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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 9/9/2019, 19:51
Tiago Mendes escreveu:Seus relatos estão cada vez mais inspiradores. Nos faz lembrar de com é bom estar longe desse vício.

Continue assim, amigo.

Forte abraço!

Obrigado, Tiago Mendes! Grande abraço e vamos lá.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 12/9/2019, 20:14
Meus caros, tenho aparecido menos aqui em nosso espaço por conta de uma série de problemas pessoais para resolver e também porque estive sem Internet nestes últimos dias. O sinal andava oscilando, oscilando, até que não aguentou e morreu de vez, só sendo restabelecido agora há pouco, e mesmo assim estou naquele "período de observação" para ver se devo ou não confiar em seu presente estado após duas reclamações no call center e uma na loja presencial aqui da cidade. Enfim, de qualquer modo tentarei aparecer por aqui na medida do possível a dar conta de meus dias e saudar os nobres em nossa tão árdua e honrada batalha.

Venho tendo uma semana bastante corrida, tanto em termos de coisas para resolver como de trabalho mesmo. Na terça-feira atendi um senhor de 88 anos bastante humilde, com umas poucas dívidas junto ao município, e que quase só fazia chorar em minha mesa devido à solidão de sua vida. Estava quase saindo para o almoço e sinceramente me emocionei, precisando manter a compostura para finalizar o atendimento, felizmente bem reaizado.

Fora isso, quase nada a declarar. Segue a vida, segue a luta.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty 5 anos de Diário

em 13/9/2019, 20:16
Hoje completam-se 5 anos que me inscrevi neste Fórum, neste magnífico espaço verdadeiramente salvador de vidas. Fui aqui um dos primeiros e, após sucessivos deslizes, enfim consegui embalar um Reboot decente a partir de novembro último.

Eis uma verdadeira vida. Uma saga épica em busca de uma vitória que já deveria ter conquistado há muito tempo. Todavia, tenho aprendido a não olhar para trás, tenho superado meu trauma de tempo perdido, acho que com 27 anos ainda dá para conquistar muita coisa, e das tais estou correndo atrás com toda a disposição.

Mais uma vez andei me lembrando de coisas que vivi, contando-as no Diário de um colega. Melhor não ficar ruminando tanto, melhor pensar no passado com moderação, apenas a título de lição para o resto dos dias para que aqueles desgostos não se repitam. Se começar a ficar lembrando muito, enlouqueço. E aquilo pelo que estou lutando exige muita razão e disposição mental.

E a vida que sei que espera por mim exige muita maturidade e disciplina também, inclusive nos momentos de lazer. Como conseguiria, vamos supor, viver tão belos momentos de lazer nas aulas de dança com a mente que possuía há cerca de um ano? No meu trabalho, tenho sido reconhecido por cidadãos (ah, cidade pequena...) como um dos mais dedicados e talentosos (?!) "dançarinos" (!!!) do clube. Francamente, não é para tanto, contudo me dá razoável incremento na autoestima.

Tenho vivido dias relativamente estáveis a respeito de estudo e trabalho, inclusive passando por situações como atender mulheres bastante atraentes e condizentes com meu tipo com grande profissionalismo e foco, algo que sinceramente me seria impossível até há cerca de um ano. Impossível, ouso dizer a palavra. Ainda sinto alguma coisa? Sim, vez ou outra algum estremecimento diante de alguma beldade aleatória, alguma situação mais ou menos insinuante no cotidiano, porém tudo isto com tendência ao desaparecimento ou conversão em saudável percepção cotidiana de coisa qualquer, sem tanta importância.

Conforme já andaram dizendo, o Reboot converte-se em verdadeiro estilo de vida, autêntico padrão de conduta rumo a uma existência feliz, digna e potencialmente dotada de realizações. Sem ele, não seríamos mais que zumbis como tantos que por aí vagam sem qualquer perspectiva de desenvolvimento de suas sagradas habilidades de animal racional e, por consequência, sem qualquer perspectiva em termos de mudança de mundo. Assim fui eu, assim agi eu por uma dúzia de anos. Ainda hoje sinto algumas "sequelas", algumas percepções mentais meio dissonantes devido ao choque do ontem com o hoje, algum desconforto quando minha mente tenta, a respeito de alguns "codecs"/"cookies" psíquicos, se comportar como tanto fez por anos. Para não falar nas vergonhosas, chatíssimas poluções noturnas, que ainda me atormentam cerca de uma vez por semana, a última domingo passado.

Continuo na batalha, apesar de tudo. Por mais que lembranças me despedacem, tento pisoteá-las. Por mais que minha mãe me destrua psicologicamente com seu temperamento complicado, admito que ajo como um bad boy, da melhor maneira. Tenho desenvolvido uma disciplina modéstia à parte absurda para enfrentar os desafios que surgem em minha frente, embora com certa dor e pequenos sustos. Frente àquilo que já passei, sobretudo para começar a me livrar do vício, a estrada que atravesso hoje é nada.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 13/9/2019, 20:32
Justiceiro do Sertão escreveu: Meus caros, tenho aparecido menos aqui em nosso espaço por conta de uma série de problemas pessoais para resolver e também porque estive sem Internet nestes últimos dias. O sinal andava oscilando, oscilando, até que não aguentou e morreu de vez, só sendo restabelecido agora há pouco, e mesmo assim estou naquele "período de observação" para ver se devo ou não confiar em seu presente estado após duas reclamações no call center e uma na loja presencial aqui da cidade. Enfim, de qualquer modo tentarei aparecer por aqui na medida do possível a dar conta de meus dias e saudar os nobres em nossa tão árdua e honrada batalha.

Venho tendo uma semana bastante corrida, tanto em termos de coisas para resolver como de trabalho mesmo. Na terça-feira atendi um senhor de 88 anos bastante humilde, com umas poucas dívidas junto ao município, e que quase só fazia chorar em minha mesa devido à solidão de sua vida. Estava quase saindo para o almoço e sinceramente me emocionei, precisando manter a compostura para finalizar o atendimento, felizmente bem reaizado.

Fora isso, quase nada a declarar. Segue a vida, segue a luta.

Cara. Leia seu primeiro relato!

Olha o tanto que sua vida mudou! Parabéns mesmo! Temos tantos problemas na vida e esse problemão que é o vício vem pra 'sujar' tudo, todos eles.

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em 13/9/2019, 21:49
Parabéns pela luta aqui no fórum. Estes dias no contador é resultado desse período de aprendizado.

vlw,
acompanhando.

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Soli Deo Gloria
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em 14/9/2019, 11:55
Parabéns, meu amigo.

Você é um lutador!

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"No sentido mais verdadeiro, a liberdade não pode ser concedida; deve ser alcançada"
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Sr. Morais
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Não consigo ter consistência

em 14/9/2019, 12:35
Parabéns Justiceiro!

Estou tentando manter-me firme apesar de tentar tantas coisas.

Que Deus me ajude porque do jeito que está não posso mais ficar.

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Kal-el
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 14/9/2019, 13:09
Oi meu caro amigo.
É muito bom ter seu exemplo aqui. Sai e voltei ao fórum. São muitos anos que passaram desde a inscrição aqui. Temos vários colegas assim. Seu exemplo mostra como é importante não desistir.
Estou determinado a dessa vez conquistar meu Reboot.
Assim como você, vamos alcançar os 300 dias!!!

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http://www.comoparar.com/t3046-meu-diario-kal
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 14/9/2019, 21:06
Leleco escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Meus caros, tenho aparecido menos aqui em nosso espaço por conta de uma série de problemas pessoais para resolver e também porque estive sem Internet nestes últimos dias. O sinal andava oscilando, oscilando, até que não aguentou e morreu de vez, só sendo restabelecido agora há pouco, e mesmo assim estou naquele "período de observação" para ver se devo ou não confiar em seu presente estado após duas reclamações no call center e uma na loja presencial aqui da cidade. Enfim, de qualquer modo tentarei aparecer por aqui na medida do possível a dar conta de meus dias e saudar os nobres em nossa tão árdua e honrada batalha.

Venho tendo uma semana bastante corrida, tanto em termos de coisas para resolver como de trabalho mesmo. Na terça-feira atendi um senhor de 88 anos bastante humilde, com umas poucas dívidas junto ao município, e que quase só fazia chorar em minha mesa devido à solidão de sua vida. Estava quase saindo para o almoço e sinceramente me emocionei, precisando manter a compostura para finalizar o atendimento, felizmente bem reaizado.

Fora isso, quase nada a declarar. Segue a vida, segue a luta.

Cara. Leia seu primeiro relato!

Olha o tanto que sua vida mudou! Parabéns mesmo! Temos tantos problemas na vida e esse problemão que é o vício vem pra 'sujar' tudo, todos eles.

Obrigado, Leleco. Modéstia à parte, creio que com efeito evoluí muito. Tomara que seja verdade. Saudações.

Rottweiler escreveu:
Parabéns pela luta aqui no fórum. Estes dias no contador é resultado desse período de aprendizado.

vlw,
acompanhando.

Obrigado, Rottweilter. Meu abraço a você.

Soli Deo Gloria escreveu:Parabéns, meu amigo.

Você é um lutador!

Obrigado, caro Soli Deo Gloria. Tento lutar embora me reconheça como humano falho e com histórico nada aprazível. De todo modo, meus cumprimentos e força.

Sr. Morais escreveu:Parabéns Justiceiro!

Estou tentando manter-me firme apesar de tentar tantas coisas.

Que Deus me ajude porque do jeito que está não posso mais ficar.

Meu obrigado, Sr. Morais. Força, honra e raça.

Kal-el escreveu:Oi meu caro amigo.
É muito bom ter seu exemplo aqui. Sai e voltei ao fórum. São muitos anos que passaram desde a inscrição aqui. Temos vários colegas assim. Seu exemplo mostra como é importante não desistir.
Estou determinado a dessa vez conquistar meu Reboot.
Assim como você, vamos alcançar os 300 dias!!!

Grande Kal-el! Bom vê-lo novamente no Fórum. Agradeço os votos e a você desejo que seja forte, luta e vença. Abraço.

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em 17/9/2019, 19:55
Dias corridos, dias corridos. Tanta coisa para fazer que tenho me submetido a verdadeiro curso informal de administração do tempo. Trabalho, estudos, tarefas cotidianas a resolver, mal tenho tempo para pensar um pouco em mim. Francamente, é o que sempre digo: bom que assim seja.

Ando meio emotivo esses dias, deve ser efeito de largar o vício. Por qualquer coisa quase choro, certas lembranças ao mesmo tempo em que me entristecem me enchem de esperança em meio a arrepios do nada, apesar da agenda cheia minha mente está em espécie de "polvorosa saudável", tenho esperança e luto para que meus e nossos dias melhores cada vez mais.

No último domingo levantei por volta das 5 da manhã para estudar e assim fui por algumas horas. À tarde, pratiquei muito alguns passos na aula de dança, até me empolgando em comemorações após finalmente acertar certos lances. Depois, show, dancei até quase cair de cansado, sendo mais ou menos bem recebido pelas garotas, algumas muito belas. No trabalho sempre encontro conhecidos do clube, que me elogiam na condição de dançarino lá sei eu como.

Fora isso, correria. Vou parando por aqui por hoje que o tempo urge e minha luta também.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 18/9/2019, 19:25
Outro dia cheio do que fazer. Antes das seis da manhã, lá estou eu dando mais uma verificada no sinal da Internet, que anda oscilando bastante por aqui nas últimas semanas. Aqui em casa utilizamos bastante para trabalho, estudos, e minha mãe para conversar com os parentes pelo Whatsapp. Da melhor forma, a Internet nos é importante, enfim.

Não me canso de dizer que meu trabalho, além de estável e agradável do ponto de vista técnico, também se mostra para mim tremenda e saudável prova de fogo no que concerne a saber encarar as pessoas da melhor maneira, e em todos os sentidos. Em se tratando de uma repartição pública (Prefeitura), lido com gente de todo tipo, histórias de naturezas muito variadas, e ao mesmo tempo em que lapido meu complicado trato social também treino meu cérebro para reparar em mulheres do jeito mais decente possível. Um dos colegas aqui deste espaço disse acertadamente que trabalhar em Prefeitura é complicado por se tratar de um espaço público deveras liberal, em que se entra vestido praticamente de qualquer jeito e sob praticamente qualquer circunstância pessoal. Com ele concordo totalmente, já cheguei a ver e até a atender cidadãos trajados como mendigos, bêbados, fumantes com hálito insuportável, tipos muito irritantes, situações delicadas e muitas, muitas mulheres atraentes, de rosto, corpo, trejeitos e trajes, já inclusive tendo atendido várias. Atividade, convenhamos, franqueadora de enorme amadurecimento para um homem.

Virtualmente todos os dias meus olhos veem a curta distância no recinto de trabalho, mesmo que não venham ter comigo, mulheres fisicamente atraentes. Por vezes logo no início do expediente, por vezes bem "meu tipo", por vezes mais de uma ao mesmo tempo ou até juntas. E estou falando apenas das cidadãs, para não me referir a algumas beldades que atuam nos outros departamentos, sobre as quais já falei aqui e com as quais tenho lidado bem não obstante seja por vezes atacado de pensamentos que tentam estremecer minha estabilidade psíquica a tanto custo alcançada. Atacado e reagindo com sucesso, diga-se de passagem. Minha vacina mental está em dia e agindo de ótima maneira neste aspecto. Com funcionárias e cidadãs.

Quem já perdeu o que perdeu na vida por conta do vício não pode senão correr atrás com todas as forças que possui. Hoje mesmo andei me lembrando de mais alguns fracassos meus com mulheres ao responder ao comentário do colega Caim32, a quem lego meu abraço e sinceras saudações. Coisas que se o cidadão não tiver juízo após acordar para a vida, até tira a própria, sinceramente. Poderia sair aqui documentando umas histórias e tal, como já andei fazendo, no entanto acho desnecessário, apenas encerrando este post com um categórico recado.

Quer passar vergonha na vida, em todos os sentidos? Renda-se à pornografia.

Acho que não preciso dizer mais nada.

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em 19/9/2019, 20:27
Parabéns, Justiceiro! Você de fato está com uma caminhada muito sólida.

Ao que me parece você está naquela fase de se lembrar bastante do passado. Espero que ela passe e você alce novos vôos.

Você falou tudo na ultima frase. Vou utilizar um português mais coloquial. Você quer ser um bosta?! Fracassar em diversas áreas da sua vida?! Passe os seus dias friccionando o testículo e veja magia acontecer. Essa é a verdade. Quanto antes nós entendermos, melhor pra gente. Você já está com essa verdade bem "aprendida", eu diria que eu tbm, mas ainda tateio em recaídas. Vou sair dessa.

Abraço, camarada!

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em 20/9/2019, 06:55
Justiceiro do Sertão escreveu: Outro dia cheio do que fazer. Antes das seis da manhã, lá estou eu dando mais uma verificada no sinal da Internet, que anda oscilando bastante por aqui nas últimas semanas. Aqui em casa utilizamos bastante para trabalho, estudos, e minha mãe para conversar com os parentes pelo Whatsapp. Da melhor forma, a Internet nos é importante, enfim.

Não me canso de dizer que meu trabalho, além de estável e agradável do ponto de vista técnico, também se mostra para mim tremenda e saudável prova de fogo no que concerne a saber encarar as pessoas da melhor maneira, e em todos os sentidos. Em se tratando de uma repartição pública (Prefeitura), lido com gente de todo tipo, histórias de naturezas muito variadas, e ao mesmo tempo em que lapido meu complicado trato social também treino meu cérebro para reparar em mulheres do jeito mais decente possível. Um dos colegas aqui deste espaço disse acertadamente que trabalhar em Prefeitura é complicado por se tratar de um espaço público deveras liberal, em que se entra vestido praticamente de qualquer jeito e sob praticamente qualquer circunstância pessoal. Com ele concordo totalmente, já cheguei a ver e até a atender cidadãos trajados como mendigos, bêbados, fumantes com hálito insuportável, tipos muito irritantes, situações delicadas e muitas, muitas mulheres atraentes, de rosto, corpo, trejeitos e trajes, já inclusive tendo atendido várias. Atividade, convenhamos, franqueadora de enorme amadurecimento para um homem.

Virtualmente todos os dias meus olhos veem a curta distância no recinto de trabalho, mesmo que não venham ter comigo, mulheres fisicamente atraentes. Por vezes logo no início do expediente, por vezes bem "meu tipo", por vezes mais de uma ao mesmo tempo ou até juntas. E estou falando apenas das cidadãs, para não me referir a algumas beldades que atuam nos outros departamentos, sobre as quais já falei aqui e com as quais tenho lidado bem não obstante seja por vezes atacado de pensamentos que tentam estremecer minha estabilidade psíquica a tanto custo alcançada. Atacado e reagindo com sucesso, diga-se de passagem. Minha vacina mental está em dia e agindo de ótima maneira neste aspecto. Com funcionárias e cidadãs.

Quem já perdeu o que perdeu na vida por conta do vício não pode senão correr atrás com todas as forças que possui. Hoje mesmo andei me lembrando de mais alguns fracassos meus com mulheres ao responder ao comentário do colega Caim32, a quem lego meu abraço e sinceras saudações. Coisas que se o cidadão não tiver juízo após acordar para a vida, até tira a própria, sinceramente. Poderia sair aqui documentando umas histórias e tal, como já andei fazendo, no entanto acho desnecessário, apenas encerrando este post com um categórico recado.

Quer passar vergonha na vida, em todos os sentidos? Renda-se à pornografia.

Acho que não preciso dizer mais nada.

Salve Justiceiro ! Como sempre seu diário sendo fonte constante de inspiração para todos nos!

Abraço

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em 20/9/2019, 07:13
Quer passar vergonha na vida renda_Se à pornografia.
Vou carregar o resto de minha vida essa frase.
Muito profunda e ao mesmo tempo muito motivadora .
Acho que ativou o que eu precisava para começar e terminar o reboot. Muito obrigado justiceiro do sertão. 🤙🤙🤙🤙🤙
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 20/9/2019, 07:59
Justiceiro do Sertão escreveu: Outro dia cheio do que fazer. Antes das seis da manhã, lá estou eu dando mais uma verificada no sinal da Internet, que anda oscilando bastante por aqui nas últimas semanas. Aqui em casa utilizamos bastante para trabalho, estudos, e minha mãe para conversar com os parentes pelo Whatsapp. Da melhor forma, a Internet nos é importante, enfim.

Não me canso de dizer que meu trabalho, além de estável e agradável do ponto de vista técnico, também se mostra para mim tremenda e saudável prova de fogo no que concerne a saber encarar as pessoas da melhor maneira, e em todos os sentidos. Em se tratando de uma repartição pública (Prefeitura), lido com gente de todo tipo, histórias de naturezas muito variadas, e ao mesmo tempo em que lapido meu complicado trato social também treino meu cérebro para reparar em mulheres do jeito mais decente possível. Um dos colegas aqui deste espaço disse acertadamente que trabalhar em Prefeitura é complicado por se tratar de um espaço público deveras liberal, em que se entra vestido praticamente de qualquer jeito e sob praticamente qualquer circunstância pessoal. Com ele concordo totalmente, já cheguei a ver e até a atender cidadãos trajados como mendigos, bêbados, fumantes com hálito insuportável, tipos muito irritantes, situações delicadas e muitas, muitas mulheres atraentes, de rosto, corpo, trejeitos e trajes, já inclusive tendo atendido várias. Atividade, convenhamos, franqueadora de enorme amadurecimento para um homem.

Virtualmente todos os dias meus olhos veem a curta distância no recinto de trabalho, mesmo que não venham ter comigo, mulheres fisicamente atraentes. Por vezes logo no início do expediente, por vezes bem "meu tipo", por vezes mais de uma ao mesmo tempo ou até juntas. E estou falando apenas das cidadãs, para não me referir a algumas beldades que atuam nos outros departamentos, sobre as quais já falei aqui e com as quais tenho lidado bem não obstante seja por vezes atacado de pensamentos que tentam estremecer minha estabilidade psíquica a tanto custo alcançada. Atacado e reagindo com sucesso, diga-se de passagem. Minha vacina mental está em dia e agindo de ótima maneira neste aspecto. Com funcionárias e cidadãs.

Quem já perdeu o que perdeu na vida por conta do vício não pode senão correr atrás com todas as forças que possui. Hoje mesmo andei me lembrando de mais alguns fracassos meus com mulheres ao responder ao comentário do colega Caim32, a quem lego meu abraço e sinceras saudações. Coisas que se o cidadão não tiver juízo após acordar para a vida, até tira a própria, sinceramente. Poderia sair aqui documentando umas histórias e tal, como já andei fazendo, no entanto acho desnecessário, apenas encerrando este post com um categórico recado.

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Acho que não preciso dizer mais nada.

Saudações, meu caro!

Siga determinado e firme assim, inspira a todos nós!

Quanto ao seu recado, não preciso dizer mais nada, né? Categórico mesmo!

Abraço e parabéns mais uma vez por suas conquistas!

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2ª tentativa: 11 dias (12/07/2019 a 22/07/2019)

3ª tentativa: 52 dias (23/07/2019 a 13/09/2019)

Meta 1:   90 dias   /  Submetas:   10 ( X )   30 ( X )  60 ( X )  90 (  )








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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 20/9/2019, 19:24
Soli Deo Gloria escreveu:Parabéns, Justiceiro! Você de fato está com uma caminhada muito sólida.

Ao que me parece você está naquela fase de se lembrar bastante do passado. Espero que ela passe e você alce novos vôos.

Você falou tudo na ultima frase. Vou utilizar um português mais coloquial. Você quer ser um bosta?! Fracassar em diversas áreas da sua vida?! Passe os seus dias friccionando o testículo e veja magia acontecer. Essa é a verdade. Quanto antes nós entendermos, melhor pra gente. Você já está com essa verdade bem "aprendida", eu diria que eu tbm, mas ainda tateio em recaídas. Vou sair dessa.

Abraço, camarada!

Obrigado, Soli Deo Gloria! Eu que já sou meio nostálgico, de fato acho perigoso até nessas horas ficar ruminando o passado. É que as lembranças são bastante dolorosas, daquelas que se não tomarmos cuidado surgem do nada e demandam certo esforço a fim de que, como costumo dizer, fiquem apenas como uma grande lição, senão se tornam obsessão, te deixam louco mesmo, sem qualquer condição de olhar para frente.

Meu abraço, parceiro de lutas!

Kusmin escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Outro dia cheio do que fazer. Antes das seis da manhã, lá estou eu dando mais uma verificada no sinal da Internet, que anda oscilando bastante por aqui nas últimas semanas. Aqui em casa utilizamos bastante para trabalho, estudos, e minha mãe para conversar com os parentes pelo Whatsapp. Da melhor forma, a Internet nos é importante, enfim.

Não me canso de dizer que meu trabalho, além de estável e agradável do ponto de vista técnico, também se mostra para mim tremenda e saudável prova de fogo no que concerne a saber encarar as pessoas da melhor maneira, e em todos os sentidos. Em se tratando de uma repartição pública (Prefeitura), lido com gente de todo tipo, histórias de naturezas muito variadas, e ao mesmo tempo em que lapido meu complicado trato social também treino meu cérebro para reparar em mulheres do jeito mais decente possível. Um dos colegas aqui deste espaço disse acertadamente que trabalhar em Prefeitura é complicado por se tratar de um espaço público deveras liberal, em que se entra vestido praticamente de qualquer jeito e sob praticamente qualquer circunstância pessoal. Com ele concordo totalmente, já cheguei a ver e até a atender cidadãos trajados como mendigos, bêbados, fumantes com hálito insuportável, tipos muito irritantes, situações delicadas e muitas, muitas mulheres atraentes, de rosto, corpo, trejeitos e trajes, já inclusive tendo atendido várias. Atividade, convenhamos, franqueadora de enorme amadurecimento para um homem.

Virtualmente todos os dias meus olhos veem a curta distância no recinto de trabalho, mesmo que não venham ter comigo, mulheres fisicamente atraentes. Por vezes logo no início do expediente, por vezes bem "meu tipo", por vezes mais de uma ao mesmo tempo ou até juntas. E estou falando apenas das cidadãs, para não me referir a algumas beldades que atuam nos outros departamentos, sobre as quais já falei aqui e com as quais tenho lidado bem não obstante seja por vezes atacado de pensamentos que tentam estremecer minha estabilidade psíquica a tanto custo alcançada. Atacado e reagindo com sucesso, diga-se de passagem. Minha vacina mental está em dia e agindo de ótima maneira neste aspecto. Com funcionárias e cidadãs.

Quem já perdeu o que perdeu na vida por conta do vício não pode senão correr atrás com todas as forças que possui. Hoje mesmo andei me lembrando de mais alguns fracassos meus com mulheres ao responder ao comentário do colega Caim32, a quem lego meu abraço e sinceras saudações. Coisas que se o cidadão não tiver juízo após acordar para a vida, até tira a própria, sinceramente. Poderia sair aqui documentando umas histórias e tal, como já andei fazendo, no entanto acho desnecessário, apenas encerrando este post com um categórico recado.

Quer passar vergonha na vida, em todos os sentidos? Renda-se à pornografia.

Acho que não preciso dizer mais nada.

Salve Justiceiro ! Como sempre seu diário sendo fonte constante de inspiração para todos nos!

Abraço

Salve Kusmin! Meu agradecimento, meu abraço e cumprimentos. Que sejamos fortes.

Transporter escreveu:Quer passar vergonha na vida renda_Se à pornografia.
Vou carregar o resto de minha vida essa frase.
Muito profunda e ao mesmo tempo muito motivadora .
Acho que ativou o que eu precisava para começar e terminar o  reboot. Muito obrigado justiceiro do sertão. 🤙🤙🤙🤙🤙

Agradecendo o apoio, caro Transporter. Eu bem sei o que foi passar vergonha em 27 anos de vida. Força a você.

Seeker escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu: Outro dia cheio do que fazer. Antes das seis da manhã, lá estou eu dando mais uma verificada no sinal da Internet, que anda oscilando bastante por aqui nas últimas semanas. Aqui em casa utilizamos bastante para trabalho, estudos, e minha mãe para conversar com os parentes pelo Whatsapp. Da melhor forma, a Internet nos é importante, enfim.

Não me canso de dizer que meu trabalho, além de estável e agradável do ponto de vista técnico, também se mostra para mim tremenda e saudável prova de fogo no que concerne a saber encarar as pessoas da melhor maneira, e em todos os sentidos. Em se tratando de uma repartição pública (Prefeitura), lido com gente de todo tipo, histórias de naturezas muito variadas, e ao mesmo tempo em que lapido meu complicado trato social também treino meu cérebro para reparar em mulheres do jeito mais decente possível. Um dos colegas aqui deste espaço disse acertadamente que trabalhar em Prefeitura é complicado por se tratar de um espaço público deveras liberal, em que se entra vestido praticamente de qualquer jeito e sob praticamente qualquer circunstância pessoal. Com ele concordo totalmente, já cheguei a ver e até a atender cidadãos trajados como mendigos, bêbados, fumantes com hálito insuportável, tipos muito irritantes, situações delicadas e muitas, muitas mulheres atraentes, de rosto, corpo, trejeitos e trajes, já inclusive tendo atendido várias. Atividade, convenhamos, franqueadora de enorme amadurecimento para um homem.

Virtualmente todos os dias meus olhos veem a curta distância no recinto de trabalho, mesmo que não venham ter comigo, mulheres fisicamente atraentes. Por vezes logo no início do expediente, por vezes bem "meu tipo", por vezes mais de uma ao mesmo tempo ou até juntas. E estou falando apenas das cidadãs, para não me referir a algumas beldades que atuam nos outros departamentos, sobre as quais já falei aqui e com as quais tenho lidado bem não obstante seja por vezes atacado de pensamentos que tentam estremecer minha estabilidade psíquica a tanto custo alcançada. Atacado e reagindo com sucesso, diga-se de passagem. Minha vacina mental está em dia e agindo de ótima maneira neste aspecto. Com funcionárias e cidadãs.

Quem já perdeu o que perdeu na vida por conta do vício não pode senão correr atrás com todas as forças que possui. Hoje mesmo andei me lembrando de mais alguns fracassos meus com mulheres ao responder ao comentário do colega Caim32, a quem lego meu abraço e sinceras saudações. Coisas que se o cidadão não tiver juízo após acordar para a vida, até tira a própria, sinceramente. Poderia sair aqui documentando umas histórias e tal, como já andei fazendo, no entanto acho desnecessário, apenas encerrando este post com um categórico recado.

Quer passar vergonha na vida, em todos os sentidos? Renda-se à pornografia.

Acho que não preciso dizer mais nada.

Saudações, meu caro!

Siga determinado e firme assim, inspira a todos nós!

Quanto ao seu recado, não preciso dizer mais nada, né? Categórico mesmo!

Abraço e parabéns mais uma vez por suas conquistas!

Obrigado como sempre, grande Seeker! Certas lições têm que ser dadas; os exemplos, bons ou ruins, devem ser expostos como espelho a serem seguidos ou não.

Abraço e cumprimentos, guerreiro!

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em 20/9/2019, 22:54
Grande Justiceiro,

Como já não é novidade, e por vários aspectos semelhantes seus diários é um dos quais mais me identifico dentro do fórum e um dos quais admiro, se não o mais semelhante, pelo menos das histórias publicadas e detalhes dados, sigo acompanhando lhe desejo sucesso e que você siga firme nessa empreitada pois a recompensa virá, aliás... ela já esta em andamento.

Que Deus esteja conosco.


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Que Deus esteja conosco. A luta continua.


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em 21/9/2019, 12:55
Fala, meu irmão. Impressionante seu diário, me deu uma força tremenda para continuar. Vamos vencendo a cada dia, cada dia é uma batalha! Forte abraço.
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em 21/9/2019, 20:19
The_Survivor escreveu:Grande Justiceiro,

Como já não é novidade, e por vários aspectos semelhantes seus diários é um dos quais mais me identifico dentro do fórum e um dos quais admiro, se não o mais semelhante, pelo menos das histórias publicadas e detalhes dados, sigo acompanhando lhe desejo sucesso e que você siga firme nessa empreitada pois a recompensa virá, aliás... ela já esta em andamento.

Que Deus esteja conosco.


Sempre obrigado, The_Survivor. Que seus votos surtam bons efeitos. Vamos lá.

Pallantir escreveu:Fala, meu irmão. Impressionante seu diário, me deu uma força tremenda para continuar. Vamos vencendo a cada dia, cada dia é uma batalha! Forte abraço.

Obrigado, Pallantir. Aqui não tem conversa. Continuemos juntos até o limite de nossas forças. Abraço!

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em 21/9/2019, 20:47
Dia bastante movimentado. Levantei-me às 5 e pouco da manhã para resolver umas questões particulares aqui em casa antes de ir trabalhar, até o meio-dia. Expediente tranquilo, eis-me novamente em casa para uma bateria de estudos que foi até agora há pouco. Vejo-me no caminho certo, louco para descontar meu tempo perdido, ainda na esperança de que terei aqueles meus anos de glória de volta.

Nestes últimos dias andei muito perto de ter poluções noturnas, que felizmente não se concretizaram. Venho tendo sonhos intensos, e mais uma vez sonhei que era cooptado por uma cinquentona, dessas que sempre mexem comigo. Cheguei a ter três sonhos eróticos numa mesma noite, em alguns dos quais inclusive ejaculava (no sonho), acordando no meio da madrugada ao mesmo tempo aliviado por estar seco e com forte e até incômoda ereção, daquelas que levam cerca de uma hora para desaparecer. Aliás, curiosamente não venho tendo morning wood por estes últimos dias, andei acreditando inclusive que estava em flatline ou coisa parecida (baixa libido, baixa testosterona, sei lá), a excitação vem vindo toda ela em forma de pesadelos bastante sugestivos. Felizmente, apesar de tudo, tenho mantido meu comportamento de Rebooter em dia e as poluções noturnas há 13 dias não me visitam, tenho continuado meu enorme esforço no sentido de que desapareçam em definitivo.

As lembranças do passado e outras situações desconfortáveis no cotidiano ainda surgem em alguns momentos, entretanto tenho conseguido atropelar tudo isso feito um rolo compressor. Hoje mesmo, voltando do trabalho, passando em frente a um posto de combustível um carro tocava em bem intenso volume uma música que fazia sucesso naqueles meus anos macabros. Soube ignorar apesar do desconforto que ouvir aquela canção me traz. Já ouvi relatos aqui no nosso espaço de cidadãos que sequer podem ouvir certas músicas, também eu tenho minha playlist maldita. Cheguei a citar algumas aqui, porém achei melhor editar o texto para não ficar me lembrando.

Neste momento, barulheira na vizinhança. Assim como na semana passada, estão havendo churrascos e confraternizações barulhentas equivalentes por estas redondezas, e dormir está se mostrando um tanto complicado. Moro numa rua calma e por vezes os fins de semana pegam fogo com as famílias do pessoal do local sempre escolhendo aqui para realizar suas farras, por ser um lugar tranquilo. Já cheguei a passar quase madrugadas inteiras acordado por conta da barulheira. Fico até desconfortável, funesta recordação, diante dos barulhos que ouço, às vezes à tarde e às vezes à noite, por certamente se tratarem algumas das tais festas de reuniões de jovens como aquelas das quais fui excluído em minha juventude. Aquelas vozes da garotada em polvorosa, pulando em piscinas, se divertindo horas a fio me fazem passar verdadeiro filme de terror em HD na minha mente, saudades daquilo que não vivi. Por vezes em tardes enquanto estudava. Sei que ocorrem baladinhas, matinês ou congêneres, consigo até captar diálogos de garotos e garotas em momentos de grande alegria, já vi luzes piscando nos grandes quintais (há aqui na rua umas casas bem alto padrão, a minha deve ser das mais discretas) e ouvi barulheira sugerindo festas de alto nível. Mais de uma vez, sábados à tarde, passei pela constrangedora situação de sair à rua e dar de cara com lindas garotas em traje de banho a disfarçadamente visitarem a calçada. De minha parte, recordações as piores possíveis, as quais nem vale a pena ficar falando tanto mais.

Agora até que o ruído diminuiu um pouco. Sábado passado estava insuportável. Acredito que era uma festa de 15 anos ou mesmo uma balada de jovens adultos a acontecer nas proximidades. Música alta, barulheira, empolgação... festa. Para mim, trauma considerável... que tenho vencido. Não adianta, se nos rendermos ficamos presos ao passado. Ter sofrido aquilo que sofri na adolescência é um negócio que traumatiza mesmo, com que se deve ser muito maduro para se lidar e triturar com a força da mente e do espírito na direção de uma vida decente.

E tudo isso me aconteceu por causa da pornografia.

Por isso almejo tanto minha libertação.

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em 22/9/2019, 19:44
Outro domingo bem aproveitado, levantando-me por volta das 5:30 para estudar. Resolvi mais uma prova, tomei um bom banho, almocei e fui para o forró. Mais uma aula, mais um show em fim de tarde no clube, devo ter dançado com umas dez mulheres, inclusive algumas bastante chamativas, algumas já minhas conhecidas. Estou satisfeito nesse aspecto, apesar de ter tido ereções durante a dança, como se meu corpo parecesse sentir certa abstinência de sexo. Consegui superar a situação, apesar de tudo.

Com uma das garotas, bonita e de aparente conteúdo, teci inclusive saudável diálogo enquanto nos divertíamos, ela parece ter experiência com dança e me dava dicas de postura e conduta com muita simpatia e um sotaque paulistano que me encheu de nostalgia... A propósito deste último aspecto acho melhor nem falar muito, quem acompanha o meu Diário deve estar a par de certo desconforto meu. Enfim, numa outra dama, inexperiente que sou, dei violenta cotovelada no seio e principiamos alguma discussão, após a qual parece ter irrelevado a questão e até dito que conhecera no clube há algum tempo um sujeito como eu bem no estilo iniciante desajeitado, o qual teria arrancado uma unha dela durante uma sessão de dança, causando incômodo físico semelhante àquele que eu a fizera passar hoje; interessa que depois o citado teria se tornado dançarino profissional, muito requisitado para eventos, workshops e afins, sendo hoje muito respeitado em seu meio e trabalhando até no exterior! Pois bem, levei aquilo como considerável incentivo, muito embora a dança me funcione mais como passatempo para horas vagas, de qualquer modo fica o amplo exemplo para a vida.

Quero ser capaz de aproveitar algumas situações para antes de tudo galgar uma experiência de convívio da qual sinto tanta falta, e da qual o vício me privou, com consequências nefastas que até hoje carrego. Sinto que não é bom olhar para o passado, contudo gostaria, neste post de hoje, de dar parte de algumas coisas de que já andei tratando superficialmente no meu Diário e nos de colegas, no intuito de deixar como que um recado aos mais jovens e a quem se julgue ainda em condições de ser chamado de alguém, de gente.

Creio ainda estar jovem. Não obstante tudo pelo que já passei e uma sensação de perda de tempo que durante anos (após o choque de realidade) me atormentou e só agora está desaparecendo, julgo estar naquela situação de “corre que ainda dá tempo”, e torço para que os demais, para que quem tiver acesso a estas palavras também estejam. O nobre colega Soli Deo Gloria disse que estou numa fase de relembrar o passado, admito que muitas vezes os pensamentos vêm mesmo, sou deveras nostálgico, todavia tenho aprendido a administrar essas lembranças no mais das vezes bem tristes, no sentido de que fiquem apenas como recado de vida aos outros. Para que bem saibam viver o quanto antes e rendam quanto devam e mereçam nesta única vida.

Recordo os tempos idos porque hoje vejo que há muita coisa que já deveria saber há muito, o que ainda me envergonha um pouco. Vendo gente muito mais nova do que eu se destacando com noções diversas superiores a minha é um negócio que, confesso, ainda me causa certo estremecimento, ainda mais com uma família, sobretudo minha mãe, o tempo todo me cutucando: “Tá vendo? Tá vendo?”, “Já pensou se fosse você?” Agora é que acredito estar em condições de dominar também os referidos pensamentos. Reconheço tudo o que me ocorreu, dói-me e falarei mais um pouco adiante, entretanto o que importa é que, acima de tudo, agora sei me referir aos presentes contextos na hora e do jeito certos, como segue. Como lição, sobretudo aos mais novos. Vou ter que falar bastante, peço desculpas pelo post relativamente longo e com algumas coisas às quais meio que já andei me referindo, julgo importante dar o recado.

Tempo é uma coisa sagrada. Dá para perceber porque quase enlouqueci em meu choque de realidade. Desperdicei tantos anos que me vi um adulto com péssimo traquejo social, finalmente ora se lapidando. Vinte e tantos anos e não saber “pegar sinais” de uma mulher?! Vá para o inferno! Lembro-me que há doze anos via os colegas de escola, todos nós com quinze na época, dizendo coisas que só hoje compreendo a respeito de mulheres! Por isso andei perdendo o que andei perdendo. Tempo é tudo, digo novamente. E quanto antes se souber disso, se criar vergonha na cara e levar tal verdade a cabo, melhor. A juventude é fase decisiva em vários aspectos da vida, não adianta. Como bem já observou o colega Rottweiler, e também eu comigo mesmo, em termos de relacionamento é nessa fase, é nessa época que o garoto, mais do que se tornar homem, vai pegando as manhas de como lidar com mulheres e consequentemente amadurecendo muito na vida. Fase crucial de nossos dias, portanto. Em tal etapa, conforme minhas considerações, "festinhas" assumem importante papel, colocam-nos à prova para que de maneira razoavelmente saudável descubramos como serão na vida as coisas dali por diante.

Não obstante, onde estava eu nessa época? Afundando no vício.

É fato sabido que não dá para ser aceito nesses espaços sem um mínimo de maturidade, sem alguma noção de amadurecimento já esperada de alguém com 15-16 anos. Sou prova viva disso e, sem querer ficar me lembrando muito, apenas para dar o relevante recado, é verdade quando dizem que ser excluído na adolescência gera traumas para o resto da vida. E da pior maneira, caros jovens, não estou falando só do clima festivo, embora também haja alguma importância nesse sentido. Falo no todo, na formação do caráter do indivíduo de um modo bem amplo, com implicações em vários aspectos do seu dia a dia, coisa na qual poderia me prolongar por parágrafos e parágrafos. Pior ainda quando, meu caso, se foi excluído por merecer.

O choque de realidade que se segue é terrível, também falo por própria experiência (quase cometi suicídio em 2009, e andei pensando no mesmo em outras ocasiões). Tocar no assunto de maneira saudável com os jovens do presente, sobretudo meninos, consiste em verdadeira práxis de utilidade pública nos nossos dias.

Não gosto muito de ficar recordando, tento não mexer com o passado e com possibilidades alternativas, todavia quero citar aqui uma coisa sobre que andei refletindo há um tempo e que pode servir para as novas gerações. Um jovem que está entrando na adolescência, além de correr atrás daquilo que de fato importa, de procurar como homem algo para ser seu objetivo de vida e lutar até a morte para conquistá-lo, deveria também, a depender das circunstâncias de momento, ser maduro a ponto de reservar certa margem de lazer saudável quando percebesse ser o melhor momento, a fim de que afiasse da melhor forma suas habilidades sociais, inclusive com o sexo oposto, as quais lhe servirão em muitas coisas para o resto de seus dias. Em tal procedimento encaixar-se-ia buscar socialização a ponto de, poucas vezes que fosse, ir a festas relativamente adequadas, com gente da sua idade, para lá viver experiências que seriam bastante significativas para a formação de seu próprio caráter. Quer dizer, deveria o menino fazer por merecer ser convidado para matinês/domingueiras, aniversários, festas com parentes/colegas/conhecidos para "pegar a manha" do convívio, não apenas no sentido amoroso. Isso é uma coisa que me fez e faz muita, muita falta hoje. Chegar à idade adulta sem ter pego certas noções na época certa causa constrangimentos diversos, inclusive com mulheres, e muitos deles eu conheço bem.

E tudo ou quase tudo por causa da pornografia, que ninguém se esqueça.

No tocante a mulheres, perdi oportunidade com meninas simpáticas e cobiçadas, modelos (mais de uma), perdi a chance até de "pegar" 5 de uma vez, isso porque nunca fui de condição financeira muito boa, não gosto de dirigir, ainda sou meio sem jeito com pessoas e fisicamente não sou um sujeito atraente, afinal sou baixo, relativamente magro (com tendência a ser gordo) e com cara de garoto, alguns dizem que tenho cara de nerd/cdf, de estudioso que aparece na televisão contando história de superação por ter passado em Medicina, não sei quantos concursos... que é isso! Quer dizer, mostro que muitas horas atributos que nos fazem chamar a atenção, e isso não deve valer apenas para o quesito relacionamentos amorosos, costumam surgir de circunstâncias bastante inesperadas, restando-nos ter brio para lapidar concreta e abstratamente tais elementos cotidianos e ir para a guerra. Sem conversa. Chega de conversa.

Por um exemplo bem dado e pela esperança de que ainda dá tempo. Corram que ainda dá tempo.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 23/9/2019, 06:37
Salve Justiceiro! Uma coisa que gosto muito no seu diário, são as descrições detalhadas e as reflexões sempre muito boas. Tem um ponto que gostaria de lhe chamar a atenção, tenho a impressão que algumas vezes que esse aspecto nostálgico, te prende ao passado e te impede de alguma forma de passar o plato onde se encontra, e aproveitar com mais intensidade o momento presente.

Pense a respeito amigo! Abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 23/9/2019, 17:56
Kusmin escreveu:Salve Justiceiro! Uma coisa que gosto muito no seu diário, são as descrições detalhadas e as reflexões sempre muito boas. Tem um ponto que gostaria de lhe chamar a atenção, tenho a impressão que algumas vezes que esse aspecto nostálgico, te prende ao passado e te impede de alguma forma de passar o plato onde se encontra, e aproveitar com mais intensidade o momento presente.

Pense a respeito amigo! Abraço!

Salve, Kusmin! Obrigado pelas colocações e digo que com efeito sou mesmo meio nostálgico, apesar de vir lapidando a característica em um sentido positivo. Praticamente todos os dias percebo o quanto meu passado interferiu no presente em que me encontro hoje, o que andou me causando grande incômodo, entenda-se choque de realidade, ainda certa "ressaca" do violentíssimo choque que sofri nos idos de 2007-8, quando tentei parar pela primeira vez num período coincidente com aquele bem apto a importante amadurecimento.

Quero, apesar de tudo, que o passado lá fique e seja eu capaz de aproveitar somente os bons exemplos com os quais me deparei ao longo de minha vida, o que vale para qualquer coisa. Estou confiante em que conseguirei.

Abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Sobre acompanhantes e sites

em 23/9/2019, 20:10
Mais um dia um tanto sob controle. Trabalhei até um pouco além do expediente devido ao intenso movimento na repartição e dei conta de tudo. De mulheres chamativas no recinto à P em destaque na banca de jornal em frente à qual passo todos os dias (outro dia havia revistas eróticas rasgadas na calçada pelo caminho em que passo para ir trabahar). Agora estou aqui para tratar de um assunto o qual creio que não havia detalhado tanto. Peço desculpas, acho que devo me estender um pouco.

Ontem no Diário do glorioso colega Alisson notei que falava sobre acessar sites de acompanhantes. Acho interessante, logicamente sem ficar com passadismo, salientar que foram um dos maiores pesadelos da minha vida e do qual felizmente me considero liberto. Eram talvez a minha P mais frequente, devido ao fato de que, num misto de imaturidade e desespero, passei a procurar e até reverenciar acompanhantes para compensar as frustrações sexuais de minha vida até então. Até hoje foi com elas que tive todas as minhas transas, beijos na boca e "finalmentes" mais intensos. Embora não diga que me arrependa profundamente, que foram a pior coisa que fiz na vida e por aí vai, considero GPs algo fora de cogitação em minha vida daqui por diante. Costumo dizer que não soam a melhor escolha, pelo menos não para mim que passei pelo que passei. Enfim, a P (sim, pode e deve ser assim considerada, tanto que bloqueadores assim a reconhecem) que mais empolgava meus sentidos era aquela relacionada a sites de garotas de programa, por se tratar de uma experiência à qual, mediante pagamento razoável, poderia eu ter acesso de maneira teoricamente satisfatória (ou não), realizando meus fetiches/fantasias ao mesmo tempo em que perdia meu suado dinheiro e me afundava em outro e degradante vício. Creio que até minhas frequentes poluções noturnas devem ter a ver.

Quer dizer, tentei unir o útil (superar complexos do passado) ao agradável (viver experiências condizentes com minhas preferências de maneira mais fácil) de distorcida maneira, algo que hoje quero deixar para trás por perceber que ajudou, apesar de algum aprendizado, a distorcer ainda mais minha mente e minha noção de existência. Se para alguém funcionou (ou mesmo para mim de certo modo), este eu mais maduro de hoje sente que é coisa para ficar com todas as letras no passado. Tudo começava com a "emoção" de entrar em sites para verificar quais estavam "em cartaz" na cidade por aqueles dias; apesar de morar no interior até havia/há uma oferta razoável de GPs de vários preços por aqui. Chegava a entrar nos sites em modo verdadeiramente automático, sexta-feira meu coração já acelerava, era o dia oficial de olhar as novidades, mesmo não tendo dinheiro disponível. E quando tinha lá ia eu mentir para meus pais (se é que não sabem, sobretudo minha mãe, desconfiada do jeito que é... falarei mais adiante) que ia ao clube ou coisa parecida para, coração aos pulos, telefonar para alguma garota do site e marcar encontro em alguma casa próxima. Até colocar créditos no telefone celular me deixava empolgado, já deixava tudo calculado para o dia em que novamente recorreria ao serviço, cheguei a pegar emprestado o da minha mãe para sair e contatar uma prostituta e em outra ocasião andar uns 30 km a pé pela cidade para ir conhecer uma casa de massagem num bairro distante que, ao chegar lá estava fechada, na volta tentei pegar carona com um cidadão que estava com a filha adolescente no carro... Acabei conseguindo com um sujeito tristemente bonachão que transportava cargas pela região e seguia da zona rural para o centro. Tinha até conta num desses fóruns em que frequentadores avaliam acompanhantes cidade por cidade. Maldito seja eu!

Era uma coisa que hoje me entristece de pensar que me via penosamente consciente de que estava ficando viciado naquilo e gastando muito dinheiro, já tendo inclusive, conforme contei há alguns dias, pego escondido um cartão meu de poupança (o qual acho que minha mãe deve ter estrategicamente escondido) para ir atrás de prostitutas, isso numa época em que acabava de ser demitido, ficando meses sozinho em casa estudando (?) para concursos públicos, passando a seguro desemprego e só vindo a ser chamado para o atual emprego público uns sete meses depois; sim, numa dessas lá fui eu gastar substanciais 300 reais numa GP de luxo em um sábado à tarde, e vez ou outra 100-150 em algumas de menor nível. Na época nem Internet eu pagava, já tendo visto esses sites até em lan houses e tendo intensas ejaculações em público, uma vez diante de um monte de crianças... saí correndo arrasado, por sorte ninguém percebeu. Eu estava louco, meus caros! Louco!

Acho que gastei, entre julho de 2014 e outubro 2018 (e para nunca mais), uns 5000 reais, mesmo sem plenas condições, com umas 15 prostitutas, uma delas duas vezes, às vezes duas em uma semana, dinheiro que hoje me faz alguma falta e prática que consideravelmente prosseguiu na deturpação de minha mente, não custa reiterar. Os sites citados foram para mim os mais difíceis de largar, chegava a ver os de cidades grandes planejando mil maneiras de "escapar" para sair com uma GP "famosa". Hoje tenho obtido sucesso em largar as tais profissionais e me esquecer das "aventuras" que com elas vivi, algumas inusitadamente tristes, como meninas com bafo de cigarro (até hoje tenho receio de beijar uma mulher na boca e sentir aquele gosto horrível e muitíssimo tóxico, fora os riscos de beijar uma prostituta e fazer sexo oral, por mais que teoricamente bem cuidada, acho no mínimo meia verdade isso de que GPs se cuidam mais que "civis") e outros aromas horríveis que prefiro nem detalhar e com os quais cheguei a ficar dias na boca! Dá-lhe paranoia com exames, eu que sou estressado por natureza e tenho certa tendência hipocondríaca cheguei a fazer vários exames escondido para me certificar de que estava totalmente saudável, para não falar o desespero relacionado. Ademais, e quando investia pesado para um retorno insatisfatório? Certa vez eu quase chorava emocionado com uma linda acompanhante que notavelmente fingia e só queria que o tempo passasse logo, coisa de meia hora, para colocar rispidamente seus 300 reais no bolso. Não foi a única experiência desagradável, bem ao estilo de muitas GPs estilo "puta clássica", em outras eu mesmo tive que me esforçar para dar conta por haver consumido muita P e querer vergonhosamente ter razoável performance, isso quando conseguia concluir o ato. Louco! Louco!

interessante desabafar nesse sentido para que saibam aonde a pornografia e seus desdobramentos já me levaram. Nada contra quem frequenta o meio, inclusive tive e tenho conhecidos chegados em casas de massagem/privês/boates e que andaram me convidando até para sair com travestis (que um deles muito elogiava e de que com o devido respeito nunca fui adepto), porém tudo indica que não são mais para mim. Sem moralismos, sem discursos possivelmente clichês e hipócritas, para mim não parecem a melhor saída e acredito também não sê-lo para muitos. No próximo dia 6/10 completarei um ano sem sexo, para variar foi com GP, e sinceramente estou me sentindo melhor em termos de abstinência do que aquilo como eu achava que me sentiria. Não, felizmente não sinto mais falta delas. Apesar de que aprendi algumas coisas em termos de convivência humana e peguei algumas poucas noções sobre se estar junto com alguém, pareço sentir que uma experiência real e espontânea é muito, muito melhor.

Admito que não queria me prolongar tanto neste post, contudo faço questão de contar algumas histórias "inéditas" minhas para uma vez mais mostrar do que essa desgraça chamada pornografia é capaz. Devo dar este (anti)exemplo. Não adianta, não há para onde fugir. Acredito que meus pais, principalmente minha mãe, embora não ouse nem julgue necessário contar, sabem sim do meu vício e inclusive que andei saindo várias vezes com prostitutas. Para vocês aqui eu falo, com as devidas ressalvas, por sentir que fará bem a mim e a quem ler e (não) seguir o exemplo. Voltando à minha família, estou certo de que em 2007 meu pai me flagrou vendo P no computador do trabalho dele, o qual só o chefe dele utilizava (meu pai sequer tem habilidade com certos equipamentos eletrônicos), e por isso já o ouvi mais de uma vez cochichando com minha mãe que eu só utilizaria a Internet para coisas que não prestavam. Unindo-se isso a uma vez que desconfiou de meu comportamento quando aos 11 anos eu via revistas pornográficas achadas num quarto de quinquilharias no trabalho dele e veio depois dizendo que inutilizou umas revistas e outras coisas velhas "por causa do pó que poderia fazer mal à respiração de qualquer um", em notável tom eufemístico que demorei anos para perceber, estou praticamente convicto de que ele sabe. Quanto à minha mãe, essa é desconfiada por natureza e, após me repreender por assistir certos videoclipes na MTV no início da adolescência, já deve ter rapidamente entreolhado pela porta ligeiramente aberta do meu quarto enquanto eu passava horas sinistramente distraído fazendo bem sabem o quê; diante disso foi que certamente deve ter ficado me vigiando de longe, por frestas de porta ou janela, certa vez que fui ao prostíbulo num sábado à tarde em fevereiro de 2017 (experiência horrível, aliás), pois quando voltei me soltou os cachorros por eu ter gasto cento e tantos reais sabia-se-lá-com-o-quê, ficando dias relembrando o episódio... É onde eu me pergunto: como foi que ela viu? Só pode ter se utilizado de sua intuição feminina (e materna) e de uma discreta observação para saber o que eu andava aprontando. Ela deve saber, não adianta. Aquilo, de qualquer forma, só me motiva a seguir lutando.

Para encerrar, pensei em contar uma história bastante intensa sobre atribulações mentais e atitudes relacionadas a respeito da primeira vez que saí com uma acompanhante. Uma coisa que à época me fez pirar mesmo, de várias maneiras, a ponto de passar um bom tempo com a mente inquieta. No entanto, além de prolongar ainda mais meu post, acredito que boa parte daquilo não deve (felizmente) passar de impressão minha e não há assim tanta necessidade de contar o caso por aqui, pelo menos não na presente oportunidade. O que importa é que mudei e estou mudando minha vida e não devo jamais repetir os erros cometidos. Em nenhum sentido. Nunca mais. Já basta o que já sofri, há coisas muito melhores neste mundo.

Tive que desabafar, e isso porque não contei tanto quanto pretendia de início. E também não vem ao caso. Vou e vamos viver e ponto.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 3 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 24/9/2019, 08:51
Ótimo post, Justiceiro. Sem dúvidas esses posts com experiências próprias nos ajudam bastante. Grande abraço!!

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