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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 20 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 29/4/2020, 19:02
End escreveu:Fala Justiceiro boa noite. Parabéns por seguir firme em sua luta, e sobre a criançada fazer barulho na vizinhança sei bem como é, e como eu disse em meu diário, haja paciência. Mas enfim, sucesso em sua jornada. Tmj e um abraço.

Saudações e obrigado, End. Estou enfrentando com rendimento a barulheira aqui na rua. Dias melhores para todos nós.

RosseauStrong escreveu:Está fazendo um Reboot de qualidade, Justiceiro. 

Em relação a mulecada fazendo barulho, é só manter a cabeça fixe, mestre.

Quase todos os dias tem barulho aqui na vizinhança e consigo estudar tranquilamente. 

Um forte abraço, guerreiro. Estamos juntos nessa batalha!

Obrigado e cumprimentos, Boinador. Ainda bem que sou forte e estou conseguindo estudar no meio dessa baderna toda, minha disciplina tem me dado forças a isto.

Sejamos fortes e lutemos.

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em 29/4/2020, 19:14
Quarta-feira agitada, entretanto serei breve. Levantei-me cedo para participar do revezamento no trabalho, devendo marcar presença novamente na semana que vem. Ao que tudo indica, devemos voltar ao expediente normal daqui há duas semanas, contudo estou desesperançoso. Mas não importa. O que vale nessas horas é nossa saúde, nossa vida e não há conversa. Nem que demorem seis meses. Uma hora essa tempestade passará e devemos lutar para sairmos vivos.

Ainda bem que já me vacinei mentalmente e confesso que meu pessimismo até tem me ajudado em certa medida, no sentido de eu não ser pego de repente por frustrações. Já me bastam aquelas que o cérebro de viciado me fez sentir. Felizmente, hoje me vejo como alguém no bom sentido áspero para tudo, capaz de enfrentar qualquer adversidade física ou mental só com a dor de ter acordado a respeito de minha condição. Deve ser isto que terá a capacidade de auxiliar minha busca por melhores dias.

Já não sinto tanto os efeitos da criançada aqui na rua, embora perceba que eles estão lá, e eu quase trombe com eles andando de bicicleta de máscara. Estou cada vez mais calejado, não vai ser qualquer coisa que vai me derrubar. Uma hora esse esquilíbrio chega.

Paz a todos.

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em 29/4/2020, 19:36
Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira agitada, entretanto serei breve. Levantei-me cedo para participar do revezamento no trabalho, devendo marcar presença novamente na semana que vem. Ao que tudo indica, devemos voltar ao expediente normal daqui há duas semanas, contudo estou desesperançoso. Mas não importa. O que vale nessas horas é nossa saúde, nossa vida e não há conversa. Nem que demorem seis meses. Uma hora essa tempestade passará e devemos lutar para sairmos vivos.

Ainda bem que já me vacinei mentalmente e confesso que meu pessimismo até tem me ajudado em certa medida, no sentido de eu não ser pego de repente por frustrações. Já me bastam aquelas que o cérebro de viciado me fez sentir. Felizmente, hoje me vejo como alguém no bom sentido áspero para tudo, capaz de enfrentar qualquer adversidade física ou mental só com a dor de ter acordado a respeito de minha condição. Deve ser isto que terá a capacidade de auxiliar minha busca por melhores dias.

Já não sinto tanto os efeitos da criançada aqui na rua, embora perceba que eles estão lá, e eu quase trombe com eles andando de bicicleta de máscara. Estou cada vez mais calejado, não vai ser qualquer coisa que vai me derrubar. Uma hora esse esquilíbrio chega.

Paz a todos.

Caríssimo! Passando só para deixar minhas saudações!

E dizer que fico feliz e te felicito pela resiliência e perseverança.
Vamos ficar na torcida para que tudo se normalize. É hora de trabalharmos a virtude da esperança. Acreditar que uma hora ou outra às coisas tomarão seu devido lugar... E mandar todo pessimismo para longe.

Estou, também, à vistas de perder meu semestre, mas não permito que isso tire minha paz. O lance é: olhar para o alto e seguir em frente.

Deus abençoe, insigne "Justiceiro do sertão"!
Força na batalha!
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em 30/4/2020, 02:12
Andei sumido, mas cá estou novamente, Justiceiro. Queria ser como vc, que vê pontos positivos até no pessimismo. Infelizmente, eu tenho sido um desses que é pego de repente por frustrações da quarentena. Vou pensar nesse tipo de "pessimismo positivo" que vc apontou. Forte abraço.

Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira agitada, entretanto serei breve. Levantei-me cedo para participar do revezamento no trabalho, devendo marcar presença novamente na semana que vem. Ao que tudo indica, devemos voltar ao expediente normal daqui há duas semanas, contudo estou desesperançoso. Mas não importa. O que vale nessas horas é nossa saúde, nossa vida e não há conversa. Nem que demorem seis meses. Uma hora essa tempestade passará e devemos lutar para sairmos vivos.

Ainda bem que já me vacinei mentalmente e confesso que meu pessimismo até tem me ajudado em certa medida, no sentido de eu não ser pego de repente por frustrações. Já me bastam aquelas que o cérebro de viciado me fez sentir. Felizmente, hoje me vejo como alguém no bom sentido áspero para tudo, capaz de enfrentar qualquer adversidade física ou mental só com a dor de ter acordado a respeito de minha condição. Deve ser isto que terá a capacidade de auxiliar minha busca por melhores dias.

Já não sinto tanto os efeitos da criançada aqui na rua, embora perceba que eles estão lá, e eu quase trombe com eles andando de bicicleta de máscara. Estou cada vez mais calejado, não vai ser qualquer coisa que vai me derrubar. Uma hora esse esquilíbrio chega.

Paz a todos.

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em 30/4/2020, 19:01
Guerreiro de longa data escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira agitada, entretanto serei breve. Levantei-me cedo para participar do revezamento no trabalho, devendo marcar presença novamente na semana que vem. Ao que tudo indica, devemos voltar ao expediente normal daqui há duas semanas, contudo estou desesperançoso. Mas não importa. O que vale nessas horas é nossa saúde, nossa vida e não há conversa. Nem que demorem seis meses. Uma hora essa tempestade passará e devemos lutar para sairmos vivos.

Ainda bem que já me vacinei mentalmente e confesso que meu pessimismo até tem me ajudado em certa medida, no sentido de eu não ser pego de repente por frustrações. Já me bastam aquelas que o cérebro de viciado me fez sentir. Felizmente, hoje me vejo como alguém no bom sentido áspero para tudo, capaz de enfrentar qualquer adversidade física ou mental só com a dor de ter acordado a respeito de minha condição. Deve ser isto que terá a capacidade de auxiliar minha busca por melhores dias.

Já não sinto tanto os efeitos da criançada aqui na rua, embora perceba que eles estão lá, e eu quase trombe com eles andando de bicicleta de máscara. Estou cada vez mais calejado, não vai ser qualquer coisa que vai me derrubar. Uma hora esse esquilíbrio chega.

Paz a todos.

Caríssimo! Passando só para deixar minhas saudações!

E dizer que fico feliz e te felicito pela resiliência e perseverança.
Vamos ficar na torcida para que tudo se normalize. É hora de trabalharmos a virtude da esperança. Acreditar que uma hora ou outra às coisas tomarão seu devido lugar... E mandar todo pessimismo para longe.

Estou, também, à vistas de perder meu semestre, mas não permito que isso tire minha paz. O lance é: olhar para o alto e seguir em frente.

Deus abençoe, insigne "Justiceiro do sertão"!
Força na batalha!

Caríssimo és tu, Guerreiro de Longa Data!

Eis aquele momento em que nossa única escolha é ser forte, e aí não há conversa. Não estou nessa de perder semestre, contudo com uns planos pessoais diferentes dos seus em considerável condição de prejuízo também. Todavia, respiro fundo e sigo, é nosso único caminho.

E força na batalha!

rlutador escreveu:Andei sumido, mas cá estou novamente, Justiceiro. Queria ser como vc, que vê pontos positivos até no pessimismo. Infelizmente, eu tenho sido um desses que é pego de repente por frustrações da quarentena. Vou pensar nesse tipo de "pessimismo positivo" que vc apontou. Forte abraço.

Justiceiro do Sertão escreveu: Quarta-feira agitada, entretanto serei breve. Levantei-me cedo para participar do revezamento no trabalho, devendo marcar presença novamente na semana que vem. Ao que tudo indica, devemos voltar ao expediente normal daqui há duas semanas, contudo estou desesperançoso. Mas não importa. O que vale nessas horas é nossa saúde, nossa vida e não há conversa. Nem que demorem seis meses. Uma hora essa tempestade passará e devemos lutar para sairmos vivos.

Ainda bem que já me vacinei mentalmente e confesso que meu pessimismo até tem me ajudado em certa medida, no sentido de eu não ser pego de repente por frustrações. Já me bastam aquelas que o cérebro de viciado me fez sentir. Felizmente, hoje me vejo como alguém no bom sentido áspero para tudo, capaz de enfrentar qualquer adversidade física ou mental só com a dor de ter acordado a respeito de minha condição. Deve ser isto que terá a capacidade de auxiliar minha busca por melhores dias.

Já não sinto tanto os efeitos da criançada aqui na rua, embora perceba que eles estão lá, e eu quase trombe com eles andando de bicicleta de máscara. Estou cada vez mais calejado, não vai ser qualquer coisa que vai me derrubar. Uma hora esse esquilíbrio chega.

Paz a todos.

Rlutador, sempre uma honra recebê-lo em meu Diário. Agradeço seus cumprimentos.

Acontece que procurar pontos positivos até no pessimismo nessas horas não é faculdade, meu caro, é obrigação. Pelo menos para mim que lido com algo que ainda é em certos aspectos um drama pessoal e um ambiente doméstico deveras pesado, com o comportamento lamentuoso e tendente à depressão do meu pai e a personalidade complicadíssima de minha mãe, com a qual só muito recentemente comecei a aprender a lidar. Quer dizer, o pessimismo positivo no meu caso é simplesmente fundamental.

Continuemos fortes. Meu grande abraço.

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em 30/4/2020, 19:12
Quinta-feira bastante movimentada aqui em casa, mais um desafio cumprido, mais um dia aparentemente superado.

De madrugada, novo sonho sugestivo, felizmente sem polução. Sonhei que estava na casa de minha falecida avó, com uns parentes, disfarçadamente consultando uma revista pornográfica que continha uma minha fantasia de há muito tempo. E que, para ver em o que é o vício, me excitara "como nos maus tempos". Parecia que eu estava lá em 2006-2007... Acordei excitadíssimo, quase ejaculando, respirando fundo e rezando o Pai-Nosso repetidas vezes e à meia-voz, num misto de agradecimento, alívio e terapia improvisada no sentido de que a ereção passasse. O pênis pulsava, e eu cheguei, até um tanto perigosamente, a segurá-lo para que se contivesse. Tive sucesso em meu plano, voltando a um sono relativamente curto, afinal já começava a amanhecer e os pássaros já cantavam na área verde aqui perto.

Pratiquei leituras e estudos ao longo de boa parte do dia, vi algo na TV (com todo o cuidado) e discuti certos planos familiares com meu pai. Se minha mãe segue aquela mulher difícil a (felizmente) me desafiar dia após dia, o pobre continua com aquele comportamento que só me instiga a querer coisas melhores para nós. Está quase fora de si com a quarentena, tendo princípios de choro o tempo todo e se queixando de tudo. Diz coisas sem pensar, faz declarações exageradas e/ou preconceituosas sobre isto ou aquilo, sinto que tenho a missão de pelo menos ajudá-lo ao máximo. Para piorar, tem tido certos problemas pessoais e faz questão de externá-los em voz alta, só deixando o clima aqui em casa mais pesado. Superarei, superaremos.

E a guerra não pode parar.

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em 30/4/2020, 20:30
Olá digníssimo Justiceiro do Sertão !!!

Lamento por essa questão do sonho, que bom que conseguiu retornar ao sono após essa situação.

Essa quarentena está mexendo com todos nós, este é o momento em que devemos mais nos ater à nossa saúde emocional.

Grande abraço.

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em 1/5/2020, 00:38
Mais uma vez, dando uma bela demonstração de força. Avante, Justiceiro!

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em 1/5/2020, 11:50
Justiceiro do Sertão escreveu: Quinta-feira bastante movimentada aqui em casa, mais um desafio cumprido, mais um dia aparentemente superado.

De madrugada, novo sonho sugestivo, felizmente sem polução. Sonhei que estava na casa de minha falecida avó, com uns parentes, disfarçadamente consultando uma revista pornográfica que continha uma minha fantasia de há muito tempo. E que, para ver em o que é o vício, me excitara "como nos maus tempos". Parecia que eu estava lá em 2006-2007... Acordei excitadíssimo, quase ejaculando, respirando fundo e rezando o Pai-Nosso repetidas vezes e à meia-voz, num misto de agradecimento, alívio e terapia improvisada no sentido de que a ereção passasse. O pênis pulsava, e eu cheguei, até um tanto perigosamente, a segurá-lo para que se contivesse. Tive sucesso em meu plano, voltando a um sono relativamente curto, afinal já começava a amanhecer e os pássaros já cantavam na área verde aqui perto.

Pratiquei leituras e estudos ao longo de boa parte do dia, vi algo na TV (com todo o cuidado) e discuti certos planos familiares com meu pai. Se minha mãe segue aquela mulher difícil a (felizmente) me desafiar dia após dia, o pobre continua com aquele comportamento que só me instiga a querer coisas melhores para nós. Está quase fora de si com a quarentena, tendo princípios de choro o tempo todo e se queixando de tudo. Diz coisas sem pensar, faz declarações exageradas e/ou preconceituosas sobre isto ou aquilo, sinto que tenho a missão de pelo menos ajudá-lo ao máximo. Para piorar, tem tido certos problemas pessoais e faz questão de externá-los em voz alta, só deixando o clima aqui em casa mais pesado. Superarei, superaremos.

E a guerra não pode parar.

Fala grande Justiceiro, bom dia. Parabéns por seguir firme em sua jornada mesmo com sonhos e coisas do tipo querendo te derrubar. Um forte abraço e desejo tudo de bom pra você, tmj.

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em 1/5/2020, 21:31
Peter Parker escreveu:Olá digníssimo Justiceiro do Sertão !!!

Lamento por essa questão do sonho, que bom que conseguiu retornar ao sono após essa situação.

Essa quarentena está mexendo com todos nós, este é o momento em que devemos mais nos ater à nossa saúde emocional.

Grande abraço.

Obrigado, Digníssimo Peter Parker! Sejamos fortes na luta. Grande abraço.

rlutador escreveu:Mais uma vez, dando uma bela demonstração de força. Avante, Justiceiro!

Caro Rlutador, avante! Muito obrigado e fraqueza é o inferno.

End escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Quinta-feira bastante movimentada aqui em casa, mais um desafio cumprido, mais um dia aparentemente superado.

De madrugada, novo sonho sugestivo, felizmente sem polução. Sonhei que estava na casa de minha falecida avó, com uns parentes, disfarçadamente consultando uma revista pornográfica que continha uma minha fantasia de há muito tempo. E que, para ver em o que é o vício, me excitara "como nos maus tempos". Parecia que eu estava lá em 2006-2007... Acordei excitadíssimo, quase ejaculando, respirando fundo e rezando o Pai-Nosso repetidas vezes e à meia-voz, num misto de agradecimento, alívio e terapia improvisada no sentido de que a ereção passasse. O pênis pulsava, e eu cheguei, até um tanto perigosamente, a segurá-lo para que se contivesse. Tive sucesso em meu plano, voltando a um sono relativamente curto, afinal já começava a amanhecer e os pássaros já cantavam na área verde aqui perto.

Pratiquei leituras e estudos ao longo de boa parte do dia, vi algo na TV (com todo o cuidado) e discuti certos planos familiares com meu pai. Se minha mãe segue aquela mulher difícil a (felizmente) me desafiar dia após dia, o pobre continua com aquele comportamento que só me instiga a querer coisas melhores para nós. Está quase fora de si com a quarentena, tendo princípios de choro o tempo todo e se queixando de tudo. Diz coisas sem pensar, faz declarações exageradas e/ou preconceituosas sobre isto ou aquilo, sinto que tenho a missão de pelo menos ajudá-lo ao máximo. Para piorar, tem tido certos problemas pessoais e faz questão de externá-los em voz alta, só deixando o clima aqui em casa mais pesado. Superarei, superaremos.

E a guerra não pode parar.

Fala grande Justiceiro, bom dia. Parabéns por seguir firme em sua jornada mesmo com sonhos e coisas do tipo querendo te derrubar. Um forte abraço e desejo tudo de bom pra você, tmj.

Grande és tu, End. Obrigado e permaneçamos vigilantes até a morte. Meu abraço e tudo de bom.

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em 1/5/2020, 21:33
Post curto e conciso, melhor nem me alongar. Violenta polução noturna logo após me deitar, deviam ser umas onze da noite. Segurei-me para dormir em paz e tive uma noite razoável. Hoje estudei e dei conta de alguns afazeres, nessas horas vale tudo para aliviar a tensão das peças pregadas pelo subconsciente. Sem mais.

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em 2/5/2020, 19:10
Apesar de relativa disciplina no que tange ao Reboot, meu clássico problema residual resiste. Forte polução noturna pela segunda noite consecutiva.

Exatamente como na noite anterior. Logo após pegar no sono, coisa de onze da noite, novamente eu interagia com uma garota de razoável beleza em situação romântica. Algo como um abraço já é suficiente para eu ter um orgasmo involuntário. Enfim, tentando não me aborrecer, tentando não me irritar, dormi novamente e, a exemplo da outra noite e como de costume, devo ter tido mais umas três poluções sem sonhar com talvez nada mais impactante. Certo ponto acordei e fui ao banheiro assoar o nariz, irritado com a secura aqui na cidade. Ao voltar para o quarto, o primeiro som que ouvi foi um bem-te-vi cantando próximo a casa: era o dia nascendo, aí não houve como, condicionei-me na cama rapidamente em termos mentais, improvisei um alongamento físico e fui fazer uma ou outra coisa, desafiando as broncas dos meus pais. Joguei uma água gelada no rosto, escovei os dentes e defequei ferozmente, só de cabeça quente, precisando de umas duas descargas. Fui à cozinha, invadida pelos primeiros raios de sol e aquele frio cortante de 6 da manhã, tomei três copos cheios d'água e voltei para o quarto, ocupando minha cabeça com estudos e outras tarefas. Só não fui chutado para o banho frio para não riscar o fósforo aqui em casa, seria perigoso eu não estar aqui agora digitando estas palavras.

Logo minha mãe se levantou, e aproveitei para dizer, enquanto tomava mais dois copos d'água, que iria tomar um banho desse o que desse, e ela permitiu, com a condição inexorável de que o fosse morno. Cumpri-o a contragosto, só querendo me ver limpo dessa sequela do vício, que há anos me persegue. Antes, novo ataque de quase-desinteria, demandando mais umas duas descargas. Fiz meu café, uns gostosos corn flakes sem açúcar, e voltei para o quarto, no qual passei virtualmente o dia todo.

Conheço meu modus operandi mental, já fiz cada descoberta que é melhor nem ficar recordando, o negócio é colocá-las em prática em ponto. É incrível como a mente armazena cada "cache", cada "cookie" daquilo que um dia fê-la sentir prazer, ainda que um prazer asqueroso. Fiz hoje uma cacetada de exercícios a título de estudos, pensando comigo mesmo: "Não é possível hoje à noite acontecer de novo, quero ver sonhar com aquilo tudo hoje novamente". O que digo é que é nessas horas que percebo ser verdade aquela máxima de que, no fundo, seremos sempre viciados. E qualquer deslize pode nos mandar de volta para o inferno.

Diga-se, repito o que falei há algum tempo: tenho que ser resiliente, pois passei doze longos anos de minha vida afundado nesse pântano e há menos de dois me predispus a nunca mais passar perto do mesmo. Seria até uma arrogância de minha parte querer estar curado com seis meses. É ou não é?

Enquanto isso, sigo pagando o preço.

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em 2/5/2020, 23:20
Justiceiro do Sertão escreveu: Apesar de relativa disciplina no que tange ao Reboot, meu clássico problema residual resiste. Forte polução noturna pela segunda noite consecutiva.

Exatamente como na noite anterior. Logo após pegar no sono, coisa de onze da noite, novamente eu interagia com uma garota de razoável beleza em situação romântica. Algo como um abraço já é suficiente para eu ter um orgasmo involuntário. Enfim, tentando não me aborrecer, tentando não me irritar, dormi novamente e, a exemplo da outra noite e como de costume, devo ter tido mais umas três poluções sem sonhar com talvez nada mais impactante. Certo ponto acordei e fui ao banheiro assoar o nariz, irritado com a secura aqui na cidade. Ao voltar para o quarto, o primeiro som que ouvi foi um bem-te-vi cantando próximo a casa: era o dia nascendo, aí não houve como, condicionei-me na cama rapidamente em termos mentais, improvisei um alongamento físico e fui fazer uma ou outra coisa, desafiando as broncas dos meus pais. Joguei uma água gelada no rosto, escovei os dentes e defequei ferozmente, só de cabeça quente, precisando de umas duas descargas. Fui à cozinha, invadida pelos primeiros raios de sol e aquele frio cortante de 6 da manhã, tomei três copos cheios d'água e voltei para o quarto, ocupando minha cabeça com estudos e outras tarefas. Só não fui chutado para o banho frio para não riscar o fósforo aqui em casa, seria perigoso eu não estar aqui agora digitando estas palavras.

Logo minha mãe se levantou, e aproveitei para dizer, enquanto tomava mais dois copos d'água, que iria tomar um banho desse o que desse, e ela permitiu, com a condição inexorável de que o fosse morno. Cumpri-o a contragosto, só querendo me ver limpo dessa sequela do vício, que há anos me persegue. Antes, novo ataque de quase-desinteria, demandando mais umas duas descargas. Fiz meu café, uns gostosos corn flakes sem açúcar, e voltei para o quarto, no qual passei virtualmente o dia todo.

Conheço meu modus operandi mental, já fiz cada descoberta que é melhor nem ficar recordando, o negócio é colocá-las em prática em ponto. É incrível como a mente armazena cada "cache", cada "cookie" daquilo que um dia fê-la sentir prazer, ainda que um prazer asqueroso. Fiz hoje uma cacetada de exercícios a título de estudos, pensando comigo mesmo: "Não é possível hoje à noite acontecer de novo, quero ver sonhar com aquilo tudo hoje novamente". O que digo é que é nessas horas que percebo ser verdade aquela máxima de que, no fundo, seremos sempre viciados. E qualquer deslize pode nos mandar de volta para o inferno.

Diga-se, repito o que falei há algum tempo: tenho que ser resiliente, pois passei doze longos anos de minha vida afundado nesse pântano e há menos de dois me predispus a nunca mais passar perto do mesmo. Seria até uma arrogância de minha parte querer estar curado com seis meses. É ou não é?

Enquanto isso, sigo pagando o preço.

Saudações, nobre Justiceiro!

Mais uma vez, deixo aqui meu elogio por sua costumeira sensatez e perseverança mesmo diante de seguidas poluções. Seus relatos são inspiradores para mim. Grande abraço!

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em 3/5/2020, 20:07
Mike escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Apesar de relativa disciplina no que tange ao Reboot, meu clássico problema residual resiste. Forte polução noturna pela segunda noite consecutiva.

Exatamente como na noite anterior. Logo após pegar no sono, coisa de onze da noite, novamente eu interagia com uma garota de razoável beleza em situação romântica. Algo como um abraço já é suficiente para eu ter um orgasmo involuntário. Enfim, tentando não me aborrecer, tentando não me irritar, dormi novamente e, a exemplo da outra noite e como de costume, devo ter tido mais umas três poluções sem sonhar com talvez nada mais impactante. Certo ponto acordei e fui ao banheiro assoar o nariz, irritado com a secura aqui na cidade. Ao voltar para o quarto, o primeiro som que ouvi foi um bem-te-vi cantando próximo a casa: era o dia nascendo, aí não houve como, condicionei-me na cama rapidamente em termos mentais, improvisei um alongamento físico e fui fazer uma ou outra coisa, desafiando as broncas dos meus pais. Joguei uma água gelada no rosto, escovei os dentes e defequei ferozmente, só de cabeça quente, precisando de umas duas descargas. Fui à cozinha, invadida pelos primeiros raios de sol e aquele frio cortante de 6 da manhã, tomei três copos cheios d'água e voltei para o quarto, ocupando minha cabeça com estudos e outras tarefas. Só não fui chutado para o banho frio para não riscar o fósforo aqui em casa, seria perigoso eu não estar aqui agora digitando estas palavras.

Logo minha mãe se levantou, e aproveitei para dizer, enquanto tomava mais dois copos d'água, que iria tomar um banho desse o que desse, e ela permitiu, com a condição inexorável de que o fosse morno. Cumpri-o a contragosto, só querendo me ver limpo dessa sequela do vício, que há anos me persegue. Antes, novo ataque de quase-desinteria, demandando mais umas duas descargas. Fiz meu café, uns gostosos corn flakes sem açúcar, e voltei para o quarto, no qual passei virtualmente o dia todo.

Conheço meu modus operandi mental, já fiz cada descoberta que é melhor nem ficar recordando, o negócio é colocá-las em prática em ponto. É incrível como a mente armazena cada "cache", cada "cookie" daquilo que um dia fê-la sentir prazer, ainda que um prazer asqueroso. Fiz hoje uma cacetada de exercícios a título de estudos, pensando comigo mesmo: "Não é possível hoje à noite acontecer de novo, quero ver sonhar com aquilo tudo hoje novamente". O que digo é que é nessas horas que percebo ser verdade aquela máxima de que, no fundo, seremos sempre viciados. E qualquer deslize pode nos mandar de volta para o inferno.

Diga-se, repito o que falei há algum tempo: tenho que ser resiliente, pois passei doze longos anos de minha vida afundado nesse pântano e há menos de dois me predispus a nunca mais passar perto do mesmo. Seria até uma arrogância de minha parte querer estar curado com seis meses. É ou não é?

Enquanto isso, sigo pagando o preço.

Saudações, nobre Justiceiro!

Mais uma vez, deixo aqui meu elogio por sua costumeira sensatez e perseverança mesmo diante de seguidas poluções. Seus relatos são inspiradores para mim. Grande abraço!

Obrigado, ilustre Mike. Se inspiro, para mim é uma honra. Nessas horas, nossa única escolha é sermos fortes. Meu grande abraço!

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em 4/5/2020, 18:57
Olá caríssimo Justiceiro do Sertão !

Sem palavras para este relato, posso sentir a sua dor quanto às poluções noturnas. Não sei se já o incentivei a isto, se não, não tem problema. Você deveria investir na sua escrita, gosto da forma como passa seus sentimentos com as palavras e acredito que você tem todo potencial dentro de si para fazer coisas incríveis com isso.

E como disse, infelizmente passamos anos absorvendo todo tipo de conteúdo pornográfico e estamos a um tempo relativamente pequeno longe do vício. Teremos que lidar com "flashbacks" e lembranças até o resto de nossas vidas. Não queria que fosse assim. Mas nem tudo está acabado, há esperança e devemos viver por ela.

Grande abraço !

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em 4/5/2020, 19:53
Peter Parker escreveu:Olá caríssimo Justiceiro do Sertão !

Sem palavras para este relato, posso sentir a sua dor quanto às poluções noturnas. Não sei se já o incentivei a isto, se não, não tem problema. Você deveria investir na sua escrita, gosto da forma como passa seus sentimentos com as palavras e acredito que você tem todo potencial dentro de si para fazer coisas incríveis com isso.

E como disse, infelizmente passamos anos absorvendo todo tipo de conteúdo pornográfico e estamos a um tempo relativamente pequeno longe do vício. Teremos que lidar com "flashbacks" e lembranças até o resto de nossas vidas. Não queria que fosse assim. Mas nem tudo está acabado, há esperança e devemos viver por ela.

Grande abraço !

Obrigado, caríssimo Peter Parker!

Maravilhosa sua solidariedade. Longe de me vitimizar, porém só eu sei o que passo. Diz palavras muito acertadas a respeito de que teremos flashbacks para o resto da vida, e devemos aprender a lidar com os mesmos. Afinal de contas, foram anos de exposição a material perigoso que causava "prazer", e esse tipo de coisa fica. O que nós resta é sermos mesmo fortes e sabermos lidar, por mais que doa.

Quanto a investir em minha escrita, andei planejando coisas a respeito, no entanto tive de me ocupar em outras tarefas da vida, e esse instinto talvez seja transformado em algo concreto qualquer tempo desses.

E grande abraço!

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em 5/5/2020, 20:36
Terça-feira considerada tranquila para o padrão dos dias que vivemos.

Passei boa parte do dia estudando e lendo artigos sobre assuntos interessantes, além de algum programa de TV digno de ser assistido. Ameaças houve, sempre há, contudo continuo me saindo bem na terapia de assistir à TV sem me focar na imagem, e mesmo que quase todos estejam usando máscaras ainda assim alguma impressão vem à tona devido a tudo aquilo que uma mente de viciado é capaz de imaginar, ainda mais uma mente turbulenta como a minha. Por vezes sou atingido por lembranças das poucas experiências reais que vivi (e que não vivi) com mulheres, entretanto, além de buscar deixar o passado em seu lugar, apelo para aquela minha estratégia de me planejar para o pior, ciente de que os dias que nos virão não devem ser dos mais festivos, pelo menos não por um bom tempo. Tem dado resultado, por enquanto.

Na cidade onde moro as coisas não estão bem, a pandemia atacou por aqui em número considerável de mortes e as pessoas não estão colaborando, o índice de isolamento social por aqui está baixo e muita gente leva tudo na brincadeira e/ou desafiando, dizendo coisas como "não uso máscara mesmo, todo mundo vai morrer um dia", no melhor estilo deste "inquilino passageiro do Planalto" (conforme o Senador Fabiano Contarato), de quem são na maior parte fãs e que sem dúvidas merece todo o nosso desprezo. Por aqui, quando ele fala, em vez de panelas batendo ouve-se um silêncio até lamentavelmente poético, a cidade para como se fosse o Papa falando! E olhe, nada contra, que são (ou pelo menos se dizem) muito católicos...

Desculpem o desabafo político, senti-me na necessidade. Se não formos críticos a respeito daquilo que está em torno de nós, não servimos para praticamente nada na construção de um País melhor.

Voltando a mim, as poluções noturnas deram uma acalmada, tenho dormido bem e nem ereções matinais tenho percebido. O que não me faz fugir de tomar os cuidados de sempre, ao longo de praticamente todo o dia, vide operações minuciosas de visualização só de abrir a página do meu provedor de e-mail. Tenho receio até de comerciais de louças e metais sanitários. Receio bom, apesar de tudo.

Amanhã devo ir, logicamente com todos os cuidados, ao dentista, para continuar meu tratamento com este aparelho. A operação de guerra já está sendo bem planejada, nossa vida e nossa saúde valem mais do que tudo, este momento é de renovação e de busca por dias melhores, a despeito de eu acreditar que dias piores virão, ou pelo menos os ruins permanecerão por um bom tempo.

Vejamos o que será. Cuidemos de nós mesmos.

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em 6/5/2020, 00:16
Digníssimo Justiceiro.

De fato, os dias que virão nada mais serão do que grandes desafios. Cabe a nós termos a disposição para superá-los.

Agora, no que concerne ao seu desabafo sobre a situação política e social da cidade em que vive, estou de pleno acordo. Diante do presente momento, que é de óbvia relevância e seriedade, de fato é preocupante a atitude de alguns políticos e de uma parte da população. Com uma fase dessas não se brinca.

No mais, você continua se mantendo firme diante dos conhecidos desconfortos que, lentamente, vão cessando.

Parabéns pela dedicação e deixo aqui meu abraço.

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em 6/5/2020, 19:01
Mike escreveu:Digníssimo Justiceiro.

De fato, os dias que virão nada mais serão do que grandes desafios. Cabe a nós termos a disposição para superá-los.

Agora, no que concerne ao seu desabafo sobre a situação política e social da cidade em que vive, estou de pleno acordo. Diante do presente momento, que é de óbvia relevância e seriedade, de fato é preocupante a atitude de alguns políticos e de uma parte da população. Com uma fase dessas não se brinca.

No mais, você continua se mantendo firme diante dos conhecidos desconfortos que, lentamente, vão cessando.

Parabéns pela dedicação e deixo aqui meu abraço.

Meu obrigado, Mike. A única coisa que nos resta é fazer nossa parte.

Deixo a você meu abraço.

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em 6/5/2020, 20:43
Quarta-feira um tanto satisfatória

Pela manhã, estudei e assisti a algo interessante na TV, além de ajudar meus pais com umas coisas em casa. Depois, também li umas notícias e artigos político-filosóficos na Internet, coisas que servem muito bem para nosso equilíbrio mental, sobretudo nestes tempos de incerteza que vivemos.

À tarde, fui ao dentista, tomando os cuidados de guerra que por estes dias estão por (quase) todos sendo empreendidos (ou pelo menos deveriam estar). Na cidade, quase todos arriscando suas existências. De dentro do carro do meu pai (que se prontificou a me levar) deu para ver perfeitamente: desocupados de bicicleta e sem máscara nas calçadas, outros a pé sem o menor receio e com toda a ignorância do mundo, e fazendo pose de "o resto é o resto", muitos carros nas ruas e gente dentro notavelmente só passeando, em grupos, sem máscaras, rindo e ouvindo música alta como se estivessem de férias (famoso "Não estou trabalhando mesmo..."), causando até congestionamentos, pessoas desprotegidas nas calçadas conversando como se estivessem num churrasco, pelo menos no consultório odontológico a higiene estava simplesmente impecável e os rígidos e necessários protocolos de segurança eram seguidos à risca, exceto por uma das funcionárias da recepção, lá no fundo, que não estava protegida. Preferi o silêncio para não arrumar confusão, sei como certas coisas são.

Uma das recepcionistas, já devo ter dito neste espaço, que não seria aquela com quem eu acertaria o atendimento de hoje, gosta muito de conversar comigo e já me interpela de longe quando apareço. Diz-me umas coisas, digamos, amigáveis, e já parece haver certo coleguismo entre nós. Perguntou-me: "Que tal a trilha sonora ambiente? Volume muito alto?" Disse a ela que estava razoável, poderia deixar assim se estivesse operando o som, ao que continuou sorrindo. Tocava uma música eletrônica que lembra minha infância, daquelas de que a gente se lembra vagamente de ouvir aos 3 anos e sobre a qual vem a saber melhor só anos depois, quando descobre não apenas que é uma música de quando você tinha 3 anos como, e o mais impactante até para o caso, que a letra é deveras sugestiva... Enfim, segui minha vida com todas as precauções em qualquer que seja a área, agendando a próxima consulta e indo para a sessão do dia. A gloriosa dentista, mais uma venerável profissional de saúde na linha de frente desta guerra que todos nós enfrentamos, é uma pessoa digna de nota, devendo eu a ela todo meu respeito nessas horas. Jovem e simpática, tem alguma beleza com a qual convivo na maior e mais respeitosa harmonia possível. Não é "meu tipo", aliás longe disso, contudo muitos talvez não conseguissem olhá-la de modo 100 % profissional, admito. Minha mãe, que gosta que aqui em casa eu conte sobre mim e as pessoas com quem ando (e é bem interessante muitas horas), já fez até comentários maliciosos no sentido de que eu deveria "investir" nela! Isso é coisa? Porém tenho aprendido a entender minha mãe, ela diz coisas sem pensar, talvez seja aquilo que já disse, mal de toda mãe.

Ela é bastante contraditória e complicada até quando se refere a mulheres e a aquilo de que seu único filho gosta. Infelizmente, assim como meu pai, nutre certo preconceito por alguns grupos, entretanto ao mesmo tempo cai em contradição com relação a seus próprios gostos. Ou fala sem pensar, sei lá. Mas que é um desafio, é. E tenho-o superado bem. Essas coisas só nos fazem crescer.

Por dias melhores a todos nós.

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em 7/5/2020, 19:02
Quinta-feira com rendimento um tanto satisfatório após uma noite agitada.

Cedo me levantei e empreendi mais uma bateria de estudos, na qual fui até por volta das 16:30, quando fui resolver outros problemas meus aqui em casa e agora venho dizer que minha noite foi inquieta; acordei antes de ejacular após uma série de sonhos eróticos com garotas que conheci há vários anos e com as quais não "fiquei" por pouco. De uma delas passei uma parte do dia me lembrando, contudo consegui fulminar as lembranças, o sonho foi muito real. Acordado à noite, comecei a recordar certo episódio que tive com uma garota de programa, de modo que tive que efetuar esforço mental no sentido de esquecer aquilo e não ter a mente tomada por fantasias. Logo depois, peguei novamente no sono e outra vez entrei a ter sonhos perigosos, agora com que via pornografia na Internet ao lado de minha mãe! Cena daquelas dinâmicas e realistas, em que ao mesmo tempo eu parecia interagir com a atriz, em situação semelhante àquelas que já vivi com GPs. Esqueçamos tudo isso.

Amanhã devo dar plantão na repartição, com todos os cuidados que o presente contexto marcial exige. Enfrentando a morte, conquistarei a melhor das vidas.

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em 9/5/2020, 18:59
Dias de mais correria atrás daquilo que presta. Sem tempo para coisas sem valor.

Ontem dei plantão novamente no trabalho, no meio de toda a balbúrdia a respeito da qual nem convém mais ficar falando tanto. Troquei uma ideia com meu pai sobre algum assunto interessante, no intuito de consolá-lo com relação aos problemas que, mais do que nós, ele vem enfrentando.

Hoje dediquei praticamente todo meu dia a estudar e a condicionar para o bem meu intrincado complexo mental. Aqui e ali alguma lembrança, nada que tanto afetasse minha produtividade. E sigo buscando melhorar continuamente, uma coisa que não posso é perder tempo mais do que já perdi ao longo destes quase 28 anos de existência.

Aprendi a valorizar esta preciosidade chamada tempo.

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em 9/5/2020, 22:38
Olá Grande Nobre Justiceiro do Sertão,

É isso ai, pagar o preço e correr atrás do tempo perdido, certamente ainda há muito tempo para você recuperar não há dúvida, a vida embaralha as cartas mas quem decide como joga-las somos nós.

Aqui sigo torcendo por você.

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Que Deus esteja conosco. A luta continua.


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em 10/5/2020, 09:39
Justiceiro do Sertão escreveu: Dias de mais correria atrás daquilo que presta. Sem tempo para coisas sem valor.

Ontem dei plantão novamente no trabalho, no meio de toda a balbúrdia a respeito da qual nem convém mais ficar falando tanto. Troquei uma ideia com meu pai sobre algum assunto interessante, no intuito de consolá-lo com relação aos problemas que, mais do que nós, ele vem enfrentando.

Hoje dediquei praticamente todo meu dia a estudar e a condicionar para o bem meu intrincado complexo mental. Aqui e ali alguma lembrança, nada que tanto afetasse minha produtividade. E sigo buscando melhorar continuamente, uma coisa que não posso é perder tempo mais do que já perdi ao longo destes quase 28 anos de existência.

Aprendi a valorizar esta preciosidade chamada tempo.

Saudações, nobre "Justiceiro do Sertão"!

Alegria ver seus relatos e de como as coisas estão transcorrendo bem.
O tempo é um dom de Deus e não podemos desperdiçá-lo, realmente, hoje me dou conta do quanto a PMO nos priva de usá-lo da forma devida.
Entretanto, o antes não existe mais e o amanhã ainda não chegou, foquemos em nosso presente.

Desejo toda felicidade do mundo, meu amigo!

Meu grande abraço!!!
End
End
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em 11/5/2020, 13:18
Justiceiro do Sertão escreveu: Dias de mais correria atrás daquilo que presta. Sem tempo para coisas sem valor.

Ontem dei plantão novamente no trabalho, no meio de toda a balbúrdia a respeito da qual nem convém mais ficar falando tanto. Troquei uma ideia com meu pai sobre algum assunto interessante, no intuito de consolá-lo com relação aos problemas que, mais do que nós, ele vem enfrentando.

Hoje dediquei praticamente todo meu dia a estudar e a condicionar para o bem meu intrincado complexo mental. Aqui e ali alguma lembrança, nada que tanto afetasse minha produtividade. E sigo buscando melhorar continuamente, uma coisa que não posso é perder tempo mais do que já perdi ao longo destes quase 28 anos de existência.

Aprendi a valorizar esta preciosidade chamada tempo.

Fala Justiceiro, uma boa tarde. Parabéns por seguir lutando contra o vicio, e por estar a cada dia buscando uma evolução pessoal. Um forte abraço.

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