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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 13/1/2019, 21:10
Samurai Texugo escreveu:Fala Justiceiro ,
sou novo aqui no forum , ainda nao li seu diario inteiro , apenas algumas partes , no entanto vou continuar lendo com o tempo,
mas pude ver que voce já tem uma longa jornada nesta luta ardua  , em primeiro lugar quero te dar parabens , pois apesar das
quedas e das incontaveis dificuldades ,voce esta ae de pé lutando e perseverando focado , fato que que já é por si só notavel ,
uma vez que nós seres humanos temos uma tendencia a perder a motivaçao e desistir quando a luta começa a se prolongar
por muito tempo...  
e varias das suas experiencias aqui relatadas servem de grande liçao para todos nós que temos problemas semelhantes ,
alem do que voce tem um estilo de escrita muito interessante rs , talvez voce devesse se arriscar como escritor , ou pelo menos
fazer um blog rs

bom é isso ae irmao , parabens pela quantidade de dias já completos tbm , força e perseverança para todos nós
vou acompanhando aqui tambem

Que a justiça seja feita tanto no sertao , como nas nossas vidas tambem rs
sucesso para voce
abs

Dá-lhe Samurai Texugo! Emblemático animal, que faz bonito e impõe respeito. Brilhante inspiração.

Agradeço pelo incentivo, devo dar uma frequentada em seu Diário. Só cada um de nós sabe o peso da cruz que carrega, a dimensão da luta travada contra uma coisa que só faz arruinar nossas vidas. Meus casos são tristemente reais e percebe-se que muitos desistiriam de tudo frente a tão indignas situações.

Muito elogiam meu estilo de escrita, nem sei se tanto mereço. Tenho influência de algumas coisas e escritores que andei lendo ao longo da vida, leio desde os 2 anos, porém não sou nenhum bibliófilo, apenas tenho, creio, memória fotográfica e uma mente bastante agitada, desde sempre. Grosso modo, assimilo certas informações, em suas nuances diretas e indiretas, e aquilo nunca mais se apaga de minha cabeça, influenciando-me de um modo ou de outro, seja em termos acadêmicos, sendo na vida pessoal propriamente dita. Agradeço, entretanto, os elogios. Se sou notável em tal quesito, conheci pessoalmente caras que na mesma questão me humilhavam...

E, sim, entre tantas coisas que já tentei fazer na vida, cheguei a manter um blog! Foi lá para 2013, um Blogspot desses bem padrão, onde cheguei a lançar umas crônicas cotidianas de minha autoria (falando sobre política, cultura geral, problemas do Brasil), algumas das quais devo ter guardadas até hoje. Também já tentei ser escritor, em prosa e verso, possuindo algum material aqui comigo, apesar de boa parte ter se perdido e eu mesmo haver destruído alguns bem picantes, entre os de que me lembro agora cheguei a escrever uma tragicomédia softcore, um conto terror-erótico e um roteiro de filme pornô. Porém, num País que pouco ou nenhum valor dá à Educação e à Cultura, venho confessar que dificilmente emplacarei nos meios literários. É uma trilha a qual tenho deixado de lado por ora.

De todo modo, meu apoio a você. Que seu sacrifício seja recompensado.

Ireforged escreveu:E aí Justiceiro, sou novo aqui no Fórum, mas quero dizer, os detalhes de sua escrita tornam vívida a narração. Parabéns pelo caminho até aqui. Me díz uma coisa, está estudando para a PRF agora?

Saudações, Ireforged! Devo visitar seu Diário. Obrigado pelo suporte.

Bom, sou concurseiro sim, tenho embalado nos estudos nos últimos dias, conciliando-os com saudáveis atividades, entretanto venho dizer que, se está estudando para entrar na PRF, brincadeiras à parte e com todo o respeito, um concorrente a menos! Não é minha intenção, ainda que bastante interessante em vários aspectos, não é uma área que me atrai. Já sou concursado e estou na expectativa de certos cinco editais ao longo deste ano, os quais não pretendo trazer a lume por ora. Se está também na luta, foco e disciplina que sua vez deve chegar.

Daqui meu apoio. Vá que vá!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Dia frenético

em 13/1/2019, 21:33
Movimentadíssimo domingo. Sonhei a noite toda que namorava, que transava e, para meu desgosto, devo ter tido umas três ejaculações noturnas. Não me contive. Ainda bem cedo, sol raiando, submeti-me a violento banho frio e só não improvisei um café da manhã logo de cara porque meus pais acabaram se levantando logo na sequência. Resolvi tirar o dia para caminhadas pela cidade, preciso abaixar alguns indicadores sanguíneos e também meu próprio peso, sendo que este último já está felizmente entrando num indicador adequado.

Pela manhã, fui ao parque aqui perto, ao SESC (muitas mulheres lindas por lá, todavia acho que ainda não é hora de investir), e depois saí trilhando algumas ruas do local em bom ritmo, indo a duas feiras de livros e vinis que hoje ocorreram por aqui e, quando percebi, até chegar em casa para o almoço mais de três horas de andança já haviam se passado. Almocei, comi uma sobremesa (fruta) e, novamente protetor solar e chapéu, voltei a caminhar, mais três horas de trilha urbana, chegando em casa pelo fim da tarde cansado e feliz. Satisfeito por trazer completo condicionamento à minha saúde, não sabem o bem que tal exercício físico me faz.

Nem a presença da "forrozeira", história já contada por aqui, rapidamente numa rede social foi capaz de me abalar. Estou um tanto bem. Bem alimentado e com boas influências mentais, acredito que serei capaz de pavimentar boa estrada rumo à minha vitória.

Lá vou eu, vamos nós.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 13/1/2019, 21:46
Boa Justiceiro!! Isso tudo que você anda fazendo traz um bem a saúde física e metal imaginável!! Vejo que você está rumo a vitória!!! Grande abraço!

Enviado pelo Topic'it

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 14/1/2019, 09:19
Justiceiro do Sertão escreveu: Movimentadíssimo domingo. Sonhei a noite toda que namorava, que transava e, para meu desgosto, devo ter tido umas três ejaculações noturnas. Não me contive. Ainda bem cedo, sol raiando, submeti-me a violento banho frio e só não improvisei um café da manhã logo de cara porque meus pais acabaram se levantando logo na sequência. Resolvi tirar o dia para caminhadas pela cidade, preciso abaixar alguns indicadores sanguíneos e também meu próprio peso, sendo que este último já está felizmente entrando num indicador adequado.

Pela manhã, fui ao parque aqui perto, ao SESC (muitas mulheres lindas por lá, todavia acho que ainda não é hora de investir), e depois saí trilhando algumas ruas do local em bom ritmo, indo a duas feiras de livros e vinis que hoje ocorreram por aqui e, quando percebi, até chegar em casa para o almoço mais de três horas de andança já haviam se passado. Almocei, comi uma sobremesa (fruta) e, novamente protetor solar e chapéu, voltei a caminhar, mais três horas de trilha urbana, chegando em casa pelo fim da tarde cansado e feliz. Satisfeito por trazer completo condicionamento à minha saúde, não sabem o bem que tal exercício físico me faz.

Nem a presença da "forrozeira", história já contada por aqui, rapidamente numa rede social foi capaz de me abalar. Estou um tanto bem. Bem alimentado e com boas influências mentais, acredito que serei capaz de pavimentar boa estrada rumo à minha vitória.

Lá vou eu, vamos nós.

Muito bem, Justiceiro! Parabéns por mais uma semana livre da P.!

Abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Agradeço a todos...

em 14/1/2019, 21:05
... pelo sempre bem-vindo apoio e venho dar conta de minha segunda-feira.

Badalada, com bastante a fazer e, novamente, mulher bonita a rodo no trabalho. Segurei-me. Resisti. Fui forte como alguém em minha situação deve ser. Como diria um já citado colega meu da faculdade, um leão por dia, e outro, e outro, e chegaremos lá.

Andei me lembrando de uma situação que vivi há dias no SESC. Enquanto me preparava para assistir a um evento qualquer nos arredores do pátio externo, chamaram-me a atenção umas jovens a andar por ali, com as quais resolvi não ter por considerá-las bem novas e não ser ainda o momento mais adequado. Numa dessas, eis que uma se prepara para a outra fotografar e, aparentemente olhando para mim, lança uma, mas uma pose sensual que não me saiu da cabeça a tarde toda. Não me lembrava de já haver visto ao vivo coisa tão ao mesmo tempo bela e insinuante. Parecia coisa prosaica, não para mim por uma questão de elementos-fantasia que andei portando. Bravamente consegui dar irrelevância àquilo, porém às vezes ainda me lembro como forma de lição a respeito daquilo de que fugir. Numa luta como a nossa, qualquer exemplo é válido.

Ando sendo elogiado no trabalho por aqueles a quem atendo. Dizem (logo eu, com meu historicamente péssimo traquejo social) que sou bastante refinado no trato com as pessoas, que tenho uma voz bela (sei que falo um pouco grave e intensamente, em contraste com minha aparência jovem, já aconteceu de falarem comigo ao telefone e não acreditarem ao me verem pessoalmente), de locutor, de palestrante e outras reverências as quais admito não saber se mereço.

De qualquer maneira, render-me jamais. O mundo que me aguarde.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty 70 dias, mais um dia vencido, sai de mim, fantasma!

em 15/1/2019, 20:47
Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/1/2019, 22:01
Justiceiro do Sertão escreveu:Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

70 dias!!! Parabéns Justiceiro!! Aí sim! Continua assim que você vai longe amigo. A respeito das lembranças, é difícil viu.... Mas só vamos superar elas quando vivermos experiências melhores que elas. Acho que só assim. Ainda tenho lembranças vagas de uma "ex" minha. Até no meu primeiro Reboot tinha diversas fantasias com ela antes de dormir. Difícil situação em. Mas admito que ainda vêm os pensamentos vagos sobre ela, porém tento conhecer novas garotas para no futuro ela se tornar apenas uma página virada sobre minha vida e dizer assim " Ainda pensava que eu daria certo com ela tentando de novo, mas hoje fico feliz em ter a vida que tenho". Em fim, força meu amigo, vamos rumo a vitória!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 16/1/2019, 21:28
Anti-PMO! escreveu:Boa noite, meu caro. Parabéns pelos 70 dias! Continue sempre firme nessa batalha.

Eu também ficava o dia todo pensando no reboot, hoje em dia é mais raro. Isso faz bem.

Abraço!

Muito obrigado, colega de lutas. Sigamos vigilantes.

Abraço!

Master_DW escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

70 dias!!! Parabéns Justiceiro!! Aí sim! Continua assim que você vai longe amigo. A respeito das lembranças, é difícil viu.... Mas só vamos superar elas quando vivermos experiências melhores que elas. Acho que só assim. Ainda tenho lembranças vagas de uma "ex" minha. Até no meu primeiro Reboot tinha diversas fantasias com ela antes de dormir. Difícil situação em. Mas admito que ainda vêm os pensamentos vagos sobre ela, porém tento conhecer novas garotas para no futuro ela se tornar apenas uma página virada sobre minha vida e dizer assim " Ainda pensava que eu daria certo com ela tentando  de novo, mas hoje fico feliz em ter a vida que tenho". Em fim, força meu amigo, vamos rumo a vitória!

Master_DW, como sempre meu obrigado! Grande companhia na batalha, com aquele sempre providencial apoio. Vamos que vamos!

Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 16/1/2019, 22:44
Justiceiro do Sertão escreveu:Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

Esse assunto parece ser realmente delicado pra você, mas noto que está lidando com a questão de forma mais madura. Fáceis essas coisas nunca são. É preciso aprender a lidar com elas para, quem sabe, superá-las.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty A quinta feira

em 17/1/2019, 20:28
Hoje sofri mais um bocado. Embora pela primeira vez em dias, senão em semanas, não houvesse sonhado com a "fantasma", novamente a mesma inundou meus pensamentos praticamente durante todo o tempo. Tortura, mesmo. Sobre o dia de hoje, relativamente sem grande monta em outros aspectos, sem dúvida tal perseguição mental se fez o mais importante fator. Entretanto, não baixo a guarda. Jamais.

TGuerreiro escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

Esse assunto parece ser realmente delicado pra você, mas noto que está lidando com a questão de forma mais madura. Fáceis essas coisas nunca são. É preciso aprender a lidar com elas para, quem sabe, superá-las.

Caro TGuerreiro, obrigado pelas palavras de apoio. Sei bem o que é sofrer relembrando certas coisas, sem dúvidas esta é uma das piores (senão a pior), tanto que, ao contrário de outros casos meus, nunca tive coragem, nem creio ser por ora tão necessário assim, para expor mais amplamente o que me ocorreu e os fatores relacionados.

Hoje não sonhei com ela, no entanto tive, em pleno trabalho, novamente arrepios e iminência de lágrimas com a figura a encurralar meus pensamentos. Bravamente consegui não demonstrar reações. Por certa sorte, o tal "fenômeno" não me desencadeia desejo de me masturbar ou ver pornografia, nem me deixa subitamente excitado, apenas me coloca, conforme o complicado contexto da história por trás, arrasado por dentro e com vontade de fugir para desenrolar à minha incontida maneira aquele caso e reaver minhas chances perdidas.

Trata-se de um negócio que só eu entendo bem, caso não estejam conseguindo compreender a história. Tento trazê-la até aqui da maneira que por enquanto julgo mais adequada.

Penso naquela criatura o tempo todo, vejo aquela fantástica (no mais intimidador sentido) imagem em quase tudo, gente e seres inanimados, principalmente ao sair na rua, verdadeira obsessão; sei que parece letra de música brega/sertaneja, entretanto é triste realidade que com certo sucesso venho combatendo. Voltei para casa novamente com a cabeça pegando fogo, percorri os três quilômetros que separam o trabalho de casa com o corpo ameaçando "gelar" mesmo sob certo calor (inusitada e verdadeira contradição) e estar aqui neste momento dando conta novamente de minhas vivências rumo à vitória me está sendo reconfortante.

Fora isso, o que digo é continuo na batalha. Até o limite de minhas forças. E se tiver que recontar a história, será da maneira mais digna e honesta possível.

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em 18/1/2019, 22:21
Hoje mais trabalho, mais tarefas por fora, e a cabeça pulsando. A "fantasma" de novo.

Novamente sonhei com a maldita a noite toda, acordei me lembrando da mesma e passei simplesmente o dia inteiro com aquela visão a encurralar meus pensamentos. Novo princípio de taquicardia no trabalho, choro ameaçando verter, pouca vontade de comer, corpo gelado, mais que o ar condicionado do recinto, e sensação de friume mesmo na rua sob calor de uns 36 °C que deve estar fazendo aqui na cidade. Merda!

Em casa, estudei Administração e resolvi alguns exercícios, embalado que estou indo bem mesmo com a malfadada imagem, em todos os seus antecendentes e desdobramentos, a arrasar meu psíquico. Está difícil, muito difícil. Aquilo me dá uma angústia sem trégua e uma vontade até de aprontar umas maluquices. Minha mente fica mais acelerada do que já é, minha respiração ofegante e como parte do reboot evito até mesmo me lembrar de certas coisas e ver imagens ou materiais diversos que minimamente lembrem a temática daquela imagem.

Vencerei. Confio em que sou capaz.

É incrível, caros guerreiros, é incrível como uma mísera (ainda que belíssima) fotografia é capaz de destroçar a autoestima de um cidadão que está tentando arranjar a vida. E por culpa dele, lá atrás, tudo por culpa dele mesmo. Todavia, tenho segurança em que angariarei condições de superar tal trauma e, quem sabe, da melhor maneira, reaver o prejuízo outrora perdido. Confesso que estou em vias de obsessão, a qual porém não será eterna e não destruirá minha vida.

Não quero ser maçante, ficar o tempo todo tocando no assunto da "fantasma", até para mim faz certo mal ficar recordando, mas é que sinto ser essencial para bem organizar minhas ideias rebooters e pô-los a par da batalha que diária e duramente travo para escapar de certas fantasias. Afinal, como já andei dizendo, meu problema são certas fantasias, as quais me levam ao extremo de procurar pornografia, nunca fui de ser, com o perdão da expressão, um "punheteiro clássico" (mal toco em meu pênis, normalmente só para urinar e para higiene). O problema é que há tempos, junto com o estresse (assunto relacionado, aliás), tenho buscado sossegar meu agitado cérebro, o qual, segundo um muito versado professor que tive na faculdade, parecia vibrar numa frequência acima do normal, coisa que nunca comprovei com médicos mas de que sinceramente não duvido. Não sinto, pelo menos não de bate-pronto, prazer puramente sexual com a maldita imagem, a ponto de ficar excitado só de me lembrar, é um negócio que, conforme o caso correlato, acima de tudo me entristece e me traz desejo de vingança a ponto de ir lá, sob que circunstância seja, correr atrás do que perdi, mesmo que de forma temerária e até inconsequente. Coisa dura de se viver.

No entanto, que será mais um degrau rumo à minha vitória.

Que ninguém duvide de meu sangue fervente. Ninguém.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 19/1/2019, 00:15
Justiceiro do Sertão, sua determinação e persistência é motivadora.
Te desejo sucesso meu caro!
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 19/1/2019, 14:05
Justiceiro do Sertão escreveu: Hoje mais trabalho, mais tarefas por fora, e a cabeça pulsando. A "fantasma" de novo.

Novamente sonhei com a maldita a noite toda, acordei me lembrando da mesma e passei simplesmente o dia inteiro com aquela visão a encurralar meus pensamentos. Novo princípio de taquicardia no trabalho, choro ameaçando verter, pouca vontade de comer, corpo gelado, mais que o ar condicionado do recinto, e sensação de friume mesmo na rua sob calor de uns 36 °C que deve estar fazendo aqui na cidade. Merda!

Em casa, estudei Administração e resolvi alguns exercícios, embalado que estou indo bem mesmo com a malfadada imagem, em todos os seus antecendentes e desdobramentos, a arrasar meu psíquico. Está difícil, muito difícil. Aquilo me dá uma angústia sem trégua e uma vontade até de aprontar umas maluquices. Minha mente fica mais acelerada do que já é, minha respiração ofegante e como parte do reboot evito até mesmo me lembrar de certas coisas e ver imagens ou materiais diversos que minimamente lembrem a temática daquela imagem.

Vencerei. Confio em que sou capaz.

É incrível, caros guerreiros, é incrível como uma mísera (ainda que belíssima) fotografia é capaz de destroçar a autoestima de um cidadão que está tentando arranjar a vida. E por culpa dele, lá atrás, tudo por culpa dele mesmo. Todavia, tenho segurança em que angariarei condições de superar tal trauma e, quem sabe, da melhor maneira, reaver o prejuízo outrora perdido. Confesso que estou em vias de obsessão, a qual porém não será eterna e não destruirá minha vida.

Não quero ser maçante, ficar o tempo todo tocando no assunto da "fantasma", até para mim faz certo mal ficar recordando, mas é que sinto ser essencial para bem organizar minhas ideias rebooters e pô-los a par da batalha que diária e duramente travo para escapar de certas fantasias. Afinal, como já andei dizendo, meu problema são certas fantasias, as quais me levam ao extremo de procurar pornografia, nunca fui de ser, com o perdão da expressão, um "punheteiro clássico" (mal toco em meu pênis, normalmente só para urinar e para higiene). O problema é que há tempos, junto com o estresse (assunto relacionado, aliás), tenho buscado sossegar meu agitado cérebro, o qual, segundo um muito versado professor que tive na faculdade, parecia vibrar numa frequência acima do normal, coisa que nunca comprovei com médicos mas de que sinceramente não duvido. Não sinto, pelo menos não de bate-pronto, prazer puramente sexual com a maldita imagem, a ponto de ficar excitado só de me lembrar, é um negócio que, conforme o caso correlato, acima de tudo me entristece e me traz desejo de vingança a ponto de ir lá, sob que circunstância seja, correr atrás do que perdi, mesmo que de forma temerária e até inconsequente. Coisa dura de se viver.

No entanto, que será mais um degrau rumo à minha vitória.

Que ninguém duvide de meu sangue fervente. Ninguém.

Respire fundo, Justiceiro! Toda dor há de passar!

Estamos juntos!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Meu sábado

em 19/1/2019, 21:55
Antes de qualquer coisa, UmaNovaHistória e Seeker, obrigado pelo suporte. Que assim seja.

Bem, hoje mais estudo, resolvi várias provas de concursos e terminei outras tarefas que já aguardavam resolução. Não, não consegui ainda esquecer por completo a maldita. De novo sonhei com a tal e com a emblemática questão correlata (de novo, porra!). Pela manhã cheguei a sair para dar uma caminhada, porém há momentos no dia em que a lembrança me tortura mesmo. Tenho apresentado melhoras, no entanto o complexo é violento e ainda lateja fazendo com que me sinta como se minha cabeça tivesse o dobro do volume e fosse pesada feito uma bigorna de malhar ferro. Sério. Pareço sentir meu cérebro sob alta temperatura e tensão. Ainda bem que rendi nos estudos, tendo obtido excelentes notas nos simulados realizados, mesmo com a perturbadora lembrança corroendo meus nervos, e me sinto bem para amanhã (domingo) sair, deve haver um evento interessante aqui na cidade.

Pois respirarei fundo e seguirei pelejando até chegar aonde desejo. Qualquer que seja o sentido. E fantasma nenhum ou nenhuma irá arruinar minha vida.

E lá vamos nós rumo à vitória.

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 19/1/2019, 23:11
Bora Justiceiro!! Tudo vai se acertar em sua vida!!! Você está fazendo por onde. Está estudando, caminhando, terminando o Reboot, ... Daqui a pouco você vai escolher a mulher que você quer, vai passar no seu concurso, etc... Você vai se dar bem na vida!! Bora correr atrás!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 19/1/2019, 23:21
Fala Justiceiro, blz?

Não cheguei a ler seu diário inteiro, na verdade só li a ultima pagina. Mas uma coisa me chamou a atenção então deixa eu te perguntar:

A "fantasma" que vc se refere seria um antigo relacionamento?

Porque se for eu tbm passo por isso, tenho uma "fantasma" que é dificil deixar de lado, e o pior é que esta totalmente ligada ao meu vicio, então não tem como desvincular, se bem que no meu caso até é benéfico pra falar a verdade, pois isso evita que eu fique procurando saber sobre ela ou ver fotos e tal.
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 21/1/2019, 20:35
Today will be a good day escreveu:Fala Justiceiro, blz?

Não cheguei a ler seu diário inteiro, na verdade só li a ultima pagina. Mas uma coisa me chamou a atenção então deixa eu te perguntar:

A "fantasma" que vc se refere seria um antigo relacionamento?

Porque se for eu tbm passo por isso, tenho uma "fantasma" que é dificil deixar de lado, e o pior é que esta totalmente ligada ao meu vicio, então não tem como desvincular, se bem que no meu caso até é benéfico pra falar a verdade, pois isso evita que eu fique procurando saber sobre ela ou ver fotos e tal.

Today Will Be A Good Day, primeiramente obrigado por sua presença em meu Diário. Força  e meu apoio a você.

Pois bem, infelizmente não fiquei com ela.  Antes tivesse assim sido, que me dera!

A "fantasma" foi mais uma daquelas garotas com quem tive grande chance de uma aventura amorosa, embora não necessariamente duradoura. Mais uma daquelas "inesquecíveis experiências não vividas" por conta do vício. Já contei algumas delas aqui, entretanto esta especialmente me é, por uma série de fatores, ainda bastante delicada de se detalhar. Trata-se de um caso longo, com todo um complexo e emblemático contexto por trás, o qual superficialmente digo que remonta bem à minha própria trajetória de vida. Não duvido de que caberia uma obra artística baseada, faz-se um negócio bem extenso e rico em impactantes detalhes.

Ela é uma menina de, como dizem, "alto nível" mesmo, badaladíssima no local. Quando troquei ideias com ela, minuto após minuto no bar alguém falava alguma coisa da beleza da cidadã. E eu lá, frente a frente e covarde. Tem nas redes sociais um número extraordinariamente alto de seguidores e foi lá que vi a imagem, ela só e num marcante cenário, que acabou comigo. Imagem muito bela e riquíssima em significado, daquelas que para qualquer um diz mais do que mil palavras e para mim deve dizer mais do que um milhão. Daquelas fotografias de certo modo muito maiores do que a protagonista, embora o conjunto da obra seja arrebatador, sobretudo para minha pessoa. Entristece-me só de me lembrar, falo aqui porque o espaço um tanto o pede e me sinto bem dar conta de um pouco do caso aqui.

Sabe que por vezes até acho que a "fantasma" faz um bom papel? Parece ter tomado o lugar que fantasias sexuais ocupavam em minha mente. O que não faz dela algo torturante em meu cotidiano, precisamente da fotografia lembro-me quase o tempo todo, pareço vê-la projetada por toda parte por que passo, a lembrança do que poderia ter sido é muito agressiva. Praticamente todas as noites me lembro daquela cena e sonho que estou presenciando aquela situação naquele cenário, por vezes a ponto de ter pesadelos que me forçam a ficar a noite toda acordado, sendo pregar o olho e retornar àquele espaço, ainda que de maneira sutil. É terrível. Nunca vi caso tão assustador de encurralamento psicológico por uma fotografia de uma garota elegantemente vestida, numa estupenda pose... ainda não estou em condições de descrever mais.

Por isso a chamo, especialmente em se tratando daquela foto, de a "fantasma". No entanto, sigo lutando. E tenho dito.


Última edição por Justiceiro do Sertão em 21/1/2019, 20:38, editado 1 vez(es)

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty O domingo e a segunda feira

em 21/1/2019, 20:36
Tensa e aceleradíssima segunda feira. Apesar de tudo, estou inteiro.

Comecemos pelo ontem. Após novamente sonhar com a "fantasma", pela manhã ler um pouco de direito administrativo, depois uma boa caminhada e quitação de casos vários no transcorrer da tarde, à noite finalmente consegui ir aonde há tempos estava planejando sem sucesso: no único espaço aqui da cidade que oferece shows de forró, com direito a aulas antes de cada apresentação, e tudo a um preço acessível. Pena que são somente às noites de domingo, dia e horário um pouco complicados para mim. Não obstante, após ser por várias vezes convidado e nunca consegui ir, finalmente lá marquei presença, sob chuva e tudo. Fiquei até por volta das onze (ali costuma ficar até por volta da uma, todavia ainda não estou em condições de ficar até o fim caso vá outra vez), encontrei vários conhecidos e conhecidas e... dancei bastante, ou pelo menos estou evoluindo! Com várias, inclusive algumas muito bonitas, até umas tipo modelo, vou admitir (havia uma bem alta e magra, bela experiência). Inclusive com garotas que conheço há um tempo e parecem estar interessadas em mim. Confesso que não sei o que será daqui para frente, devo pensar um pouco para ver se retorno (ambas dizem que estão sempre por lá) embora esteja um pouco empolgado com a ideia de ocorrer um relacionamento com uma garota linda e aparentemente polida. Ambas, para completar, fazem bem o meu estilo em todos os sentidos! Dançaram comigo bem calorosamente, cheguei até a ter princípios de ereção (ao chegar em casa, minha cueca estava coalhada de líquido pré-seminal), senti-me constrangido, porém percebi que nem as duas nem as outras foram hostis a meu disfarce (mais uma vez maturidade a exigir de nós a mesma) e as duas, pela sensibilidade que ando adquirindo, estavam bem íntimas comigo para, digamos, os "padrões esperados", bem abraçadas e animadas com a sincronia dos movimentos. Vamos ver o que nos espera.

O que me deixou a princípio decepcionado, porém logo depois a maturidade falou mais alto, foi uma garota que lá vi, muito bela e... bem parecida com a "fantasma". Poderia fugir, no entanto meu desejo de me socializar um pouco aliado ao trauma (sem fantasias, só meio que um mal que veio para bem, como dizem) fez com que investisse nela. Não fui feliz: cheguei a trocar uma ideia, e até a arriscar uns passos com o corpo colado no dela, ao que foi educadamente se esquivando, fazendo-me perceber que estava pelo menos por aquela noite comprometida, e com um conhecido meu com o qual havia conversado minutos antes, nós dois desacompanhados. Ela surgiu de repente, não sei se vinda do banheiro, e notei que estavam os dois em tremenda empatia, presumo que devem ter chegado juntos, já se conheciam e no mínimo já estavam "ficando". Não me importo, vida que segue. As outras duas estão aí para talvez eu angariar bons momentos...

Muito satisfeito, dormi bem (a "fantasma" me apareceu novamente, em vultos) e hoje trabalhei substancialmente. Hoje foi dia, caros, hoje foi dia das mulheres gatas no meu trabalho... atendi várias, muitas das quais demonstrando olhares bastante marcantes à minha pessoa. E aquela bela do outro setor, hoje a vi bem de perto... céus, o que é aquilo?! Um sonho, um sonho. Quem sabe. De todo modo, olha o profissionalismo!

Tudo isso, não nego, fez minha cabeça ferver novamente durante o trabalho. Por sorte, novamente não perceberam e foi quase na hora de sair. Minutos antes de me retirar, meu corpo gelou novamente relembrando de forma pulsante aquela imagem que há uns três meses me angustia. Troquei de roupa rapidamente e segui a rápidas passadas para casa, a todo custo determinado a esquecer aquilo e devaneios relacionados. Ainda bem que não são fantasias de cunho sexual, ainda bem. Entretanto, são terríveis e, com todo o respeito admito, têm sido o grande desafio destes meus últimos dias, mais até do que abandonar PMO. Porém, sei das consequências que tal lembrança pode acarretar, havendo inclusive passado por severa provação ao chegar em casa.

Ao abrir umas notícias, algumas meio "insinuantes", cuja temática aqui não trarei, começaram a pulsar na tela e outra coisa não fiz senão tanger outras tarefas, fiquei mais de uma hora com a cabeça quente e sensação de fracasso, porém sei que o que fiz de fato deveria ter sido aquilo mesmo, o que fiz, foi por pouco mas foi a tempo, ir procurar outra coisa para fazer. Não escapei, porém, de certa inquietação mentalm, a qual já praticamente desapareceu. Não vi nada assim tão comprometedor a ponto de meu cérebro principiar a entrar em polvorosa. Fui forte, fui responsável, fui maduro.

Enquanto isso, a lembrança da "fantasma" permanece. Como na situação de hoje, não fico excitado, não fico pensando em estar agarrado com ela como se dançando forró, só penso em ir lá e resolver aquela situação. Está enfraquecendo, contudo exigindo meu sacrifício dia após dia, devo admitir, até mais do que para resistir à tentação do vício em PMO. Hoje, enfim, foi pulsante, todavia escapei uma vez mais. E sinto que assim deve continuar.

Pronto estou a tudo. Que me venham (e nos venham) melhores dias.

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Beren Erchamion
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/1/2019, 09:34
Justiceiro, estou acompanhando seus relatos. Desde já, quero te saudar por sua força de vontade e seu propósito sincero em superar esse obstáculo.

Te desejo forças, hoje e sempre!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/1/2019, 10:41
Fala Justiceiro!!!! Seus dias, você querendo ou não, estão rendendo bem. Você está socializando, vendo aquelas mulheres reais na sua frente, tendo contato com elas( na dança, por exemplo), etc... Fora os pensamentos com a "fantasma", tudo está indo nos moldes. Estudo fluindo tão bem quanto o Reboot. É isso!!! Vida está mudando em. Muitos dizem que não vale a pena olhar para trás, porém olhe para seus dias atrás quando você era "viciado" em PMO e olha agora, que evolução meu amigo!! Grande abraço!

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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/1/2019, 11:01
Olá Justiceiro!

Parabéns pela marca de dias sem PMO, logo mais chega nos 90 que é a minha meta!

Me anima ver que as melhorias do seu diário estão refletindo no seu dia.

Sobre a tal fantasma em seus sonhos, força para passar logo por isso! E olha, to com inveja do seu trabalho, só mulher bonita...ai sim! haha

Força e BORA!

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CURA DE (   )
CURA PMO (   )

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Flatline: No momento, nenhuma
Polução Noturna: Nenhuma*

*Não me recordo da última vez que tive isso na vida e tenho quase certeza que nunca tive.
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Respondendo

em 22/1/2019, 20:51
Anti-PMO! escreveu:Eae, meu irmão. Queria eu saber dançar forró.  Certa vez conheci uma magrinha padrão modelo que me convidou para um barzinho onde sempre rola forró, porém na época não fui por dois motivos: Nunca aprendi a dançar e medo de brochar caso rolasse algo a mais. No seu lugar eu aproveitaria essa oportunidade.  Quem sabe você não esquece a "fantasma".

Mantenha-se firme no reboot. 70 e poucos dias é uma ótima marca. Faz muito tempo que não chego.

Abraço!

Ilustre Anti-PMO, saudações. Agradeço as palavras, a dança tem dando uma certa arrefecida nos pensamentos com a "fantasma", portanto devo novamente tomar aulas e praticar conforme as oportunidades forem surgindo. A você grande abraço e falo a respeito da situação pela qual você passou: comigo foi pior. Relembrando em detalhes.

Certa vez, fui a uma festa com muito forró convidado pela minha prima. Já havia feito algumas aulas, no entanto andava "enferrujado" e atolado no vício. O que me aconteceu? A maior decepção possível. Lá pelas tantas, sou por colegas em comum apresentado a uma jovem morena que já me chamava a atenção desde que cheguei. E não era só a mim, era simplesmente a maior gata da festa. Só isso. Alta, corpo escultural, pele e rosto lindos de cinema/TV, grosso modo se parecia com uma assistente de palco. Sem brincadeira. Dezoito anos recém-completados (parecia mais), num elegante traje, e com uma postura impecável, só dava ela. Só dava ela! Dos olhares de todos, inclusive dos comprometidos, passando por elogios de homens e mulheres diversos até chegar aos palavrões dos bêbados, tudo era a tal, a verdadeiramente desfilar beleza e bom gosto. Pois bem. Get ready.

Extasiado por aquela visão e arquitetando com meus botões como conquistar o maior prêmio da noite, eis que fui apresentado a ela... e ela, como dizem, caiu na minha! Trocamos umas palavras de certo nível, brincamos de tirar umas fotos, bebemos um pouco juntos... Entretanto a conversa começou a não engatar por conta de minha falta de traquejo e senti certo afastamento por parte dela. Meu coração começou a se despedaçar aí. Porém viria ainda o último round, a última chance de virar o jogo, que seria o nocaute.

Num relance de empolgação, a danada me tira para dançar forró! O recinto inteiro olhando para mim! A um ponto da consagração, ainda com chances de arrebatar aquele cinturão dourado-bronzeado, corpo esculpido por divinal artesão, fui à lona. Estava visivelmente animada e proposta a algo mais quando...

... o desgraçado aqui se atrapalhou por completo logo aos primeiros passos e mergulhou a musa do baile numa funesta expressão de mau humor e decepção.

Saiu em riste, pediu desculpas ao pessoal, disse que precisava ficar um pouco só. Estava notavelmente constrangida. Nem é preciso dizer que a quase-noite-da-minha-vida terminava ali e meu mundo havia caído. Me segurando para não chorar na frente de todos, arranjei-me para voltar para casa. Arrasado, destruído, andava tão rápido que nem senti o frio que fazia. E para completar, meus olhos de longe viram a tal e uma colega (que estava ali por perto, razoavelmente bela e com quem também cheguei a tecer algum diálogo) a dançarem sugestivamente, as duas, se esfregando num conhecido meu que também estava na roda, tremenda empatia. De longe, sem querer, ao me distanciar do local, vi o feliz ainda mais animado no meio das duas... e uma terceira, outra bonitinha da roda, a se aproximar.

A medalha que perdi.

Fiquei dias tão alterado que emagreci e sofri de insônia. Lembro-me dela por vezes, embora não tanto quanto em relação à fantasma. Todavia a lembrança, e que lembrança, também me faz sofrer. Confesso que resolvi retomar as aulas de forró na primeira oportunidade que surgiu sabem por quê? Só de traumatizado. Afinal, depois de uma dessa, convenhamos, não há meio. Cheguei a vê-la na rua, corado de vergonha. Não menos do que ela, contudo. Encarava-me de maneira merecidamente gélida e constrangida. Para completar, fiquei sabendo, só para atormentar ainda mais meu ego, que é grande amiga da "fantasma". E é "famosinha" de redes sociais e tudo, ou seja, com todo o respeito, possui belos atributos para ser tão badalada, além de inteligente e boa conversa. Outra cobiçada conquista que perdi, outra reconhecidamente de prestígio que perdi, só isso.

Sim, história real. Sim, isso é PMO. Sejamos guerreiros e tenhamos uma vida digna.

Beren Erchamion escreveu:
Justiceiro, estou acompanhando seus relatos. Desde já, quero te saudar por sua força de vontade e seu propósito sincero em superar esse obstáculo.

Te desejo forças, hoje e sempre!

Beren Erchamion, sempre grato pelo incentivo. Tem que ser quebrando tudo mesmo, senão não há resultado. A você todo meu apoio.

Abraço!

Master_DW escreveu:Fala Justiceiro!!!! Seus dias, você querendo ou não, estão rendendo bem. Você está socializando, vendo aquelas mulheres reais na sua frente, tendo contato com elas( na dança, por exemplo), etc... Fora os pensamentos com a "fantasma", tudo está indo nos moldes. Estudo fluindo tão bem quanto o Reboot. É isso!!! Vida está mudando em. Muitos dizem que não vale a pena olhar para trás, porém olhe para seus dias atrás quando você era "viciado" em PMO e olha agora, que evolução meu amigo!! Grande abraço!

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Grande Master_DW, a diferença em relação àquilo que eu era tem sido por vezes gritante. Não sabe o quanto me satisfaz perceber que estou rendendo em atividades diversas como autêntico ser humano, que estou realizando, no bom sentido, desejos de há muito e que me faziam quase chorar de vontade de viver. Tenho já vivido alguns deles, com grande regozijo pessoal.

Quanto à "fantasma", de fato ainda tem me perseguido, vejo aquela coisa por todos os cantos, contudo minha força será maior e ainda exorcisarei para sempre aquela bela e perturbadora visão, que por ora talvez me angustie mais do que PMO, a qual não sinto vontade de ver, embora não sem me descuidar dos gatilhos. Serei capaz, serei capaz!

Grande abraço!


Igor_xP escreveu:Olá Justiceiro!

Parabéns pela marca de dias sem PMO, logo mais chega nos 90 que é a minha meta!

Me anima ver que as melhorias do seu diário estão refletindo no seu dia.

Sobre a tal fantasma em seus sonhos, força para passar logo por isso! E olha, to com inveja do seu trabalho, só mulher bonita...ai sim! haha

Força e BORA!

Igor_xP, meu sincero obrigado pelas saudações.

Com efeito, não tenho tido sossego quando o assunto é a "fantasma". Não só sonho com aquela beldade, naquele cenário, naquele estilo todo, como durante todo o dia e à noite a imagem insiste em se projetar muito nitidamente em minha imaginação, apesar de tê-la visto só uma vez e ainda assim por poucos segundos, embora fixamente, altaneira nas atualizações de perfil do Facebook como uma bonita marcação de presença. Vi tal foto só uma vez porque só o aguentei uma vez, passei mal, fiquei mal, quis quebrar tudo no quarto, quis chorar, tive sudorese, taquicardia, emagreci quilos em menos de uma semana, fiquei despedaçado a ponto de ter minha última sessão de PMO (muito embora tal imagem não seja assim tão severamente relacionada com PMO) e passar a sofrer de tal presente angústia. Estou lutando, entretanto, é isso o que importa. Muitas, muitas coisas que vejo e ouço no cotidiano acabam de um jeito ou outro me lembrando a "fantasma", que é como chamo a garota especialmente no contexto daquela imagem. Certos assuntos relacionados de forma distante acabam me levando a ela, mais ou menos naquele ritmo do meme futebolístico do narrador Galvão Bueno (só de que deprimente maneira, aquilo é uma comédia), com este tocando num assunto qualquer para a seguir, mediante longo raciocínio, sempre ter que terminar a falar do jogador Neymar, do "menino Neymar", acho que me entendem. Agora mesmo enquanto digito pareço vê-la, naquela pose, naqueles trajes, naquele local (pareço até me sentir naquele local no presente instante, junto com ela, vivendo aquele belo contexto em redor), bem aqui diante de mim. É terrível, caros. Entrentanto, não canso de dizer, sigo lutando. Bravamente, até o limite de minhas forças, lutando. Devo esquecer aquilo sem ter que apelar para práticas escusas. Tenho fé em que conseguirei.

A respeito das mulheres bonitas no meu trabalho, confesso que parece ser um pouco real. Tanto em termos de público como (especialmente) algumas funcionárias, vez ou outra trombo com imagens bastante, digamos, encantadoras. Claro que sou maduro, profissional, sei lidar com tudo, nem me afogando em fantasias nem tentando arriscar nada mais inadequado. Hoje mesmo passei por mais algumas significativas estadas com mulheres. Tudo resolvido na mais pura maturidade, modéstia à parte.

Enfim, a você meu apoio e vamos lá com tudo rumo à glória.

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Justiceiro do Sertão
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24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido  - Página 24 Empty Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 22/1/2019, 21:06
... de trabalho movimentado e minha cabeça idem. Aliás, mais. Após o susto de ontem, sonhei que assistia PMO e, mais uma vez, aquilo que odeio, tive polução noturna. Fiquei acordado das duas às seis da manhã, planejando algumas coisas na vida, recusando-me a dormir. Após, tomei violento banho frio e fui viver para vencer.

Ao longo do dia, como se já não bastasse a "fantasma" me visitando insistentemente nos sonhos, pensei novamente na mesma o tempo todo, tendo novos arrepios e pensamentos perturbadores. Está difícil, impossível nunca. Forte sou, forte serei. Quem passou pelo trauma de ter perdido ao mesmo tempo, na mesma festa (coisa que nunca contei aqui), a presente e outra que já citei aqui (aquela que se tornou modelo!) numa segunda chance que houve após desperdiçar a primeira um tempo antes, tem que ser forte. Não adianta.

E creio que estou sendo. Hoje no trabalho, mais mulher bonita. Mais gatas, conversando comigo até com considerável empatia. Dá-lhe profissionalismo, homem, haja responsabilidade. É assim que se vence na vida.

E assim vencerei.

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