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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 22 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 29/5/2020, 21:32
Sexta- feira ocupada, felizmente.

Hoje trabalhei e o destino me pôs à prova no que toca à capacidade de ser homem diante das pessoas. Além de casos complicados em meio ao razoável movimento no plantão na repartição, hoje atendi a pelo menos três mulheres muito atraentes, chegando a ter ereções espontâneas durante o trato social. A última delas, meu último atendimento do dia, e numa situação na qual eu imaginava que o expediente diário já havia "dado o que tinha que dar", além de estar acompanhado de uma outra com visual sugestivo, era simplesmente uma beldade que mexe com meus gostos clássicos. Fui homem no bom sentido e da melhor forma, ainda que ficando excitado, tendo princípios de ereções voltando para casa e tendo lubrificação (líquido pré-ejaculatório) a encharcar minha peça íntima. Fui gente, apesar de tudo.

Também atendi a uma senhora com pose insinuante, naquele estilo "loba" que costuma me perseguir. Soube ser um ser humano digno mais uma vez, saindo com classe da situação. Em outros tempos ficaria revoltado, pensando "Sempre essas velhas, maldita carinha de mais novo", pensando comigo ao ver grupos de meninas adolescentes na rua "Essas nunca mexem comigo", porém fui racional como compete a um homem. Mais um desafio aparentemente para trás.

Até meus trejeitos estão diferenciados devido à abstinência de PMO, sempre ouvi, inclusive de meu chefe, que tinha modos muito mecanizados, já cheguei a desconfiar de ter Síndrome de Asperger/Autismo leve (talvez ainda faça uns exames mais detalhados), e agora admito que estou bem melhor nesse sentido. Aqui em casa meus pais, sobretudo minha mãe, continuam com um comportamento deveras sugestivo dentro de casa, vou tolerando como posso. De um modo geral também estou me irritando menos, o vício nos coloca irritados com tudo, eu me irritava até com nunca dar de cara, aqui na cidade, com mulheres de determinada configuração física, que não descreverei por segurança aos lutadores deste espaço, das quais sou fã e por aqui são raríssimas. Minha irritação me levou até a desenvolver fantasias "semissexuais" (com tendência a evoluírem para sexuais) bastante problemáticas, como algumas que já descrevi em meu Diário. Deixando o vício, também alguns cacoetes físicos meus, que sempre levaram a broncas vigorosas aqui em casa, estão quase desaparecendo. Também, e até no embalo, meu estresse está sumindo e estou gradualmente abandonando o tique que tenho, e abomino, de falar alto, que pareço ter herdado de alguns parentes não lá muito quistos na família. Já bastam muitos que conheço, inclusive as garotas aqui da cidade, que só falam berrando... Em contrapartida, meus reflexos estão melhores e isto está me fazendo ser mais capaz de conduzir, amplamente falando, minhas importantes atividades diárias de maneira sensivelmente mais produtiva.

Tenho enxergado mais as qualidades dos meus pais, Meu pai é muito questionador, admiro muito pessoas assim, que querem saber porque as coisas são como são e quais os possíveis desdobramentos de determinadas ações, como políticas, para a harmonia social como um todo; diante de qualquer notícia na TV ele sempre diz bordões como "Agora pare e pense", "Uma pergunta", e esmiuça detidamente cada aspecto ali levado a saber, criticamente levantando mil hipóteses acerca das repercussões dos respectivos contextos em nosso cotidiano familiar e mais amplo. Já minha mãe é aquele dínamo em pessoa, trabalhadora incansável e cheia de dinamismo para quase tudo; talvez, a reboque do que disse na última postagem, não seja tão acelerada quanto eu acreditava ser, mas de fato ela o é em essência; é uma mulher cujo ritmo cotidiano é difícil de acompanhar em praticamente tudo, e uso minha convivência com ela até como estímulo para fortalecer minhas vias mentais relacionadas ao trato com outras pessoas, inclusive mulheres em geral. É aquilo: se eu sofrer com ela, muito mais sofrerei com qualquer outra mulher. Ela tem respostas para quase tudo no nosso dia a dia, não necessariamente no que toca à educação formal, mas à própria resolução de problemas que nos surgem em frente; propõe soluções eficientes numa fração de segundo, se meu pai é o rei das perguntas minha mãe é a rainha das respostas, para traçar um paralelo com o esporte, ela seria um mix de maratonista com aquela "última mulher" num esporte coletivo, aquela que dá o toque final na bola, que decide aquela jogada difícil.

E de resto, é lutar até morrer.

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em 1/6/2020, 17:48
Justiceiro do Sertão escreveu: Sexta- feira ocupada, felizmente.

Hoje trabalhei e o destino me pôs à prova no que toca à capacidade de ser homem diante das pessoas. Além de casos complicados em meio ao razoável movimento no plantão na repartição, hoje atendi a pelo menos três mulheres muito atraentes, chegando a ter ereções espontâneas durante o trato social. A última delas, meu último atendimento do dia, e numa situação na qual eu imaginava que o expediente diário já havia "dado o que tinha que dar", além de estar acompanhado de uma outra com visual sugestivo, era simplesmente uma beldade que mexe com meus gostos clássicos. Fui homem no bom sentido e da melhor forma, ainda que ficando excitado, tendo princípios de ereções voltando para casa e tendo lubrificação (líquido pré-ejaculatório) a encharcar minha peça íntima. Fui gente, apesar de tudo.

Também atendi a uma senhora com pose insinuante, naquele estilo "loba" que costuma me perseguir. Soube ser um ser humano digno mais uma vez, saindo com classe da situação. Em outros tempos ficaria revoltado, pensando "Sempre essas velhas, maldita carinha de mais novo", pensando comigo ao ver grupos de meninas adolescentes na rua "Essas nunca mexem comigo", porém fui racional como compete a um homem. Mais um desafio aparentemente para trás.

Até meus trejeitos estão diferenciados devido à abstinência de PMO, sempre ouvi, inclusive de meu chefe, que tinha modos muito mecanizados, já cheguei a desconfiar de ter Síndrome de Asperger/Autismo leve (talvez ainda faça uns exames mais detalhados), e agora admito que estou bem melhor nesse sentido. Aqui em casa meus pais, sobretudo minha mãe, continuam com um comportamento deveras sugestivo dentro de casa, vou tolerando como posso. De um modo geral também estou me irritando menos, o vício nos coloca irritados com tudo, eu me irritava até com nunca dar de cara, aqui na cidade, com mulheres de determinada configuração física, que não descreverei por segurança aos lutadores deste espaço, das quais sou fã e por aqui são raríssimas. Minha irritação me levou até a desenvolver fantasias "semissexuais" (com tendência a evoluírem para sexuais) bastante problemáticas, como algumas que já descrevi em meu Diário. Deixando o vício, também alguns cacoetes físicos meus, que sempre levaram a broncas vigorosas aqui em casa, estão quase desaparecendo. Também, e até no embalo, meu estresse está sumindo e estou gradualmente abandonando o tique que tenho, e abomino, de falar alto, que pareço ter herdado de alguns parentes não lá muito quistos na família. Já bastam muitos que conheço, inclusive as garotas aqui da cidade, que só falam berrando... Em contrapartida, meus reflexos estão melhores e isto está me fazendo ser mais capaz de conduzir, amplamente falando, minhas importantes atividades diárias de maneira sensivelmente mais produtiva.

Tenho enxergado mais as qualidades dos meus pais, Meu pai é muito questionador, admiro muito pessoas assim, que querem saber porque as coisas são como são e quais os possíveis desdobramentos de determinadas ações, como políticas, para a harmonia social como um todo; diante de qualquer notícia na TV ele sempre diz bordões como "Agora pare e pense", "Uma pergunta", e esmiuça detidamente cada aspecto ali levado a saber, criticamente levantando mil hipóteses acerca das repercussões dos respectivos contextos em nosso cotidiano familiar e mais amplo. Já minha mãe é aquele dínamo em pessoa, trabalhadora incansável e cheia de dinamismo para quase tudo; talvez, a reboque do que disse na última postagem, não seja tão acelerada quanto eu acreditava ser, mas de fato ela o é em essência; é uma mulher cujo ritmo cotidiano é difícil de acompanhar em praticamente tudo, e uso minha convivência com ela até como estímulo para fortalecer minhas vias mentais relacionadas ao trato com outras pessoas, inclusive mulheres em geral. É aquilo: se eu sofrer com ela, muito mais sofrerei com qualquer outra mulher. Ela tem respostas para quase tudo no nosso dia a dia, não necessariamente no que toca à educação formal, mas à própria resolução de problemas que nos surgem em frente; propõe soluções eficientes numa fração de segundo, se meu pai é o rei das perguntas minha mãe é a rainha das respostas, para traçar um paralelo com o esporte, ela seria um mix de maratonista com aquela "última mulher" num esporte coletivo, aquela que dá o toque final na bola, que decide aquela jogada difícil.

E de resto, é lutar até morrer.

Fala Justiceiro, boa tarde, parabéns por seguir firme em sua luta contra o vício e por enfrentar os problemas do dia a dia. Desejo sucesso em sua jornada, e que Deus te abençoe hoje e sempre. Um forte abraço e tmj.

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Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 22 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 1/6/2020, 18:13
Show, Justiceiro!! Acho muito difícil, até pelo que você detalha aqui, que você tenha síndrome de asperger ou um leve “autismo”. Quanto as “beldades” que surgem diante de você, apenas aproveite como der, se derem abertura não hesite em puxar um “papo” a mais com elas. Quem sabe você não consiga o número de alguma cliente e consiga um encontro?

Enfim, apenas aproveite!!

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em 1/6/2020, 18:46
End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Sexta- feira ocupada, felizmente.

Hoje trabalhei e o destino me pôs à prova no que toca à capacidade de ser homem diante das pessoas. Além de casos complicados em meio ao razoável movimento no plantão na repartição, hoje atendi a pelo menos três mulheres muito atraentes, chegando a ter ereções espontâneas durante o trato social. A última delas, meu último atendimento do dia, e numa situação na qual eu imaginava que o expediente diário já havia "dado o que tinha que dar", além de estar acompanhado de uma outra com visual sugestivo, era simplesmente uma beldade que mexe com meus gostos clássicos. Fui homem no bom sentido e da melhor forma, ainda que ficando excitado, tendo princípios de ereções voltando para casa e tendo lubrificação (líquido pré-ejaculatório) a encharcar minha peça íntima. Fui gente, apesar de tudo.

Também atendi a uma senhora com pose insinuante, naquele estilo "loba" que costuma me perseguir. Soube ser um ser humano digno mais uma vez, saindo com classe da situação. Em outros tempos ficaria revoltado, pensando "Sempre essas velhas, maldita carinha de mais novo", pensando comigo ao ver grupos de meninas adolescentes na rua "Essas nunca mexem comigo", porém fui racional como compete a um homem. Mais um desafio aparentemente para trás.

Até meus trejeitos estão diferenciados devido à abstinência de PMO, sempre ouvi, inclusive de meu chefe, que tinha modos muito mecanizados, já cheguei a desconfiar de ter Síndrome de Asperger/Autismo leve (talvez ainda faça uns exames mais detalhados), e agora admito que estou bem melhor nesse sentido. Aqui em casa meus pais, sobretudo minha mãe, continuam com um comportamento deveras sugestivo dentro de casa, vou tolerando como posso. De um modo geral também estou me irritando menos, o vício nos coloca irritados com tudo, eu me irritava até com nunca dar de cara, aqui na cidade, com mulheres de determinada configuração física, que não descreverei por segurança aos lutadores deste espaço, das quais sou fã e por aqui são raríssimas. Minha irritação me levou até a desenvolver fantasias "semissexuais" (com tendência a evoluírem para sexuais) bastante problemáticas, como algumas que já descrevi em meu Diário. Deixando o vício, também alguns cacoetes físicos meus, que sempre levaram a broncas vigorosas aqui em casa, estão quase desaparecendo. Também, e até no embalo, meu estresse está sumindo e estou gradualmente abandonando o tique que tenho, e abomino, de falar alto, que pareço ter herdado de alguns parentes não lá muito quistos na família. Já bastam muitos que conheço, inclusive as garotas aqui da cidade, que só falam berrando... Em contrapartida, meus reflexos estão melhores e isto está me fazendo ser mais capaz de conduzir, amplamente falando, minhas importantes atividades diárias de maneira sensivelmente mais produtiva.

Tenho enxergado mais as qualidades dos meus pais, Meu pai é muito questionador, admiro muito pessoas assim, que querem saber porque as coisas são como são e quais os possíveis desdobramentos de determinadas ações, como políticas, para a harmonia social como um todo; diante de qualquer notícia na TV ele sempre diz bordões como "Agora pare e pense", "Uma pergunta", e esmiuça detidamente cada aspecto ali levado a saber, criticamente levantando mil hipóteses acerca das repercussões dos respectivos contextos em nosso cotidiano familiar e mais amplo. Já minha mãe é aquele dínamo em pessoa, trabalhadora incansável e cheia de dinamismo para quase tudo; talvez, a reboque do que disse na última postagem, não seja tão acelerada quanto eu acreditava ser, mas de fato ela o é em essência; é uma mulher cujo ritmo cotidiano é difícil de acompanhar em praticamente tudo, e uso minha convivência com ela até como estímulo para fortalecer minhas vias mentais relacionadas ao trato com outras pessoas, inclusive mulheres em geral. É aquilo: se eu sofrer com ela, muito mais sofrerei com qualquer outra mulher. Ela tem respostas para quase tudo no nosso dia a dia, não necessariamente no que toca à educação formal, mas à própria resolução de problemas que nos surgem em frente; propõe soluções eficientes numa fração de segundo, se meu pai é o rei das perguntas minha mãe é a rainha das respostas, para traçar um paralelo com o esporte, ela seria um mix de maratonista com aquela "última mulher" num esporte coletivo, aquela que dá o toque final na bola, que decide aquela jogada difícil.

E de resto, é lutar até morrer.

Fala Justiceiro, boa tarde, parabéns por seguir firme em sua luta contra o vício e por enfrentar os problemas do dia a dia. Desejo sucesso em sua jornada, e que Deus te abençoe hoje e sempre. Um forte abraço e tmj.

Obrigado, respeitável End. A luta é uma obrigação, só isso.

Minhas saudações.

Master_DW escreveu:Show, Justiceiro!! Acho muito difícil, até pelo que você detalha aqui, que você tenha síndrome de asperger ou um leve “autismo”. Quanto as “beldades” que surgem diante de você, apenas aproveite como der, se derem abertura não hesite em puxar um “papo” a mais com elas. Quem sabe você não consiga o número de alguma cliente e consiga um encontro?

Enfim, apenas aproveite!!

Show, Master_DW. Obrigado pelas considerações.

Quanto a eu talvez ter Síndrome de Asperger/autismo leve, é algo em que venho pensando por questões físicas e mentais minhas cuja explicação por aqui seria longa, complicada e desnecessária. Só convivendo pessoalmente e bastante comigo para compreender.

A respeito das "beldades do meu trabalho", é algo complicado por vários motivos. Primeiramente, não lido com clientes, elas me são cidadãs, afinal sou servidor público e seria, convenhamos, no mínimo delicado investir em quem atendo. No que toca às garotas que trabalham na repartição, quase todas estão comprometidas (inclusive as mais bonitas e com conteúdo); a única do meu setor, uma jovem solteira, é alguém inteligente e razoavelmente bonita em quem não sei se apostaria minhas cartas devido a questões pessoais e aquela que realmente me chamava a atenção naquele lugar saiu e desconfio que está com um conhecido meu.

No mais, praticamente não tenho contatos, até devido à pandemia, e há ainda aquela de certa forma coerente máxima, a qual respeito bastante, segundo a qual "onde se ganha o pão, não se come a carne". Pelo que me lembro, já vi um colega aqui do Fórum, não me lembro qual e desculpas se não foi exatamente assim, aplicar tal ditado no contexto da própria faculdade. Para termos uma noção de como em muitas situações devemos nos pautar pelo profissionalismo.

Nada impede, porém, que algo aconteça no futuro.

Novamente obrigado e meu abraço.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 22 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 1/6/2020, 19:30
Realmente você está correto, Justiceiro. Foi em meu diário que você leu isso, e com minha “dica” isso soou um pouco hipócrita. Porém, justificando a minha “dica”, eu vi pelo ângulo que por você possuir um ambiente de trabalho onde as clientes raramente voltam aí, poderia acontecer de você conhecer uma e conseguir rolar algo a mais. Mas, pelo visto, é melhor não arriscar mesmo, pois por experiência própria: “Onde se ganha pão não se come a carne”.

E também, existem mil outros lugares para você conhecer uma mulher decente...

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em 2/6/2020, 18:33
Master_DW escreveu:Realmente você está correto, Justiceiro. Foi em meu diário que você leu isso, e com minha “dica” isso soou um pouco hipócrita. Porém, justificando a minha “dica”, eu vi pelo ângulo que por você possuir um ambiente de trabalho onde as clientes raramente voltam aí, poderia acontecer de você conhecer uma e conseguir rolar algo a mais. Mas, pelo visto, é melhor não arriscar mesmo, pois por experiência própria: “Onde se ganha pão não se come a carne”.

E também, existem mil outros lugares para você conhecer uma mulher decente...

Fato, honrado Master_DW. Para piorar, aqui é cidade pequena, e qualquer coisa até os cachorros da rua ficam sabendo. E sim, devo e devemos ter chances futuras com mulheres em "mil outros lugares" mais seguros do que aqueles nos quais estamos tão aos olhos da comunidade.

Cumprimentos.

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em 5/6/2020, 12:34
Salve, Justiceiro!! Como anda o reboot?

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em 5/6/2020, 19:49
Master_DW escreveu:Salve, Justiceiro!! Como anda o reboot?

Salve, nobre Master_DW! Ando atarefado, sem muito a declarar.

Estou bastante ocupado com várias coisas a fazer, tentando colocar cada elemento da minha vida nos eixos apesar da catastrófica crise que vivemos. Mal venho tenho condições de postar, tantas tarefas venho cumprindo, inclusive meu trabalho está começando a voltar à rotina normal, de modo que agora estou indo dia sim, dia não, não obstante eu siga convicto de que as coisas tendem a piorar.

Meu abraço e seja forte em sua luta.

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em 5/6/2020, 21:15
Justiceiro do Sertão escreveu:
Master_DW escreveu:Salve, Justiceiro!! Como anda o reboot?

Salve, nobre Master_DW! Ando atarefado, sem muito a declarar.

Estou bastante ocupado com várias coisas a fazer, tentando colocar cada elemento da minha vida nos eixos apesar da catastrófica crise que vivemos. Mal venho tenho condições de postar, tantas tarefas venho cumprindo, inclusive meu trabalho está começando a voltar à rotina normal, de modo que agora estou indo dia sim, dia não, não obstante eu siga convicto de que as coisas tendem a piorar.

Meu abraço e seja forte em sua luta.
"Justiceiro do Sertão", que falta dos seus relatos, caríssimo!
Desejo-lhe resiliência nos dias tempestuosos!
Deus te abençoe e um forte abraço!

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em 6/6/2020, 19:22
Guerreiro de longa data escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:
Master_DW escreveu:Salve, Justiceiro!! Como anda o reboot?

Salve, nobre Master_DW! Ando atarefado, sem muito a declarar.

Estou bastante ocupado com várias coisas a fazer, tentando colocar cada elemento da minha vida nos eixos apesar da catastrófica crise que vivemos. Mal venho tenho condições de postar, tantas tarefas venho cumprindo, inclusive meu trabalho está começando a voltar à rotina normal, de modo que agora estou indo dia sim, dia não, não obstante eu siga convicto de que as coisas tendem a piorar.

Meu abraço e seja forte em sua luta.
"Justiceiro do Sertão", que falta dos seus relatos, caríssimo!
Desejo-lhe resiliência nos dias tempestuosos!
Deus te abençoe e um forte abraço!

Cumprimentos, colega de lutas.

Meus dias estão razoáveis, com perspectiva de melhora, acontece que estou muito ocupado e tempo sabemos que é algo simplesmente precioso.

No acompanhamento de sua batalha. Abraço!

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em 12/6/2020, 16:17
Fala aí caríssimo Justiceiro do Sertão !!

Que bom que permanece na luta, vejo que está colhendo frutos do seu esforço, manias diminuindo, produtividade aumentando, isso aí.

Legal sua reflexão sobre seus pais, devemos honrá-los sempre em primeiro lugar.

Grande abraço !

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"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Mateus 11:28  study

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em 12/6/2020, 21:08
Peter Parker escreveu:Fala aí caríssimo Justiceiro do Sertão !!

Que bom que permanece na luta, vejo que está colhendo frutos do seu esforço, manias diminuindo, produtividade aumentando, isso aí.

Legal sua reflexão sobre seus pais, devemos honrá-los sempre em primeiro lugar.

Grande abraço !

Cumprimentos a você, caríssimo Peter Parker!

Obrigado pela saudação. Seja você cada dia mais forte, sermos fortes não é mais que nossa obrigação.

Meu abraço.

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em 18/6/2020, 08:31
Justiceiro espero que esteja tudo a correr pelo melhor, passei só para dar aquela força estamos juntos na luta, um abraço

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"Os meus fantasmas tornaram a minha solidão em vício", frase de Raul Seixas

Apresento o meu diário: https://www.comoparar.com/t3574p250-diario-de-uma-lutadora-contra-a-pmo#23257

Reboot:
já concluí um reboot em 2017 - 90 dias sem o vício, mas recaí após esta marca
1ª tentativa -  45 dias (2018)
2ª tentativa - 50 dias (2019)
3ª tentativa -  65 dias (16/01/20 - 20/03/2020)
4ª tentativa - 17 dias (25/03/20 - 11/04/2020)
5ª tentativa - 23 dias (23/04/20 - 16/05/2020)
6ª tentativa - 38 dias
?????????? QUANDO DEIXAR DE SER ESCRAVA DO VÍCIO????
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em 18/6/2020, 20:46
soumulherviciadaemporn escreveu:Justiceiro espero que esteja tudo a correr pelo melhor, passei só para dar aquela força estamos juntos na luta, um abraço

Sincero obrigado, honrada lutadora. Estou muito atarefado, sem tempo para maiores distrações, e agradeço seu sempre providencial suporte. Lutemos todos.

Um abraço!

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em 20/6/2020, 01:30
Olá meu caro, vim te desejar força nesse momento e espero que você consiga se manter firme na sua dedicação em vencer o vicio, te desejo um ótimo fim de semana e que Deus lhe abençoe muito.

Forte Abraço

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Justiceiro do Sertão
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em 20/6/2020, 19:56
Dante Auditore escreveu:
Olá meu caro, vim te desejar força nesse momento e espero que você consiga se manter firme na sua dedicação em vencer o vicio, te desejo um ótimo fim de semana e que Deus lhe abençoe muito.

Forte Abraço

Sincero obrigado, caro Dante Auditore. Meu forte abraço e meus cumprimentos a você.

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Rottweiler
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em 28/6/2020, 08:51
Blz Justiceiro, Parabéns pelos 600 dias! Para alguém com um número tão grande pode parecer algo natural mas para quem vive recomeçando é algo a se alcançar e muito desejado. Tá tudo bem? Sinto falta dos seus textos relatando o reboot! Espero que esteja tudo bem.

abraço
flw.

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Justiceiro do Sertão
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em 28/6/2020, 18:39
Rottweiler escreveu:Blz Justiceiro, Parabéns pelos 600 dias! Para alguém com um número tão grande pode parecer algo natural mas para quem vive recomeçando é algo a se alcançar e muito desejado. Tá tudo bem? Sinto falta dos seus textos relatando o reboot! Espero que esteja tudo bem.

abraço
flw.

Muito obrigado, nobre Rottweiler!

Sabe que nem fazia ideia de que já havia atingido 600 dias de Reboot? Ando atarefado, sem tempo para quase nada, e eis que de repente me vejo surpreendido pela constatação de marca tão importante.

Por melhores dias a todos nós. Forte abraço.

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Guerreiro de longa data
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em 28/6/2020, 19:16
Orgulho caríssimo!!! Por mais que ainda tenha algumas sequelas pendentes, vc é a prova viva de que é possível.
É possível ver-se livre disso.
Parabéns mesmo! E que a rotina tenaz que está tendo, lhe dê cada dia mais têmpera nas batalhas da vida.
Grande abraço, Soldado!

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Justiceiro do Sertão
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em 28/6/2020, 19:48
Guerreiro de longa data escreveu:Orgulho caríssimo!!! Por mais que ainda tenha algumas sequelas pendentes, vc é a prova viva de que é possível.
É possível ver-se livre disso.
Parabéns mesmo! E que a rotina tenaz que está tendo, lhe dê cada dia mais têmpera nas batalhas da vida.
Grande abraço, Soldado!

Deus te ouça, Soldado!

Muito obrigado pelo apoio, tomara que eu realmente seja digno de tamanho elogio. O que faço não considero mais do que um acerto de contas comigo mesmo.

Sinto-me em penitência, não é mais do que minha obrigação me comportar assim. Como dizem, a conta chegou.

E, se eu não pagar, serei um homem morto.

A você meu apoio e meu abraço. Avante!

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Guerreiro de longa data
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em 28/6/2020, 20:28
Justiceiro do Sertão escreveu:
Guerreiro de longa data escreveu:Orgulho caríssimo!!! Por mais que ainda tenha algumas sequelas pendentes, vc é a prova viva de que é possível.
É possível ver-se livre disso.
Parabéns mesmo! E que a rotina tenaz que está tendo, lhe dê cada dia mais têmpera nas batalhas da vida.
Grande abraço, Soldado!

Deus te ouça, Soldado!

Muito obrigado pelo apoio, tomara que eu realmente seja digno de tamanho elogio. O que faço não considero mais do que um acerto de contas comigo mesmo.

Sinto-me em penitência, não é mais do que minha obrigação me comportar assim. Como dizem, a conta chegou.

E, se eu não pagar, serei um homem morto.

A você meu apoio e meu abraço. Avante!
Seu apoio já é o suficiente! O testemunho arrasta mais do que palavras.
Avante!
Meu abraço!

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Urso Polar
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em 29/6/2020, 09:28
Justiceiro do Sertão escreveu:
mensagem Justiceiro do Sertão:
Sexta- feira ocupada, felizmente.

Hoje trabalhei e o destino me pôs à prova no que toca à capacidade de ser homem diante das pessoas. Além de casos complicados em meio ao razoável movimento no plantão na repartição, hoje atendi a pelo menos três mulheres muito atraentes, chegando a ter ereções espontâneas durante o trato social. A última delas, meu último atendimento do dia, e numa situação na qual eu imaginava que o expediente diário já havia "dado o que tinha que dar", além de estar acompanhado de uma outra com visual sugestivo, era simplesmente uma beldade que mexe com meus gostos clássicos. Fui homem no bom sentido e da melhor forma, ainda que ficando excitado, tendo princípios de ereções voltando para casa e tendo lubrificação (líquido pré-ejaculatório) a encharcar minha peça íntima. Fui gente, apesar de tudo.

Também atendi a uma senhora com pose insinuante, naquele estilo "loba" que costuma me perseguir. Soube ser um ser humano digno mais uma vez, saindo com classe da situação. Em outros tempos ficaria revoltado, pensando "Sempre essas velhas, maldita carinha de mais novo", pensando comigo ao ver grupos de meninas adolescentes na rua "Essas nunca mexem comigo", porém fui racional como compete a um homem. Mais um desafio aparentemente para trás.

Até meus trejeitos estão diferenciados devido à abstinência de PMO, sempre ouvi, inclusive de meu chefe, que tinha modos muito mecanizados, já cheguei a desconfiar de ter Síndrome de Asperger/Autismo leve (talvez ainda faça uns exames mais detalhados), e agora admito que estou bem melhor nesse sentido. Aqui em casa meus pais, sobretudo minha mãe, continuam com um comportamento deveras sugestivo dentro de casa, vou tolerando como posso. De um modo geral também estou me irritando menos, o vício nos coloca irritados com tudo, eu me irritava até com nunca dar de cara, aqui na cidade, com mulheres de determinada configuração física, que não descreverei por segurança aos lutadores deste espaço, das quais sou fã e por aqui são raríssimas. Minha irritação me levou até a desenvolver fantasias "semissexuais" (com tendência a evoluírem para sexuais) bastante problemáticas, como algumas que já descrevi em meu Diário. Deixando o vício, também alguns cacoetes físicos meus, que sempre levaram a broncas vigorosas aqui em casa, estão quase desaparecendo. Também, e até no embalo, meu estresse está sumindo e estou gradualmente abandonando o tique que tenho, e abomino, de falar alto, que pareço ter herdado de alguns parentes não lá muito quistos na família. Já bastam muitos que conheço, inclusive as garotas aqui da cidade, que só falam berrando... Em contrapartida, meus reflexos estão melhores e isto está me fazendo ser mais capaz de conduzir, amplamente falando, minhas importantes atividades diárias de maneira sensivelmente mais produtiva.

Tenho enxergado mais as qualidades dos meus pais, Meu pai é muito questionador, admiro muito pessoas assim, que querem saber porque as coisas são como são e quais os possíveis desdobramentos de determinadas ações, como políticas, para a harmonia social como um todo; diante de qualquer notícia na TV ele sempre diz bordões como "Agora pare e pense", "Uma pergunta", e esmiuça detidamente cada aspecto ali levado a saber, criticamente levantando mil hipóteses acerca das repercussões dos respectivos contextos em nosso cotidiano familiar e mais amplo. Já minha mãe é aquele dínamo em pessoa, trabalhadora incansável e cheia de dinamismo para quase tudo; talvez, a reboque do que disse na última postagem, não seja tão acelerada quanto eu acreditava ser, mas de fato ela o é em essência; é uma mulher cujo ritmo cotidiano é difícil de acompanhar em praticamente tudo, e uso minha convivência com ela até como estímulo para fortalecer minhas vias mentais relacionadas ao trato com outras pessoas, inclusive mulheres em geral. É aquilo: se eu sofrer com ela, muito mais sofrerei com qualquer outra mulher. Ela tem respostas para quase tudo no nosso dia a dia, não necessariamente no que toca à educação formal, mas à própria resolução de problemas que nos surgem em frente; propõe soluções eficientes numa fração de segundo, se meu pai é o rei das perguntas minha mãe é a rainha das respostas, para traçar um paralelo com o esporte, ela seria um mix de maratonista com aquela "última mulher" num esporte coletivo, aquela que dá o toque final na bola, que decide aquela jogada difícil.

E de resto, é lutar até morrer
.

Grande Justiceiro do Sertão,

Seus relatos são uma das coisas mais legais que eu encontrei nesse fórum. Eu já teci elogios outras vezes e mais uma vez venho aqui dizer que eles são uma fonte de inspiração para que eu produza os meus também.

A sua honestidade é de uma força que faz a gente pensar sobre as dificuldades da luta e da perseverança apesar de tudo. O modo como você descreve seus relacionamentos interpessoais no ambiente profissional, em casa e nas atividades de lazer me faz pensar sobre minhas interações também.

O reboot acaba se conectando a outros aspectos de nossas vidas e nos transformando de modo mais profundo do que a gente imagina.  Suas lutas com as dificuldades durante o sono, as poluções noturnas, etc, que poderiam te abalar acabam sendo uma dificuldade que você descreve tão profundamente que acabam servindo de mais impulso para a manutenção dos dias limpo.

Queria muito ter a sua disposição para estudar. Nesse campo eu estou totalmente relapso, posso até dizer que desacreditado de mim mesmo.

Mano, parabéns pelos 600 dias. 600 vitórias consecutivas. Continue com seus relatos, por favor, porque eles realmente fazem muita diferença na minha vida e na dos irmãos e irmãs também.

Abraço


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TEXTO PARA LER SEMPRE

CARTA DE ADEUS A PMO
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em 29/6/2020, 18:32
Urso Polar escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:
mensagem Justiceiro do Sertão:
Sexta- feira ocupada, felizmente.

Hoje trabalhei e o destino me pôs à prova no que toca à capacidade de ser homem diante das pessoas. Além de casos complicados em meio ao razoável movimento no plantão na repartição, hoje atendi a pelo menos três mulheres muito atraentes, chegando a ter ereções espontâneas durante o trato social. A última delas, meu último atendimento do dia, e numa situação na qual eu imaginava que o expediente diário já havia "dado o que tinha que dar", além de estar acompanhado de uma outra com visual sugestivo, era simplesmente uma beldade que mexe com meus gostos clássicos. Fui homem no bom sentido e da melhor forma, ainda que ficando excitado, tendo princípios de ereções voltando para casa e tendo lubrificação (líquido pré-ejaculatório) a encharcar minha peça íntima. Fui gente, apesar de tudo.

Também atendi a uma senhora com pose insinuante, naquele estilo "loba" que costuma me perseguir. Soube ser um ser humano digno mais uma vez, saindo com classe da situação. Em outros tempos ficaria revoltado, pensando "Sempre essas velhas, maldita carinha de mais novo", pensando comigo ao ver grupos de meninas adolescentes na rua "Essas nunca mexem comigo", porém fui racional como compete a um homem. Mais um desafio aparentemente para trás.

Até meus trejeitos estão diferenciados devido à abstinência de PMO, sempre ouvi, inclusive de meu chefe, que tinha modos muito mecanizados, já cheguei a desconfiar de ter Síndrome de Asperger/Autismo leve (talvez ainda faça uns exames mais detalhados), e agora admito que estou bem melhor nesse sentido. Aqui em casa meus pais, sobretudo minha mãe, continuam com um comportamento deveras sugestivo dentro de casa, vou tolerando como posso. De um modo geral também estou me irritando menos, o vício nos coloca irritados com tudo, eu me irritava até com nunca dar de cara, aqui na cidade, com mulheres de determinada configuração física, que não descreverei por segurança aos lutadores deste espaço, das quais sou fã e por aqui são raríssimas. Minha irritação me levou até a desenvolver fantasias "semissexuais" (com tendência a evoluírem para sexuais) bastante problemáticas, como algumas que já descrevi em meu Diário. Deixando o vício, também alguns cacoetes físicos meus, que sempre levaram a broncas vigorosas aqui em casa, estão quase desaparecendo. Também, e até no embalo, meu estresse está sumindo e estou gradualmente abandonando o tique que tenho, e abomino, de falar alto, que pareço ter herdado de alguns parentes não lá muito quistos na família. Já bastam muitos que conheço, inclusive as garotas aqui da cidade, que só falam berrando... Em contrapartida, meus reflexos estão melhores e isto está me fazendo ser mais capaz de conduzir, amplamente falando, minhas importantes atividades diárias de maneira sensivelmente mais produtiva.

Tenho enxergado mais as qualidades dos meus pais, Meu pai é muito questionador, admiro muito pessoas assim, que querem saber porque as coisas são como são e quais os possíveis desdobramentos de determinadas ações, como políticas, para a harmonia social como um todo; diante de qualquer notícia na TV ele sempre diz bordões como "Agora pare e pense", "Uma pergunta", e esmiuça detidamente cada aspecto ali levado a saber, criticamente levantando mil hipóteses acerca das repercussões dos respectivos contextos em nosso cotidiano familiar e mais amplo. Já minha mãe é aquele dínamo em pessoa, trabalhadora incansável e cheia de dinamismo para quase tudo; talvez, a reboque do que disse na última postagem, não seja tão acelerada quanto eu acreditava ser, mas de fato ela o é em essência; é uma mulher cujo ritmo cotidiano é difícil de acompanhar em praticamente tudo, e uso minha convivência com ela até como estímulo para fortalecer minhas vias mentais relacionadas ao trato com outras pessoas, inclusive mulheres em geral. É aquilo: se eu sofrer com ela, muito mais sofrerei com qualquer outra mulher. Ela tem respostas para quase tudo no nosso dia a dia, não necessariamente no que toca à educação formal, mas à própria resolução de problemas que nos surgem em frente; propõe soluções eficientes numa fração de segundo, se meu pai é o rei das perguntas minha mãe é a rainha das respostas, para traçar um paralelo com o esporte, ela seria um mix de maratonista com aquela "última mulher" num esporte coletivo, aquela que dá o toque final na bola, que decide aquela jogada difícil.

E de resto, é lutar até morrer
.

Grande Justiceiro do Sertão,

Seus relatos são uma das coisas mais legais que eu encontrei nesse fórum. Eu já teci elogios outras vezes e mais uma vez venho aqui dizer que eles são uma fonte de inspiração para que eu produza os meus também.

A sua honestidade é de uma força que faz a gente pensar sobre as dificuldades da luta e da perseverança apesar de tudo. O modo como você descreve seus relacionamentos interpessoais no ambiente profissional, em casa e nas atividades de lazer me faz pensar sobre minhas interações também.

O reboot acaba se conectando a outros aspectos de nossas vidas e nos transformando de modo mais profundo do que a gente imagina.  Suas lutas com as dificuldades durante o sono, as poluções noturnas, etc, que poderiam te abalar acabam sendo uma dificuldade que você descreve tão profundamente que acabam servindo de mais impulso para a manutenção dos dias limpo.

Queria muito ter a sua disposição para estudar. Nesse campo eu estou totalmente relapso, posso até dizer que desacreditado de mim mesmo.

Mano, parabéns pelos 600 dias. 600 vitórias consecutivas. Continue com seus relatos, por favor, porque eles realmente fazem muita diferença na minha vida e na dos irmãos e irmãs também.

Abraço


Meu muito obrigado, nobre Urso polar, pelo suporte.

Muito bom saber que inspiro alguém. Nem me sinto digno de ser considerado uma inspiração. O que faço, como já andei dizendo, nada mais é do que correr atrás de minha vida de volta, e sei que é essa é a maior obrigação de minha vida.

Para ter uma ideia, já cheguei a estudar com raiva, com ódio de mim mesmo, de tudo o que fiz de errado e deixei de fazer. Minha trajetória acadêmica arruinada foi a pior consequência daquilo que andei aprontando, pois, sem conhecimento, perdemos oportunidades em todas as outras áreas. De relacionamentos a oportunidades profissionais.

Estou muito atarefado nas últimas semanas, talvez em breve ressurja falando sobre como andam meus dias.

Forte abraço.

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