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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 13/1/2019, 21:10
Samurai Texugo escreveu:Fala Justiceiro ,
sou novo aqui no forum , ainda nao li seu diario inteiro , apenas algumas partes , no entanto vou continuar lendo com o tempo,
mas pude ver que voce já tem uma longa jornada nesta luta ardua  , em primeiro lugar quero te dar parabens , pois apesar das
quedas e das incontaveis dificuldades ,voce esta ae de pé lutando e perseverando focado , fato que que já é por si só notavel ,
uma vez que nós seres humanos temos uma tendencia a perder a motivaçao e desistir quando a luta começa a se prolongar
por muito tempo...  
e varias das suas experiencias aqui relatadas servem de grande liçao para todos nós que temos problemas semelhantes ,
alem do que voce tem um estilo de escrita muito interessante rs , talvez voce devesse se arriscar como escritor , ou pelo menos
fazer um blog rs

bom é isso ae irmao , parabens pela quantidade de dias já completos tbm , força e perseverança para todos nós
vou acompanhando aqui tambem

Que a justiça seja feita tanto no sertao , como nas nossas vidas tambem rs
sucesso para voce
abs

Dá-lhe Samurai Texugo! Emblemático animal, que faz bonito e impõe respeito. Brilhante inspiração.

Agradeço pelo incentivo, devo dar uma frequentada em seu Diário. Só cada um de nós sabe o peso da cruz que carrega, a dimensão da luta travada contra uma coisa que só faz arruinar nossas vidas. Meus casos são tristemente reais e percebe-se que muitos desistiriam de tudo frente a tão indignas situações.

Muito elogiam meu estilo de escrita, nem sei se tanto mereço. Tenho influência de algumas coisas e escritores que andei lendo ao longo da vida, leio desde os 2 anos, porém não sou nenhum bibliófilo, apenas tenho, creio, memória fotográfica e uma mente bastante agitada, desde sempre. Grosso modo, assimilo certas informações, em suas nuances diretas e indiretas, e aquilo nunca mais se apaga de minha cabeça, influenciando-me de um modo ou de outro, seja em termos acadêmicos, sendo na vida pessoal propriamente dita. Agradeço, entretanto, os elogios. Se sou notável em tal quesito, conheci pessoalmente caras que na mesma questão me humilhavam...

E, sim, entre tantas coisas que já tentei fazer na vida, cheguei a manter um blog! Foi lá para 2013, um Blogspot desses bem padrão, onde cheguei a lançar umas crônicas cotidianas de minha autoria (falando sobre política, cultura geral, problemas do Brasil), algumas das quais devo ter guardadas até hoje. Também já tentei ser escritor, em prosa e verso, possuindo algum material aqui comigo, apesar de boa parte ter se perdido e eu mesmo haver destruído alguns bem picantes, entre os de que me lembro agora cheguei a escrever uma tragicomédia softcore, um conto terror-erótico e um roteiro de filme pornô. Porém, num País que pouco ou nenhum valor dá à Educação e à Cultura, venho confessar que dificilmente emplacarei nos meios literários. É uma trilha a qual tenho deixado de lado por ora.

De todo modo, meu apoio a você. Que seu sacrifício seja recompensado.

Ireforged escreveu:E aí Justiceiro, sou novo aqui no Fórum, mas quero dizer, os detalhes de sua escrita tornam vívida a narração. Parabéns pelo caminho até aqui. Me díz uma coisa, está estudando para a PRF agora?

Saudações, Ireforged! Devo visitar seu Diário. Obrigado pelo suporte.

Bom, sou concurseiro sim, tenho embalado nos estudos nos últimos dias, conciliando-os com saudáveis atividades, entretanto venho dizer que, se está estudando para entrar na PRF, brincadeiras à parte e com todo o respeito, um concorrente a menos! Não é minha intenção, ainda que bastante interessante em vários aspectos, não é uma área que me atrai. Já sou concursado e estou na expectativa de certos cinco editais ao longo deste ano, os quais não pretendo trazer a lume por ora. Se está também na luta, foco e disciplina que sua vez deve chegar.

Daqui meu apoio. Vá que vá!

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Dia frenético

em 13/1/2019, 21:33
Movimentadíssimo domingo. Sonhei a noite toda que namorava, que transava e, para meu desgosto, devo ter tido umas três ejaculações noturnas. Não me contive. Ainda bem cedo, sol raiando, submeti-me a violento banho frio e só não improvisei um café da manhã logo de cara porque meus pais acabaram se levantando logo na sequência. Resolvi tirar o dia para caminhadas pela cidade, preciso abaixar alguns indicadores sanguíneos e também meu próprio peso, sendo que este último já está felizmente entrando num indicador adequado.

Pela manhã, fui ao parque aqui perto, ao SESC (muitas mulheres lindas por lá, todavia acho que ainda não é hora de investir), e depois saí trilhando algumas ruas do local em bom ritmo, indo a duas feiras de livros e vinis que hoje ocorreram por aqui e, quando percebi, até chegar em casa para o almoço mais de três horas de andança já haviam se passado. Almocei, comi uma sobremesa (fruta) e, novamente protetor solar e chapéu, voltei a caminhar, mais três horas de trilha urbana, chegando em casa pelo fim da tarde cansado e feliz. Satisfeito por trazer completo condicionamento à minha saúde, não sabem o bem que tal exercício físico me faz.

Nem a presença da "forrozeira", história já contada por aqui, rapidamente numa rede social foi capaz de me abalar. Estou um tanto bem. Bem alimentado e com boas influências mentais, acredito que serei capaz de pavimentar boa estrada rumo à minha vitória.

Lá vou eu, vamos nós.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 13/1/2019, 21:46
Boa Justiceiro!! Isso tudo que você anda fazendo traz um bem a saúde física e metal imaginável!! Vejo que você está rumo a vitória!!! Grande abraço!

Enviado pelo Topic'it

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 14/1/2019, 09:19
Justiceiro do Sertão escreveu: Movimentadíssimo domingo. Sonhei a noite toda que namorava, que transava e, para meu desgosto, devo ter tido umas três ejaculações noturnas. Não me contive. Ainda bem cedo, sol raiando, submeti-me a violento banho frio e só não improvisei um café da manhã logo de cara porque meus pais acabaram se levantando logo na sequência. Resolvi tirar o dia para caminhadas pela cidade, preciso abaixar alguns indicadores sanguíneos e também meu próprio peso, sendo que este último já está felizmente entrando num indicador adequado.

Pela manhã, fui ao parque aqui perto, ao SESC (muitas mulheres lindas por lá, todavia acho que ainda não é hora de investir), e depois saí trilhando algumas ruas do local em bom ritmo, indo a duas feiras de livros e vinis que hoje ocorreram por aqui e, quando percebi, até chegar em casa para o almoço mais de três horas de andança já haviam se passado. Almocei, comi uma sobremesa (fruta) e, novamente protetor solar e chapéu, voltei a caminhar, mais três horas de trilha urbana, chegando em casa pelo fim da tarde cansado e feliz. Satisfeito por trazer completo condicionamento à minha saúde, não sabem o bem que tal exercício físico me faz.

Nem a presença da "forrozeira", história já contada por aqui, rapidamente numa rede social foi capaz de me abalar. Estou um tanto bem. Bem alimentado e com boas influências mentais, acredito que serei capaz de pavimentar boa estrada rumo à minha vitória.

Lá vou eu, vamos nós.

Muito bem, Justiceiro! Parabéns por mais uma semana livre da P.!

Abraço!

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Agradeço a todos...

em 14/1/2019, 21:05
... pelo sempre bem-vindo apoio e venho dar conta de minha segunda-feira.

Badalada, com bastante a fazer e, novamente, mulher bonita a rodo no trabalho. Segurei-me. Resisti. Fui forte como alguém em minha situação deve ser. Como diria um já citado colega meu da faculdade, um leão por dia, e outro, e outro, e chegaremos lá.

Andei me lembrando de uma situação que vivi há dias no SESC. Enquanto me preparava para assistir a um evento qualquer nos arredores do pátio externo, chamaram-me a atenção umas jovens a andar por ali, com as quais resolvi não ter por considerá-las bem novas e não ser ainda o momento mais adequado. Numa dessas, eis que uma se prepara para a outra fotografar e, aparentemente olhando para mim, lança uma, mas uma pose sensual que não me saiu da cabeça a tarde toda. Não me lembrava de já haver visto ao vivo coisa tão ao mesmo tempo bela e insinuante. Parecia coisa prosaica, não para mim por uma questão de elementos-fantasia que andei portando. Bravamente consegui dar irrelevância àquilo, porém às vezes ainda me lembro como forma de lição a respeito daquilo de que fugir. Numa luta como a nossa, qualquer exemplo é válido.

Ando sendo elogiado no trabalho por aqueles a quem atendo. Dizem (logo eu, com meu historicamente péssimo traquejo social) que sou bastante refinado no trato com as pessoas, que tenho uma voz bela (sei que falo um pouco grave e intensamente, em contraste com minha aparência jovem, já aconteceu de falarem comigo ao telefone e não acreditarem ao me verem pessoalmente), de locutor, de palestrante e outras reverências as quais admito não saber se mereço.

De qualquer maneira, render-me jamais. O mundo que me aguarde.

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70 dias, mais um dia vencido, sai de mim, fantasma!

em 15/1/2019, 20:47
Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/1/2019, 21:32
Boa noite, meu caro. Parabéns pelos 70 dias! Continue sempre firme nessa batalha.

Eu também ficava o dia todo pensando no reboot, hoje em dia é mais raro. Isso faz bem.

Abraço!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/1/2019, 22:01
Justiceiro do Sertão escreveu:Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

70 dias!!! Parabéns Justiceiro!! Aí sim! Continua assim que você vai longe amigo. A respeito das lembranças, é difícil viu.... Mas só vamos superar elas quando vivermos experiências melhores que elas. Acho que só assim. Ainda tenho lembranças vagas de uma "ex" minha. Até no meu primeiro Reboot tinha diversas fantasias com ela antes de dormir. Difícil situação em. Mas admito que ainda vêm os pensamentos vagos sobre ela, porém tento conhecer novas garotas para no futuro ela se tornar apenas uma página virada sobre minha vida e dizer assim " Ainda pensava que eu daria certo com ela tentando de novo, mas hoje fico feliz em ter a vida que tenho". Em fim, força meu amigo, vamos rumo a vitória!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

Ontem à(s) 21:28
Anti-PMO! escreveu:Boa noite, meu caro. Parabéns pelos 70 dias! Continue sempre firme nessa batalha.

Eu também ficava o dia todo pensando no reboot, hoje em dia é mais raro. Isso faz bem.

Abraço!

Muito obrigado, colega de lutas. Sigamos vigilantes.

Abraço!

Master_DW escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Hoje no trabalho novamente razoável movimento, gente de quase todos os tipos, afinal interior, pelo menos aqui a cidade onde moro, é aquela coisa monocultural, se é que me entendem. Mesmo assim, uma ou outra coisa chama a atenção vez ou outra, e aí se incluem mulheres de certa beleza, embora nada assim tão espetacular, salvo situações bastantes especiais, algumas das quais já trouxe aqui ao Diário.

Na presente época, percebi, em sendo férias escolares e de faculdades, parece ser maior a presença de gente nova pelo recinto, aí aparecendo por vezes garotas muito bonitas. Também aprendi a lidar com isso.

No mais, um pouco de tensão devido a contumazes lembranças da "fantasma", amanheci me lembrando da mesma e em alguns momentos do dia, inclusive durante o trabalho, aquela fotografia em minha mente quase me fez chorar uma vez mais, tendo eu tremido em silêncio em minha escrivaninha num instante de pouco movimento, lá por volta das 8:30 - 9:00. Momento tenso, porém superado.

Confesso que por vezes certas coisas que vejo me atiçam lembranças que ficam o tempo todo me "martelando" a cabeça. Lembro-me de que na adolescência, totalmente excluído do convívio na escola e praticamente sem contatos na família (em delicada relação inclusive com meus pais), delirava desejando fazer o que eles faziam, ver o que eles viam, viver aquilo que eles viviam. Logo eu, porra?! Sinceramente, acho que até sofri pouco castigo...

Devo diminuir o ritmo das postagens pelos dias que se seguem, inclusive para me focar melhor em outras atividades, famoso estabelecimento do reboot que diz para deixarmos de ficar o tempo todo apenas pensando em deixar essa merda. Enfim, de toda maneira, saibam que estou lutando sem pena de nada.

E torcendo por todos. Eis aqui verdadeira família.

70 dias!!! Parabéns Justiceiro!! Aí sim! Continua assim que você vai longe amigo. A respeito das lembranças, é difícil viu.... Mas só vamos superar elas quando vivermos experiências melhores que elas. Acho que só assim. Ainda tenho lembranças vagas de uma "ex" minha. Até no meu primeiro Reboot tinha diversas fantasias com ela antes de dormir. Difícil situação em. Mas admito que ainda vêm os pensamentos vagos sobre ela, porém tento conhecer novas garotas para no futuro ela se tornar apenas uma página virada sobre minha vida e dizer assim " Ainda pensava que eu daria certo com ela tentando  de novo, mas hoje fico feliz em ter a vida que tenho". Em fim, força meu amigo, vamos rumo a vitória!

Master_DW, como sempre meu obrigado! Grande companhia na batalha, com aquele sempre providencial apoio. Vamos que vamos!

Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

Ontem à(s) 22:44
Justiceiro do Sertão escreveu:Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

Esse assunto parece ser realmente delicado pra você, mas noto que está lidando com a questão de forma mais madura. Fáceis essas coisas nunca são. É preciso aprender a lidar com elas para, quem sabe, superá-las.

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A quinta feira

Hoje à(s) 20:28
Hoje sofri mais um bocado. Embora pela primeira vez em dias, senão em semanas, não houvesse sonhado com a "fantasma", novamente a mesma inundou meus pensamentos praticamente durante todo o tempo. Tortura, mesmo. Sobre o dia de hoje, relativamente sem grande monta em outros aspectos, sem dúvida tal perseguição mental se fez o mais importante fator. Entretanto, não baixo a guarda. Jamais.

TGuerreiro escreveu:
Justiceiro do Sertão escreveu:Pois é, não é fácil esquecer certas coisas. A que mais vem me torturando nos últimos tempos é a tal "fantasma", como chamo uma garota com a qual certa vez fracassei e cuja uma imagem há um tempo publicada em redes sociais, conforme história já superficialmente relatada aqui e que quem sabe qualquer hora eu venha a detalhar (ainda que não tenha tido sangue para tal), destruiu minha autoestima e me fez ter terríveis pensamentos de frustração e vingança, havendo eu tido muita força de vontade para não promover um ataque de fúria daqueles de sair gritando e quebrando tudo em casa. A "fantasma" é a maneira elegante e sensual como a menina aparece naquela fotografia, para mim muito cheia de simbologia. Do contexto, passando pelo cenário, à protagonista. Não está nua, não está em situação muito comprometedora, porém bela e sugestiva, diria quase um softcore. É uma história longa e delicada, a qual nunca tive fôlego para expor na íntegra; consistiria num relato bastante extenso, com todo um contexto por trás e é assunto de que trato aqui por reverência à nossa luta. Nem gosto muito de tocar no assunto, até para ver se esqueço este trauma de uma vez por todas. Tenho sonhado com ela , em meio àquela situação, todas as últimas noites, porém tenho fé de que conseguirei superar. Disposto estou a me socializar pelos últimos dias, sinto que me fará muito bem.

Ssuperaremos. Força!

Esse assunto parece ser realmente delicado pra você, mas noto que está lidando com a questão de forma mais madura. Fáceis essas coisas nunca são. É preciso aprender a lidar com elas para, quem sabe, superá-las.

Caro TGuerreiro, obrigado pelas palavras de apoio. Sei bem o que é sofrer relembrando certas coisas, sem dúvidas esta é uma das piores (senão a pior), tanto que, ao contrário de outros casos meus, nunca tive coragem, nem creio ser por ora tão necessário assim, para expor mais amplamente o que me ocorreu e os fatores relacionados.

Hoje não sonhei com ela, no entanto tive, em pleno trabalho, novamente arrepios e iminência de lágrimas com a figura a encurralar meus pensamentos. Bravamente consegui não demonstrar reações. Por certa sorte, o tal "fenômeno" não me desencadeia desejo de me masturbar ou ver pornografia, nem me deixa subitamente excitado, apenas me coloca, conforme o complicado contexto da história por trás, arrasado por dentro e com vontade de fugir para desenrolar à minha incontida maneira aquele caso e reaver minhas chances perdidas.

Trata-se de um negócio que só eu entendo bem, caso não estejam conseguindo compreender a história. Tento trazê-la até aqui da maneira que por enquanto julgo mais adequada.

Penso naquela criatura o tempo todo, vejo aquela fantástica (no mais intimidador sentido) imagem em quase tudo, gente e seres inanimados, principalmente ao sair na rua, verdadeira obsessão; sei que parece letra de música brega/sertaneja, entretanto é triste realidade que com certo sucesso venho combatendo. Voltei para casa novamente com a cabeça pegando fogo, percorri os três quilômetros que separam o trabalho de casa com o corpo ameaçando "gelar" mesmo sob certo calor (inusitada e verdadeira contradição) e estar aqui neste momento dando conta novamente de minhas vivências rumo à vitória me está sendo reconfortante.

Fora isso, o que digo é continuo na batalha. Até o limite de minhas forças. E se tiver que recontar a história, será da maneira mais digna e honesta possível.

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