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Abel Abreu
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Acompanhando tal relato

em 13/4/2016, 21:06
Uffa, agora sim pude ler tudo, rs.

Justiceiro, meus parabéns. Vejo que és homem de grande força de vontade, grande inteligência e está focado no reboot.

Sou novo por aqui e lendo o seu tópico desde o início pude aprender bastante e colocar mais força dentro de mim para seguir no meu reboot.

Apesar de estar no início da jornada, vc e mais outros nos inspiram, nos dão forças para caminhar e tomar as rédeas de nossas vidas.

Seguindo aqui e acompanhando diariamente teus relatos; saibam que eles, postados aqui desde 2014, são fonte inspiradora para prosseguir.

Muito obrigado!

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Justiceiro do Sertão
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Agradeço

em 14/4/2016, 04:11
Abel Abreu escreveu:Uffa, agora sim pude ler tudo, rs.

Justiceiro, meus parabéns. Vejo que és homem de grande força de vontade, grande inteligência e está focado no reboot.

Sou novo por aqui e lendo o seu tópico desde o início pude aprender bastante e colocar mais força dentro de mim para seguir no meu reboot.

Apesar de estar no início da jornada, vc e mais outros nos inspiram, nos dão forças para caminhar e tomar as rédeas de nossas vidas.

Seguindo aqui e acompanhando diariamente teus relatos; saibam que eles, postados aqui desde 2014, são fonte inspiradora para prosseguir.

Muito obrigado!

Faço agradecer pelo reconhecimento. Vá fundo na guerra que o prêmio será muito recompensador.
Pode ter certeza.

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Quinta-feira

em 14/4/2016, 17:06
Mais um dia trivial. Pouco a dizer, apenas que um gatilho aqui e outro ali, porém é coisa que aprendi a solenemente ignorar. Para sempre.
E a sensibilidade peniana parece estar voltando. Bem aos poucos.

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Toguro
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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 14/4/2016, 18:28
Aos poucos, mas de forma implacável, meu chapa. Você já é um vencedor, e falta muito pouco para chegar ao pódio.

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Tomara

em 15/4/2016, 04:39
Toguro escreveu:Aos poucos, mas de forma implacável, meu chapa. Você já é um vencedor, e falta muito pouco para chegar ao pódio.

Meu pênis está parecendo um sedado retornando bem aos poucos de morfina ou coisa parecida. E torço para que seja "só" isso mesmo... É minha obrigação agradecer pelos incentivos.

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Sexta-feira

em 15/4/2016, 17:23
Eis-me satisfeito com um dia tranquilo no trabalho e duras tarefas desempenhadas com afinco e disposição no dia-a-dia. Achei melhor me esquecer por ora de que estou com DE.
Algo me diz que a bonança está próxima.

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Toguro
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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/4/2016, 18:31
É assim mesmo. Esqueça este assunto e foque-se no que importa.

O pódio está à vista.

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Justiceiro do Sertão
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Minha esperança

em 15/4/2016, 19:14
Toguro escreveu:É assim mesmo. Esqueça este assunto e foque-se no que importa.

O pódio está à vista.

Que esteja o pódio à vista mesmo. A vida me ensinou que, antes de provar para os outros, é primeiro para nós mesmos que devemos provar nossa capacidade. Por mais que tudo em redor jogue contra. Aqui em casa mesmo é assim. Fui um mau menino boa parte da vida e, após “acordar”, passei a não contar mais com a confiança dos meus pais, que até hoje, toda vez que tento fazer algo, ficam desconfiados, ralhando e lembrando episódios meus deploráveis do passado. É triste, mas ao mesmo tempo motivador. Confesso que já fui obrigado até mesmo a mentir para galgar oportunidades na vida. Cheguei a conquistar um emprego, ao qual depois não pude ir, saindo de casa escondido para procurar porque meus pais me proibiam como a um incapaz. Estudei para o concurso público que me colocou no atual trabalho sendo alvo de cochichos e piadinhas por me trancafiar no quarto dias e noites ininterruptos me matando de estudar e resistindo bravamente à compulsão de PMO. Até hoje sou perseguido com demonstrações de desconfiança, mas aprendi a me focar em mim mesmo e que, conforme conversa que tive certa vez em off com o Projeto, muito deve decorrer até mesmo da imaturidade de meus pais, pessoas muito simples e que se decepcionaram com seu único rebento por este, tido como prodígio na infância, não se ter concretizado plenamente na vida, como um adulto sem defeitos.
Já estava (estou) indo dormir, pois tenho por costume dormir cedo na maioria das vezes (aliás, amanhã trabalho), entretanto resolvi descarregar um pouco da minha fúria de guerreiro aqui após um diálogo indesejável na sala, que culminou com minha mente ensaiando situação de tormento. Nada assim tão grave, só desabafar aqui já me tranquiliza.
Para concluir, se há coisa que aprendi que muitas vezes deve ser feita, até tendo em vista minha própria rotina é esquecer o passado. É fazer de conta, por mais difícil que seja, que nada existiu. Senão não se vive, não se consegue seguir em frente ou nem mesmo sair do lugar. Por anos ruminei os tempos antigos, conjecturando acerca daquilo que poderia ter sido se eu tivesse sido gente desde cedo: onde estaria hoje, o que faria, o rico que seria... Teria sido melhor? Com toda a certeza! Mas não o foi. Infelizmente, devido ao drama. Agora é olhar para a frente, não há meio. Ter agora (e acrescidas) a maturidade e responsabilidade que não tive lá há uma década e tanger a vida como deve ser para se chegar a algo digno.
Pois, prestes a completar 24 anos, creio que ainda dá tempo. E, se não der (o que não desejo, obviamente), pelo menos minha alma se transporá a outra dimensão com a consciência leve por haver lutado.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/4/2016, 19:31
É natural quando a gente se diferencia e se supera do lugar comum escutar piadinhas e críticas, até mesmo de familiares. Ainda mais se temos natureza rebelde ou singular.

Segue em frente, cara. Quem olha pra trás, tupica. Quem olha pra frente vê o orgulho da vida e da felicidade no horizonte.
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raven
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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/4/2016, 20:07
Justiceiro do Sertão escreveu:
Toguro escreveu:É assim mesmo. Esqueça este assunto e foque-se no que importa.

O pódio está à vista.

Que esteja o pódio à vista mesmo. A vida me ensinou que, antes de provar para os outros, é primeiro para nós mesmos que devemos provar nossa capacidade. Por mais que tudo em redor jogue contra. Aqui em casa mesmo é assim. Fui um mau menino boa parte da vida e, após “acordar”, passei a não contar mais com a confiança dos meus pais, que até hoje, toda vez que tento fazer algo, ficam desconfiados, ralhando e lembrando episódios meus deploráveis do passado. É triste, mas ao mesmo tempo motivador. Confesso que já fui obrigado até mesmo a mentir para galgar oportunidades na vida. Cheguei a conquistar um emprego, ao qual depois não pude ir, saindo de casa escondido para procurar porque meus pais me proibiam como a um incapaz. Estudei para o concurso público que me colocou no atual trabalho sendo alvo de cochichos e piadinhas por me trancafiar no quarto dias e noites ininterruptos me matando de estudar e resistindo bravamente à compulsão de PMO. Até hoje sou perseguido com demonstrações de desconfiança, mas aprendi a me focar em mim mesmo e que, conforme conversa que tive certa vez em off com o Projeto, muito deve decorrer até mesmo da imaturidade de meus pais, pessoas muito simples e que se decepcionaram com seu único rebento por este, tido como prodígio na infância, não se ter concretizado plenamente na vida, como um adulto sem defeitos.
Já estava (estou) indo dormir, pois tenho por costume dormir cedo na maioria das vezes (aliás, amanhã trabalho), entretanto resolvi descarregar um pouco da minha fúria de guerreiro aqui após um diálogo indesejável na sala, que culminou com minha mente ensaiando situação de tormento. Nada assim tão grave, só desabafar aqui já me tranquiliza.
Para concluir, se há coisa que aprendi que muitas vezes deve ser feita, até tendo em vista minha própria rotina é esquecer o passado. É fazer de conta, por mais difícil que seja, que nada existiu. Senão não se vive, não se consegue seguir em frente ou nem mesmo sair do lugar. Por anos ruminei os tempos antigos, conjecturando acerca daquilo que poderia ter sido se eu tivesse sido gente desde cedo: onde estaria hoje, o que faria, o rico que seria... Teria sido melhor? Com toda a certeza! Mas não o foi. Infelizmente, devido ao drama. Agora é olhar para a frente, não há meio. Ter agora (e acrescidas) a maturidade e responsabilidade que não tive lá há uma década e tanger a vida como deve ser para se chegar a algo digno.
Pois, prestes a completar 24 anos, creio que ainda dá tempo. E, se não der (o que não desejo, obviamente), pelo menos minha alma se transporá a outra dimensão com a consciência leve por haver lutado.
De vez quando, também sofro com meus pecados do passado. Também fico imaginando, como eu estaria hoje, se não tivesse cometido vários erros infantis. Mas é a vida. Você não vai mudar o passado, mas com certeza, tem força para fazer um futuro brilhante.
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Abel Abreu
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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 15/4/2016, 20:37
Toda vez que venho aqui me motivo com suas palavras, justiceiro.
São fortes e impactantes.
Obrigado pelo diário atualizado.

Viver não é fácil, mesmo sem PMO, mas se conseguirmos entender o real propósito que temos nesse mundo, ctza viveremos melhores. Às vezes me vejo relembrando o passado e pensando como poderia ser tudo diferente se não tivesse tomando um ou outra atitude, mas é vida que segue e bola pra frente.

Ser otimista com o futuro e amar quem está do meu lado tem me feito muito bem ultimamente.

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Meu obrigado a todos

em 16/4/2016, 04:49
Passando rápido, antes de ir trabalhar, para agradecer o apoio. Só de ver que muitos pensam como eu já me é de alívio.
Hoje (agora há pouco, aliás) tive um sonho sugestivo e cheguei a ficar um pouco excitado, contudo foi coisa rápida (ainda que significativa) e acordei logo em seguida, acordei para o mundo. Hora de labutar.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 16/4/2016, 06:38
Justiceiro, uma dica que dou para o seu reboot é fazer comentários nos diários dos outros. Não precisa comentar em todos. Escolha alguns, leia e deixe seu pitaco. Você tem conhecimento de sobra, e pode ajudar muito a reerguer um rebooter mais teimoso.

Sucesso.

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Agradeço

em 16/4/2016, 13:20
Toguro escreveu:Justiceiro, uma dica que dou para o seu reboot é fazer comentários nos diários dos outros. Não precisa comentar em todos. Escolha alguns, leia e deixe seu pitaco. Você tem conhecimento de sobra, e pode ajudar muito a reerguer um rebooter mais teimoso.

Sucesso.

De fato reconheço que costumo comentar pouco, mas é que faz parte de minha própria política de não mexer muito no computador para evitar desequilíbrio dopaminérgico no meu cérebro. Não é que não quero ajudar, até mesmo no meu creio que mexo pouco se comparado a outros rebooters. Como já disse, a partir de amanhã deverei diminuir a frequência até chegar ao 90º dia.
No entanto, cabe mudança a isto, e de todo modo sigo vivo por aqui.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 16/4/2016, 15:48
Justiceiro do Sertão escreveu:
Toguro escreveu:Justiceiro, uma dica que dou para o seu reboot é fazer comentários nos diários dos outros. Não precisa comentar em todos. Escolha alguns, leia e deixe seu pitaco. Você tem conhecimento de sobra, e pode ajudar muito a reerguer um rebooter mais teimoso.

Sucesso.

De fato reconheço que costumo comentar pouco, mas é que faz parte de minha própria política de não mexer muito no computador para evitar desequilíbrio dopaminérgico no meu cérebro. Não é que não quero ajudar, até mesmo no meu creio que mexo pouco se comparado a outros rebooters. Como já disse, a partir de amanhã deverei diminuir a frequência até chegar ao 90º dia.
No entanto, cabe mudança a isto, e de todo modo sigo vivo por aqui.

O desrregular de dopamina é efeito de algum vício. Mexer no PC só de vez em quando não é sinal de vício nenhum.
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Toguro
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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 16/4/2016, 15:53
Ah, sim. Se é por isso, então tá de boas.

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Late, but not the least

em 16/4/2016, 17:35
Abel Abreu escreveu:Toda vez que venho aqui me motivo com suas palavras, justiceiro.
São fortes e impactantes.
Obrigado pelo diário atualizado.

Viver não é fácil, mesmo sem PMO, mas se conseguirmos entender o real propósito que temos nesse mundo, ctza viveremos melhores. Às vezes me vejo relembrando o passado e pensando como poderia ser tudo diferente se não tivesse tomando um ou outra atitude, mas é vida que segue e bola pra frente.

Ser otimista com o futuro e amar quem está do meu lado tem me feito muito bem ultimamente.

Abel Abreu, plenamente concordo, só dizendo que, no meu caso, eu mesmo felizmente consegui me desvencilhar do passado, passei a ter êxito em tentar esquecer tudo de ruim que vivi. O problema são meus pais, eis minha batalha do presente. Eles é que ficam o tempo todo lembrando, peço licença do termo, das cagadas que dei. Parece que o tempo nunca passou. É torturante ser frequentemente atacado com indiretas relativas a meus tempos de calvário. E isso porque nunca contei a eles, nem sei se um dia teria coragem, sobre meu vício. Acredito que devem desconfiar, pois minha mãe às vezes entra sutilmente no quarto e já deve ter trombado com o título deste site ou, pior, em outros tempos, com aquilo que eu então consumia. Não duvido nem um pouco.
Aliás, só emendando acerca de discussão aqui posta outrora, descobri que é coisa típica de brasileiro isso de não aceitar o trabalho (e o fracasso) antes do sucesso, ao contrário dos povos prósperos. De não desistir, de repetir quantas vezes forem necessárias até conseguir. Vários entendedores dizem que por aqui, em todas as áreas possíveis (ciência, empreendedorismo, esporte, etc.), se você erra uma vez, será lembrado como perdedor pelo resto da vida. Aqui, "Tente outra vez" é só uma canção de sucesso, dentro de casa se você não corresponder desde bebê às expectativas familiares de ser um filho perfeito, ainda mais fazendo o que eu fiz, perde para sempre todo o apoio. Infelizmente meus pais, pessoas tão frugais, não fugiram à triste lógica cultural do país.
Em todo o caso, só tenho a agradecer pela motivação.

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Do sábado

em 16/4/2016, 18:16
Hoje tive de entrar no Facebook, coisa que pouco faço. Literalmente tenho (também lá) poucos amigos, mantendo-o (ainda que por enquanto) devido às notícias de parentes e poucos conhecidos que recebemos. Tenho sorte de que não há praticamente nada de sugestivo ali, talvez por ter eu contato com pouca gente e porque meus próximos felizmente não abusam muito daquilo que me poderia ser sugestivo ou desmotivacional, conforme já ouvi dizer. No presente dia, porém, momento para se refletir e se esquecer. Mas não se esquecer jamais da lida diária. Tudo por causa de um velho pesadelo de que já tratei aqui.
Meu pai, após conversar com parentes por telefone, pediu-me para verificar sobre uma antiga fotografia. Não encontrei a imagem, talvez apareça depois, todavia encontrei o que não deveria. Para encontrar a foto, tive que verificar páginas de vários primos distantes, muitos dos quais adolescentes, e por várias vezes trombei com fotos de uma coisa de que tenho uma espécie de trauma ressentimental. Não é nada com PMO, mas é sugestivo. Já estava cauteloso, já bastava nos tempos do Orkut em que o tempo todo a coisa me perseguia  de me fazer chorar e me entregar ao vício. Como venho pregando fulminar de minha mente meus tristes dias do passado, por ora não reiterarei de que se trata, mas até pelo contexto devem saber (e quem acompanha meu diário já deve ter adivinhado; sim, é isso mesmo que você está pensando). É coisa de que já tratei algumas vezes aqui, imagem que ficou gravada a ferro quente em meu cérebro somente por não ter contemplado em carne e osso na juventude, deixando-me perturbado a ponto de ter fantasias sexuais doentias com tal e tão respeitável ente urbano feminino. E prefiro parar por aqui.
O negócio é esquecer mesmo, não há meio. Fora isso, meu sábado foi trivial e esperançoso para com um melhor futuro. Sem mais palavras sobre o dia de hoje, segue o jogo.

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Ejaculação noturna sem ereção

em 23/4/2016, 16:28
Daquelas coisas dramáticas que nós viciados em pornografia bem conhecemos. Hoje por volta das 2 h tive um sonho erótico e ejaculei, sem todavia ficar ereto ou me lembrar de haver ficado ereto durante o sono/sonho. Não tive posterior efeito caçador.
Meu dia, conforme os últimos, veio transcorrendo deveras tranquilamente. Estou de folga no feriado prolongado e venho praticando exercícios físicos, ajudando em tarefas domésticas e lendo um livro, obra pouco sugestiva que comecei a ler há anos e nunca terminei; sugestão de colega de serviço após saudável conversa outro dia. Coisa que, se bem administrada, não oferece riscos.
Agora à noite sairei para um show. Veremos o que me aguarda.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 23/4/2016, 16:35
Além de motivador, seu diário é bem agradável de ser lido, pois a maneira como escreve é bem interessante. O vício, deixou meu cérebro meio lerdo, mas espero chegar nesse nível de escrita. Quanto ao diário, bom ver que se mantém firme e forte no reboot, daqui a pouco vai superar os 90 dias novamente.
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Obrigado

em 23/4/2016, 17:20
raven escreveu:Além de motivador, seu diário é bem agradável de ser lido, pois a maneira como escreve é bem interessante. O vício, deixou meu cérebro meio lerdo, mas espero chegar nesse nível de escrita. Quanto ao diário, bom ver que se mantém firme e forte no reboot, daqui a pouco vai superar os 90 dias novamente.

Devo agradecer a contribuição. Soo um pouco ardoroso nas palavras porque detesto hipocrisia, tão reinante na nossa cultura. Segue o sacrifício rumo à glória.

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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 23/4/2016, 20:31

Também notei seu estilo de escrever diferenciado. Lembra o Euclides da Cunha.
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Será?

em 24/4/2016, 05:15
Blpr escreveu:
Também notei seu estilo de escrever diferenciado. Lembra o Euclides da Cunha.

Sinto-me lisonjeado com a comparação, embora creia que, pelo que conheço, não seja para tanto... Já comecei certa vez a ler Os Sertões e pretendo a qualquer hora terminar.

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Meu sábado e um recado

em 30/4/2016, 19:06
Hoje fiz longa caminhada aqui pela cidade, aproveitando-me do clima ameno. Creio que percorri uns 22 quilômetros a pé, praticamente varando a cidade ao meio. Foi inclusive providencial sair andando, vez que, ao iniciar a tarde passando pelo banco para retirar um extrato, deparo-me com uma autêntica sósia da * (omito o nome para evitar comprometer os parceiros de luta), para mim uma das mais belas mulheres da mídia. Fiquei excitado, excitado de a mente começar a ferver em começo de fantasias e meu pênis subitamente endurecer, ali mesmo na rua. Ao mesmo tempo aliviado com um eventual retorno de minha libido após quase 100 dias e apreensivo com a situação, fiz força mental imensa e saí correndo em disparada rumo à minha caminhada do fim de semana. Qual fuligem, foi-se esvaindo o pensamento. Andei, andei e cheguei em casa até um pouco mancando. Satisfeito.

Pela manhã, após sonhar que transava e acordar atordoado (mas sem ejacular, ejaculei dormindo umas duas vezes na semana que termina), passei a ser atormentado por um complexo. Algo me dizia para resetar o contador por não estar conduzindo um reboot de acordo com os ditames clássicos do Método Como Parar. Isto consoante aquele belo texto do Toguro que muito corretamente dizia que “Reboot não é só parar de ver pornografia”. Comecei a ter quase convicção de que “estava jogando mal”, de que “não estava sentindo gosto de reboot”, “gosto dos 90 dias bem aplicados”, de que “estava vencendo mas não estava convencendo”, de que ao fim dos 90 dias nada se modificaria em minha mente e vida, mormente a questão da DE. Explico: zerei o contador em janeiro, mas no início de fevereiro, como devem se lembrar, em meio a uma crise violentíssima de estresse em casa, entrei num site sugestivo e ignorei aquilo. Semanas depois, ao início de abril, o texto do Toguro me foi maravilhoso tapa na cara e retroagi o contador até aquele dia de fevereiro (olhando com cuidado o histórico) para a situação em que o mesmo se encontra agora. Quer dizer, de fato não senti o gosto dos 90 dias, mas talvez de uns 40, quando retornei mais efetivamente aqui ao Fórum. Enfim, comecei o reboot sequer com noção de que o estava fazendo, pensando, em vez, que ainda estava em outro, já frustrado. Todavia, durante o tempo da atual sequência, admito que nada fiz nem acessei de sugestivo, nem mesmo durante aqueles “obscuros” primeiros dias. Justamente quando me explodiu a DE.

Abarrotado de compromissos, na pura superação saí vencendo um por um e agora me vejo há duas semanas de completar a simbólica meta, de maneira confusa entretanto válida, ainda que com minha mente me perseguindo para zerar o contador. Admito que enquanto digito este texto ainda me passa pela cabeça fazê-lo, ainda que com menor intensidade que de manhã cedo. Meu subconsciente diz que foi tal confusão com as datas a responsável por meu pênis entrar em uma espécie de “ressaca”, ocasionando a forte DE de que vim sofrendo por todo este tempo (e que parece ter sumido, vide o episódio de hoje à tarde).

Desde já, a todos peço desculpas se algo fiz de errado. Minha mente é de certa maneira bem inquieta mesmo. Muito provavelmente não vou zerar o contador; primeiro porque nada fiz que pela ementa do método justificasse tal ato (andei lendo livros e usando a Internet para trabalho, leitura de notícias, blogs políticos; coisas que não continham material que me pudesse acarretar quedas; se algo mais sugestivo apareceu, foi por mim ignorado e maduramente tomado como parte do contexto), segundo porque, apesar de todos os pesares, tenho melhorado aspectos de minha vida como jamais daquele oficial 14 de fevereiro para cá, de forma que parece ter sido de fato esta, assim digamos, a estratégia que enfim deu certo. Aprendi, entre outras coisas, que até mesmo ficar um tanto quanto longe do computador é importante para reconstruir a transmissão de dopamina pelo cérebro (isso que chamam de interface amigável alucina mesmo, nerds da área entenderão o que digo). Naqueles primeiros dias, cheguei a ir lendo uma ou outra coisa em páginas políticas do Facebook e em sites como o do Pobreta (não recomendo), a que abandonei após a bronca do Toguro. Lia desabafos acalorados sobre a situação do País e sobre o comportamento feminino, sobre esta última questão algo não de cunho pornô, mas informativo sobre perigos da mulher, ainda bem que sem imagens pipocando (há tempos desenvolvi uma técnica para ler textos desviando de imagens, o que me levou a retroceder o contador e coisa que não mais farei, excluindo de vez tais leituras de minha vida), somente “desabafos” violentos alertando o homem sobre certas situações; remetiam a sexo, mas em tom moralizador. Bem guiado que fui, não acesso mais nada do que andei citando, devido ao teor altamente sugestivo e extremista e pela própria questão da perda de tempo (vide a tal teoria da interface amigável).

Enfim, consegui escapar milagrosamente de gatilhos poderosos já por volta dos 50 dias de abstinência de fato, ainda que após perseguido pela ideia de que tudo foi em vão, por ter suprido de dopamina meu cérebro via materiais deveras escusos (o que teria causado minha DE) e deveria zerar era tudo. Agora, salvo engano, modéstia à parte venho reconhecer que, ainda que escapando de tudo e tomando tais atitudes temerárias como lição eterna de como jamais proceder novamente, foram todos os dias desde 14 de fevereiro conduzidos como realmente é de mister a um autêntico rebooter de PMO. Não sei afirmar se houve DE (ou pelo menos uma DE tão duradoura) justamente devido ao que andei citando, mas não quero olhar para trás; como disse, sinto que foi a estratégia que deu certo, ainda que com seus momentos complicados que servem de lição para que nunca mais se repitam. Do contrário, sinto até minha sexualidade aflorar de maneira comedida, como se nunca houvesse sido viciado, não mais como se eu só fosse um pênis ambulante a pensar em sexo o tempo todo (ou teria, tomara que não, que estar explodindo de libido agora por me haver reprimido ferozmente durante todo o período, por não ter praticado mera abstinência?) Chego a pensar que teve que ser assim. Que teve de ser correndo riscos, ainda que como os corri, para depois me arrepender a tempo (felizmente a tempo) e prosseguir na batalha. De qualquer modo, o tempo não volta, não sei nem nunca saberei se teria sido de fato melhor se tivesse zerado o contador na hora certa e agido mais espartanamente na condução de meus atos. Não sei, admito, se teria angariado a tal e tão notável experiência de vida que angariei, conseguindo conciliar o uso do computador com o trato com minha família e minhas obrigações no trabalho, além de ter minha libido (mesmo que só agora) recuperada (ou não). Só saberei do contrário caso deliberem no sentido de que deveria eu recomeçar tudo, o que faria dada a consistência dos argumentos em prol de tal atitude, mesmo que estes se mostrem um tanto irrelevantes no presente contexto.

Enfim, não queria me prolongar tanto, e desde já peço novas desculpas se algo fiz de errado. Podem comentar à vontade, se o que andei fazendo foi errado e devo recomeçar meu reboot, ou se a prática por mim conduzida, aqui bem exposta, de fato se encaixou nos mandamentos do glorioso método aqui do Fórum.

Em todo caso, a luta não para. Agradeço a compreensão de todos pela minha longa deliberação. Tive que fazê-la pelo bem de minha consciência e por respeito a todos aqui.

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Meu diário: http://www.comoparar.com/t2940-24-de-volta-a-guerra-ferido-humilhado-ate-injusticado-mas-nunca-vencido



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Re: 24 - De volta à guerra: ferido, humilhado, até injustiçado... mas nunca vencido

em 30/4/2016, 20:35
Justiceiro do Sertão escreveu:Hoje fiz longa caminhada aqui pela cidade, aproveitando-me do clima ameno. Creio que percorri uns 22 quilômetros a pé, praticamente varando a cidade ao meio. Foi inclusive providencial sair andando, vez que, ao iniciar a tarde passando pelo banco para retirar um extrato, deparo-me com uma autêntica sósia da * (omito o nome para evitar comprometer os parceiros de luta), para mim uma das mais belas mulheres da mídia. Fiquei excitado, excitado de a mente começar a ferver em começo de fantasias e meu pênis subitamente endurecer, ali mesmo na rua. Ao mesmo tempo aliviado com um eventual retorno de minha libido após quase 100 dias e apreensivo com a situação, fiz força mental imensa e saí correndo em disparada rumo à minha caminhada do fim de semana. Qual fuligem, foi-se esvaindo o pensamento. Andei, andei e cheguei em casa até um pouco mancando. Satisfeito.

Pela manhã, após sonhar que transava e acordar atordoado (mas sem ejacular, ejaculei dormindo umas duas vezes na semana que termina), passei a ser atormentado por um complexo. Algo me dizia para resetar o contador por não estar conduzindo um reboot de acordo com os ditames clássicos do Método Como Parar. Isto consoante aquele belo texto do Toguro que muito corretamente dizia que “Reboot não é só parar de ver pornografia”. Comecei a ter quase convicção de que “estava jogando mal”, de que “não estava sentindo gosto de reboot”, “gosto dos 90 dias bem aplicados”, de que “estava vencendo mas não estava convencendo”, de que ao fim dos 90 dias nada se modificaria em minha mente e vida, mormente a questão da DE. Explico: zerei o contador em janeiro, mas no início de fevereiro, como devem se lembrar, em meio a uma crise violentíssima de estresse em casa, entrei num site sugestivo e ignorei aquilo. Semanas depois, ao início de abril, o texto do Toguro me foi maravilhoso tapa na cara e retroagi o contador até aquele dia de fevereiro (olhando com cuidado o histórico) para a situação em que o mesmo se encontra agora. Quer dizer, de fato não senti o gosto dos 90 dias, mas talvez de uns 40, quando retornei mais efetivamente aqui ao Fórum. Enfim, comecei o reboot sequer com noção de que o estava fazendo, pensando, em vez, que ainda estava em outro, já frustrado. Todavia, durante o tempo da atual sequência, admito que nada fiz nem acessei de sugestivo, nem mesmo durante aqueles “obscuros” primeiros dias. Justamente quando me explodiu a DE.

Abarrotado de compromissos, na pura superação saí vencendo um por um e agora me vejo há duas semanas de completar a simbólica meta, de maneira confusa entretanto válida, ainda que com minha mente me perseguindo para zerar o contador. Admito que enquanto digito este texto ainda me passa pela cabeça fazê-lo, ainda que com menor intensidade que de manhã cedo. Meu subconsciente diz que foi tal confusão com as datas a responsável por meu pênis entrar em uma espécie de “ressaca”, ocasionando a forte DE de que vim sofrendo por todo este tempo (e que parece ter sumido, vide o episódio de hoje à tarde).

Desde já, a todos peço desculpas se algo fiz de errado. Minha mente é de certa maneira bem inquieta mesmo. Muito provavelmente não vou zerar o contador; primeiro porque nada fiz que pela ementa do método justificasse tal ato (andei lendo livros e usando a Internet para trabalho, leitura de notícias, blogs políticos; coisas que não continham material que me pudesse acarretar quedas; se algo mais sugestivo apareceu, foi por mim ignorado e maduramente tomado como parte do contexto), segundo porque, apesar de todos os pesares, tenho melhorado aspectos de minha vida como jamais daquele oficial 14 de fevereiro para cá, de forma que parece ter sido de fato esta, assim digamos, a estratégia que enfim deu certo. Aprendi, entre outras coisas, que até mesmo ficar um tanto quanto longe do computador é importante para reconstruir a transmissão de dopamina pelo cérebro (isso que chamam de interface amigável alucina mesmo, nerds da área entenderão o que digo). Naqueles primeiros dias, cheguei a ir lendo uma ou outra coisa em páginas políticas do Facebook e em sites como o do Pobreta (não recomendo), a que abandonei após a bronca do Toguro. Lia desabafos acalorados sobre a situação do País e sobre o comportamento feminino, sobre esta última questão algo não de cunho pornô, mas informativo sobre perigos da mulher, ainda bem que sem imagens pipocando (há tempos desenvolvi uma técnica para ler textos desviando de imagens, o que me levou a retroceder o contador e coisa que não mais farei, excluindo de vez tais leituras de minha vida), somente “desabafos” violentos alertando o homem sobre certas situações; remetiam a sexo, mas em tom moralizador. Bem guiado que fui, não acesso mais nada do que andei citando, devido ao teor altamente sugestivo e extremista e pela própria questão da perda de tempo (vide a tal teoria da interface amigável).

Enfim, consegui escapar milagrosamente de gatilhos poderosos já por volta dos 50 dias de abstinência de fato, ainda que após perseguido pela ideia de que tudo foi em vão, por ter suprido de dopamina meu cérebro via materiais deveras escusos (o que teria causado minha DE) e deveria zerar era tudo. Agora, salvo engano, modéstia à parte venho reconhecer que, ainda que escapando de tudo e tomando tais atitudes temerárias como lição eterna de como jamais proceder novamente, foram todos os dias desde 14 de fevereiro conduzidos como realmente é de mister a um autêntico rebooter de PMO. Não sei afirmar se houve DE (ou pelo menos uma DE tão duradoura) justamente devido ao que andei citando, mas não quero olhar para trás; como disse, sinto que foi a estratégia que deu certo, ainda que com seus momentos complicados que servem de lição para que nunca mais se repitam. Do contrário, sinto até minha sexualidade aflorar de maneira comedida, como se nunca houvesse sido viciado, não mais como se eu só fosse um pênis ambulante a pensar em sexo o tempo todo (ou teria, tomara que não, que estar explodindo de libido agora por me haver reprimido ferozmente durante todo o período, por não ter praticado mera abstinência?) Chego a pensar que teve que ser assim. Que teve de ser correndo riscos, ainda que como os corri, para depois me arrepender a tempo (felizmente a tempo) e prosseguir na batalha. De qualquer modo, o tempo não volta, não sei nem nunca saberei se teria sido de fato melhor se tivesse zerado o contador na hora certa e agido mais espartanamente na condução de meus atos. Não sei, admito, se teria angariado a tal e tão notável experiência de vida que angariei, conseguindo conciliar o uso do computador com o trato com minha família e minhas obrigações no trabalho, além de ter minha libido (mesmo que só agora) recuperada (ou não). Só saberei do contrário caso deliberem no sentido de que deveria eu recomeçar tudo, o que faria dada a consistência dos argumentos em prol de tal atitude, mesmo que estes se mostrem um tanto irrelevantes no presente contexto.

Enfim, não queria me prolongar tanto, e desde já peço novas desculpas se algo fiz de errado. Podem comentar à vontade, se o que andei fazendo foi errado e devo recomeçar meu reboot, ou se a prática por mim conduzida, aqui bem exposta, de fato se encaixou nos mandamentos do glorioso método aqui do Fórum.

Em todo caso, a luta não para. Agradeço a compreensão de todos pela minha longa deliberação. Tive que fazê-la pelo bem de minha consciência e por respeito a todos aqui.

Se excitar diante de uma mulher que você viu na rua não é nada de ruim para o reboot.
Pesquisar sobre temas sexuais ou avulsos não é incorreto. Pois não gerou fissuras suficientes a ponto de você buscar involuntariamente ou voluntariamente a pornografia.
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