. Lembre-se que esse é um fórum baseado no anonimato. Não vai interferir grandes coisas na sua vida se vc falar o que é.
O outro ponto é a respeito da sexualidade. Super respeito sem ponto de vista, mas prefiro não controlar a minha sexualidade. Prefiro vivê-la saudavelmente, dando liberdade a ela. Liberdade que significa transar com quem eu me sinto bem, que hj é a minha namorada, e no momento que eu me sinto bem. Isso me permite ir atrás de sexo quando eu quero e negá-lo quando não desejo. Mas de fato, não há controle sobre meu desejo. Ele é livre. E te analisando, parece que sua sexualidade tá pulsando por algo real. Que tal se esforçar menos em controlar isso e buscar satisfazê-la buscando a socialização no baile? Isso não seria mais saudável? Fica a reflexão.
Forte abraço, Justiceiro.

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2/3/2020, 19:32
rlutador escreveu:Fala, Justiceiro.
Fiquei curioso pra saber o que é a questão particular que faz vc avaliar ser melhor vc se afastar do tal clube. Tem certeza que não vale a pena compartilhar? Talvez seja melhor vc falar aqui do que se trata e ouvir o conselho da rapaziada sobre o tema. Talvez não seja algo tão grave. Lembre-se que esse é um fórum baseado no anonimato. Não vai interferir grandes coisas na sua vida se vc falar o que é.
O outro ponto é a respeito da sexualidade. Super respeito sem ponto de vista, mas prefiro não controlar a minha sexualidade. Prefiro vivê-la saudavelmente, dando liberdade a ela. Liberdade que significa transar com quem eu me sinto bem, que hj é a minha namorada, e no momento que eu me sinto bem. Isso me permite ir atrás de sexo quando eu quero e negá-lo quando não desejo. Mas de fato, não há controle sobre meu desejo. Ele é livre. E te analisando, parece que sua sexualidade tá pulsando por algo real. Que tal se esforçar menos em controlar isso e buscar satisfazê-la buscando a socialização no baile? Isso não seria mais saudável? Fica a reflexão.
Forte abraço, Justiceiro.

Saudações, rlutador. A respeito do clube, não é nada de mais. É que não sou muito de me expor, mas para vocês eu falo. Estou estudando para concursos públicos, e o ritmo que estão dançando por enquanto com todo o respeito não me agrada muito. A prova está prestes, e estou aproveitando meu tempo como posso, inclusive consumindo fins de semana neste e no próximo mês, sei o que estou fazendo. Assim unirei o útil ao agradável e, logo que fizer a prova, devo imediatamente retornar às aulas de dança de salão, o que para mim é uma verdadeira terapia. Só eu sei o quanto a dança melhorou minha vida em todos os sentidos. É que sou meio dramático para tratar de certos assuntos, sinto pela maneira como me referi, fazendo parecer algo deveras grave. Não foi minha intenção, sou meio expressivo mesmo.

Portanto e oportunamente, chega-se à questão de minha sexualidade. Como disse, sei o que estou fazendo, embora por vezes eu mesmo sinta que estou me reprimindo. Vem sendo um mal necessário para mim. Talvez o golpe de misericórdia rumo à consolidação do Reboot e de minha plenitude física e mental. Preciso disto, cada um sabe o que passa, certas circunstâncias psíquicas variam de pessoa para pessoa e no meu caso tenho certeza de que preciso me sujeitar a isto. Investimento a longo prazo para uma vida plena. Claro que, se surgir uma grande oportunidade neste meio tempo (o que acho improvável), logicamente que buscarei aproveitá-la da melhor forma, entretanto acho que "chegou minha vez", se me entende, meu momento de dar o "pulo do gato" e arrumar minha vida de vez. Até a combater minhas poluções noturnas percebo que este meu expediente tem ajudado, sendo que pretendo em breve detalhar especificamente este aspecto, no que toca a conclusões às quais andei chegando acerca de meus sonhos.

Forte abraço, rlutador.

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2/3/2020, 22:48
Entendo seus pontos, Justiceiro. Se vc está seguro do que está fazendo, te desejo força e boa sorte pra cumprir o que tem em mente. Vc é um cara forte pra caralho. Vence muita parada bem difícil e continua firme.
Forte abraço.

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3/3/2020, 20:39
rlutador escreveu:Entendo seus pontos, Justiceiro. Se vc está seguro do que está fazendo, te desejo força e boa sorte pra cumprir o que tem em mente. Vc é um cara forte pra caralho. Vence muita parada bem difícil e continua firme.
Forte abraço.

Obrigado uma vez mais, rlutador. Tento ser forte, muitas horas a vida nos obriga. Ainda mais alguém com um histórico como o nosso.

Grande abraço.

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4/3/2020, 20:40
Graças a Deus, mais um dia ocupado. Mais um dia cheio do que fazer. Expediente movimentadíssimo no trabalho, dentista, estudos, correria atrás de obrigações diversas... Vou colocando minha vida nos eixos.

Longe do vício, cada dia me descubro mais como pessoa. Sem querer parecer arrogante, todavia com algum necessário amor-próprio, permanecer sóbrio me faz cada vez mais enxergar minha real personalidade, e percebo que ela não é das piores. Vejo-me como um sujeito simples porém determinado, que não nasceu na miséria mas que também sempre cresceu obrigado a dar valor a cada centavo. Uma das lições que meus pais me deram foi saber poupar dinheiro, de certa forma eles se parecem com certas culturas estrangeiras; se hoje estamos mais ou menos bem, nunca nos esqueçamos dos tempos de "vacas magras", sempre lutando para melhorar. E uma coisa que tenho feito muito é lutar. Dia após dia, enfrentando esta mente turbulenta por natureza, consumindo forças de onde não tenho, levantando caindo de sono mesmo dormindo cedo todos os dias, estudando morrendo de sono logo cedo (bocejando a cada trinta segundos a ponto de estourar o elástico do aparelho ortodôntico, para não falar das dores fortíssimas que andei sentindo no braço direito de tanto estudar e que quase me incapacitaram para o trabalho), me segurando para não ter ataques de estresse no próprio trabalho, recebendo de vez em quando lembranças torturantes do passado (geralmente de cunho quase-sexual), aprendendo dia após dia a ter uma relação razoável com meus pais... Francamente, nunca imaginava neste mundo que eu fosse tão forte. Nem mesmo eu sabia que era um homem tão forte. Não consigo reconhecer meu próprio eu de há menos de dois anos... Encaro as coisas na raça mesmo, horas e horas por dia, quase explodindo de cansaço por vezes, mas preferindo a morte a desistir. Sei que minha vez chegará.

Também sempre fui ensinado a agradecer e pratico isto todos os dias. Muito antes da modinha da gratidão, minha família, do alto de sua frugalidade, sempre me exigiu a palavra mágica sob absolutamente qualquer circunstância. Cresci já me preparando para nunca me esquecer. Chego a ficar minutos esperando uma pessoa se desocupar de algo só para, antes de me retirar, dizer obrigado. É uma coisa que tomo como verdadeira obrigação. Já sofri com piadas a respeito, que se dane. Até minha mãe já andou reparando, que se dane. Meu obrigado a ela em muita coisa, de qualquer modo.

E outra coisa que tem me fortalecido muito é a fé. Descobri que Deus não só existe como é a força que a tudo comanda e reconhece nossos esforços. Um mundo tão dinâmico não poderia ter sido moldado pela conhecida ciência, não precisa ser nenhum Stephen Hawking (polêmicas à parte) para saber que a magnificência do universo é complicadíssima demais para ser explorada pelas próprias leis da Física. Acho que é até melhor parar por aqui. Crer em Deus em meio à minha luta me tem feito toda, mas toda a diferença.

Não estou me achando, façam-me o favor, sou discreto até demais, ocorre que por vezes sinto necessidade de desabafar um pouco num teor que me faz bem, expor as benesses que largar o vício me trouxe no sentido de melhorar minha vida por completo. Às vezes sou bastante expressivo mesmo; olhando de longe dizem que sou tímido, de poucas palavras, e de fato falo pouco (até me expressando melhor escrevendo) e sou extremamente reservado como pessoa, não gostando de me expor para quase nada e me sentindo feliz assim. Sou bem "na minha", meio desconfiado, com cumprimentos no mais das vezes contidos, não fico olhando para pessoas e odeio mortalmente ser encarado (enlouqueço mais uma vez aqui com a cidade). Ocorre que dentro de mim existe um ser por vezes bastante emotivo e até passional mesmo: muitas horas me pego chorando do nada e babando de carência por um abraço de um amigo ou uma garota, não necessariamente caso sexual. Certas músicas e coisas me emocionam de verdade, quando estou muito feiz com algo chego a gritar e dar socos na mesa, não posso negar meu sangue brasileiro/latino, já me disseram até para não me empolgar; também falo alto e aquilo que penso, não sendo muito bem quisto em certas circunstâncias...

Enfim, falar um pouco sobre mim e sobre a satisfação de me perceber um homem por excelência após deixar a pornografia é algo que não tem preço e que tive que trazer a lume nesta postagem de hoje. Sinto-me atravessando verdadeiro período de catarse rumo a melhores dias e a uma vida de verdade, algo que penso semelhante ao que certos colegas de Fórum andam experimentando, e que assim seja.

Desistir é morrer.

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